• No results found

Weak States Facilitates the Existence of Transnational Networks

4. Analysing the Implementation

4.3. A Match between Theory and Implementation

4.3.2. Weak States Facilitates the Existence of Transnational Networks

Na avaliação da aptidão cardiorrespiratória o presente estudo confirma os achados de trabalhos anteriores, mas apresenta algumas vantagens do ponto de vista metodológico, tanto para a replicação do estudo quanto para aplicação na comunidade.

Audette et al. (2006), utilizando teste ergoespirométrico com ciclo ergômetro, avaliaram a aptidão cardiorrespiratória de uma amostra de 27 mulheres idosas divididas em três grupos: o primeiro grupo praticou TCC (G1, n=11) durante 12 semanas, 3 vezes por semana, utilizando o Estilo Yang de 10 movimentos durante 60 minutos (15 a 20 minutos de aquecimento e 40 a 45 minutos de TCC); o segundo grupo praticou caminhada (G2, n=8) com a mesma frequência e duração que o G1 (com protocolo de 15 minutos de aquecimento, 40 minutos de caminhada e 5 minutos de volta à calma); o terceiro grupo (G3, n=8) manteve-se sem alterar as atividades da vida diária, não praticando regularmente exercícios. Os resultados do trabalho indicaram que o grupo que praticou TCC melhorou significativamente a sua aptidão cardiorrespiratória em relação ao G3 (p=0,003), mas não em relação ao G2 (p=0,08).

O presente trabalho encontrou resultados semelhantes para as praticantes de TCC, entretanto para atingir o mesmo resultado precisou menor frequência semanal e menor duração (apenas 2 práticas por semana, em aulas de 50 minutos).

Chang et al. (2010) avaliaram através de teste ergométrico 54 pacientes coronarianos em um hospital regional em Taiwan divididos em 2 grupos. Um grupo de pacientes, além de receber os cuidados habituais, foram matriculados no programa de reabilitação com TCC (G1, n = 22) e praticou durante seis meses uma sessão semanal de 90 minutos do estilo Yang de TCC, utilizando a forma longa de 108 movimentos, que incluiu também exercícios de alongamento e um programa de equilíbrio na prática. Já o outro grupo de pacientes recebeu somente cuidados usuais, não executando qualquer tipo de exercício regular (G2, n = 32). O teste ergométrico foi realizado no início e após seis meses de treinamento de TCC. O grupo que praticou TCC teve significativamente melhores resultados (p=0,02) em sua resistência aeróbia em comparação com o grupo controle.

Este resultado é semelhante ao do presente estudo que, também nesta comparação, apresentou a vantagem de atingir o mesmo resultado utilizando aulas com menor duração (50 minutos), maior regularidade na oferta (2 práticas semanais geram menor risco de lesões e acidentes na prática). Também a utilização de um estilo mais longo de TCC no estudo de referência também dificulta sua replicação, bem como sua oferta à população idosa, devido à maior exigência cognitiva na memorização das formas. Este problema foi resolvido no presente estudo, utilizando

uma série de TCC bem mais curta, mais bem descrita na literatura e facilmente encontrada para prática nas comunidades, facilitando sua replicação.

CAMINITI et al. (2010) estudaram 60 idosos de ambos os gêneros, comparando grupo de praticantes de exercício aeróbio (G1; n=30) com outro grupo que praticou exercício aeróbio combinado com TCC (G2; n=30), com duração de 12 semanas. O protocolo de G1 consistiu de caminhada ou bicicleta, 4 vezes por semana, em aulas com 50 minutos de duração (10 minutos de aquecimento; 30 minutos de exercício e 10 minutos de volta à calma), com intensidade entre 50% a 70% do VO2 estimado. O G2 também praticou 4 vezes por semana o TCC combinado com exercício aeróbio, em aulas de 50 minutos de duração, sendo 2 vezes por semana dedicados ao TCC estilo Yang de 10 movimentos (10 minutos de aquecimento, 30 minutos de exercício e 10 minutos de volta à calma) e outras 2 vezes por semana dedicadas à prática de exercícios aeróbios com protocolo idêntico ao de G1. O VO2 foi avaliado antes e após 3 meses da intervenção, através do teste de caminhada de 6 minutos, que permite o cálculo indireto do consumo de oxigênio através da fórmula VO2máx = -2,344 + 0,044 x distância. Os autores verificaram que os dois grupos melhoraram o VO2, sendo que o grupo TCC melhorou significativamente (p=0,03) a tolerância ao exercício em relação a controle.

