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Utviklingen av norsk økonomi på 1800-tallet

In document Norsk bank- og pengevesen 1816–1892 (sider 33-44)

O levantamento da produção discente no banco de teses e dissertações da Capes revelou a pouca produção de trabalhos envolvendo o idoso, o ensino e a aprendizagem musical e a formação de professores. A busca por trabalhos sob essa temática foi realizada no Portal da Capes no período de 1987 a 2007, utilizando 14 palavras-chave que se inter-relacionavam com o tema em questão presentes nos resumos e palavras-chave do banco de dados.

As palavras-chave pesquisadas procuraram os termos individuais: idoso, terceira idade e formação de professores e também essas palavras combinadas com os termos: música, aprendizagem, aprendizagem musical e formação de professores de música, conforme consta na tabela 1, que apresenta as palavras-chave pesquisadas com os respectivos números de pesquisas existentes de acordo com a Capes:

Tabela 1 - Palavras-chave e pesquisas relacionadas

Palavras-chave Número de pesquisas

relacionadas

1. Idoso 3646

2. Terceira idade 1955

4. Idoso e música 21

5. Terceira idade e música 15

6. Idoso e aprendizagem 94

7. Terceira idade e aprendizagem 85

8. Idoso e aprendizagem musical Não constam trabalhos 9. Terceira idade e aprendizagem musical Não constam trabalhos 10. Formação de professores e música 143

11. Formação de professores e idoso 27 12. Formação de professores e terceira idade 28 13. Formação de professores de música e terceira

idade Não constam trabalhos

14. Formação de professores de música e idoso Não constam trabalhos

Esse levantamento mostrou resultados contundentes relativos à temática que envolve terceira idade, idoso, aprendizagem, música e formação de professores. Pode-se perceber que as pesquisas estão sendo amplamente desenvolvidas em diversas áreas, mas trabalhos sobre a aprendizagem do idoso de um modo geral são em número reduzido (94) em relação ao total de trabalhos que citam o termo idoso (3646). O número de trabalhos sofre maior redução ao se inter-relacionar formação de professores e idoso (27) e formação de professores e terceira idade (28).

A análise dos resultados encontrados indica que os estudos associados ao idoso e música (21) e terceira idade e música (15) são reduzidos. Ao se cruzar os dados obtidos, alguns fatos chamam a atenção e reforçam a relevância da presente pesquisa: embora existam trabalhos que relacionem a formação do professor à música (143), à terceira idade (28), ao idoso (27) e que se refiram à aprendizagem do idoso (94) ou à aprendizagem na terceira idade (85) não há registro de pesquisas que tratem especificamente da aprendizagem musical do idoso, nem tão pouco da formação de professores de música voltada para essa faixa etária. Convém ressaltar que, apesar de não constarem trabalhos específicos sobre a aprendizagem musical do idoso, um exame mais detalhado dos resumos indicou alguns trabalhos sobre essa temática, porém relacionados à compreensão e aplicação da aprendizagem musical em contextos não-formais.

As pesquisas desenvolvidas encontram-se nas mais diversas áreas do conhecimento. De maneira geral, os estudos com os termos terceira idade, idoso, música e formação de professores estão concentrados nas áreas de: Educação, Ciências da Saúde, Teologia, Música, Ciência da informação, Ciência da Comunicação, Serviço Social, Psicologia, Gerontologia, Enfermagem, Letras, Artes, Educação Física, Administração, Epidemiologia, Multimeios, Fonoaudiologia e Direito.

As temáticas das pesquisas são diversificadas e abrangem: 1) o desenvolvimento emocional através do canto coral; 2) preferências musicais de idosos; 3) expressão de emoções por meio da biodança; 4) consumo cultural e entretenimento na terceira idade; 5) vínculo entre velhice e música; 6) atividades físicas com música e suas interferências na subjetividade do idoso; 7) recursos musicoterápicos para idosos; 8) música como fonte de vitalização de potenciais críticos e criativos, de autonomia e capacidade de recriação em idosos; 9) proposta metodológica de ensino de música com pessoas na terceira idade,10) perfil de banda de música; 11) a educação musical nas práticas educativas de professores unidocentes; 12) educação musical à distância para professores das séries iniciais do ensino fundamental; 13) a educação musical nas séries iniciais do ensino fundamental; 14) a formação de professores de música na produção da ABEM (1991-2003); 15) a formação de professores de música sob a ótica dos alunos de licenciatura; 16) as competências docentes necessárias para a prática pedagógico- musical no ensino fundamental e médio; 17) a formação e atuação profissional de licenciados em música; 18) formação de instrumentista em escolas profissionalizantes de música; 19) a influência das bandas na formação musical; 20) saberes pedagógicos dos professores de música; 21) identidade profissional do professor particular de piano; 22) educação para, sobre e no envelhecimento; 23) formação de atitudes e crenças em relação ao velho e à velhice pessoal em futuros profissionais de Educação Física; 24) relações entre formação profissional em Educação Física, situação social do idoso e qualidade de vida; 25) formação profissional e trabalho na terceira idade; 26) significados da alfabetização em classes de EJA (Educação de Jovens e Adultos); 27) conhecimentos gerontológicos na formação profissional; 28) metodologias na atuação com a terceira idade; 29) construção de autobiografias de alunos de UNATI (Universidade Aberta da Terceira Idade); 30) perfil do trabalhador para trabalhar com a terceira idade; 31) relação

