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Barriers against pro-environmental behavior

Chapter 3 – Innovative Environmental Communication and Environmental Psychology

3.6 Barriers against pro-environmental behavior

Como ouvinte, acompanhando sistematicamente as emissoras de rádio AM, foi possível traçar um panorama dos programas jornalísticos com a participação dos ouvintes e

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Exemplos fictícios: José Maria do Parque Alvorada, Antônio Marcos da Vila Palmeira, Pedro Paulo da Cohab, Francisco da Cidade Operária, Vicente de Pinheiro, Magno de Cajari, Clovis de Viana.

selecionar os dois mais representativos31 de interesse da tese: “Ponto Final”, apresentado por Roberto Fernandes na rádio Mirante AM; e “Manhã Difusora”, ancorado por Silvan Alves, na rádio Difusora AM. Estes programas foram selecionados porque eram veiculados nas emissoras dos dois maiores grupos de mídia do Maranhão, respectivamente, Sistema Mirante de Comunicação (afiliado às Organizações Globo) e Sistema Difusora de Comunicação (afiliado ao SBT), controlados pelas famílias lideradas por José Sarney e Edison Lobão (DOUGLAS, 2011). Esses “sistemas” são o braço midiático dos complexos empresariais das duas famílias, ramificados em vários negócios.

Os referidos programas tinham apresentadores emblemáticos, maior estrutura, mais recursos humanos e melhores condições de obter e processar informações sobre o dia-a-dia da cidade, visto que as emissoras Mirante AM e Difusora AM integravam-se aos respectivos departamentos de jornalismo nos seus grupos midiáticos, formados ainda por outros meios impressos e eletrônicos. Esse nível de organização dotava as rádios de condições mais favoráveis para atrair a atenção dos ouvintes. O conjunto de qualificativos atribuídos às emissoras e aos apresentadores justificou a opção metodológica na medida em que as características das referidas rádios davam-lhes mais condições de atrair os ouvintes, estimular a participação, agregar interesse da audiência, disseminar informações e, sobretudo, garantir melhores condições de participação da audiência - o foco da pesquisa. Os apresentadores tinham larga experiência e atuação no radiojornalismo do Maranhão, sendo reconhecidos na comunidade profissional dos comunicadores de rádio. A escolha dos programas obedeceu também ao critério do turno matutino, considerado o “horário nobre” do rádio.

Os dois apresentadores também atuavam na televisão, nas mesmas emissoras já mencionadas. Roberto Fernandes era comentarista no programa “Bom Dia Mirante”; e Silvan Alves apresentava o programa “Bandeira 2”, especializado ocorrências policiais. Ambos eram veiculados pela manhã, das 06h00 às 07h00. Além de atuar no Sistema Mirante de Comunicação, Roberto Fernandes era comentarista no programa “Repórter Maranhão”, na TV Educativa, filiada à EBC (Empresa Brasil de Comunicação). Na rádio Difusora AM, Silvan Alves apresentava ainda o programa policial “Blitz Difusora”, das 13h00 às 14h00.

31 Utilizo o termo “representativos” independente dos índices de audiência dos referidos programas e suas respectivas emissoras, mas fundamentado nos critérios relevantes para a realização da presente pesquisa, apresentados na sequência do item 3.3

No rádio AM, os programas ancorados pelos apresentadores citados encaixam-se no enquadramento teórico de Barbosa Filho (2003) para caracterizar gênero jornalístico, formatado em: nota, notícia, boletim, reportagem, entrevista, comentário, editorial, crônica, radiojornal, documentário, mesas redondas, debate, policial, esportivo e divulgação técnico- científica. Ele fundamenta gênero como unidade de informação, estruturada de modo característico, que determina as formas de expressão de seus conteúdos. As afinidades e a constituição estética são suas marcas, aquilo que caracteriza um determinado produto cultural. No cinema, por exemplo, existem gêneros policial, de terror, ação, comédia, ficção científica etc.