Embora este estudo de referência tenha utilizado metodologia diferente (controle ativo) os resultados foram bastante semelhantes ao do presente trabalho. Além disso a melhora significante no grupo que combinou TCC com exercício aeróbio em relação ao controle que praticou o mesmo protocolo de exercício aeróbio comprova um efeito isolado do TCC na aptidão cardiorrespiratória, que também foi verificado no presente estudo, com protocolo semelhante (aulas de TCC de 50 minutos de duração, com frequência de 2 vezes por semana)

Melhoras significativas na aptidão cardiorrespiratória verificada neste e nos estudos de referência para diferentes frequências semanais de prática e diferentes durações de aula sugerem que permanecem em aberto questões referentes à melhor dosagem destes componentes da prescrição quando o TCC é aplicado a idosos.

8 CONCLUSÃO

Este estudo confirmou, em mulheres idosas, que a prática do TCC incrementa aptidão cardiorrespiratória e a força nos músculos extensores dos joelhos mas, por outro lado, não afeta significativamente os componentes da composição corporal.

Como é consenso na literatura científica que incremento na aptidão cardiorrespiratória e o fortalecimento muscular, por meio de atividade física específica, é um dos objetivos a serem alcançados para melhora da capacidade funcional em idosos e para prevenção de quedas em idosos, conclui-se que o TCC pode ser utilizado com esta finalidade.

Já para atingir objetivos relacionados à composição corporal, seja no sentido de ganho de MLG, seja na redução do percentual de gordura, como não houve efeito do TCC sobre estas variáveis, sugere-se estudos com outros protocolos, de maior duração ou maior frequência semanal a fim de verificar se a intensidade prescrita não foi uma limitação para que o efeito dose-resposta do TCC sobre a composição corporal fosse verificado no presente trabalho.

9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AGT – Associação Gaúcha de taijiquan. Um pouco da história do taijiquan. http://www.taijiquan.com.br/poa/?page_id=422. Acesso realizado em 29/10/2010. APOLLONI, R.W. “Shaolin à brasileira” estudo sobre a presença e a

transformação de elementos religiosos orientais no kung-fu praticado no Brasil. Dissertação de Mestrado. São Paulo: PUC-SP, 2004.

ASSUMPÇAO, C.O.; SOUZA, T.M.F.; FURTADO, C.B.; PRESTES, J. Treinamento resistido frente ao envelhecimento: uma alternativa viável e eficaz. Anuário da

produção acadêmica docente, v. 2, n. 3, 2008.

AUDETTE, J.F.; JIN, Y.S.; NEWCOMER, R.; STEIN, L.; DUNCAN, G.; FRONTERA, W.R. Tai Chi versus brisk walking in elderly women. Age and Ageing. v.35, p.388– 393, 2006.

BARROW, D.E.; BEDFORD, A.; IVES G. An evaluation of the effects of tai chi chuan and chi kung training in patients with symptomatic heart failure: a randomized

controlled pilot study. Postgraduated Medical Journal, v. 83, n. 717-721, 2007. BELLONI, D.; ALBUQUERQUE, A.C.; RODRIGUES, T.O.; MAZINI FILHO, M.L.; SILVA, V.F. Estudo comparativo entre a autonomia funcional de mulheres idosas praticantes e não praticantes de hidroginástica. Revista de Educação Física, n.140, p.20-25, 2008.

BLASER, M.N.; SILVA, L.C.N. e MARRERA, A. Kung Fu – Wushu, p. 385. In: DaCosta, L. (org.). Atlas do Esporte no Brasil. Rio de Janeiro: Shape, 2005.

BORG, G. Escalas de Borg para a dor e o esforço percebido. São Paulo: Manole, 2000.

BOTTARO, M.; RUSSO, A.F.; OLIVEIRA, R.J. The effects of rest interval on

quadriceps torque during an isokinetic testing protocol in elderly. Journal of Sports

Science and Medicine, v. 4, p. 285-290, 2005.

CAMINITI, G.; VOLTERRANI, M.; MARAZZI, G.; CERRITO, A.; MASSARO, R.; ARISI, A.; FRANCHINI, A.; SPOSATO, B.; ROSANO, G. Tai Chi Enhances the Effects of Endurance Training in the Rehabilitation of Elderly Patients with Chronic Heart Failure. Rehabilitation Research and Practice, v. 2011, p. 1-6, 2010.

