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behandling eller straff fordrer opplæring og en kombinasjon av forskjellige lovgivningsmessige,

IV. Anbefalinger, organisert per sted

A direção da escola dá muita importância à formação de professores como meio de atualização e enriquecimento pessoal e profissional. Para tal, disponibiliza aos professores, de forma gratuita ou comparticipada, formação que se enquadre na linha de ação da filosofia da escola.

“Eu gostava que os professores só trabalhassem a meio tempo, para poderem ter outro

meio tempo para se formarem. Nós damos uma importância grande à formação, e desde logo, pelo menos uma vez por ano, há uma formação de índole pedagógica que a escola promove e que é gratuita para os professores da escola. E, para além disso, todas as formações em que os professores se inscrevam, nas quais a escola reconheça um interesse pedagógico e que vá em linha com o que é a filosofia, a cultura e o projeto da escola, a direção avalia e comparticipa essa formação, que pode ir desde uma comparticipação ligeira até uma comparticipação na totalidade.” (D)

“Agora, nós achamos que o professor tem que estar sempre em atualização. Tudo o que possa servir de mais-valia para enriquecimento do professor, a escola tende a facultar, sempre que possível gratuitamente, aos professores que estão na escola. (...) A escola tenta, quando não encontra formação que ache que é importante, toda a formação é importante mas se calhar há formações mais interessantes do que outras e, quando não encontra formações interessantes para as necessidades que está a sentir naquele momento, tenta a procurar e a fazer autoformação, a chamar pessoas que dominem aquele assunto e que ensinem os nossos profissionais a fazê-lo.” (M)

“...fazemos uma formação que é aberta à comunidade educativa e nós oferecemos a formação aos professores, portanto, os professores não a pagam, por acharmos que é importante, e que o fator financeiro não deveria ser um entrave para que que a pessoas se tenham formação.” (DP)

Para os professores a formação é também muito importante para o seu desenvolvimento profissional. Os professores consideram retirar da formação aprendizagens e ideias para aplicar na sua pática. Na escola já foram realizadas várias formações (Pedagogia Montessori, Artes Expressivas, pedagogia Waldorf) e diversas

workshops de acordo com os interesses e necessidades identificados.

“... formações que vão ao encontro das nossas metodologias e da nossa filosofia. Montessori, queríamos muito conhecer a pedagogia Montessori, perceber de que forma é que a podíamos aplicar na sala de aula, e depois, o ano passado as Artes Expressivas porque achamos que toda essa componente de expressão e de comunicação dos alunos é importante para nós conhecermos mais os alunos. Este ano tentaremos Waldorf, com alguma dificuldade porque as formaçãoes Waldorf são muito circunscritas, e são normalmente em Lisboa e as pessoas de Lisboa não vêm cá... (...) Este périplo surgiu para que as pessoas percebessem na Escola X um local de formação e aprendizagem comunitária e não é só dirigida aos seus alunos.” (DP/P1)

“Essas sem dúvida nenhuma deram-me outro arcaboiço profissional, depois foram formações muito práticas em que se podia partir logo diretamente para a nossa sala de aula, e isso é que acho que foi o positivo, é que às vezes as formações são tão teóricas que depois em termos de prática não nos dão grandes dicas, estas que temos experiência vivencial aqui na escola são muito práticas e dão-nos imensas ideias depois para fazer com os alunos (...) A escola tem feito várias formações, este ano vamos fazer várias workshops, em vez de fazer uma formação concentrada, vamos fazer várias workshops mais pequeninas, uma manhã, uma tarde, sobre diferentes temáticas, de interesse da escola e das pessoas e da comunidade em geral.” (P2)

“Aqui na escola é muito específica e, portanto, todos os anos são propostas formações para enriquecer a nossa linha de pensamento, a nossa pedagogia, e é fortemente apoiado, como é evidente. Fazem de tudo para que nós possamos fazê-la cá e fora, já tivemos momentos de formação em Waldorf e Montessori, que são as linhas que se identificam mais com o nosso projeto, fora daqui da escola.” (P3)

“A escola já promoveu bastantes workshops, bastantes formações, a mais valia que eu encontro é serem sempre temas muito atuais, como por exemplo a nível do comportamento, a nível de gestão de comportamento dos alunos, tanto direcionado para os professores como para pais e encarregados de educação de forma a haver um trabalho conjunto, e também como esta escola é também muito virada para a parte artística, as formações também desenvolvidas vão muito nesse âmbito...” (P4)

“Eu acho muito importante nós irmo-nos adaptando, mantendo os valores que… alguns valores que a escola sempre se preocupou em manter, mas inovar.” (P5)

Nos discursos dos professores é também percetível que a formação profissional, para além da aprendizagem e da melhoria das práticas, fortalece a relação entre professores, o que traz benefícios ao trabalho colaborativo.

“... eu posso mesmo dizer e afirmar com toda a convicção que estas formações ajudaram até a conhecer-nos melhor (...) mas estas formações estimularam ainda mais, uma parte que nós não conhecíamos e ficamos sempre com a impressão e com a sensação de que foi bom, como é evidente e que queremos mais. (...) Sim, sim. Já era boa, mas agora, assim com as formações, não dá como esconder coisas, não dá. Não dá. A gente percebe que também, é da vivência que temos aqui todos os dias uns com os outros, mas nós partilhamos tudo o que temos para partilhar e, quando algum de nós não está bem por alguma razão, é impossível, é impossível disfarçar.” (P3)

“É muito interessante, às vezes, podemos fazer a mesma formação, estamos a falar da mesma coisa que fizemos e cada um tem ideias completamente diferentes, logo aí ficamos... temos a nossa e depois ficamos com mais três ou quatro de pessoas diferentes “Ah! Que ideia gira, eu não tinha pensado nisso,” é tudo muito mais rico.” (P4)

“Depois de fazerem as mesmas ações de formação, conseguem muito mais alinhar as metodologias e as práticas pedagógicas, orientadas para os conhecimentos que adquiriram na formação, do que se isso não tivesse acontecido, e aí nota-se diferença na performance educativa quando há professores que têm determinada formação que outros não têm. Em termos de relacionamento pessoal, eu acho que só há a ganhar, o relacionamento pessoal é muito conduzido também pela partilha de formações que uns tiveram e outros não, (...) quando todos estão alinhados com a formação, e lembro-me,

por exemplo, da formação em Artes Expressivas, que todos os professores fizeram, é de facto interessante perceber, que, depois, todos alinham os conhecimentos adquiridos nessa formação na prática pedagógica e quando um diz “Vamos fazer desta forma” todos os outros reconhecem essa forma porque aprenderam...” (D)