Gênero é, portanto, a forma de expressão de um determinado produto cultural que se associa por características semelhantes, com base em convenções estéticas. Segundo Bakhtin (2003), é uma força aglutinadora e estabilizadora dentro de uma determinada linguagem, um certo modo de organizar ideias, temas e recursos expressivos. Nessa forma de pensar, a comunicabilidade dos produtos culturais é garantida pelo gênero, a partir de uma combinação entre os produtores e o desejo do público. Para Martín-Barbero (2009), gênero é uma mediação cultural fundamental e ocupa o lugar central entre as práticas da produção e da audiência, captando os sentidos fabricados e re(configurados) pelos meios de comunicação. No entendimento do autor, “entre a lógica do sistema produtivo e as lógicas dos usos, medeiam os gêneros. São suas regras que configuram basicamente os formatos, e nestes se ancora o reconhecimento cultural dos grupos” (MARTÍN-BARBERO, 2009, p. 303). O gênero facilita a codificação, a partir do engenho estético criado pelo sujeito da enunciação para produzir uma comunicação eficaz.

O rádio informativo como instituição social (MEDITSCH, 2007) contribui para a expansão da base teórica do radiojornalismo, propondo um mergulho profundo nos relatos e narrativas sobre a realidade, para além do noticiário tradicional.

O rádio informativo fala de coisas que, anteriormente, não eram notícia (a hora certa, por exemplo) e revoluciona a ideia da reportagem com as transmissões ao vivo. Aprofunda e contrapõe ideias e opiniões com facilidade e orienta as massas urbanas como o cão de um cego. Põe em contato os mais remotos pontos do interior e concede espaço para o receptor se manifestar como nenhum outro meio. É um serviço quase sempre gratuito que não toma o tempo nem monopoliza a atenção do público. E é assim: mesmo sem a palavra escrita e sem as imagens, suportes que, para muitos, parecem esgotar todo o mundo da informação de nosso tempo. Por isso, requer uma nova conceitualização que dê conta de sua amplitude e especificidade. (MEDITSCH, 2007, p. 31)

Essa interpretação decorre do processo de transição no rádio, iniciado nos anos 1950, quando o jornalismo passou a ocupar mais espaço na programação, em decorrência da migração dos programas de auditório, humorísticos, novela e teatro para a televisão. Tais modificações alicerçaram as bases do rádio informativo, superando a adaptação do jornalismo impresso para o radiofônico. Assim, a perspectiva adotada por Meditsch (2007, p. 48), para além da técnica, busca situar o rádio informativo “enquanto forma de produção de conhecimento sobre a realidade.” Ao repercutir o embasamento de Meditsch (2007), buscando depurar das características do rádio informativo, Klöckner (2011b, p. 55) explica:

Para o autor, o Rádio Informativo compõe-se de algumas características: 1) A especificidade do Rádio Informativo deve ser percebida no seu conjunto: construção, discurso e objetivação; 2) Reflete e refrata a realidade de maneira específica; 3) A oralidade aparente do rádio diferencia-se da oralidade imediata, por ser o ponto de chegada de um processo de construção; 4) A forma do discurso – auditiva, invisível, em tempo real – é diversa de outros meios eletrônicos, como o audiovisual e o fonográfico, representando um meio de expressão próprio; 5) A informação radiofônica é objetivada, na realidade, de maneira diversa de outros meios; 6) O jornalismo em geral e o radiojornalismo em particular não transmitem simplesmente a realidade, mas antes criam uma representação sobre ela, havendo uma mediação dos produtores desta informação; 7) Através do discurso e na interação social que possibilita, isto é, o conteúdo da mensagem e a repercussão do auditório, entre outros aspectos, influem na produção e no sentido das mensagens.

