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Losens oppgaver relatert til kompetansespredning internt

5 NAV-kontorets nytte av losordningen

5.1 Losens oppgaver relatert til kompetansespredning internt

Neste segmento, analisou-se as opiniões dos diretores entrevistados relativamente ao mecanismo de apoio oferecida pelo governo aos professores da disciplina CFN, desde do início da sua função como professor e ao longo da sua carreira, no qual apresentamos duas dimensões posteriormente.

4.1.7.1 Período preparatório

Ao perguntar as opiniões dos diretores entrevistados sobre o processo da entrada na escola de professores, todos os diretores (D1; D2; D3; D4; D5; D6) disseram que os professores entraram diretamente na escola para lecionar de acordo com o horário e a

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disciplina que a escola lhes atribui e referem que o governo não disponibiliza nenhuma formação para os docentes. Como verificamos as suas afirmações seguintes:

(...) eles diretamente recebem a disciplina e o horário do ensino, não existindo mais nenhuma formação para eles (D1).

(...) eles entraram direitamente lecionar a disciplinas que a escola lhes atribuiu e não há nenhuma formação antes de exerceram a sua função como docente (D2).

(...) entraram direitamente a escolas para lecionar a disciplina atribuída sem fornece-lhes nenhuma formação antes de iniciar a sua função como docente (D3).

Eles diretamente recebem a disciplina e horário do ensino conforme a necessidade da para exercer a sua função como o professor sem atribuídas nenhuma formação antes de começar a sua carreira profissional (D4)

profissionais diretamente e recebem a disciplina para ensinar na sala de aula conforme a carga horária que têm (D5).

(...) aquando da entrada dos professores na escola, tanto o Ministério da Educação como o próprio estabelecimento de ensino não disponibilizaram nenhuma formação. Porém, os professores começam a ensinar na sala de aula conforme o horário atribuído pela escola (D6).

Portanto, devido à dificuldade do capital, o governo não oferece a formação aos professores recrutados, então todos os professores ingressam direitamente na escola para assumir a sua função como docente, com o horário e as disciplinas atribuídas.

Sendo que, a qualidade dos professores tem o maior contributo para a qualidade de ensino, por isso a formação preparatória antes de exercem a sua função como docente pode prepará-los de modo aprimorar as suas competências, tanto a nível pedagógica ou conhecimento.

4.1.7.2 Na função de carreira

Durante a carreira dos professores, a maioria dos diretores entrevistados manifestaram que o governo através do Ministério da Educação oferece-lhes a formação de modo a aprimorar as suas competências a nível pedagógico e de conhecimentos e também a nível tecnológico. Como relatam as seguintes afirmações:

(...) o governo através de Ministério da Educação apoia-lhes a formação, de modo a fomentar as suas competências (D1).

Sim, o governo apoia os professores na capacitação do seu conhecimento (D2). Normalmente, o Ministério da Educação apoia a formação aos docentes (D3). Sim, o Ministério da educação oferece-lhes a formação (D4).

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Entre os entrevistados, apenas um diretor disse que o governo não disponibiliza a formação direitamente, mas através da ação colaborativa com outras instituições, pública ou privada. Na sua afirmação refere:

(...) o Ministério da Educação não apoia diretamente os professores, mas através a cooperação com outras instituições seja publicas ou privadas disponibiliza-lhes a formação (D6).

Portanto, a formação referida disponibilizada pelo Ministério da Educação é através do INFORDEPE e também a cooperação da UNESCO para cada área especifica, no entanto não é suficiente porque nem todos os professores têm essa oportunidade, uma vez que há um número disponibilizado, como reforça o diretor:

O Ministério da Educação através do Infordepe coopera com algumas organizações privadas como a Unesco que apoia a formação. Esta formação é para cada matéria específica, mas não para todos os professores. Deste modo, os professores participam nestas formações de acordo com o número disponibilizado pelo Infordepe ou pela Unesco, que participam em regime rotativo. Porém, a referida formação torna-se insuficiente no que diz respeito a colmatar dificuldades, dado que, por exemplo a disciplina de Ciências Físico-Naturais é composta por quatro domínios bem diferenciados (D1).

Como é evidente este tipo de formação ainda não é suficiente para formar os professores nesta área, uma vez que é uma área complexa pela sua constituição em vários domínios. Como argumentou o diretor (D3) “esta formação ainda não é suficiente, porque o tempo da formação é de apenas uma semana para lecionar esta disciplina composta por quatros disciplinas”.

Segundo que um dos diretores entrevistados relata que a formação para os professores, principalmente os professores CFN não é suficiente porque esta área de conhecimento necessita de mais aulas práticas, mais infraestruturas como bibliotecas, laboratórios e materiais laboratoriais para que eles possam implementar as propostas de atividades laboratórios abordadas nos manuais escolares desta disciplina. Na sua declaração refere:

As formações que o governo lhes oferece através do Infordepe e Unesco em cada final de trimestre. Porém não é suficiente, pois a ciência precisa de mais prática. Para tal, o governo tem que criar condições para todos os professores, a saber bibliotecas, laboratórios, materiais didáticos e também criar acesso à internet a todas as escolas (D2).

