• No results found

1   Innledning

1.1   Bakgrunn for oppgaven

Os fatores de risco para doenças cardiovasculares (DCV) surgem cada vez mais entre crianças e adolescentes, embora haja um predomínio das manifestações clínicas em idade adulta. Atinge cerca de 30% da população adulta e é a principal causa de morbimortalidade, sendo que grande parte desconhece ser portadora das doenças cardiovasculares por não apresentar sintomas, principalmente a hipertensão arterial (NEDER; BORGES, 2006; ARAÚJO et al., 2008; BECK et al., 2011; PINTO et al., 2011).

Apesar do progresso no tratamento para as DCV, a prevenção é a estratégia mais eficaz, haja vista que a prevalência de fatores de risco em idades precoces merece uma maior atenção, pois a aterogênese pode preceder em muitos anos suas manifestações clínicas, tal como o acidente vascular encefálico, o infarto agudo do miocárdio e a hipertensão arterial sistêmica (NEDER; BORGES, 2006; BECK et al., 2011; PINTO et al., 2011).

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é caracterizada como uma condição clínica multifatorial qualificada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial.

Está associada frequentemente a alterações funcionais e/ou estruturais em diversos órgãos (coração, encéfalo, rins e vasos sanguíneos) e alterações metabólicas, com riscos aumentados de eventos cardiovasculares fatais e não fatais (VI DIRETRIZES BRASILEIRA DE HIPERTENSÃO, 2010).

Dentre os principais determinantes da morbidade e mortalidade cardiovascular, podemos relacionar a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), a qual tem sido objeto de estudo em todo o mundo por seus aspectos clínicos, fisiopatológicos e de saúde coletiva. Por isso, a pressão arterial elevada na infância é fator preditor de hipertensão arterial em adultos, sendo esse o fator mais expressivo para o aumento das mortes no mundo (NEDER; BORGES, 2006; BECK et al., 2011; PINTO et al., 2011).

As mudanças associadas ao estilo de vida, como hábitos alimentares inadequados, tabagismo, uso abusivo do álcool, falta de atividade física, sobrepeso e obesidade, são os principais fatores ambientais que contribuem para o aumento das doenças e agravos não transmissíveis, em especial, a hipertensão arterial sistêmica (NEDER; BORGES, 2006; ROMANZINI et al., 2008; PINTO et al., 2011).

O excesso de gordura corporal, que pode ser caracterizado como sobrepeso ou obesidade, é um fator de risco independente para o desenvolvimento dos componentes da síndrome metabólica e doenças cardiovasculares, entre elas a hipertensão. Assim, a obesidade infanto-juvenil mostra forte associação com a presença de elevação da pressão arterial, identificando-se como importante preditor de hipertensão e obesidade na vida adulta (GUIMARÃES et al., 2008; FERNANDES et al., 2009).

A tabela abaixo (tabela 03) mostra a distribuição da gordura corporal (%G) na amostra pesquisada de acordo com o nível de classificação:

TABELA 03 - VALORES PERCENTUAIS DA GORDURA CORPORAL (%G), EM CADA NÍVEL DE CLASSIFICAÇÃO, NOS GRUPOS

MASCULINO, FEMININO E GERAL.

Masculino Feminino Geral

Baixo 3,6 0,0 1,8

Ótimo 68,0 28,9 48,1

Moderadamente Alto 14,9 34,3 24,8

Alto 13,4 36,8 25,3

Há um predomínio de indivíduos do sexo masculino classificados como nível ótimo de gordura corporal (68%). Entretanto, essa mesma tendência não é seguida para o grupo feminino, o qual é preponderante no nível alto (36,8%).

Em relação aos níveis de gordura corporal categorizados como “moderadamente alto” ou “alto”, 28,3% dos escolares do sexo masculino estão inseridos nessas categorias, sendo que, para essa mesma classificação, há um taxa de ocorrência de 71% entre às moças.

Segundo Pinto et al. (2011), os valores de gordura corporal acima do recomendado, o que se configura como sobrepeso ou obesidade, são um dos principais preditores da hipertensão arterial.