Seguindo o enquadramento teórico dos autores, o programa “Ponto Final” (Mirante AM) era mais rigoroso quanto à sedimentação dos formatos exigidos pelo gênero jornalístico. O programa iniciava com a hora certa e as vinhetas de identificação. Em seguida, o apresentador anunciava os nomes dos componentes da direção da emissora e da equipe do programa: direção geral, direção de jornalismo, operador de áudio e a equipe dos transmissores, secretaria e telefonista. Na sequência, a vinheta “mensagem do dia” anunciava a leitura de um texto, geralmente uma parábola, interpretada pelo apresentador. Em seguida, uma vinheta cortava o tom reflexivo e dramático da mensagem e o apresentador retomava a locução original, divulgava os telefones fixos para a participação dos ouvintes, os números com aplicativos de aparelho celular e os endereços das redes sociais, todas ferramentas de interação com a audiência, que era convidada e estimulada pelo apresentador a participar do programa. Havia duas vinhetas específicas de convite à participação da audiência.

Em seguida, o apresentador chamava a entrada dos repórteres, no bloco “Girando com a notícia”. Sucessivamente, os repórteres entravam ao vivo anunciando informações sobre dois segmentos: 1) plantão policial, apresentando o resumo das ocorrências da madrugada; 2) informações atualizadas sobre o trânsito e a previsão de acontecimentos anunciados para o cotidiano da cidade (atos solenes e agenda de atividades dos poderes

públicos, presença de alguma autoridade do governo federal no Maranhão, protestos etc)32. Após essa primeira participação, os repórteres eram acionados em outros momentos ao longo do programa, fazendo a cobertura ao vivo dos fatos.

Terminado o bloco “Girando com a notícia”, o apresentador retomava a locução e fazia comentários sobre as principais pautas anunciadas pelos repórteres. No decorrer da programação, os ouvintes telefonavam para falar ao vivo sobre algum tema destacado pelos repórteres ou comentado pelo apresentador. A audiência também introduzia outros assuntos, que podiam ou não ser replicados pelo apresentador ou incorporados pelos repórteres nas suas participações subsequentes ao longo do programa. A atividade da audiência, apresentando demandas, sugestões ou críticas sobre as situações do cotidiano da cidade podia acionar a participação de gestores públicos ou privados para responder ao tema pautado. Além das entradas ao vivo, a audiência participava constantemente através dos aplicativos de celular, enviando mensagens de texto, fotos ou pequenos vídeos. As mensagens de texto eram lidas pelo apresentador ao longo de todo o programa.

Havia também momentos de descontração no diálogo entre apresentador e ouvintes, principalmente quando o assunto era futebol. Em falas pontuais, parte da audiência comentava ironicamente vitórias ou derrotas dos seus times preferidos, provocando os torcedores adversários. O programa “Ponto Final” contemplava os comentários futebolísticos porque o apresentador, Roberto Fernandes, era também comentarista nas transmissões de jogos e muito engajado na vida esportiva da cidade, chegando a dirigir um dos mais tradicionais times de futebol do Maranhão: o Moto Club. O programa tinha ainda as entrevistas em estúdio, com algum convidado previamente agendado. Os entrevistados também eram acionados por telefone pela audiência, que fazia perguntas sobre o tema em pauta. Na maioria das vezes, apenas o apresentador conduzia as entrevistas.

O perfil dos apresentadores ajuda a entender as características de cada programa. Ambos – Roberto Fernandes e Silvan Alves – migraram da rádio Educadora AM, onde passaram longas temporadas, mas em momentos distintos, apresentando o “Roda Viva”, ícone dos programas jornalísticos com a participação da audiência. Na minha condição de ouvinte, percebi que Roberto Fernandes era bastante identificado com a Educadora AM, onde

32 O programa chegou a ter resenha da cobertura das duas casas parlamentares – Câmara dos Vereadores e Assembleia Legislativa – com a síntese dos assuntos abordados no dia anterior pelos políticos e as pautas em destaque no dia corrente. A resenha era feita por dois repórteres de Política.