CHANG, R.Y.; KOO, M.; KAN, C.B.; YU, Z.R.; CHU, I.T.; HSU, C.T.; CHEN, C.Y. Effects of Tai Chi rehabilitation on heart rate responses in patients with coronary artery disease. American Journal of Chinese Medicine, v.38, n. 3, p. 461, 2010. CHEN, K; LIN, J.; LIN, H.; WU, H.; CHEN,W.; LI,C.; LO, S. The effects of a Simplified Tai-Chi Exercise Program (STEP) on the physical health of older adults living in long- term care facilities: A single group design with multiple time points. International

Journal of Nursing Studies, v. 45, p. 501–507, 2008.

CUNHA, U.; VEADO, M.A.C. Fratura da extremidade proximal do fêmur em idosos: independência funcional e mortalidade em um ano. Revista Brasileira de

Ortopedia, v. 41, n. 6, p. 195-9, 2006.

DELMONICO, M.J.; KOSTEK, M.C.; DOLDO, N.A.; HAND, B.D.; WALSH, S.; CONWAY, J.M.; CARIGNAN, C.R.; ROTH, S.M.; HURLEY, B.F. Alpha-Actinin-3 (ACTN3) R577X Polymorphism Influences Knee Extensor Peak Power Response to Strength Training in Older Men and Women. Journal of Gerontology Biological

Sciences and Medical Sciences, v. 62, p. 206-212, 2007.

DELMONICO, M.J.; KRITCHEVSKY, S.B.; PAHOR, M.; NEWMAN, A.B. Effects of physical activity on strength and skeletal muscle fat infiltration in older adults: a randomized controlled trial. Journal of Applied Physiology, v. 105, p. 1498-1503, 2008.

DIEFENTHAELER, F.; CANDOTTI, C.T.; RIBEIRO J.; OLIVEIRA A.R. Comparação de respostas fisiológicas absolutas e relativas entre ciclistas e triatletas. Revista

Brasileira Medicina do Esporte, v. 13, n. 3, 2007.

FABER, M.J.; BOSSCHER, R.J; PAW, M.A.J.C; WIERINGEN, P.C.V. Effects of exercise programs on falls and mobility in frail and pre-frail older adults: a multicenter randomized controlled trial. Archives of Physical Medicine and Rehabilitation, v. 87, p.885–896, 2006.

FERREIRA L.; BARBOSA T.D. GOBBI S. ARANTES, L.M. Capacidade funcional em mulheres jovens e idosas: projeções para uma adequada prescrição de exercícios físicos. Revista da Educação Física, v. 19, n. 3, p. 403-412, 2008.

FPKF – Federação Paulista de Kung fu Wushu. Breve histórico da FPKF. Disponível em http://www.fpkf.com.br. Acesso realizado em 29/10/2010.

FRANSEN, M.; NAIRN, L.; WINSTANLEY, J. Physical activity for osteoarthritis management: a randomized controlled clinical trial evaluating hydrotherapy or tai chi classes. Arthritis Rheumatology, v. 57, p. 407-414, 2007.

FRYE, B.; SCHEINTHAL, S.; KEMARSKAYA, T.; PRUCHNO, R. Tai Chi and Low Impact Exercise: Effects on the Physical Functioning and Psychological Well-Being of Older People. Journal of Applied Gerontology, v. 26, n. 5, 433-453, 2007. FURTADO, H.L.; DANTAS, E.H.M. Dicas para um envelhecimento saudável. In: DANTAS, E.H.M.; VALE, R.G.S. Atividade física e envelhecimento saudável. Rio de Janeiro: Shape, 2008.

GATTS, S.K.; WOOLLACOTT, M.H. How Tai Chi improves balance: Biomechanics of recovery to a walking slip in impaired seniors. Gait & Posture, v. 25, p, 205–214, 2007.

GUIMARÃES, J. M. N.; CALDAS, C. P. A. influência da atividade física nos quadros depressivos de pessoas idosas: uma revisão sistemática. Revista Brasileira de

Epidemiologia,São Paulo, v. 9, n. 4, p. 1-9, dez. 2006.

