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Ao perguntar sobre a sua motivação para a lecionar disciplina Ciências Físico-Naturais os professores, apresentaram três respostas, que são destacadas no quadro seguinte:
Quadro 14 – Opiniões de professores sobre a sua motivação para ser professor CFN
Motivação para a docência Frequência Número (N)
Área de Especialidade 5
16
Obrigados 7
Gosta de Contagem 4
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Gráfico 14 - Opiniões de professores sobre a sua motivação para ser professor CFN
De acordo com as informações apresentadas no gráfico 13, sobre a motivação dos professores na lecionação disciplina CFN, a maioria dos professores foram obrigados devido ao desaparecimento da disciplina física e biologia do currículo anterior, os restantes professores, com percentagem idêntica, ensinam-na porque é a sua área especialidade, e outros professores referem gostar de contagem, principalmente contagem das fórmulas.
Os professores referem que se encontram em grande dificuldade para lecionar a disciplina de CFN, visto que alguns professores não são desta área especifica de formação, porém são obrigados a ensinar devido ao desaparecimento das disciplinas física e biologia do currículo anterior, após da reforma curricular, tal como argumentaram:
(...) o que me motivou a ser professora da disciplina de Física no currículo anterior foi a minha formação desde o ensino secundário até ao ensino superior. Desde sempre nutri particular gosto pela matéria desta disciplina, tornando-se na minha especialidade. Porém, depois da implementação do novo currículo, em 2011, no ensino básico do 3º já não apareceu a disciplina de Física como a de Biologia, ficou tudo agrupado na disciplina de Ciências Físico-Naturais. Portanto, eu não tinha outra opção, mas continuo a ensinar esta nova disciplina (P3).
A motivação para ser professora para a disciplina Ciências Físico-Naturais, é difícil, mas sim depois de reforma curricular não tenho outra opção para essa nova disciplina que agrupa quatro disciplinas diferentes, a saber Física, química, biologia e geologia porque no currículo anterior ensinei a disciplina física. P8. Queria ensinar a disciplina de Ciências Físico-Naturais porque sou da especialidade de Física como acima mencionado (P7).
Para ser professor da disciplina Ciências Físico-Naturais não foi a minha escolha, já antes de reforma curricular no ensino básico do 3º ciclo, em 2011, eu ensinei disciplina biologia. E depois de reforma curricular, não existe disciplina física e biologia, mas agrupam tudo numa área de conhecimento, chamado disciplina Ciências Físico-Naturais, que agrupam quatros domínios diferentes, são: ciência física, química, biologia e geologia. Perante nesta situação, não tenho outra opção, tenho que ensinar mesmo esta disciplina, porém não afasta muito a minha especialidade (P2).
31,25% 43,75% 25,00% 0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00%
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Depois de implementação novo currículo em 2011, a matéria Física e Biologia desaparecido e apareceu novo programa chamado disciplina Ciências Físico-Naturais, que integra quatro áreas de conhecimentos diferentes, a saber Física, Química. Bilogia e Geologia. neste cenário, não tenho outra opção então contino lecionar a disciplina ciências biologia partilhado com professor de física (P14).
As dificuldades são visíveis como relata um professor, não apenas têm dificuldades ao nível de conhecimento referente à disciplina, mas também no uso da língua portuguesa, como a língua do ensino no sistema educativo de Timor-Leste, refere na afirmação:
foi bem mais difícil, porém o currículo anterior não foi difícil porque todas as disciplinas estavam separadas, sendo que o idioma utilizado era a língua indonésia como língua de ensino. Porém, depois da reforma curricular e da implementação do novo currículo em 2011, sinto muitas dificuldades porque já não existe a disciplina de Ciência Física, mas sim a disciplina de Ciências Físico-Naturais, que integra quatro domínios diferentes, a Ciência Física, Química, Biologia e Geologia. Neste contexto, para além das dificuldades que sinto na explicitação da própria matéria, depara-me também com sérias dificuldades ao nível da Língua Portuguesa, dado que, no novo currículo ela é utilizada como língua de ensino (P13).
A este propósito é necessário um investimento sério para a formação de professores, de forma a disponibilizar uma formação constante para superar as dificuldades na lecionação desta disciplina, que possa elevar a qualidade do ensino e de aprendizagem dos alunos.