A média do percentual de gordura corporal (%G) foi de 23,1%±7,2 para a amostra geral, sendo 18,1%±5,8 para os indivíduos masculinos e 27,9%±4,8 para o grupo feminino.

Araújo et al. (2008) em seu estudo com crianças e adolescentes escolares, constataram que apenas 16,8% dos indivíduos envolvidos no estudo apresentaram níveis de gordura corporal “moderadamente alto ou alto”, o que está abaixo do encontrado no estudo ora apresentado (50,1%).

Em um estudo desenvolvido com 148 crianças e adolescentes da rede pública da cidade de São José do Rio Preto (SP), 33,1% apresentaram peso corporal alterado (sobrepeso e obesidade), índice inferior ao encontrado neste estudo (50,1%) (ZANOTI; PINA; MANETTI, 2009).

Beck et al. (2011), em seu estudo envolvendo 660 escolares com idade entre 14 e 19 anos do Rio Grande do Sul, evidenciou que 15% dos escolares envolvidos no seu estudo estavam classificados com excesso de peso, valor inferior ao encontrado neste estudo (50%). Além disso, a prevalência do excesso de peso não diferiu entre os sexos, dado diferente do encontrado no estudo ora apresentado, haja vista que menos de 30% dos rapazes encontram-se como níveis de gordura corporal acima do padrão ótimo, ao contrário do que acontece entre as moças (71%).

Já uma pesquisa desenvolvida com 113 escolares entre 10 e 15 anos, foi encontrado um percentual de 23,9 escolares classificados com excesso de peso (sobrepesados/obesos) (SOARES et al., 2010).

Segundo Ferreira (2011), em sua pesquisa com 225 escolares entre 11 e 17 anos, 72,4% estavam com percentual de gordura classificados como alto ou muito alto, o que demonstra valores superiores aos encontrados neste estudo.

Contudo, em um estudo desenvolvido com 432 escolares de Rondônia, as meninas apresentaram valores mais altos de gordura corporal (46%) em relação aos meninos (31,3%) (ROMANHOLO, 2007).

Para Castilho (2006), em seu estudo com escolares entre 10 e 17 anos, 49% dos indivíduos pesquisados encontram-se nas categorias moderadamente alto/alto para o nível de gordura corporal, resultado semelhante ao encontrado neste estudo, 50,1% dos escolares estão classificados nessas categorias. Em relação à divisão por sexo, 53,8% e 44% de meninas e meninos, respectivamente, encontram-se nos níveis moderadamente alto ou alto de gordura corporal, dados esses inferiores para as meninas e superiores para os meninos da pesquisa ora apresentada (71,1% e 28,3%, respectivamente).

A tabela 04 relaciona os valores percentuais de pressão arterial (pressão arterial sistólica e pressão arterial diastólica) na amostra pesquisada.

Essa tabela evidencia um índice pouco superior a 24% para hipertensão, tanto sistólica como diastólica, entre os escolares pesquisados do sexo masculino, sendo que, para o sexo feminino, os níveis de hipertensão (sistólica e diastólica) acometem pouco mais de 10%. Em relação ao grupo geral da amostra investigada, 18% desses foram classificados como hipertensos.

TABELA 04 – VALORES PERCENTUAIS PARA: PRESSÃO ARTERIAL SISTÓLICA (PAS) E

PRESSÃO ARTERIAL DIASTÓLICA (PAD), NOS GRUPOS MASCULINO, FEMININO E GERAL.

PAS PAD No rmal L imít ro fe Hip er tenso No rmal L imít ro fe Hip er tenso Masculino 46,6 28,9 24,7 56,7 19,1 24,2 Feminino 78,1 11,9 10,0 74,1 13,9 11,9 Geral 62,5 20,3 17,2 65,6 16,5 18,0

Uma das possíveis causas desse percentual elevado de escolares classificados como hipertensos poderia ser o fato de esses valores pressóricos terem sido obtidos em visita única (único dia), apesar das três medidas com intervalo de 10 minutos entre as mesmas e das recomendações para tamanho do manguito e do tipo de estetoscópio (VI DIRETRIZES BRASILEIRA DE HIPERTENSÃO, 2010).

