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5.2 Traianus Decius’ liv og karriere

5.2.1 De to Caesarene

Prova.Considereuma

3

- oloraçãode

K

2n

eseja

V (K

2n

) = A∪B ∪C ∪D

umapartição que satisfazas ondiçõesda EC

2

.

Como na prova do lema anterior, primeiro removemos de

A

todosos vérti es que não possuem graualto em

B

,

C

ou

D

nas ores apropriadas, então todosos vérti es de

B

que não possuem grau alto em

A

,

C

ou

D

nas ores apropriadas. Então todos os vérti es de

C

e

D

que não possuem grau alto em

A∪ B

na or apropriada. Mais pre isamente, umvérti e

v∈ A

é removido se

deg

R

(v, B) < (1−α

1/2

)|B|, deg

G

(v, C) < (1−α

1/2

)|C|

ou

deg

B

(v, D) < (1−α

1/2

)|D|.

Pelas ondiçõesdedensidade emEC

1

seguequeo número detais vérti es ex ep i- onais em

A

é nomáximo

1/2

|A|

. Umvérti e

v∈ B

éremovido se

deg

R

(v, A) < (1−α

1/2

)|A|, deg

G

(v, C) < (1−α

1/2

)|C|

ou

deg

B

(v, D) < (1−α

1/2

)|D|.

Um vérti e

v∈ C

é removido se

deg

G

(v, A∪ B) < (1 − α

1/2

)(|A| + |B|),

e nalmenteumvérti e

v∈ D

éremovido se

Ao todo, estes somam no máximo

12α

1/2

n

vérti es ex ep ionais. Como antes,

olo amos estesvérti es emumnovo onjunto hamado

E

1

. E, omo antes, denimos

A

1

= A\ E

1

,

B

1

= B\ E

1

,

C

1

= C\ E

1

,

D

1

= D\ E

1

.

Agora, todos os vérti es em

A

1

são adja entes a pelo menos

(1

− 7α

1/2

)|B| ≥

(1−7α

1/2

)|B

1

| ≥ (1−α

1/3

)|B

1

|

vérti esem

B

1

atravésdearestasvermelhaseoanálogo valeparaosoutros onjuntose ores. Se

|C

1

| ≥ n/2

éfá ila harum

C

n

mono romáti o gulosamente em

[C

1

, A

1

∪ B

1

]

. De modo análogo é fá il a abar se

|D

1

| ≥ n/2

. Logo, suponha que

|C

1

|, |D

1

| < n/2

. Sejam

|C

1

| =

n

2

− c

e

|D

1

| =

n

2

− d

,onde

c, d > 0

. Armamosque nãoexiste um aminho verdeem

A

1

(nemem

B

1

)de ordem

2c + 1

assim omonãoexiste aminho azulem

A

1

(ouem

B

1

) deordem

2d + 1

. Suponha que

P

é um tal aminho em

A

1

, om ordem

2c + 1

e extremidades

a

1

e

a

2

. Note que

c

é muito pequeno, ertamentemenor que

α

1/3

n/2

.

Como todos os vérti es de

A

1

∪ B

1

têm grau verde alto em

C

1

, podemos a har

c

1

6= c

2

∈ C

1

tais que asarestas

a

1

c

1

e

a

2

c

2

são verdes. Agora, quaisquerdois vérti es em

C

1

têm pelo menos

|A

1

∪ B

1

| − 2α

1/3

|A

1

∪ B

1

| − 2k

C

>

|C

1

|

vizinhos verdes em omumem

A

1

∪ B

1

\ V (P )

. Daí, podemos de maneira gulosa en ontrar um aminho verde

P

, omeçando em

c

1

e terminando em

c

2

que não passa por

V (P )

e passa por todososvérti es de

C

1

. Então

P∪ P

énosso

C

n

mono romáti o.