Outros entrevistados referiram que a maior motivação para ser professor CFN é devido à sua formação no ensino secundário até ao ensino superior, o interesse pelos conteúdos, a vontade para aprender ciências naturais, como referem nas suas declarações:
O que mais me motiva para ser professora da disciplina de Ciências Físico-Naturais foi a minha formação em ensino secundário, desde daí eu aprendi Ciências Naturais porque fui no programa de ciências naturais e também a minha formação inicial na agropecuária. Estudei também algumas cadeiras ligadas às Ciências Naturais (P4).
O que me motivou a tornar-me professor da disciplina de Ciências Físico-Naturais foi o facto de me interessar bastante por esta área em específico, principalmente a matéria relacionada com os planetas (P1).
Queria ensinar a disciplina Ciências Físico- Naturais porque sou especialidades de física(P8). A minha motivação principal para ser professores da disciplina de Ciências Físico-Naturais é desde a minha formação no ensino secundário eu gostava muito de Ciências Naturais e também a minha formação inicial no ensino superior na área de especialidade de Física (P11).
O que mais me motivou para ser professora da disciplina CFN é porque a minha especialidade é biologia e a disciplina referida compões alguns conteúdos relativamente à biologia, portanto eu partilho com outro colega de professor física para leciona-la (P12). O que me motiva para ser professora da disciplina Ciência Físico-Naturais, porque eu tenho habilitações para esta disciplina (P15).
O que mais me motivou para ser professora foi o querer partilhar o meu conhecimento adquirido na minha formação. Porque a Biologia é uma área mais ampla que estuda os seres vivos incluindo o ser humano (P16).
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Verificou-se que os professores não têm a especialidade na disciplina CFN, mas nas áreas diferentes, tais como biologia e física que ensinam de forma partilhada, a constituição da referente disciplina. A motivação referida foi o facto de gostarem das ciências exatas e a contagem das fórmulas. Como relatam:
A minha motivação para ser professora da disciplina de Ciências Físico-Naturais é porque na minha formação eu gostava muito de ciências exatas, principalmente a contagem de fórmulas (P5).
A minha motivação para ser professora da disciplina de Ciências Físico-Naturais é porque na minha formação eu gostava muito de ciências exatas, principalmente a contagem de fórmulas (P6).
A minha motivação para ser professora da disciplina de Ciências Físico-Naturais é porque na minha formação eu gostava muito de ciências exatas, principalmente a contagem de fórmulas (P9).
A minha motivação para ser professora da disciplina de Ciências Físico-Naturais é porque na minha formação eu gostava muito de ciências exatas, principalmente a contagem de fórmulas (P10).
Em suma, os professores que estão a lecionar CFN em regime de bidocência, nenhum tem a especialidade nesta área de conhecimento, mas nas especialidades de bilogia e física, separadamente e alguns com outras habilitações, por exemplo engenharia ou na área da agricultura.
Quando se perguntou aos professores sobre a formação e os fatores que contribuí para a lecionação da disciplina CFN, a maioria dos professores respondeu que foi a sua formação desde o ensino secundário até ao ensino superior e também as formações oferecidas pelo governo e pelas organizações privadas. Como referiram nas respostas os professores (P1; P5; P6; P7; P8; P9; P10; P11):
Os fatores de formação que contribuíram para a minha lecionação a Ciências Físico-Naturais foram os seguintes: desde o ensino secundário que frequentei esta área e decidi continuar até à minha formação superior e também porque tive a oportunidade de participar nas formações oferecidas pelo Infordepe e também pela Unesco através de Sesim (P1). Os fatores que contribuíram para a minha formação é a minha formação desde o ensino secundário até ao ensino superior e também a formação não formal oferecida pelo governo ou organizações privadas (P5).
Os fatores que contribuíram para ensinar a disciplina referida é a minha formação desde o ensino secundário até ao ensino superior e também a formação não formal oferecida pelo governo ou organizações privadas (P6)
Os fatores que contribuíram para lecionar esta disciplina e a minha formação desde o ensino secundário até ao ensino superior e também a formação não formal oferecida pelo governo ou organizações privadas (P7).
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Os fatores que contribuíram para ensinar a disciplina referida são a minha formação anterior desde o ensino secundário até ao ensino superior e outra formação não formal que eu frequentava (P8).