Em um estudo desenvolvido com 148 crianças e adolescentes da rede pública da cidade de São José do Rio Preto (SP), 9,5% foram categorizadas como hipertensos, índice menor ao encontrado no estudo ora apresentado (18%) (ZANOTI; PINA; MANETTI, 2009).

Para Beck et al. (2011), o qual desenvolveu um estudo com 660 escolares com idade entre 14 e 19 anos no sul do Brasil, apenas 3,3% dos sujeitos pesquisados estavam classificados como pré-hipertensos/hipertensos, sendo que a probabilidade dos rapazes apresentarem pré-hipertensão/hipertensão era 5 vezes maior do que as moças.

Segundo Borges, Peres e Horta (2007), em seu estudo com 601 crianças da região centro-oeste do Brasil, apenas 6,1% da amostra encontravam-se entre os estágios de pré-hipertensos e hipertensos, valores inferiores aos encontrados neste estudo.

Já em um estudo desenvolvido com 225 adolescentes com idade entre 11 e 17 anos, constatou-se níveis pressóricos acima do ideal em 19,2% dos sujeitos analisados (FERREIRA, 2011).

Assim, Romanholo (2007), em seu estudo com 432 escolares do norte do Brasil, demonstra uma prevalência para pressão arterial elevada de 10,2% entre os alunos de escolas públicas e 13% entre os alunos de escolas privadas.

Além disso, o risco de desenvolver hipertensão arterial aumenta em 180% entre crianças e adolescentes com excesso de peso (sobrepeso/obesidade), sendo que o incentivo para a redução do peso deve ser prioritário (SANTOS; TENÓRIO; KANASHIRO, 2010).

Da mesma forma, Castilho (2006), em sua pesquisa com 993 escolares entre 10 e 17 anos do Mato Grosso do Sul, evidenciou que 12,1% dos envolvidos na pesquisa estão classificados como hipertensos para o nível de pressão arterial, dado inferior ao encontrado nosso estudo (17,2% para hipertensão arterial sistólica). Quando separamos os índices de hipertensão por sexo, 13,9% e 10,2% para

meninos e meninas, respectivamente, observamos, neste estudo, valores superiores para o sexo masculino e inferiores para o feminino (24,7% e 10%, respectivamente).

Na tabela abaixo (tabela 05), são relacionados os valores do teste do qui- quadrado para associação entre gordura corporal (%G) e pressão arterial sistólica (PAS), bem como gordura corporal (%G) e pressão arterial diastólica (PAD):

TABELA 05 – VALORES DA MEDIANA PARA %G, PAS E PAD; VALORES DO TESTE DO QUI-

QUADRADO (2) PARA %G E PAS, %G E PAD, NOS GRUPOS MASCULINO, FEMININO E

GERAL.

PAS PAD %G %G e PAS

(2) %G e PAD (2) Masculino 131 81 16,9 0,09 0,31 Feminino 120 78 27,9 0,03* 0,12 Geral 124 80 23,3 0,25 0,09

*Associação entre as variáveis analisadas.

A partir desses índices, evidencia-se que há apenas associação positiva significativa entre pressão arterial sistólica (PAS) e gordura corporal (%G) entre os escolares do sexo feminino no estudo aqui apresentado.

Essa associação pode ser justificada pela alta concentração de ácidos graxos presente em sujeitos com níveis elevados de gordura corporal, provocando hiperinsulinemia e resistência à insulina. Estas anormalidades induzem o sistema renal a reter maiores quantidades de sódio, o que, associado às disfunções dos receptores de insulina e do transporte de cátions na membrana celular, aumento a ativação do sistema nervoso simpático, elevando, dessa forma, a pressão arterial.

O excesso de peso ocasiona anormalidades na pressão arterial e no metabolismo da glicose e dos lipídios, sendo um precursor, em grande parte dos casos, das doenças cardiovasculares. O impacto do excesso de peso sobre os vários fatores de risco cardiovascular requer prevenção primária desde a infância, além das evidências que apontam que o excesso de peso na adolescência tende a persistir na vida adulta (BECK et al., 2011).

