• No results found

Ytre Hvaler Nasjonalparkstyres mandat og handlingsrom

Professor de Geografia

Olha, no caso...[É uma boa equipe? Eu não sei porque eu não conheço mesmo, assim, o conjunto...] No caso...Eu estou aqui nesta escola há 4 anos, 3 anos... vai fazer 4 e nesse processo tiveram muitas outras coisas, mas a equipe de professores especificamente, professores e inspetores, está numa sintonia muito grande. [Isso é bom] A equipe-gestão anda meio fora de linha com a equipe de professores... [A gestão, você diz assim, o coordenador e a direção?] Sim, a GDL(?)...está um tanto quanto fora de sintonia com o grupo de professores. É porque eles mudaram recentemente e a gente ainda não encaixou o ponto x, não conseguiu se conectar completamente. Então eu já mencionei sobre essas coisas de: ah... projetos, espaços da escola, tempos pra reunião...[Isso daí não são vocês que deveriam pensar, né?] Na verdade a gente pensa, porque uma coisa que tem que ser entendida por todo mundo é que o trabalho principal da escola é o trabalho do professor. Então, o chefe dessa escola é a equipe de professores porque é eles que tem que fazer isso acontecer. O resto... não é que o resto é o resto, o resto não é chefe, é apoio, né. Então, também tem que fazer acontecer, mas tem que dar apoio pra quê? Pra que o nosso trabalho seja desenvolvido. Eu entendo dessa forma. É o que eu estou falando...E pra que tudo isso aconteça precisa se encaixar mais, precisa tudo estar organizado, elaborar os tempos que a gente precisa, entendeu? Uma coisa que eu percebo que a própria politica de governo, eu percebo isso pelas falas, a politica de governo sobre educação acha que nós professores estamos aqui de brincadeira. Que a gente vem, assina o livro-ponto, senta a bunda na carteira assim e fica olhando, [E tudo acontece...] administrando o caos aqui dentro para que esses alunos talvez não estejam na rua ou em algum lugar. Poxa! Não! A gente tem um trabalho especifico pra fazer. Uma própria medida disso que eu achei absurda foi uma questão sobre professores de Educação Física terem de tirar aquele certificado de profissional do esporte, eu esqueci o nome, a sigla do coiso...Mas espera aí... pra dar aula, todo professor deve ter licenciatura. Não entendi isso, duas especificações?

Professor de História

(não foi perguntado por parecer que já havia sido respondido) Professora de

Língua Portuguesa

[Então você não acha que... Essa questão do trabalho de equipe não é tão construído aqui?]

Não. Fala-se... não posso negar que tenhamos estudado, que o coordenador tenha essa preocupação, mas, enfim, eu acredito que o trabalho do professor infelizmente ainda é um trabalho solitário. Ele entra, fecha sua porta, faz o que ele acha que deve fazer, compartilha com alguns, com outros não, né? Então... não é certo, mas é o que acontece.

Professora de Artes

Com relação aos professores, você fala?[É, a equipe de professores. Bom, não é só o professor, é a equipe pedagógica] Entendi, é a equipe técnica, a pedagógica. No momento a gente tá com uma equipe nova, porque mudou tudo; mudou direção,

mudou coordenação, então... [Faz pouco tempo que tem...?] Ano passado mudou. Nós tínhamos um trabalho aqui que estava sendo feito com a coordenadora que acabou indo embora e com a direção antiga... que a gente começou a fazer um trabalho, que foi muito legal, inclusive, de...A gente começou a visitar...Porque, assim, esses alunos com deficiência, por exemplo intelectual, começaram a chegar pra gente a uns três anos atrás, três ou quatro. E a gente começou... Porque eles chegaram primeiro no ciclo 1. Então o ciclo1, o fundamental 1, começou a se preparar primeiro. E nós fomos vendo aquilo meio apavorados. E quando eles chegaram, aí a gente teve que realmente encarar que... eles tem que tá aqui com a gente. E aí? O que fazer? Então começamos com um trabalho bem legal que foi visitar as casas desses alunos, de todos... fizemos um levantamento de todos os alunos que precisavam. [Isso a três anos atrás?] A mais ou menos 4 anos. Fizemos visitas a todos esses alunos. Fomos na casa deles. Nós fomos em duplas. E fizemos perguntas; várias perguntas a gente fez, previamente, assim... o que era necessário... pergunta pra gente ver de perto como esse aluno era tratado em casa pra depois a gente poder ajudá-lo aqui em sala de aula. [E isso foi alguma coisa combinada com a coordenação?] Com a coordenação. Então nós saíamos nas casas...[E só pra esse alunos que vinham pro fundamental II?] Exatamente. Embora a gente...mesmo aqueles alunos que não tinham laudo médico, mas a gente detectou que tinham alguma deficiência ou mesmo que fosse um déficit de atenção ou alguma coisa do tipo. Fomos a casa deles fazer essas visitas pra ver o que acontecia no âmbito familiar pra depois tentar ajudar um pouco aqui e a gente chegou a algumas conclusões: que aqui em sala de aula é muito difícil a gente conseguir um atendimento totalmente especial, mesmo porque a quantidade de alunos... Isso...ao longo do ...Eu vi que a prefeitura foi enxergando que precisava...A partir do momento que tem esses alunos em sala de aula, por lei agora a gente pode ter um número reduzido de alunos na sala quando tem esse aluno, quando tem o caso. [E vocês usam esse beneficio?] A gente usa, usa sim, porque é impossível você conseguir atender os outros e dar uma atenção especial, porque eles precisam de uma atenção especial. Não adianta. E também, ao mesmo tempo, fazer um trabalho com os alunos, porque se você não faz esse trabalho com os alunos... Mas é legal porque como eles já estão vindo do fundamental I, o fundamental I já está fazendo esse trabalho de conscientização. Então quando eles estão chegando aqui no fundamental II eles já vêm com essa consciência, eles acolhem.[Já conhecem, também porque são alunos que estão lá, né?] Exato. E os novos que entram a gente tenta fazer esse entendimento: que ele entenda que ele tem que acolher esse aluno e não criticar ou até usar do bullyng, né, o famoso bullyng, que eles são...[ que pode acontecer com qualquer um...] Exato.

Coordenador Pedagógico

[Você vê, pensando em equipe, você acha que essas questões de tempo e de espaço acabam interferindo no que é uma equipe de trabalho?] Ah sim. [Fica um pouco mais disperso, é isso?] É, fica. Fica assim muito essa coisa: eu com o professor, eu com o professor de SAAI, ou o professor sozinho fazendo as coisas. Que tem alguns professores como o Elias, não sei se você conheceu o Elias, ele já tem assim um trabalho do ano passado, que a gente fez algumas atividades. Ele elaborou algumas atividades e a gente conseguiu se reunir os três.[...] Com os outros professores precisava desse tempo. Até com aqueles que têm resistência pra você estar... [Conversando, né?] Convencendo. Porque é assim: convencer, né porque não adianta você... O que eu percebo nesse tempo que eu tenho de CP, você tem que convencer, manter o diálogo com o professor. Não adianta você impor, porque mesmo que o professor aceite, ele não... o trabalho dele não é empolgante.

3º grupo de perguntas: O aluno com deficiência intelectual no Ciclo II do Ensino Fundamental

1 Como é um aluno com deficiência intelectual? (O que você entende por