Os fatores que contribuíram para a minha formação, como já tinha dito, a minha formação desde o ensino secundário até ao ensino superior e também a formação não formal oferecida pelo governo ou organizações privadas (P9).
Os fatores que contribuíram para a minha formação é a minha formação desde o ensino secundário até ao ensino superior e também a formação não formal oferecida pelo governo ou organizações privadas (P10).
Os fatores que contribui para a minha formação para esta lecionação é a minha formação desde no ensino Secundário até ao ensino superior, ou seja, a minha formação inicial e a formação não formal que eu frequentei (P11).
Na mesma situação, o professor (P2; P4) reforçaram ainda que a sua formação desde ensino básico até ao ensino superior e também algumas formações não formais que frequentavam contribuíram e ajudaram para a sua lecionação da disciplina CFN, relataram nas suas afirmações:
Os fatores que contribuíram para a lecionar disciplina CFN é a minha formação, pois é a área que sigo desde o ensino básico até ao ensino superior, gosto mesmo desta matéria e também gosto da formação não formal oferecida pelo governo ou pelas organizações privadas (P2).
Os fatores que contribuíram para ensinar esta disciplina é porque fui no programa de ciências naturais no ensino secundário e também a minha formação inicial na agropecuária, estudei também algumas cadeiras ligadas às Ciências Naturais. Para além disso, frequentei também formações oferecidas pelo Ministério da Educação e algumas dadas pelas organizações privadas (P4).
A formação inicial de professores e a formação não formal oferecidas pelo Ministério da Educação ou por organizações privadas, ou seja, a formação contínua foram o grande contributo à lecionação desta disciplina, como salientou o professor:
Os fatores principais que contribuíram para a minha formação para ensinar esta disciplina é a minha formação inicial própria, e também algumas formações não formais oferecidas pelo Ministério da Educação ou por organizações privadas (P3).
Também, como salientaram os professores (P14; P15; P16):
Os fatores que mais contribuíram para a minha formação para ser professora da disciplina Ciência Físico-Naturais é a minha formação desde o ensino secundário até à universidade, já que daí comecei a estudar a disciplina Ciência Naturais e continuei a aprofundar no ensino superior (P15).
Os fatores que contribuíram para a minha formação para lecionar a disciplina de Ciências Físico-Naturais é a minha formação desde o ensino secundário até ao ensino superior (P14). Os fatores que contribuíram para a minha formação para lecionar a disciplina de Ciências Físico-Naturais é a minha formação desde o ensino secundário até ao ensino superior (p16).
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Assim, são visíveis os fatores que contribuíram para a formação dos respetivos professores entrevistados para lecionar a disciplina CFN, formação a partir do ensino básico até ao ensino superior, ou seja, a formação inicial e também formações não formais oferecidas pelo governo ou pelas organizações privadas. Outros professores referem que a formação inicial foi o único fator que contribuiu para a sua lecionação, uma vez que eles nunca frequentaram nenhuma formação pelo governo ou organização privada.
Ao perguntarmos as expetativas e vontade dos professores sobre a lecionação da disciplina CFN futuramente, em regime de bidocência, todos os professores entrevistados responderam que querem continuar a lecionar esta disciplina no mesmo regime, uma vez que consideram a profissão de professor já a sua vocação, tal como dizia o professor:
Sim, quero continuar a ser professor e nunca penso deixar esta profissional, uma vez que é a minha verdadeira vocação (P2).
Na mesma situação um professore respondeu que vai continuar, porque é a sua especialidade. Assim, corrobora na sua afirmação:
(...), quero continuar a lecionar esta disciplina porque é a minha área de especialidade” (P12).
Concluindo, apesar de muitas dificuldades enfrentadas pelos professores na lecionação da disciplina CFN, os mesmos revelam um grande espírito e vontade para continuar a lecionar a mesma.
