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Vurdering av studiens kvalitet

Procurando responder à questão central (quais os fatores determinantes para a

competitividade da oferta de um micro cluster de turismo de natureza na região de Lisboa?) o nosso estudo empírico compreendeu entrevistas a entidades públicas e privadas,

sustentou-se na revisão de literatura, no enquadramento legal e estratégico português e operacionalizou-se em várias questões de investigação, cujas respostas apresentamos de seguida em jeito de conclusões do estudo.

Como se caracteriza a oferta de Turismo de Natureza na região de Lisboa?

O turismo de natureza em Portugal afirma-se como um produto recente e que apresenta uma evolução positiva, embora com fraca expressão quando comparado com outros segmentos de turismo. No caso da região de turismo Lisboa, os segmentos de turismo predominantes são o turismo cultural, o turismo de negócios, o turismo de eventos e o turismo de cruzeiros, um turismo de estadias de curta duração, comumente designadas por shortbreaks, e muito centrado na capital.

O estudo aponta para uma crescente procura de turismo de natureza na região de Lisboa, maioritariamente por parte de turistas oriundos de países europeus. Contudo, os entrevistados evidenciaram que os turistas nacionais têm um papel importante. Este aumento da procura relaciona-se com a tendência atual para o contacto com a natureza e pelas motivações inerentes à experiência em si. Na região, sobretudo nos últimos anos, registou-se, também, um aumento da oferta com o aparecimento de novas empresas de turismo de natureza.

Os fatores territoriais mais valorizados pelos turistas são os recursos e atrações naturais, seguidos das características geográficas, por tratar-se de um território com várias áreas protegidas relativamente próximos entre si e à capital, as boas acessibilidades que existem na região e os transportes, muito embora os transportes sejam apontados em algumas situações como uma dificuldade para empresas situadas em zonas mais afastadas da cidade. O turismo de natureza, nesta região, é caracterizado de soft, tratando-se da prática de atividades ao ar livre de baixa intensidade com experiências de interação com a natureza (Turismo de Portugal, 2006). A atividade central deste tipo de turismo é o pedestrianismo, também designado de percursos pedestres, ou simplesmente caminhadas. Outros segmentos destacados dentro do turismo de natureza foram: passeios de bicicleta e equestres, observação

101 de aves e atividades náuticas. Existe uma diferenciação ao mesmo tempo que uma relação próxima entre turismo de natureza e turismo de aventura.

Na região, as empresas de turismo de natureza são, de modo geral, pequenas, à semelhança das referidas na literatura. Os entrevistados referem, ainda, que as empresas que representam dispõem de cinco ou menos recursos humanos. Existem empresas reconhecidas como turismo de natureza e outras que, não obstante terem as características de turismo de natureza, ainda não estão reconhecidas como tal. O estudo regista uma tendência atual para os alojamentos procurarem o reconhecimento como turismo de natureza devido à valorização dos turistas por questões de sustentabilidade.

A oferta do produto turismo de natureza tem vindo a estruturar-se na região através da atuação das entidades privadas e públicas, nomeadamente com a conceção de documentos estratégicos para o turismo. Especificamente, o Plano Estratégico para o Turismo na Região de Lisboa 2015-2019 identifica quatro centralidades para o turismo de natureza: Cascais, Sintra, Arrábida e Arco do Tejo. Sendo que cada área/município aposta em determinada(s) atividade(s) de acordo com os seus recursos, apresentando, assim, estádios de desenvolvimento díspares.

Vários entrevistados destacaram que o registo de visitação das áreas protegidas é de curta duração (normalmente visitas de um dia e com a dormida em Lisboa), constituindo uma situação pouco favorável para as empresas de turismo de natureza e para a economia local. O turismo de natureza começa a registar uma tendência para os turistas realizarem atividades de forma autónoma sem recurso a empresas de animação turística. O estudo regista, também, a existência de outras formas organizadas de atividades de turismo de natureza, como as associações e os grupos informais.

Os entrevistados apontam para a falta de infraestruturas de apoio nas áreas protegidas, nomeadamente no que se refere à sinalética, à criação de trilhos e à monitorização (como forma de evitar a vandalização e o abandono dos percursos), contribuindo, assim, para a garantia da segurança dos turistas. As acessibilidades, o estacionamento e a limpeza das áreas protegidas são outras dificuldades apontadas, registando-se, também, a carência de mapas e informação escrita sobre os percursos, inclusive painéis informativos, e, ainda, de centros de interpretação e pontos de informação.

O estudo refere os constrangimentos e a controvérsia que advêm da legislação específica para as atividades das empresas nas áreas protegidas: por um lado, as exigências excessivas dos pareceres e autorizações da parte do ICNF, nomeadamente na delimitação dos percursos (enquanto os particulares têm autonomia nesta matéria); e, por outro lado, o

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incumprimento da parte de alguns operadores do dever de comunicação das atividades e da limpeza dos espaços utilizados. O estudo destaca, ainda, a insuficiente fiscalização da atividade de turismo de natureza no terreno.