Segundo Ferreira (2011), a pressão arterial alterada mostrou-se associada ao grupo de meninas (entre 11 e 17 anos) classificadas como obesas, dado esse

semelhante ao encontrado neste estudo, quando apenas encontrou-se associação entre pressão arterial sistólica e percentual de gordura entre meninas pesquisadas. Crianças e adolescentes obesos têm maior risco de apresentar alterações metabólicas importantes, como dislipidemia, hipertensão arterial, resistência à insulina e intolerância à glicose, o que provoca alterações no sistema circulatório e cardíaco. Por isso, a associação da gordura corporal com a hipertensão arterial, como utilizado neste estudo, é fundamental para a orientação dos profissionais de saúde (SOARES et al., 2010).

Para Borges, Peres e Horta (2007), a hipertensão com etiologia primária em crianças está geralmente associada à obesidade.

Em um estudo desenvolvido no Rio Grande do Sul com 660 escolares, os principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, em ordem decrescente, foram: dieta aterogênica (quando as quantidades de lipídeos, sódio, colesterol ou percentual de ácidos graxos saturados totais são consumidos fora das recomendações), sedentarismo, excesso de adiposidade, valores de lipoproteína de alta densidade (HDL-C) baixos e colesterol total (CT) elevado (BECK et al., 2011).

Já em uma pesquisa desenvolvida por Romanholo (2007), encontrou-se associação positiva em relação ao sobrepeso dos escolares envolvidos na pesquisa (entre 11 e 17 anos).

Também, em estudos desenvolvidos no Rio de Janeiro e Maceió, foram correlacionados os níveis de gordura corporal elevados com hipertensão arterial, havendo uma relação linear direta (MOURA, 2000; COSTA, 2001; FEIJÃO et al., 2003; ROMANHOLO, 2007).

O álcool, diabetes e tabaco, juntamente com a obesidade, são fatores de risco para a hipertensão, segundo afirma Castilho (2006), que investigou 993 escolares com idade entre 11 e 17 anos do Mato Grasso do Sul sobre a associação entre gordura corporal e pressão arterial, evidenciou associação significativa entre as variáveis. Isso demonstra que, dentro da categoria de maior gordura corporal, existe uma maior proporção de sujeitos com hipertensão.

6 CONCLUSÃO:

As transformações no estilo de vida, particularmente, os hábitos alimentares, como o simplificado acesso e reduzido custo aos alimentos ricos em gorduras e açúcar, tem proporcionado o aumento do excesso de peso entre crianças e adolescentes.

Como fator de proteção contra o agravo de saúde entre a população de escolares de Floriano-PI, pudemos assim evidenciar o baixo número de escolares (7%) que apresentam excesso de peso, o que demonstra que o controle do peso corporal, em virtude sua importância para a promoção da saúde, deve ser estimulado desde a idade escolar.

Também, evidenciaram-se altas taxas de gordura corporal (51,1%), bem como de hipertensão arterial (18%) para os escolares, sobretudo do sexo feminino, envolvidos nesta pesquisa, o que demonstra padrões equivocados em relação ao estilo de vida desses adolescentes.

Além disso, demonstrou-se uma associação positiva significativa entre pressão arterial sistólica (PAS) e gordura corporal (%G) entre os escolares do sexo feminino.

Como sugestão, as intervenções nutricionais (políticas de alimentação escolar, atividades em sala de aula, jogos educativos, aconselhamentos individuais) devem ser iniciadas no ambiente escolar, haja vista que os escolares passam grande parte do seu dia na escola, além dessas serem locais naturais para abordar a temática alimentação saudável.

Como sugestão para futuras pesquisas, indicamos a utilização do nível de atividade física como componente da aptidão física relacionada à saúde, a caracterização do estilo de vida de escolares da rede privada e a sua comparação com aqueles da rede pública, e a utilização das características dos comportamentos de risco para a saúde.

REFERÊNCIAS

AMERICAN COLLEGE OF SPORT MEDICINE. Diretrizes do ACSM para os testes

de esforço e sua prescrição. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.

288p.

ARANGO, H. G. Bioestatística: teoria e computacional. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 438p.

ARAÚJO, E. D. da S.; BLANK, N.; OLIVEIRA, W. F. de. Atividade física e hábitos alimentares de adolescentes de três escolas públicas de Florianópolis/SC. Rev Bras

Cineantropom Desempenho Hum 2009, 11(4): 428-434.

