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A morfologia do tri microscopia eletrônica de e 29, respectivamente.

s de trissoralen visualizadas em temper

Fonte: Autor, 2014

tilizado apresentou-se como um pó br acopéia americana (USP, 2006). Obser rmaco nas temperaturas ambiente, 80 e 2

a coloração em algumas áreas da am

tica e Microscopia eletrônica de Varredu

trissoralen foi analisada através de micros de varredura (MEV), as quais estão ilustra

eraturas ambiente e

branco atendendo a serva-se que não há e 240 °C. Percebe-se amostra aquecida na

dura

oscopia óptica (MO) e stradas nas figuras 28

3esultados e Discussão

LIMA, N.G.P.B

Figura 28 - Fotomicrog temperaturas ambiente e

ografias obtidas em microscópio óptico e aquecidas

Fonte: Autor, 2014

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Figura 29 - Fotomicrograf temperaturas ambiente e

As fotomicrografias eletrônicas (200x, 500x e e aquecida nas temperat formas irregulares. Por aquecimento na amostra.

rafias obtidas em microscópio eletrônico do e aquecidas

Fonte: Autor, 2014

fias ópticas (ampliação 420x, 840x e 1400x x e 1000x) mostram que o trissoralen a tem

raturas 80, 240 e 260 °C são caracterizad ortanto, a morfologia dos critais não tra.

do trissoralen a

0x) e fotomicrografias temperatura ambiente ados por cristais com ão foi alterada pelo

3esultados e Discussão LIMA, N.G.P.B 5.1.7 Difração de raio X Os difratogramas temperaturas de 80, 240 Figura 30 – Difratograma Os padrões de DR difração em: 8,8°; 13°; cristalino (USP, 2006). O 240 e 260 °C (figura 30 X

as do trissoralen a temperatura ambient 0 e 260 °C estão ilustrados na figura 30.

as do trissoralen nas temperaturas ambien

DRX do Tri à temperatura ambiente revel 17,5°; 24,5° e 26,6° que são indicativ . Os mesmos picos foram observados com ). Ao aquecer a amostra a mesma não

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ente e aquecido nas

iente e aquecidas

velou alguns picos de tivos de seu caráter om aquecimento a 80, o perde sua estrutura

LIMA, N.G.P.B

cristalina, que corroborou com os resultados obtidos por microscopia óptica e microscopia eletrônica de varredura.

Diferente dos resultados encontrados por Silva et al. (2013) que ao aquecer o fármaco furosemida observaram alteração na estrutura química evidenciada pelo espectro de infravermelho com transformada de Fourier (FTIR) e pelo padrão de DRX, neste havia os cristais presentes, mas havia também novos picos de difração presentes.

De acordo com Desai e Dharwadkar (2009) os fármacos podem sofrer transformações polimórficas quando submetidos à mudança de temperatura. Observa-se nos difratogramas do presente estudo que houve uma inversão de intensidade (Figura 30). Entretanto, não se pode afirmar, somente por esta técnica, que as amostras aquecidas apresentam estruturas cristalinas diferentes da amostra que não sofreu aquecimento (25 °C), pois deve levar em consideração, não apenas a intensidade dos picos e sim a posição destes, para afirmar se houve ou não mudança na cristalinidade dessas substâncias (DE SOUZA, 2005).

5.1.8 Espectroscopia do infravermelho médio

A espectroscopia do infravermelho médio é um dos testes farmacopéicos descritos na monografia do trissoralen para identificação do fármaco. A figura 31 mostra o espectro infravermelho médio (MIR) do trissoralen padrão de referência

3esultados e Discussão

LIMA, N.G.P.B

Figura 31 - Espectros M temperatura ambiente

A análise dos esp de referência e da amos intervalo de 4000 a 400 foram: 3097 cm-1 (refere de C = O com C =C α,β; 1300 cm-1 (C-O vibração C-O-C) e 758 cm-1 (C-H 2010; SHURVELL; SOUT Os espectros de temperatura ambiente e e os espectros sobrepost em diferentes temperatur A análise visual do (figura 32a,b) em compa bandas de absorção repr ambiente.

s MIR do trissoralen (Tri) referência (a)

spectros de infravermelho médio (MIR) do ostra utilizada neste estudo (figura 31) fo

0 cm -1 e mostra que as bandas de abs

rente ao estiramento C-H aromático), 170

; lactona insaturada) de 1591 cm-1 (C = C

ão alongamento), 1183 cm-1 (estiramento a

H dobramento fora do plano) (PATEL, UTHBY, 1997).

de absorção do MIR para a amostra e aquecidos a 80, 240 e 260°C são mostr ostos na região da impressão digital (1400

turas também são apresentados nesta figur dos espectros infravermelho do Tri em tem

paração com as amostras aquecidas mos epresentativas observadas no espectro do

114 a) e amostra (b) em do trissoralen padrão foram registradas no absorção encontradas 702 cm-1 (conjugação C do anel aromático), assimétrica do grupo , 2009; PAVIA et al, a do trissoralen em strados na figura 32a,

00 a 900 cm-1) obtidos

gura (32b).

temperatura ambiente ostraram as mesmas do Tri em temperatura

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A análise de correlação de Pearson foi realizada para verificar a relação espectral do Tri com aquecimento. A correlação entre o espectro a 25 ºC e os obtidos para as amostras aquecidas foi calculado e apresentado na figura 32c. O primeiro ponto de dados apresenta a correlação das três amostras a 25 ºC, com sua média, e apresentaram valores de coeficiente de Pearson (r) próximo a 1, tal como esperado. Um declínio progressivo da correlação entre os outros espectros e a amostra na temperatura ambiente indica o desvio da composição original, ou seja, a degradação. Os próprios valores de r, não devem ser considerados, uma vez não há um parâmetro para uma amostra completamente degradado, mas a julgar pela pequena redução nos valores de r, a alteração pode ter ocorrido em pequena extensão.

Os resultados da análise de Pearson indicam que este procedimento pode ser utilizado para discriminação entre amostras que são quimicamente muito diferentes uma da outra (HUPP et al. 2008). De acordo com Vercruyssen e Hendrick (2012) o coeficiente de correlação de Pearson (r) mede grau de relação linear entre duas variáveis, assume valores que variam de + 1 (correlação positiva perfeita) até 0 a - 1,00 (correlação negativa perfeita). Cada um dos coeficientes de correlação neste estudo foi maior do que 0,5 o que indica que existe uma forte correlação entre estas amostras. Todos os valores estão próximos de 1, indicando uma correlação quase perfeita. Portanto, pela inspeção visual das figuras 33a e como os resultados da figura 33c pode-se concluir que o trissoralen não sofreu alteração química em sua estrutura com o aquecimento.

Em contraste com o resultado de outro estudo (ROUMELI et al., 2012) na qual observaram através das técnicas de MIR e DRX que o fármaco - trandrolapril sofreu uma transformação química na sua estrutura após o aquecimento da temperatura acima do ponto de fusão.

3esultados e Discussão

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Figura 32 - Espectros M

400 cm-1 (a), 1400 a 9

Pearson para o Tri (c)

MIR do trissoralen em diferentes tempera

900 cm-1 (b) e Diagrama de dispersão

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eraturas entre 4000 a ão do coeficiente de

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