O nosso estudo leva-nos a concluir que os planos de ordenamento das áreas protegidas necessitam de revisão que contemple o turismo de natureza. Em algumas áreas protegidas, existem as Cartas Desporto Natureza que, embora direcionadas para o turismo aventura, contribuem para a organização do território. Nas áreas protegidas, a maior parte do território é constituída por terrenos privados gerando difícil controlo e comunicação com os proprietários. A dificuldade acresce quando, na gestão das áreas protegidas, existem várias entidades envolvidas (normalmente, para além do ICNF, estão envolvidas mais do que uma Câmara Municipal) e uma diversidade de atividades e de empresas.

O estudo constata que a maioria das empresas de turismo de natureza atuam com preocupações ambientais e de sustentabilidade, considerando-se, em algumas situações, como autênticas vigias dos espaços.

Deste modo, podemos concluir que a oferta de turismo de natureza, na região de Lisboa, está em fase de estruturação e que, apesar de recente, apresenta uma evolução que consideramos positiva.

Quais os aspetos percecionados como mais importantes para a competitividade da oferta de turismo de natureza da região?

Foram destacados pelos entrevistados alguns fatores importantes para o sucesso do turismo de natureza na região e nos quais a atuação das empresas e a intervenção pública deve incidir, entrecruzando-se com a literatura existente sobre a competitividade dos destinos turísticos podemos agora apontar alguns desses aspetos.

A nível micro, o estudo destacou a importância da divulgação do negócio por parte das entidades operadoras e, a nível macro, a promoção da região por todos os intervenientes. Como se constata a comunicação tem um papel crucial na competitividade das empresas e do destino turístico.

O estudo destaca a importância da divulgação das entidades através da internet, junto de hotéis, operadores, agências de viagens, através da presença em feiras e através dos tradicionais flyers.

O estudo, no que se refere à promoção da região, aponta fraca divulgação devido à priorização de outros produtos turísticos. Os hotéis assumem uma função importante enquanto divulgadores da oferta de turismo de natureza, no entanto nem sempre desempenham este

103 papel, nomeadamente devido a interesses associados ao comissionamento. Quando se pretende uma promoção integrada da região é necessária a promoção institucional, dado que esta tem um alcance superior ao das empresas. A promoção digital, através de jornalistas, através da marca Natural.pt e através de operadores turísticos foram ainda destacadas pelos entrevistados.

O estudo aponta para a necessidade de uma maior especialização dos operadores, com a ressalva para as empresas especializadas nas caminhadas que necessitam de alargar o seu campo de atuação.

Outro aspeto determinante é a qualidade do serviço prestado, que deve ser orientado para a satisfação do cliente, evidenciado pelos turistas que procuram as empresas por recomendação de outros e no registo de muitos clientes repetidos. Deve também ser garantida a qualidade da informação transmitida pelas empresas de turismo de natureza sobretudo acerca da fauna, flora e história, bem como a priorização da segurança. A divulgação e a qualidade do produto farão com que o turista regresse e a sua estadia média aumente.

Os entrevistados, à semelhança do que refere a literatura, consideram a inovação necessária para a subsistência e desenvolvimento do negócio. Entendem que as empresas devem desenvolver novos motivos de interesse e novas experiências turísticas. É também referido que o próprio turismo de natureza é inovador na região e que a inovação passa também por seguir bons exemplos que já existem nomeadamente a nível internacional.

Ao nível da região, o estudo apresenta a necessidade de estruturação e organização interna da oferta, contemplando a questão da segurança, antes do avanço para a promoção. O estudo refere a importância de uma maior oferta diversificada na região. A atividade caminhada, sendo a atividade principal de turismo de natureza, deve ser conjugada com várias experiências e transmissão de conhecimentos e informações sobre, por exemplo, fauna, flora e história. É importante complementar a oferta de turismo de natureza com outros segmentos de turismo como o turismo cultural, de compras, de congressos, de sol e mar, e com a cultura e produtos locais.

A importância da formação e da competência dos guias foram outros aspetos que o nosso estudo evidenciou. Os entrevistados referiram a importância dos conhecimentos em fauna e flora, as competências e atitudes em segurança e comunicação e indicaram lacunas de formação e da oferta formativa para estes profissionais. De salientar a referência à existência de recursos humanos em diversas áreas para além do turismo, nomeadamente nas áreas ligadas à natureza (biologia, geologia, etc.).