ARAÚJO, T. L. de; LOPES, M. V. de O.; CAVALCANTE, T. F.; GUEDES, N. G.; MOREIRA, R. P.; CHAVES, E. S.; SILVA, V. M. da. Análise de indicadores de risco para hipertensão arterial em crianças e adolescentes. Rev Esc Enferm USP 2008, 42(1): 120-126.

BARBOSA, G. R. Atividade física e doença arterial coronariana: revisando a literatura. Ribeirão Preto. 2006, 145f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem em Saúde Pública) – Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2006.

BECK, C. C.; LOPES A. da S.; GIULIANO, I de C. B.; BORGATO, A. F. Fatores de riscos cardiovasculares em adolescentes de município do sul do Brasil: prevalência e associação com variáveis sociodemográficas. Rev Bras Epidemiol 2011, 14(1): 36-49.

BORGES, L. M. P.; PERES, M. A.; HORTA, B. L. Prevalência de níveis pressóricos elevados em escolares de Cuiabá, MG. Rev Saúde Pública 2007, 41(4): 530-538.

BOTH, J. Validação da escala perfil do estilo de vida individual. Revista Brasileira

de Atividade Física e Saúde 2008, 13(1): p.5-14.

BOZZA, R.; STABELINE NETO, A.; ULBRICH, A. Z.; VASCONCELOS, I. Q. A. de; MASCARENHAS, L. P. G.; BRITO, L. M. S.; CAMPOS, W. de. Circunferência da cintura, índice de massa corporal e fatores de riscos cardiovasculares na

BROWN, T.; SUMMERBELL, C. Systematic review of school-based interventions that focus on changing dietary intake and physical activity levels to prevent childhood obesity: an update to the obesity guidance produced by the National Institute for Health and Clinical Excellence. Obes Rev. 2009;10:110-41.

CABRAL, R. L. M. Efeitos de diferentes treinamentos e estilos de vida nos

indicadores antropométricos e cardiocirculatórios no envelhecimento. Revista de

Salude Pública 2009, 11(3): p.359-369.

CAMPBELL, K. J.; HESKETH, K. D. Strategies which aim to positively impact on weight, physical activity, diet and sedentary behaviours in children from zero to five years: a systematic review of the literature. Obesity Reviews 2007, 8, 327–338.

CARVALHO, C. M. R. G. de; NOGUEIRA, A. M. T.; TELES, J. B. M.; PAZ, S. M. R. da; SOUSA, R. M. L. de. Consumo alimentar de adolescentes matriculados em um colégio particular de Teresina, Piauí, Brasil. Rev. Nutri. 2001, 14(2): 85-93.

CASTILHO, C. M. Gordura corporal e nível de atividade física como preditor da

hipertensão arterial em escolares de 10 a 17 anos da cidade de Dourado, Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil. Brasília. 2006. 68f. Dissertação (Mestrado

em Ciências da Saúde) – Universidade de Brasília, Brasília, 2006.

CHIARELLI, G.; ULBRICH, A. Z.; BERTIN, R. L. Composição corporal e consume alimentar de adolescentes da rede pública de ensino de Blumenau/Brasil. Rev Bras

Cineantropom Desempenho Hum 2011, 13(4): 265-271.

CLARO, R. M. CARMO, H. C. E. do. MACHADO, F. M. S. MONTEIRO, C. A. Renda, preço dos alimentos e participação de frutas e hortaliças na dieta. Rev Saúde

Pública 2007, 41(4): 557-564.

COLE, T. J.; BELLIZZI, M. C.; FLEGAL, K. M.; DIETZ, W. H. Establishing a standard definition for child overweight and obesity worldwide: international survey. BMJ 2000, 320: 1-6.

CONTI, M. A.; FRUTUOSO, M. F. P.; GAMBARDELLA, A. M. D. Excesso de peso e insatisfação corporal em adolescentes. Rev. Nutri. 2005; 18(4): 491-497.

COSTA, M. C. D.; CORDONI JUNIOR, L.; MATSUO, T. Hábito alimentar de escolares adolescentes de um município do oeste do Paraná. Rev. Nutr. 2007, 20(5): 461-471.