professor-aluno em uma UNATI; 32) estudo sobre os formadores de professores que ministram aulas de alfabetização no EJA; 33) formação do auxiliar em enfermagem nos cursos profissionalizantes com enfoque no envelhecimento; 34) análise de concepções e representações sociais (da escola e das práticas pedagógicas) acerca do envelhecimento humano; preconceitos, estereótipos e discriminações sofridas por mulheres idosas que retomam estudos; 35) perfil do professor para trabalhar com a terceira idade a partir da visão dos idosos; 36) abordagem da temática velhice nos livros didáticos de Língua Portuguesa; 37) formação e qualificação para atuação profissional em lazer; 38) motivos e crenças em relação à velhice na formação profissional; 39) relação professor-aluno em universidade da terceira idade.

Os resultados das pesquisas revelam que: 1) a escolaridade influencia o gosto musical dos idosos; 2) ao se implementar programas de atividades com idosos é importante a investigação profunda de suas características, assim como de seu meio cultural; 3) a atividade de tocar um instrumento traz a sensação de plenitude, a certeza de continuar aprendendo e possibilita o vínculo da velhice à música e da música à vida e não à morte; 4) o uso de danças folclóricas em processos educacionais e motivacionais em idosas é satisfatório e positivo; 5) as músicas relembram o passado, a cultura, os valores e as atitudes; 6) a Biodança possibilita a melhora nas condições de vida e de saúde, da autonomia; 7) a música age como facilitadora, diminuindo o esforço em atividades físicas; 8) a música e as atividades musicais são excelentes meios para melhorar a vida e a saúde do idoso, sua auto- expressão e auto-realização, revelar a subjetividade do idoso, melhorar a autoconfiança e as expectativas em relação ao futuro; 9) a música favorece a memória dos idosos; 10) o idoso é capaz de ser alfabetizado musicalmente.

Os resultados das pesquisas com foco específico na formação de professores de música revelam que: 1) os professores particulares de música são compromissados com seu papel como profissional; 2) o ensino da música no ensino fundamental apresenta inadequação de usos e funções na prática musical e encontra-se em desarmonia com a realidade do aluno e com o contexto em que está inserido; 3) existem pouquíssimas disciplinas que abordam a questão do envelhecimento em Universidade e que não há corpo teórico que fundamente a inclusão da educação gerontológica nos cursos de formação de professores; 4) a formação oferecida nessas universidades (no caso, Educação Física) apresenta lacunas que podem comprometer a qualidade de formação e desempenho de

futuros profissionais; 5) existe a necessidade de se preparar graduandos em Educação Física para atuarem na terceira idade; 6) é necessário comprometimento por parte de profissionais da área de Saúde e Educação na promoção da melhoria da qualidade de vida dos adultos/ idosos com problemas de saúde; 7) é possível detectar a importância da valorização do aluno através da qualidade de ensino e do investimento na formação de professores para a área de educação do EJA; 8) as qualidades do professor para trabalhar com a terceira idade devem incluir o conhecimento amplo da matéria, a competência (domínio cognitivo); o aproveitamento das experiências do idoso, a criatividade e a firmeza, a boa comunicação (domínio didático); a valorização do ser humano, a tolerância, a paciência, a dedicação, a boa educação, a compreensão, a simpatia, o bom humor, a alegria e a flexibilidade (domínio afetivo); 9) o professor, ao lidar com o idoso- aluno deve modificar seu paradigma de homem, vendo-o como um ser integral, não desenvolvendo somente o intelecto e sim a psique do aluno, pois ambos: alunos e professores contribuem para o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem de forma mais humana; 10) olhar os saberes cotidianos dos professores pode ser uma alternativa relevante na produção de saberes e práticas docentes.

Os resultados dos trabalhos nas diversas áreas mencionadas indicam ainda, que o tema envelhecimento não se faz presente nos planos de ensino; a temática velhice não tem sido apresentada de maneira satisfatória em livros didáticos e não proporcionam atividades que favoreçam a construção de uma imagem positiva da velhice.

2.2 As pesquisas relacionadas ao ensino e aprendizagem musical na

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