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O estudo considera o apoio de natureza não financeiro, por parte das instituições públicas, essencial para o sucesso da atividade de turismo de natureza, especificando-se o apoio por parte das Câmaras Municipais, do ICNF, do Turismo de Portugal e da ERT-RL. A nível do apoio financeiro, existe, algumas vezes, limitações, dado que a região de Lisboa não é abrangida por fundos comunitários como acontece em outras regiões do país.

O estudo refere a importância da atuação das políticas públicas numa aposta pelo produto turismo de natureza, são necessárias estratégias e uma atuação das Câmaras Municipais para que se efetive o desenvolvimento local do turismo de natureza, e é importante a aproximação entre as entidades públicas (que gerem o território) e as empresas. A capacidade de visitação e de carga do turismo é outro aspeto que o estudo evidencia, equacionando os impactos do turismo na natureza, nos habitats e nas próprias populações locais. A conservação da natureza é fundamental para a atividade turismo e mais especificamente para o turismo de natureza. Segundo os entrevistados, é importante uma educação cívica para a sustentabilidade, devido a deficitária preocupação ambiental do público em geral, bem como o dever de uma atuação dos poderes locais para a sustentabilidade. Por um lado, a maioria dos entrevistados defendeu que as empresas operam preservando a natureza, por outro, encontramos alguns testemunhos manifestando a ausência de preocupações ambientais por parte de algumas empresas.

Em síntese, o estudo indica que a competitividade da oferta de turismo de natureza, na região de turismo de Lisboa, passa pela aposta em: (i) divulgação da oferta e promoção da região de forma integrada, (ii) estruturação e organização da oferta, (iii) especialização das empresas, (iv) diversificação da oferta no seu conjunto, (v) inovação, (vi) qualidade do serviço, (vii) formação de guias, (viii) políticas e apoios públicos e (ix) preocupação pela sustentabilidade.

Existe cooperação em rede e um plano organizado ou atividades isoladas?

Segundo a literatura, a cooperação é inerente ao funcionamento em cluster (neste caso, micro cluster, dado tratar-se de um produto turístico com fraca expressão na região quando comparado com outros produtos turísticos). O cluster de turismo de natureza comporta uma complementaridade de serviços, de atividades (diretas e conexas), sendo que a cooperação entre estas entidades privadas e públicas conduz a um trabalho conjunto e integrado que cria valor ao destino turístico.

O estudo evidenciou um trabalho ainda isolado por parte das empresas e das entidades públicas, verificando-se uma fraca cooperação e trabalho em rede. O estudo indica uma

105 tendência para a organização e formação de parcerias e considera que, não obstante a fraca expressão, está bem identificado como um caminho de futuro. As parcerias são sobretudo de natureza informal e uma forma das entidades complementarem a sua oferta e organizarem atividades em conjunto. Foram especificadas, em primeira instância, as parcerias das empresas com as entidades públicas do território, como as Câmaras Municipais e o ICNF, e, ainda, as parcerias com os hotéis (dado seu papel na divulgação da oferta da região). Foram, ainda, mencionadas as parcerias com outros operadores turísticos, com as agências de viagens, com outros agentes locais (incluindo negócios locais e associações).

O estudo aponta para a necessidade de uma estruturação do produto na região, assente na articulação da oferta, por forma a ordenar o território para uma visitação organizada e facilitada aos turistas. A estruturação passa por uma oferta de turismo de natureza com várias experiências e conhecimentos, complementada com outros produtos turísticos.

O estudo evidencia uma fraca articulação entre os diferentes agentes locais (apesar de se sentir algum esforço neste âmbito) com dificuldades de comunicação e de relação, sobretudo na relação com os proprietários dos terrenos privados nas áreas protegidas. É apontada a importância de sinergias entre os operadores locais, a articulação por parte das entidades gestoras do território (como as Câmaras Municipais e o ICNF) e o trabalho em associação (sendo que as associações podem desempenhar o papel de interlocutores entre as empresas e as entidades gestoras do território). Este trabalho em cooperação deve ter em vista a organização e estruturação do produto, a articulação da oferta e a sustentabilidade no território.

As entidades públicas têm um papel importante no incentivo à cooperação entre as empresas; para um efetivo funcionamento em cluster; e para o estabelecimento de um planeamento estratégico comum para a região (potenciador dessa mesma cooperação e de uma visão de conjunto) para os quais os documentos estratégicos contribuem positivamente. Depreende-se, através do estudo, que, não obstante o esforço por parte das entidades privadas e públicas e do reconhecimento da importância das parcerias e da cooperação em rede (determinantes para a competitividade do destino), predomina ainda um trabalho isolado, com poucas parcerias e com uma fraca articulação entre os agentes locais.

Qual o papel do turismo de natureza na região de turismo de Lisboa?