CUNHA, S.; SINDE, S.; BENTO, A. Hábitos alimentares de adolescentes: meio rural/urbano – que contraste? Revista da Associação Portuguesa dos

Nutricionistas, 2006, (n.6), 29-34.

CUSTÓDIO, D. K. S. A. Álcool e sociabilidade: a farra das adolescentes. [Dissertação de Mestrado – Programa de Pós-Graduação em Psicologia]. Natal (RN): Universidade Federal do Rio Grande do Norte; 2009.

DRACHLER, M. de L.; MACLUF, S. P. Z.; LEITE, J. C. de C.; AERTS, D. R. G. de C.; GIUGLIANE, E. R. J.; HORTA, B. L. Fatores de risco para sobrepeso em crianças no sul do Brasil. Cad. Saúde Pública, 2003; 19(4): 1073-1081.

FARIAS JUNIOR, J. C. de; SILVA, K. S. da. Sobrepeso/obesidade em adolescentes escolares da cidade de João Pessoa-PB: prevalência e associação com fatores demográficos e socioeconômicos. Rev Bras Med Esporte 2008, 14(2): 104-108.

FERNANDES, R. A.; CASONATTO, J.; CHRISTOFARO, D. G. D.; CUCATO, G. G.; MACHADO, D. R. L.; ROMANZINI, M.; RONQUE, E. R. V. Associação entre estado nutricional e pressão arterial em escolares. Motriz 2009, 14(4): 781-787.

FERREIRA, I. B. Sintomas de transtorno do comportamento alimentar e fatores

de risco associados em adolescentes de escolas particulares de Porto Alegre, RS. Porto Alegre. 2001, 89f. Monografia (Graduação de Nutrição) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2001.

FETT, C. A.; FETT, W. C. R.; MARCHINI, J. S.; RIBEIRO, R. P. P. Estilo de vida e fatores de risco associados ao aumento da gordura corporal de mulheres. Ciência e

Saúde Coletiva 2010, 15(1): p.131-140.

FIATES, G. M. R.; AMBONI, R. D. de M. C.; TEIXEIRA, E. Comportamento consumidor, hábitos alimentares e consumo de televisão por escolares de Florianópolis. Rev. Nutr. 2008, 21(1): 105-114.

FISBERG, M. (org.) Estilos de vida saudáveis: revisão de programas de

intervenção e ciência na América Latina: São Paulo, ILSI Brasil, 2009. 234p.

FREEDMAN, D. S.; KHAN, L. K.; SERDULA, M. K.; DIETZ, W. H.; SRINIVASAN, S. R.; BERENSON, G. S. The relation of childhood BMI to adult adiposity: the Bogalusa Heart Study. Pediatrics. 2005;115:22-7.

GABRIEL, C. G.; SANTOS, M. V. dos; VASCONCELOS, F. de A. G. de. Avaliação de um programa para promoção de hábitos alimentares saudáveis em escolares de Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. Rev. Bras. Saúde Matern. Infant. 2008, 8(3): 299-308.

GATES, A.; HANNING, R. M.; GATES, M.; ISOGAI, A. D.; METATAWABIN, J.; TSUJI, L. J. S. A school nutrition program improves vegetables and fruit knowledge, preferences and exposure in first nation youth. The Open Nutrition Journal 2011, 5: 1-6.

GORDIA, A. P.; QUADROS, T. M. B. de; CAMPOS, W.; PETROSKI, E. L. Domínio físico da qualidade de vida entre adolescentes: associação com atividade física e sexo. Rev. Salud Pública 2009, 11(1): 50-61.

GREENHALGH, T.; KRISTJANSSON, E.; ROBINSON, V. Realist review to understand the efficacy of school feeding programmes. BMJ 2007, 335: 858-861.

GUEDES, D. P.; GUEDES, J. E. R. P. Controle do peso corporal: composição corporal, atividade física e nutrição. 2. ed. Rio de Janeiro: Shape, 2003. 327p.

GUEDES, D. P.; GUEDES, J. E. R. P. Manual prático para avaliação em

educação física. São Paulo: Manole, 2006. 484p.