HANSEN, R.D.; RAJA, C.; ASLANI, A.; SMITH, R.C.; ALLEN, B.J. Determination of skeletal muscle and fat-free mass by nuclear and dual-energy X-ray absorptiometry methods in men and women aged 51–84 y1–3. American Journal of Clinical

Nutrition, v. 70, p. 228–33, 1999.

HIGHWIRE PRESS. HighWire - Division of the Stanford University Libraries

producing online versions of peer-reviewed journals and scholarly content.

Disponível em http://highwire.stanford.edu/. Acesso realizado em 15/10/2010.

HONG, Y (ed): Tai Chi Chuan. Effect of Tai Chi on Depressive Symptoms amongst Chinese Older Patients with Major Depression: The Role of Social Support State of the Art in International Research. Medicine and Science in Sports and Exercise, v. 52, p. 146–154, 2008.

INNES, K.E.; SELFE, T.K.; TAYLOR, A.G. Menopause, the metabolic syndrome, and mind-body therapies. Menopause, v. 15, n. 5, p.1005–1013, 2008.

INTAO – Instituto de Artes Orientais. História do Tai Chi Chuan. Disponível em: http://www.intao.com.br. Acesso realizado em 29/10/2010.

KRAUSE, M. P. Influência do nível de atividade física sobre a aptidão

cardiorrespiratória em mulheres idosas. Revista Brasileira de Medicina do

Esporte, v. 13, n. 2, p. 1-10, 2007.

LACOURT, M.X.; MARINI, L.L. Decréscimo da função muscular decorrente do envelhecimento e a influência na qualidade de vida do idoso: uma revisão de

literatura. Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano, v. 3, n. 1, p. 114-112, 2006.

LAN, C; CHEN, S.Y.; LAI, J.S. Changes of aerobic capacity, fat ratio and flexibility in older TCC practitioners: a five-year follow-up. The American Journal of Chinese

Medicine, v. 36, n. 6, p. 1041-1050, 2008.

LARKEY, L; JAHNKE, R; ETNIER, J; GONZALEZ, J. Meditative movement as a category of exercise: implications for research. Journal of Physical Activity and

Health, v. 6, p. 230–238, 2009.

LEE, L.Y.K.; LEE, D.T.F.; WOO, J. Effect of tai chi on state self-esteem and health- related quality of life in older Chinese residential care home residents. Journal of

Clinical Nursing, v. 16, p. 1580–1582, 2007.

LEE, M.S.; PITTLER, M.H.; ERNST, E. Tai chi for rheumatoid arthritis: systematic review. Rheumatology, v. 46, p.1648–1651, 2007.

LEE, M.S.; PITTLER, M.H.; TAYLOR-PILIAE, R.E.; ERNST, E. Tai chi for

cardiovascular disease and its risk factors: a systematic review. Journal of Human

Hypertension, v. 25, p.1974–1975, 2007.

LIMA, R.M.; BEZERRA, L.M.A.; RABELO, H.T.; SILVA, M.A.F.; SILVA, A.J.R..; BOTTARO, M.; OLIVEIRA, R. J. Fat-free mass, strength and sarcopenia are related to bone mineral. Journal of Clinical Densitometry, v. 12, p. 35-41, 2009.

LOGGHE, I.H.J; ZEEUWE, P.E.; VERHAGEN, A.P.; WIJNEN-SPONSELEE, R.M.; WILLEMSEN, S.P.; BIERMA-ZEINSTRA, S.M.; ROSSUM, E.; FABER, M.J.; KOES, B.W. Lack of effect of Tai Chi Chuan in preventing falls in elderly people living at home: A randomized clinical trial. Journal of the American Geriatrics Society, v. 57, n. 1, p. 70-75, 2009.

MACEDO, S.R. Apostila de Tai Chi Chuan. Uberaba: Uberaba Wushu Society Brasil, 2009.

MACIASZEK, J.; OSISKI, W; SZEKLICKI, R.; STEMPLEWSKI, R. Effect of tai chi on body balance: randomized controlled trial in men with osteopenia or osteoporosis.

The American Journal of Chinese Medicine, v. 35, n. 1, p. 1-9, 2007.

MAZO, G.Z.; LIPOSCKI, D.B.; ANANDA, C.; PREVÊ, D. Condições de saúde, incidência de quedas e nível de atividade física dos idosos. Revista Brasileira de

Fisioterapia, v. 11, n. 6, p. 1-7, 2007.

