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5 Inntekter i bomringene fram mot 2030

5.5 Alternativ med elektronisk vegprising

Um Banco de Dados para a Rastreabilidade (BDR) foi desenvolvido para a cadeia produtiva da manga “Ubá”, incluindo produtores e agroindústrias processadoras de polpa da fruta. No entanto, sabe-se que alguns produtores não se adequam a alguns itens do programa, em razão da produção ainda ser extrativista na Região da Zona da Mata Mineira. Porém estes produtores devem informar seus dados de acordo com a sua realidade.

A estruturação do banco de dados e os sistemas de edição das informações são essenciais para melhor aproveitamento dos registros armazenados, maior precisão dos resultados de seu processamento e disponibilização dos dados aos usuários do sistema. Neste sentido é essencial a transmissão rápida e segura de dados desde a sua origem até o local de processamento, bem como aos procedimentos de extração das informações necessárias.

O principal objetivo de um sistema de gerenciamento de banco de dados é prover um ambiente que seja adequado e eficiente para armazenar e recuperar informações. O gerenciamento envolve a definição de estruturas para validação, armazenamento da informação e o desenvolvimento de procedimentos para processá-las e disponibilizá-las.

No BDR constam informações relativas ao campo, galpão de seleção e indústria, completando a cadeia produtiva de manga e polpa de manga “Ubá”.

Os dados relativos ao campo trazem informações gerais com respeito ao cadastro de frutas e lotes. Do galpão de seleção as informações são gerais e específicas, já com relação a indústria, o BDR aborda aspectos do cadastro dos clientes, informações da empresa, de insumos e fornecedores, lotes por fornecedor, produtos processados, pedidos de clientes e relatórios.

FIGURA 04 – Menu principal do Banco de Dados da Rastreabilidade (BDR) para a cadeia produtiva de manga e polpa de manga “Ubá”.

FIGURA 05 – Menu principal do cadastro de informações relativas ao campo no Banco de Dados da Rastreabilidade (BDR) para a cadeia produtiva de manga e polpa de manga “Ubá”.

FIGURA 06 – Menu principal do cadastro de informações relativas ao galpão e seleção das frutas no Banco de Dados da Rastreabilidade (BDR) para a cadeia produtiva de manga e polpa de manga “Ubá”.

FIGURA 07 – Menu principal do cadastro de informações relativas à indústria o Banco de Dados da Rastreabilidade (BDR) para a cadeia produtiva de manga e polpa de manga “Ubá”.

No cadastro dos fornecedores, cada fornecedor de frutas ou insumos recebe um código, assim como cada cliente, cada tipo de fruta e cada insumo.

Através de consultas aos dados agrupados no BDR é possível obter informações com maior rapidez para identificar, por exemplo, quais insumos foram usados na elaboração do produto, quais os produtores que forneceram frutas para a fabricação de um determinado lote de produção, em que quantidade, quem transportou as frutas até a indústria, como transportou, etc. Podem ser impressos também relatórios sobre os dados requeridos e filtrados. Entre os filtros que podem ser usados está a data de processamento, o cliente, o lote de produção, entre outros, ou seja, pode-se pedir, qual dia foi produzido o lote de polpa de manga X, qual o lote de embalagem utilizado, quais produtores de manga forneceram matéria-prima que originaram o lote X, etc.

A seguir, o esquema representativo para o fluxo da cadeia produtiva de manga “Ubá” e o fluxo de rastreabilidade (FIGURA 08).

FIGURA 08 – Representação esquemática do fluxo da cadeia produtiva e da rastreabilidade. PACKING HOUSE APÊNDICE 1, 3 e 4 DESTINO FINAL (exportação, indústria, etc) TRANSPORTE FLUXO DE RASTREABILIDADE FLUXO DA CADEIA PRODUTIVA

POLPA ENVASADA PRODUÇÃO TRANSPORTE APÊNDICE 2 COLHEITA APÊNDICE 1 INDÚSTRIA APÊNDICE 1, 2 e 3 TRANSPORTE FLUXO DE RASTREABILIDADE

No entanto, o BDR permite apenas a rastreabilidade logística (localização). Para a rastreabilidade qualitativa, são necessários registros do processo para poder identificar as causas de uma falha. Por isso, é fundamental que o sistema de rastreabilidade esteja associado a sistemas de qualidade como o APPCC.

Segundo a EAN Brasil, (2003), é de extrema importância que as empresas tenham a rastreabilidade logística (acompanhamento quantitativo dos seus produtos e determina tanto sua origem como seu destino), e a dos produtos (acompanhamento qualitativo). A empresa também deve ser capaz de realizar tanto a rastreabilidade a montante (identificação de fornecedores de insumos e matérias primas utilizados na elaboração do produto) quanto a jusante (identificação do destino dos produtos) e a interna (trata da produção e estocagem do produto). Porém, isso só é possível com os registros do processo e com base nas características que o produto possui.

A entrada dos dados no BDR ocorre de forma manual, sendo necessário definir uma pessoa responsável para alimentar o programa. É de fundamental importância a atualização dos dados, tendo sempre o cuidado na hora de transpô-los, pois como esta etapa é manual, há possibilidades de ocorrer erros, por este motivo, o acesso ao BDR deve ser restrito a um funcionário responsável por tal atividade.

O sistema de rastreabilidade funciona como base para o recolhimento de produtos, pois o rastreamento permite identificar a origem de problemas e os lotes de produtos que devem ser retirados da comercialização. Logo, uma coleta seletiva pode ser feita, recolhendo-se apenas os produtos que apresentaram irregularidades ou que são suspeitos de desenvolver problemas futuros, sem que haja perdas ou descarte de produtos em bom estado.

O recolhimento de um produto é um procedimento de coleta de produtos de um ou mais lotes, caso seja identificado algum problema, seja de ordem física, química ou microbiológica.

Para que seja possível identificar os produtos a serem recolhidos é necessário que os seguintes registros sejam efetuados:

ƒ Quantidade produzida;

ƒ Para qual empresa o produto foi entregue; ƒ O código de identificação utilizado e ƒ Qual o número do lote.

Além disso, a empresa deve ter estruturado os procedimentos de descarte do produto recolhido e identificação das pessoas responsáveis pelas atividades de recolhimento.

3.2 Análise de conjuntura para sistema de certificação para polpa de manga