Enquanto um diretor diz que a formação fornecida pela cooperação entre o Ministério da Educação e o Infordepe é um programa anual de formação, nomeadamente o programa Formar+. Focou-se na construção de competências dos professores a nível da língua portuguesa e nas atividades laboratoriais. Na sua resposta refere que:

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O Ministério da Educação através do Infordepe oferece formação anual para os professores através do projeto intitulado “Formar+”. Nesta formação eleva-se a qualidade dos professores

ao nível do conhecimento da Língua Portuguesa e também das Ciências, sobretudo nas atividades práticas laboratoriais para quem tem o balanço entre a aula prática e teórica (D4).

Ainda que, o mesmo diretor salienta ainda que esta formação prejudica o processo ensino e aprendizagem na escola, menciona o cansaço dos professores, uma vez que têm a formação na parte da manhã e têm que lecionar na parte da tarde. Sendo que, o tempo para preparar as matérias para ensinar torna-se insuficiente. Como na sua afirmação:

(...) esta formação também tem um ponto negativo para com os professores, porque na parte da manhã eles vão ao curso e à tarde vêm ensinar, isto provoca neles muito cansaço e consequentemente, alguns professores não participam de forma ativa na formação (D4).

Perante esta situação, alguns professores não conseguem aproveitar o programa dessa formação. Mesmo assim, um diretor considera que é suficiente, porém a formação devia abranger a parte da pedagogia, pois a maioria dos professores ainda lecionam a pedagogia tradicional, como que refere o mesmo entrevistado:

Considero a formação de professores suficiente e adequada, porém é necessário existir mais professores na parte pedagógica porque o processo do nosso ensino está muito atrasado ao nível de pedagogia dos professores (D4).

Neste cenário, é preciso investimento para a área de formação dos professores e necessita de apoio das facilidades como bibliotecas físicas e online e também materiais laboratoriais para que torne uma aprendizagem mais dinâmica e efetiva que contribua a elevação da qualidade do sistema educativo.

Com a globalização, o processo de aprendizagem necessita de condições adequadas para os professores devem acompanhar a evolução das ciências no mundo atual. A qualidade do professor é a coluna vertebral para a qualidade de sistema educativo. O ensino e aprendizagem das ciências não deve ser apenas teórico, mas também em atividades práticas laboratoriais. Reforçando uma diretora entrevistada que argumentou sobre a formação disponibilizada para os professores:

Esta formação por objetivo promove as competências dos professores na atividade prática com materiais simples ou locais. Considero esta formação suficiente e adequada, mas esta deve ser mais contínua basicamente na atividade prática, uma vez que a ciência não é só teórica, mas também prática (D5).

Assim, os professores são os elementos fundamentais, de modo a acompanhar e a guiar os estudantes para conhecer e experienciar a ciência através de atividades práticas laboratoriais. Portanto, os professores necessitam de apoios e mais formação com o propósito de fomentar as suas competências nas atividades laboratoriais.

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Perante esta exigência, o governo precisa de fazer mais investimento nesta área. Assim, o Ministério da Educação faz um grande esforço em ter apoio de algumas entidades internacionais e nacionais, Infordepe, Unesco e Jica, que fornecem a formação para os professores, de modo a aprimorar as suas competências a nível da língua portuguesa e a nível de conhecimentos, fazendo a utilização de materiais simples e locais nas práticas laboratoriais, como argumentou o diretor entrevistado:

No entanto, através do Infordepe e de algumas organizações internacionais, como a Unesco e Jica deu dá-lhes apoio através de formação promovendo assim as suas competências tanto ao nível da Língua Portuguesa e das Ciências, basicamente nas atividades práticas com a utilização de materiais simples ou locais (D6).

Ainda que, infelizmente, a formação referida tem limite dos números de participantes de cada escola, talvez por falta de capacidade financeira para facilitá-la. Como o mesmo diretor afirmou:

(...) formação apresenta limitações conforme o convite realizado à cada escola. Desta forma, a escola distribui os seus docentes mediante o número estipulado para a participação na referida formação. As formações que eles frequentam são suficientes, porque tem mais facilidade para elevar os seus conhecimentos, mas, infelizmente, quando voltam à escola às vezes não implementam, uma vez que a escola não tem facilidades como o acesso ao laboratório e a materiais laboratoriais (D6).

Portanto, no ponto de vista do programa de formação fornecida é suficiente para todos os professores para lecionarem esta disciplina, principalmente nas atividades práticas no momento de formação, mas, infelizmente, quando regressam à escola não implementam os conhecimentos adquiridos, nem fazem as aulas práticas, uma vez que a escola não tem condições de materiais, equipamentos e laboratórios.

4.2 Análise sobre o processo de profissionalização dos professores CFN na