MCARDLE, W.D.; KATCH, F.I.; KATCH, V.L. Fisiologia do exercício: energia,

nutrição e desempenho humano. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

MEDLINE. Health information from the National Library of Medicine. Easy access to Medline and Health topics, medical dictionaries, directories and publications. www.nlm.nih.gov/medlineplus. Acesso realizado em 15/10/2010.

MUSTIAN, K.M.; KATULA, J.A.; ZHAO, H. A pilot study to assess the influence of tai chi chuan on functional capacity among breast cancer survivors. Journal of

Supportive oncology, v. 4, p.139, 2006.

MYCHALECKY, J.; MESSIER, S.; BLEECKER, E; PAHOR, M. Interaction between angiotensin converting enzyme 97 insertion/deletion genotype and exercise training on knee extensor strength in older individuals. International Journal of Sports

Medicine; v. 29, n. 1, p. 40-44, 2008.

NASRI, F. O envelhecimento populacional no Brasil. Instein, v. 6 (Supl 1), p. S4-S6, 2008.

OLIVEIRA, J.R. Tempo de jejuar e resistir – a presença do kung fu no treinamento do ator: a experiência extracotidiana no teatro vocacional em proposição épica.

Dissertação de mestrado. São Paulo: UNESP, 2010.

OLIVEIRA, R.J.; ASSUMPÇÃO, L.O.T. Educação Física e Qualidade de vida para

idosos: um difícil hábito. In: DANTAS, E.H.M.; VALE, R.G.S. Atividade física e

envelhecimento saudável. Rio de Janeiro: Shape, 2008.

PEI, Y; CHOU, S.; LIN, P.; LIN, Y.; HSU,T.H.C; WONG, A.M.K. Eye-hand

Coordination of Elderly People Who Practice Tai Chi Chuan. Journal of Formosa

PEREIRA, F.F.; MONTEIRO, N.; DANTAS, E.H.M. Aspectos fisiológicos do

Envelhecimento. In: DANTAS, E.H.M.; VALE, R.G.S. Atividade física e

envelhecimento saudável. Rio de Janeiro: Shape, 2008.

PEREIRA, M.M.; MATIDA, A.B.; GOMES, L.; PAULA, A.P.; SAFONS, M.P. Tai Chi Chuan e capacidade funcional em idosos. Lecturas Educación Física y Deportes, v. 13, n. 125, p. efd125, 2008.

PEREIRA, M.M.; OLIVEIRA, R.J.; SILVA, M.A.F.; SOUZA, L.H.R.; VIANNA L.G. Efeitos do Tai Chi Chuan na força dos músculos extensores dos joelhos e no

equilíbrio em idosas. Revista Brasileira de Fisioterapia, São Carlos, v. 12, n. 2, p. 121-126, 2008.

PEREIRA, M.P.; SILVA, N.A.; MATIDA, A.B.; COSTA, J.N.A.; GONÇALVES, C.D.; SAFONS, M.P.; PAULA, A.P.; GOMES, L. Protocolo de intervenção de Tai Chi Chuan para idosos. Lecturas, Educación Física y Deportes, v. 14, n. 139, p. efd139, 2009.

PIPPA, L.; MANZOLI, L.; CORTI, I. Functional capacity after traditional chinese medicine (qi gong) training in patients with chronic atrial fibrillation: a randomized controlled trial. Preventive Cardiology, v. 10, p.22–25, 2007.

POSADZKI, P.; JACQUES, S. Tai Chi and Meditation : A Conceptual (Re)Synthesis?

Journal of Holistic Nursing American Holistic Nurses Association, v. 27, n. 2, p.

103-114, 2009.

RAHAL, M.A. Comparação do equilíbrio entre idosos saudaveis praticantes e

não praticantes de tai chi chuan. São Paulo, 2009.

REBELATTO, J.R.; CALVO, J.I.; OREJUELA, J.R.; PORTILLO, J.C. Influência de um programa de atividade física de longa duração sobre a força muscular manual e a flexibilidade corporal de mulheres idosas. Revista Brasileira de Fisioterapia, v. 10, n. 1, p. 127-132, 2006.

ROGERS, C.E.; LARKEY, L.K.; KELLER, C. A review of clinical trials of tai chi and qigong in older adults. West Journal of Nurserin Research, v. 31, p.245–279, 2009.

SAFONS, M.P.; PEREIRA, M.P. Princípios metodológicos da atividade física

SBTCC - Sociedade Brasileira de Tai Chi Chuan e Cultura Oriental. Tai Chi: estilos.

http://www.sbtcc.org.br/estilos.php. Acesso realizado em 29/10/2010.