GUEDES, D. P.; MIRANDA NETO, J. T.; ALMEIDA, M. J.; SILVA, A. J. R. M. e. Impacto de fatores sociodemográficos e comportamentais na prevalência de

sobrepeso e obesidade de escolares. Rev Bras Cineantropom Desempenho Hum 2010, 12(4): 221-231.

GUIMARÃES, I. C. B.; ALMEIDA, A. M. de; SANTOS, A. S.; BARBOSA, D. B. V.; GUIMARÃES. A. C. Pressão arterial: efeito do índice de massa corporal e da

circunferência abdominal em adolescentes. Arq Bras Cardiol 2008, 90(6): 426-432.

ILHA, P. M. V. Relação entre nível de atividade física e hábitos alimentares de

adolescentes e estilo de vida dos pais. Florianópolis. 2004, 106f. Dissertação

(Mestrado em Educação Física) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2004.

JAMES, J.; PETER, T.; DAVID, C.; DAVID, K. Preventing childhood obesity by reducing consumption of carbonated drinks: cluster randomised controlled trial. BMJ 2004, 1-6.

LEGNANI, E.; LEGNANI, R. F. S.; LOPES, A. da S.; CAMPOS, W. de; KRINSKI, K.; ELSANGEDY, H. M.; SILVA, S. G. da; KRAUSE, M. P. Comportamentos de risco à saúde em escolares da tríplice fronteira. Revista Brasileira de Atividade Física e

Saúde 2009, 14(1): p.28-37.

LEVY-COSTA, R. B.; SICHIERI, R.; PONTES, N. dos S.; MONTEIRO, C. A.

Disponibilidade domiciliar de alimento no Brasil: distribuição e evolução (1974-2003).

Rev Saúde Pública, 2005; 39 (4), 530-540.

LIRA, A. R.; OLIVEIRA, F. L.; ESCRIVÃO, M. A.; COLUGNATI, F. A.; TADDEI, J. A. Hepatic steatosis in a school population of overweight and obese adolescents. J

Pediatr (Rio J). 2010;86:45-52.

LOBO, A. S. DAFA (dia típico de atividade física e alimentação): reprodutibilidade e validade concorrente relativas ao consumo alimentar. Florianópolis. 2003. 64f. Dissertação (Mestrado em Nutrição) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2003.

MATUK, T.; STANCARI P. C. S.; BUENO, M. B.; ZACCARELLI, E. M. Composição de lancheiras de alunos de escolas particulares de São Paulo. Rev Paul Pedriatr 2011, 29(2): 157-163.

MORAES, M. de; LAAT, E. F. de; LARA, L. de; LEITE, G. T. Consumo de álcool, fumo e qualidade e vida: um comparativo entre universitários. Cinergs, 2009; 10(1): 63-71.

MOSER, D. C. Indicadores antropométricos e pressão arterial em escolares da

rede municipal de Curitiba-PR. Curitiba. 2010, 162f. Dissertação (Mestrado em

Educação Física – Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2010.

NAHAS, M. V. Atividade física, saúde e qualidade de vida: conceitos e sugestões para um estilo de vida ativo. Londrina: Midiograf, 2003. 136p.

NAHAS, M. V.; BARROS, M. V. G. de; DE BEM, M. F. L. OLIVEIRA, E. S. A. de; LOCH, M. R. Estilo de vida e indicadores de saúde dos jovens catarinenses. Florianópolis: NuPAF/UFSC, 2005. 68p.

NAHAS, M. V.; BARROS, M. V. G.; FRANCALACCI, V. L. O pentáculo do bem-estar: base conceitual para avaliação do estilo de vida dos indivíduos ou grupo. Revista

NEDER, M. de M.; BORGES, A. A. N. Hipertensão arterial sistêmica no Brasil: o que avançamos no conhecimento de sua epidemiologia? Rev. Brasileira de

Hipertensão 2006, 13(2): 126-133.

NETTO-OLIVEIRA, E. R.; OLIVEIRA, A. A. B. de; NAKASHIMA, A. T. A.;

ROSANELI, C. F.; OLIVEIRA FILHO, A. de; RECHENCHOSKY, L.; MORAES, A. C. F. de. Sobrepeso e obesidade em crianças de diferentes níveis econômicos. Rev