trabalhou por cerca de uma década. Em março do ano 2000, a saída dele para a rádio Mirante AM, de propriedade do grupo de comunicação da família do senador José Sarney, foi muito comentada pelos ouvintes. Eles telefonavam para lamentar e criticar, porque viam na mudança de prefixo uma suposta perda de liberdade e autonomia do apresentador, visto que na Educadora AM, rádio católica, alinhada ao campo das oposições no Maranhão, o programa “Roda Vida” e seu primeiro apresentador eram tidos como referência de acolhida e repercussão das demandas da população e um fórum de debates no rádio local. Com a saída de Roberto Fernandes para a rádio Mirante AM, o programa “Roda Viva” foi assumido por Gilberto Lima, seguido de Tony Castro e posteriormente Silvan Alves, comunicadores de referência na radiofonia maranhense. Silvan Alves deixou o programa “Roda Viva” e mudou de emissora, contratado para apresentar um formato similar (“Manhã Difusora”), no mesmo horário, na rádio Difusora AM.

Existiam variações de forma e conteúdo entre os programas “Ponto Final” e “Manhã Difusora”, bem como no desempenho dos apresentadores e na quantidade de integrantes nas equipes de profissionais. O primeiro tinha apresentador e três repórteres. O segundo variava na composição da equipe: em determinados períodos tinha repórter, em outras ocasiões o programa era conduzido apenas pelo apresentador, com a participação da audiência. Quanto à atuação dos âncoras, percebi mais rigor e formalidade no desempenho de Roberto Fernandes na condução do programa. Silvan Alves frequentemente dispensava formalidades, mostrava- se mais descontraído, caricato, permissivo a galhofas, ironias e tiradas sarcásticas sobre o cotidiano da cidade. As zombarias eram feitas a ele próprio. Era possível notar que as dosagens do estilo jocoso no “Manhã Difusora” carregavam alguns tons do mesmo apresentador no programa policial “Blitz Difusora”. Esse seu comportamento informal não interferia em sua credibilidade junto aos ouvintes, que comumente telefonavam para elogiá-lo e dizer que acreditavam nas informações veiculadas nos dois programas.

“Manhã Difusora” abria com a hora certa e a saudação do apresentador, seguindo-se as informações sobre a administração da emissora: presidência, direção geral, direção de jornalismo e toda a equipe profissional e de apoio. Ele também anunciava as plataformas de participação da audiência, divulgando os números dos telefones, aplicativos de celular, redes sociais, email etc. Em seguida, iniciava os seus comentários sobre os assuntos do dia, recortando um tema para destaque. Ao longo do programa ocorriam as participações dos

ouvintes, dialogando com o apresentador, dentro ou fora do enquadramento dos assuntos tomados como preferidos pelo âncora.

Como dito anteriormente, as rádios AM eram parte dos sistemas Mirante e Difusora. O primeiro congregava a emissora de televisão afiliada à Rede Globo, o jornal O Estado do Maranhão, o portal imirante.com e várias de repetidoras de TV espalhadas em todas as regiões do estado, além de rádios FM localizadas em cidades estratégicas na geopolítica estadual. O segundo detinha a televisão afiliada ao SBT, o portal idifusora.com.br, rádio Difusora FM e emissoras em algumas regiões do Maranhão.

Portanto, os fluxos informativos migravam entre todas as plataformas de conteúdos jornalísticos das duas empresas. No programa “Manhã Difusora”, diariamente, a editora do principal programa de telejornalismo, o Jornal da Difusora, dialogava com Silvan Alves sobre como estava sendo preparado o telejornal, antecipando as notícias e reportagens que teriam destaque às 12h00 na TV33. Os fluxos informativos transitavam também dos portais de notícias na internet, respectivamente, imirante.com e idifusora.com.br.