Pelolema5.6,

A

1

(resp.,

B

1

) ontémnomáximo

(2c−1)|A

1

|/2

(resp.,

(2c−1)|B

1

|/2

) arestasverdes enomáximo

(2d− 1)|A

1

|/2

(resp.,

(2d− 1)|B

1

|/2

) arestasazuis. Agora, removemosde

A

1

e

B

1

todososvérti esadja entesamaisque

α

1/6

n

vérti esde

A

1

∪B

1

atravésdearestasverdesouazuiseos olo amosem

E

1

. Chamamos osnovos onjuntos de

A

2

,

B

2

,

C

2

,

D

2

e

E

2

(vejaque

C

2

:= C

1

e

D

2

:= D

1

,mastro amososíndi esdetodos os onjuntosparamanteranotaçãosimples). Notequeremovemosno máximo

1/6

n

vérti es, assim

|E

2

| ≤ 5α

1/6

n

. Feito isto, o que obtemos é que o grafo

G

R

[A

2

∪ B

2

]

, induzido pelas arestasvermelhasde

A

2

∪ B

2

,temgrau mínimo

|A

2

∪ B

2

| − 5α

1/6

n

,ou

seja, é quase ompleto.

Estamos hegandoao ponto nal. Sejam

n

AB

= n− |A

2

∪ B

2

|

,

n

C

= n/2− |C

2

|

,e

n

D

= n/2− |D

2

|

. Se

n

AB

< 1

,entãoestamosfeitosjáque

G

R

[A

2

∪ B

2

]

éhamiltoniano, por Dira . Logo, suponhaque

n

AB

≥ 1

.

Suponha agora que existem

k = n

C

< α

1/6

n

vérti es em

E

2

, ada um om pelo menos

n/16

vizinhos verdes em

A

2

∪ B

2

. Sejam

e

1

, . . . , e

k

tais vérti es. Como

e

i

tem pelomenos

n/16

vizinhosverdesem

A

2

∪B

2

,podemoses olherpara ada

e

i

doisdesses vizinhos

a

i

, b

i

de modoque

a

1

, b

1

, a

2

, b

2

, . . . , a

k

, b

k

sejam doisa dois distintos.

Daí,tomamosumvizinhoverde

c

1

∈ C

2

de

a

1

,eumvizinhoverde

c

k+1

∈ C

2

de

b

k

,e para adapardevérti es

b

i−1

, a

i

, om

i = 2, . . . , k

,tomamosumdeseusvizinhosverdes

c

i

∈ C

2

em omum. Novamente, os

c

i

's podem ser es olhidos dois a dois distintos já que quaisquerdois vérti esde

A

2

∪ B

2

têmpelomenos

|C

2

| − 2α

1/6

n/2 > 2k

verdes em

C

2

em omum. Podemos também en ontrar demaneira gulosa um

c

1

, c

k+1

- aminho verdequenão passa pelos vérti es

a

i

, b

i

, c

i

'se saturatodososdemaisvérti es de

C

2

,jáquetodososparesdevérti es em

C

2

têmumavizinhança omumgrandeem

A

2

∪ B

2

. Com isto,temosum

C

n

verde.

Daí, resta o aso em que há menos que

n

C

< α

1/6

n

vérti es em

E

2

que possuem grauverdemaiorouigual a

n/16

em

A

2

∪ B

2

. Domesmomodo,podemosassumir que hámenosque

n

D

< α

1/6

n

vérti esem

E

2

quepossuemgrauazulmaiorouiguala

n/16

em

A

2

∪ B

2

.

Então,existempelomenos

2n−|A

2

∪B

2

|−|C

2

|−|D

2

|−(n

C

−1)−(n

D

−1) > n−|A

2

B

2

| = n

AB

vérti esem

E

2

, adaum ompelomenos

|A

2

∪B

2

|−2(n/16) > 2|A

2

∪B

2

|/3

vizinhos vermelhos em

A

2

∪ B

2

. Seja

F

um onjunto de

n

AB

vérti es desse tipo.

Assimografo

G

R

[A

2

∪ B

2

∪ F ]

,induzido pelas arestasvermelhasde

A

2

∪ B

2

∪ F

,é hamiltoniano (por Dira )e tem

n

vérti es. Logo,ele ontém um

C

n

vermelho.

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