4. 2. 3 O estatuto profissional
Relativamente ao estatuto profissional dos professores, apontaram três regimes distintos, tais como: professor permanente ou funcionário público, contratado e voluntário. Como se apresenta no quadro 17 seguinte:
Quadro 15 – Opiniões dos professores sobres o seu estatuto profissional
Estatuto Profissional Frequência Número (N)
Professor permanente 6
16
Professor Contratado 7
Professor Voluntário 3
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Gráfico 15 - Opiniões do professor relativamente ao seu estatuto profissional
A informação denotada no gráfico 15, relativamente ao estatuto profissional de professores da disciplina CFN indica que sete professores são contratados pelo Ministério da Educação. Como referem os professores (P1; P2; P4; P8; P9; P14), à semelhança da resposta “a minha situação profissional neste momento é professora contratado do Ministério de Educação” (P2); seis professores permanentes do Ministério da Educação. Assim, os professores (P3; P5; P6; P7; P10; P13) denotaram na mesma resposta “Sou professora permanente ou funcionária pública”.
Todavia, alguns professores ainda trabalham em regime voluntário nas escolas. Mesmo assim, têm muita vontade de preparar a matéria segundo as capacidades e condições para contribuir para o ensino e aprendizagem dos alunos da respetiva disciplina. Embora, encarem muitas dificuldades na sala de aula, devido aos escassos recursos materiais e de infraestruturas. Assim, referem nas suas respostas:
Sou professor voluntário, esforçando-me para preparar a matéria para os estudantes, porque o manual desta disciplina é muito complexo, por vezes alguns conteúdos não têm fórmula e exercício, porém têm trabalho ou questões para resolver (P11).
Sou professor voluntário e enfrento muita dificuldade na sala de aula com poucos materiais didáticas para me ajudar na lecionação desta disciplina (P12).
Tenho muita dificuldade na sala de aula quando enfrento alguns conteúdos que necessitam de demonstração para estudantes, mas às vezes nem sequer tenho materiais para fazê-la, mesmo voluntariamente, tenho muita vontade para fazer isso (P16).
37,50% 43,75% 18,75% 0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00%
Professor permanente Professor Contratado Professor Voluntário
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Após lermos as declarações apresentadas pelos professores entrevistados, denunciamos que a maioria dos professores estão a desejar o ingresso no regime da carreira docente, uma vez que a carreira docente definida no n.º 2 do artigo n.º 30 do Decreto da Lei nº 23/2010, que “a Carreira Docente desenvolve-se pelas categorias profissionais hierarquizadas de: a) Assistente; b) Professor; c) Professor Sénior”. De acordo com este normativo, apenas seis professores estão no regime da carreira de docente, os restantes, são contratados ou voluntariados e fora do mesmo regime.
Portanto, os professores contratados estão num vínculo de contrato no termo certo, semestral ou anual, que possa renová-lo ou até ao momento de desvinculo o contrato de acordo com as necessidades do Ministério da Educação, já que apenas preenchem as ausências de docentes na escola, regulada no n.º 2 do artigo n.º 29 da mesma lei. Enquanto, os professores voluntários desejam a possibilidade e necessidade do Ministério da educação para celebrar os seus contratados ou passem a ser permanentes, conforme a abertura do concurso que irá estabelecer.
4. 2. 4 Dispositivos contributos à lecionação de bidocência a CFN
Nesta temática, tentamos obter as informações relativamente à formação contínua de professores no âmbito de aprimorar a lecionação da disciplina CFN. Assim, apresentamos as respostas dos professores da respetiva disciplina no quadro 18 em baixo:
Quadro 16 – Opiniões de professores sobre a sua participação de curso
Participação de Formação Frequência Número (N)
Sim 13
16
Não 3
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Gráfico 16 - Opiniões de professores sobre a sua participação de curso
As informações recolhidas relativamente a formação contínua de professores que denota no gráfico 16, identificamos que a maioria dos professores entrevistados (13) frequentaram a formação contínua. Não obstante, alguns professores (3) nunca frequentam nenhuma formação.
Assim, é visível que, há disparidade de professor ao acesso de formação contínua, de forma ampliar sua competência que se implica o resultado sua produção, ou seja, melhoria a sua qualidade do ensino e aprendizagem.
A formação focalizou-se na capacitação do conhecimento de professor a disciplina CFN, basicamente na atividade prática laboratoriais e também ao conhecimento da língua portuguesa. Assim, corroboraram nas sua respostas:
(...) participei em várias formações relativamente a utilização material locais ou simples na prática de Ciências, principalmente nas propostas atividade laboratoriais nos manuais escolares da disciplina referida em todo ano de escolaridade e também à língua portuguesa (P1).