SHEN, C.; WILLIAMS, J.S.; CHYU, M. Comparison of the effects of tai chi and resistance training on bone metabolism in the elderly: a feasibility study. American

Journal of Chinese Medicine, v. 35, p.369–381, 2007.

SONG, R.; LEE, E.; LAM, P.; BAE, S. Effects of a Sun-style Tai Chi Exercise on Arthritic Symptoms, Motivation and the Performance of Health Behaviors in Women with Osteoarthritis. Journal of Korean Academy of Nursing, v. 37, n. 2, p. 249 256, 2007.

TAO - Centro de Estudos Tradicional Taoísta. Tai Chi Chuan no Brasil. http://www.tao.org.br. Acesso realizado em 29/10/2010.

TESSER, C.D; BARROS, N.F. Medicalização social e medicina alternativa e

complementar: pluralização terapêutica do Sistema Único de Saúde. Revista Saúde

Pública, v. 42, n. 5, p. 914-20, 2008.

THOMAS, J.R. e NELSON, J.K. Métodos de pesquisa em atividade física. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.

TSANG, T.; ORR, R.; LAM, P.; COMINO, E.J.; SINGH, M.F.Health benefi ts of Tai Chi for older patients with type 2 diabetes: The “Move It for Diabetes Study” – A randomized controlled trial. Clinical Interventions in Aging, v. 2, n. 3, p. 429–439, 2007.

TUNG, T (org). Wushu – Guia Chinês para a Saúde e o Preparo Físico da

Família. Traduzido por Mortara, C. São Paulo: Ed. Círculo do Livro, 1981.

VEIGA, A.F.A. Minha história no Kung fu. Disponível em

http://ariovaldoveiga.sites.uol.com.br/minha_historia. Acesso realizado em

29/10/2010.

VOUKELATOS, A.; CUMMING, R.G.; LORD, S.R.; RISSEL, C. A randomized, controlled trial of tai chi for the prevention of falls: the central Sydney tai chi trial. Journal of the American Geriatric Society, v. 55, p.1185–1191, 2007.

WANG, Z.M.; VISSER, M.M.A.R.; BAUMGARTNER, .R.N.; KOTLER, D.;

GALLAGHER, D.;HEYMSFIELD, S.B. Skeletal muscle mass: evaluation of neutron activation and dual-energy X-ray absorptiometry methods. Journal of Applied

WAYNE, P.M.; KIEL, D.P.; KREBS, D.E.. The effects of tai chi on bone mineral density in postmenopausal women: a systematic review. Archives of Physical

Medicine and Rehabilitation, v. 88, p. 673–680, 2007.

WAYNE, P.M.; KIEL, D.P.; KREBS, D.E.; DAVIS, R.B.; SAVETSKY-GERMAN, J; CONNELLY, M.; BURING, J.E. The effects of Tai Chi on bone mineral density in postmenopausal women. A systematic review. Archives of Physical Medicine and

Rehabilitation, v. 88, p. 673-680, 2007.

YANG, Y.; VERKUILEN, J.V.; ROSENGREN, K.S. Effect of combined taiji and

qigong training on balance mechanisms: a randomized controlled trial of older adults.

Medicine and Science Monit, v. 13, p.CR339–CR348, 2007.

YEH, G.Y.; MCCARTHY, E.P.; WAYNE, P.W.; STEVENSON, L.W.; WOOD, M.J.; FORMAN, D.; DAVIS, R.B.; PHILLIPS, R.S. Tai chi exercise in patients with chronic reart failure: a randomized clinical trial. Archives of Intern Medicine, v. 171, n. 8, p. 750-757, 2011.

YU, T.Y.; PEI, Y.C.; LAU, Y.C.; CHEN, C.K.; HSU, H.C.; WONG, A.M.K. Comparison of the Effects of Swimming and Tai Chi Chuan on Body Fat Composition in Elderly People. The Journal of alternative and complementary medicine, v.16, n. 3, p. 227–233, 2010.

ZAITUNE, M.P.A.; BARROS, M.B.A; CÉSAR, C.L.G.; CARANDINA, L.; GOLDBAUM, M. Fatores associados ao sedentarismo no lazer em idosos, Campinas, São Paulo, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, v. 23, n. 6, p. 1329-1338, 2007.