Havia, portanto, um permanente diálogo entre todas as plataformas de produção de notícias em ambas as empresas, de maneira que os programas de rádio AM alimentavam e eram subsidiados de conteúdo pelos portais (incluindo os blogs neles hospedados), programas jornalísticos de TV e jornal impresso (O Estado do Maranhão), este último apenas no sistema Mirante. Importante sublinhar que, nesse processo de produção de conteúdo, a participação dos ouvintes nos programas jornalísticos era aproveitada nas redações, sempre que o tema colocado pela audiência despertasse interesse nos critérios de noticiabilidade assumidos pelos veículos.

Assim, os departamentos de jornalismo dos dois sistemas sincronizavam a produção e o fluxo de notícias e reportagens, bem como monitoravam a participação da audiência, em várias circunstâncias aproveitada para a geração de pautas no jornal impresso, programas de rádio ou de televisão. Em que pese o diálogo entre as plataformas, convém registrar a relativa autonomia dos programas de rádio AM, permanentemente atualizados pela participação da audiência e em constante sintonia com as demais mídias dessas empresas de comunicação.

33 Esse relato foi construído com base no acompanhamento dos programas “Ponto Final” e “Manhã Difusora”, na segunda e terceira semanas do mês de março de 2015.

Sobre a participação da audiência, apenas a título de ilustração, o Sistema Difusora de Comunicação veiculava34 de segunda-feira a sexta-feira, pela manhã, o programa “Repórter Difusora”, apresentado por Robson Junior e Ricarto Baty, com reportagem de Bial Mendes. Das 07h00 às 08h00 o programa era transmitido simultaneamente nas emissoras AM e FM e tinha como principal característica a participação dos ORDs (Ouvintes Repórter Difusora), codinome criado por um dos ouvintes e adotado por toda a audiência, transformada em uma espécie de comunidade ORD. Às sextas-feiras um ORD era convidado a participar ao vivo da programação, no estúdio, após uma votação (espécie de concurso) em que vários ORDs se candidatavam e recebiam moções de apoio através da plataforma na internet e comentários dos apresentadores.

No início, o “Repórter Difusora” tinha como principal ferramenta de interatividade o perfil em uma rede social, mas esta plataforma foi desativada devido ao excesso de informações disponibilizadas pelos ORDs, sem que os apresentadores pudessem ler e comentar todos os conteúdos, gerando frustração na audiência. O perfil foi desativado e a participação passou a ocorrer apenas através de aplicativo de telefone celular. Os ORDs não falavam ao vivo. A participação ocorria apenas por envio de mensagens de texto, fotos e vídeos sobre os acontecimentos cotidianos. O “Repórter Difusora” tinha transmissão simultânea na AM e na FM das 7h às 8h e seguia apenas na FM das 08h00 às 09h00. Neste período, a AM veiculava o “Manhã Difusora”, apresentado por Silvan Alves35.

Esta descrição consolida o panorama dos programas observados no segundo semestre de 2013 e nos dois primeiros meses de 2014, quando fiz o acompanhamento sistemático das duas emissoras, no turno matutino, com o objetivo de caracterizar as duas principais referências do radiojornalismo nas AM de São Luís com a participação dos ouvintes. Com essa exposição, contornei as características dos referidos programas e dos seus apresentadores, traçando um roteiro sintético do encadeamento dos blocos durante as transmissões, as especificidades dos âncoras e o trânsito de conteúdo jornalístico entre o estúdio das AM e os outros meios de comunicação dos sistemas Mirante e Difusora: televisão, portais de internet e mídia impressa. No tópico seguinte, discorro sobre o surgimento e a constituição estatutária da entidade dos ouvintes.

34 Observação pertinente ao período de acompanhamento das emissoras, do segundo semestre de 2013 até o segundo semestre de 2015.

35 Em 21 de dezembro de 2015 estreou na rádio Difusora AM o programa “Repórter 680”, das 18h00 às 19h00, em formato semelhante ao “Repórter Difusora”.