(...) facultei várias formações sobre a língua portuguesa e prática de ciências, basicamente uso materiais locais ou simples na implementação atividade práticas laboratoriais das propostas atividades laboratoriais destacadas nos manuais escolares a respetiva disciplina (P2).
(...) eu frequentei muitas formações sobre as práticas laboratoriais a disciplina CFN e língua portuguesa (P3).
(...) eu frequentei várias formações sobre Ciências Físico-Naturais e sobre Língua Portuguesa (P4).
(...) formação focou-se na capacitação dos conhecimentos de professores na área de Língua Portuguesa e também na área de Ciências, sobretudo nas práticas laboratoriais com uso de materiais simples ou locais (P5).
81,25% 18,75% 0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00% 60,00% 70,00% 80,00% 90,00% Sim Não
125
(...) formação focou-se na capacitação dos conhecimentos de professores na área de Língua Portuguesa e também na área de Ciências, sobretudo nas práticas laboratoriais com uso de materiais simples ou locais (P6).
(...) todas focadas focaram-se na capacitação dos conhecimentos de professores na área de Língua Portuguesa e também na área de Ciências, sobretudo nas práticas laboratoriais com uso de materiais simples ou locais que podemos implementar as propostas atividades laboratoriais abordados nos manuais escolares. Além, disso, também nos ofereceram manuais práticos (P7).
(...), formação focou-se na capacitação dos conhecimentos de professores na área de Língua Portuguesa e também na área de Ciências, sobretudo nas práticas laboratoriais com uso de materiais simples ou locais (P9).
(...), formação focou-se na capacitação dos conhecimentos de professores na área de Língua Portuguesa e também na área de Ciências, sobretudo nas práticas laboratoriais com uso de materiais simples ou locais (P10).
(...) frequentei muitas vezes a formação relativamente a implementação atividade laboratoriais no uso de materiais simples e língua portuguesa (P13)
(...), frequentei várias formações sobre a ciência, especialmente a atividade prática de laboratoriais com a utilização de matérias simples e também a língua portuguesa” (P14). (...), frequentei várias formações sobre língua portuguesa e também ciências, basicamente nas implementações atividade prática com o uso materiais simples (P15).
Na mesma situação, uma professora reclamou que facultava uma formação oferecida pelo governo através de projeto Formar+ sobre a língua portuguesa e a ciência física, porém todos os conteúdos foram para a matéria do ensino secundário, não foi para o 3º Ciclo do Ensino Básico. Como reclamou na sua resposta:
(...), frequentei uma formação, chamada Formar+, esta formação focalizou-se na área língua portuguesa e de Física, mas é para ensino secundário, mas o ensino básico do 3ºciclo ainda não (P11).
Embora, alguns professores ainda não tiveram oportunidade para participar a formação, quer pelo governo ou organizações privadas. Sabendo que precisam a formação para aperfeiçoar a sua aptidão, quer a nível de pedagógico ou de conhecimento para que torna a qualidade do ensino e da aprendizagem. Como referiram nas suas afirmações:
Sinceramente, nunca frequentei nenhuma formação sobre a disciplina de Ciências Físico- Naturais (P12).
Sinceramente, nunca frequentei nenhuma formação sobre a disciplina de Ciências Físico- Naturais (P16).
Um professor relatou que não participou nenhuma formação sobre a disciplina CFN e a língua portuguesa, já que nos primeiros cinco anos ensinou outra disciplina que é a disciplina desporto e mais tarde em 2017 até a data mudava para lecionar a disciplina CFN.
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Ao longo da sua lecionação a disciplina CFN, quer o governo ou organizações privadas ainda não lhe disponibiliza a formação. Portanto, referiu na sua declaração:
(...), nunca frequentei nenhuma formação nesta área porque como já tinha dito, ensinava outra área e nos últimos dois anos a minha lecionação ainda não tem formação pelo governo ou organização privada (P8).
Em síntese, a formação oferecida para os professores com a intenção de aperfeiçoar o conhecimento dos professores na prática de ciência com a utilização de matérias simples e eleva o seu à língua portuguesa que considera com a língua do ensino em todos os níveis de ensino.
Possivelmente, quando eles voltam a escola continuam a enfrentar a dificuldade para implementar a aula pratica, uma vez que de facto a escola não a coloca o horário. Além disso, a taxa de estudantes a cada aula muito elevada e a maioria das escolas em todo território