3 METODE 3.1 Innledning
3.6 Utforming av spørreskjema og praktisk gjennomføring
O projeto foi encaminhado e obteve aprovação à Comissão Científica, em 2012, número 079/2012 (Anexo D) e do Comitê de Ética da PUCRS – CEP – sob número 09470612.7.0000.5336 (Anexo E), contando com o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido TCLE (Apêndice E), respeitando os aspectos éticos de pesquisas com pessoas.
5 ANÁLISE DA CAMINHADA E SEUS ACHADOS
Ingressamos na terceira parte do estudo, quando, mediante dados resultantes das coletas de informações dos instrumentos utilizados com o tratamento das informações coletadas.
As informações quantitativas, do Questionário de Autoimagem e Autoestima (STOBÄUS, 1983) e Instrumento para Avaliação da Motivação Inicial Docente (JESUS, 1996) e o questionário DASS-21, foram trabalhadas com Estatística Descritiva e Inferencial através do programa SPSS versão 18 com a intenção de comparar os dados levantados.
Os instrumentos quantitativos citados estão sendo utilizados em vários de nossos estudos, com autorização dos autores, inclusive em trabalhos comparativos realizados no Brasil e em Portugal.
Na procura de um melhor entendimento sobre o processo de análise das informações qualitativas, André e Lüdke (1996) constatam que todo o processo de análise dos dados qualitativos é extremamente complexo, envolvendo procedimentos e decisões que não se limitam a um conjunto de regras a serem seguidas. Existem também algumas indicações e sugestões muito calcadas na própria experiência do pesquisador que podem servir como possíveis caminhos na determinação dos procedimentos de análise.
Para as autoras, não existem regras predeterminadas para a análise de dados qualitativos, podendo-se manifestar através de manipulações, transformações, operações, reflexões e comprovações, dependendo do estilo e da experiência do pesquisador e sempre objetivando melhor entendimento sobre determinada realidade, existindo um caráter de interconexão e não de análise linear.
Dessa forma, considerando os aspectos relacionados à análise de informações qualitativas, conforme autores supracitados, nesta etapa optamos por seguir o Plano de Análise e de Conteúdo proposto por Bardin (2004), obedecendo às seguintes etapas:
a) Pré-análise;
b) Fase de exploração do material/categorização; c) Fase de análise dos resultados.
A coleta das respostas pelos instrumentos foi realizada em duas etapas, sendo a primeira no período final da formação pedagógica no curso de licenciatura entre os dias 5 e 8 de novembro de 2012, desenvolvida em sala de aula, em reunião do pesquisador com cada turma, após prévio agendamento com os coordenadores dos cursos. Os sujeitos foram informados e não tiveram nenhuma interferência de seus professores ou coordenadores para o
preenchimento do instrumento, assinando o TCLE. Após sermos apresentados aos acadêmicos, em reunião em sala neutra, passamos à fase de coleta de dados, através de instrumentos os quais foram distribuídos todos em uma embalagem plástica contendo em ordem de apresentação, do primeiro para o último: Termo de Consentimento Livre e Esclarecido; Questionário Sócio Demográfico; Instrumento de Avaliação da Motivação Inicial (JESUS, 1996); Questionário Autoimagem e Autoestima (STOBÄUS, 1983); Questionário DASS-21 e Questionário Formação na Licenciatura com questões abertas. Passamos um por um até completarmos todos os instrumentos.
Recebemos as respostas de 68 acadêmicos, sendo 20 do curso de Pedagogia, 20 do curso de Letras e 28 do curso de Educação Física, totalizando 68 licenciandos, dos quais 53 são do sexo feminino e 15 do sexo masculino, com idades compreendidas entre 19 e 46 anos, todos formandos da Faculdade Assis Gurgacz, da cidade de Cascavel-PR, no ano de 2012.
Complementando esta etapa, realizamos Entrevista com professor formador da instituição, responsável pela disciplina de Estágio Pedagógico, em momento posterior, agendado previamente.
Na segunda fase, já com os sujeitos como docentes, no ano de 2013, optamos pela entrevista como instrumento de coleta de dados, haja vista a participação de 5 (cinco) docentes que se enquadraram e se manifestaram positivamente para continuidade do estudo para esta etapa. A escolha desses sujeitos, conforme já explicitamos, ocorreu na seguinte ordem de ações:
Buscamos realizar contato com os 68 sujeitos participantes na primeira abordagem ainda como licenciandos no último período de seu curso, adotando a estratégia de envio de correspondência por correio eletrônico (e-mail) a todos os participantes no dia 08 de abril de 2013, solicitando retorno sobre a continuidade da pesquisa para os que haviam iniciado docência no início do ano letivo de 2013. Recebemos retorno de 15 (quinze) sujeitos, dos quais, apenas 5 (cinco) haviam iniciado carreira como docente.
Reenviamos correspondência eletrônica no dia 24 de abril de 2013 aos que não nos responderam o primeiro envio. Dessa vez recebemos retorno de 8 (oito) sujeitos, dos quais (três) se manifestaram ter entrado no mercado de trabalho atuando como docentes. Assim, totalizamos oito sujeitos aptos para a continuidade do estudo. Acreditamos que, possivelmente, parte dos que não nos responderam ainda não haviam entrado na carreira docente, fato que os excluía da continuidade da pesquisa, já que o texto na correspondência eletrônica deixava claro essa informação.
A partir desse momento, fomos interagindo e mantendo contato com os professores em estágio inicial de docência, nossos sujeitos do estudo, a fim de mantermos relação de continuidade da pesquisa, para que no segundo semestre fizéssemos a segunda etapa de abordagem, já como docentes. Importante lembrar que optamos por realizar a coleta de dados no segundo semestre do ano letivo de 2013, para deixá-los vivenciar pelo menos um semestre na função docente. Dos oito professores iniciantes, tivemos dificuldade com três para promover encontro pessoal para entrevista, resultando em desenvolvimento da entrevista com cinco professores.
De posse dos dados, passamos nesse momento à apresentação dos resultados, seguido de análise com contrapontos de referenciais teóricos pesquisados e de nossa própria contribuição.