O estudo indica que o turismo de natureza constitui um produto turístico com potencial na região de turismo de Lisboa dadas as características distintivas do território que compreende várias áreas protegidas relativamente próximas geograficamente, sendo uma

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vantagem comparativa (segundo a definição de Dwyer e Kim, 2003) relativamente a outras cidades e capitais. A região abrange a capital do país, com o seu aeroporto internacional que recebe um grande fluxo de turistas e constituída por uma grande densidade populacional.

Segundo o estudo, o turismo de natureza apresenta-se assim como um produto complementar aos outros produtos turísticos já consolidados na região, considerando-se o turismo cultural de curta duração seguido do turismo de negócios. O turismo de natureza pode contribuir positivamente para uma oferta integrada mais diversificada com vários motivos de interesse.

O estudo demonstra que o turismo de natureza pode contribuir positivamente para a região como impulsionador da economia local e gerador de atividade económica dado o seu efeito multiplicador nas diversas atividades diretas e conexas: alojamentos, empresas de animação turística, restauração, comércio e produtores locais. O turismo de natureza potencia a reabilitação e conservação do território, bem como a criação de infraestruturas de apoio nas áreas protegidas e limítrofes. Além destas vantagens de natureza tangível, o turismo de natureza está associado também a uma riqueza intangível inerente à uma educação social e ambiental das populações, aos benefícios que advêm das atividades ao ar livre e no contributo para a preservação da uma identidade e história locais.

A sazonalidade é uma especificidade do turismo no geral, no entanto os entrevistados salientaram que o turismo de natureza pode contribuir para minimizar esta sazonalidade dado poder ocorrer em momentos contra cíclicos do ano, apontando-se a importância das empresas apresentarem uma oferta adaptada à época do ano.

O estudo permite-nos considerar que o turismo de natureza na região de Lisboa apresenta-se como um produto com potencial, dada a vantagem comparativa do destino ao nível das suas características naturais, contribuindo para o incremento de uma oferta turística mais diversificada da região e uma complementaridade ao turismo centrado na capital, contribuindo positivamente para a economia e para a competitividade da região.

6.2. Proposta de um modelo de competitividade

À semelhança dos modelos de competitividade dos destinos turísticos, apresentados na revisão de literatura, ousamos propor um modelo baseado nos resultados do nosso estudo. Consideramos a definição de Malakauskaite (2010), asseverando que a competitividade de um destino passa pela atratividade e pela qualidade da oferta, quando comparada com outros destinos turísticos. Recorrendo aos modelos de competitividade dos destinos turísticos de Dwyer e Kim (2003) e de Ritchie e Crought (2003), e da teoria de competitividade de Porter

107 (1990), consideramos que os fatores determinantes para a competitividade do turismo de natureza no destino turístico da região de turismo de Lisboa são:

Os recursos naturais e recursos criados – considerando como recursos naturais, as

atrações naturais, o património cultural, história local e as características geográficas; por recursos criados entendemos as infraestruturas de apoio à visitação, as acessibilidades e os transportes.

As condições da procura – compreendendo neste item a evolução e a sazonalidade da

procura, a origem, os interesses e as motivações dos turistas.

A oferta por parte das empresas – considerando-se a especialização e as estratégias

das empresas a operar no mercado, a comunicação e imagem, a gestão das atividades da oferta, a qualidade do serviço, a inovação, a divulgação, o estabelecimento de parcerias, as preocupações de sustentabilidade, a gestão financeira e a gestão dos recursos humanos.

A gestão do destino turístico – entendendo-se aqui a relação entre a procura e a

oferta na região, o planeamento estratégico da região com as suas especificidades por área ou município, a estruturação interna do produto turismo de natureza, a diversificação da oferta, a articulação da oferta, a complementaridade do turismo de natureza com outros segmentos de turismo, a segurança, a articulação entre diferentes agentes locais públicos e privados, o trabalho em rede numa lógica de cluster, as infraestruturas e serviços de apoio necessários à visitação, as políticas públicas de desenvolvimento territorial, a regulamentação do turismo de natureza e licenciamento das empresas, as exigências legais, a fiscalização das atividades, o ordenamento do território nas áreas protegidas, a gestão da capacidade de visitação e a defesa da sustentabilidade.

A promoção do destino turístico – entende-se a comunicação e imagem integrada do

destino, a qualidade global da oferta, a imagem exterior de um destino seguro, a promoção através das instituições públicas, a promoção através de meios digitais, a presença em feiras, o trabalho com jornalistas, hotéis e outros operadores turísticos.

A concorrência – compreende a qualidade de outros destinos turísticos internacionais,

a atratividade de outras regiões do país, a existência de outros produtos turísticos consolidados, a existência de outras empresas externas a operar na região, o registo de outras formas organizadas de atividades sem recursos às empresas.

Consideramos que estes fatores de competitividade relacionam-se entre si e, no seu conjunto, contribuem fortemente para a competitividade do destino turístico.

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