2. Teori og tidligere forskning
2.2 Lesing og leseforståelse
2.2.2 The simple view of reading - en leseforståelsesmodell
Tendo sido iniciada a minha carreira como educadora, e principiando mais um ano letivo pouco tempo após o primeiro mês de aula, recebi a informação de que seria transferida para outra unidade da Coordenadoria de Ensino, para assumir a sala de uma professora que havia tirado licença por problemas de saúde. Ao chegar à nova escola fui recebida pela professora com comentários do tipo:
É você quem vai ficar com a licença do período da manhã? Prepara-se para a “bomba” que estão jogando em sua mão! Lá tem um menino que é terrível, a professora deve ter ficado doente por causa dele. – Não dá moleza para o Jonathan ele é insuportável, várias professoras aqui já apanharam dele.
Confesso que fiquei assustada com os relatos das professoras sobre o comportamento da criança. Todas elas tinham sempre algo a dizer quando o assunto era Jonathan e era um assunto que tinha uma grande repercussão entre elas.
Diziam que ele não tinha a mínima educação, que não obedecia ninguém e que era muito agressivo com os alunos e também com as professoras, que de vez em quando levavam chutes do menino. Além disso, nunca havia se sentado em seu lugar para realizar qualquer tipo de atividade, mas ficava correndo pela sala, atormentando e atrapalhando os alunos que queriam aprender.
O modo pelo qual se referiam a ele não parecia se tratar de uma criança de apenas cinco anos. Raiva e desprezo eram sentimentos que transpareciam por meio de suas falas, o que me trazia a preocupação de não “dar conta do recado”. Fiquei assustada e também curiosa por conhecer essa criança que se tonara alvo dos comentários de tantas professoras naquela escola. Senti também um pouco de compaixão de uma pessoa que parecia ser tão odiada, estando ainda na educação infantil.
Logo no primeiro dia de aula com aquela turma percebi que não seria fácil e que os relatos das professoras eram verdadeiros quanto ao comportamento do menino; no entanto, não achava justo que uma criança pudesse ser tão odiada em um ambiente que tem a obrigação de acolher, ensinar, cuidar, pois não vejo a
viabilidade de se ensinar algo a uma criança nutrindo por ela um tão forte sentimento de rejeição.
Sabia que precisava encontrar um meio, um caminho que me levasse a compreender as razões de toda aquela rebeldia, para então buscar a solução para o problema. Minha primeira hipótese para o comportamento do aluno era que ele fosse agredido em sua casa e estivesse reproduzindo essa agressão na escola.
Para minha surpresa, logo nos primeiros contatos que tive com a mãe de Jonathan ela se mostrou bem carinhosa com o filho e também muito paciente e equilibrado emocionalmente, que em nada confirmava minha hipótese (e da maioria dos professores que têm em sua sala alunos agressivos).
Firmei comigo mesma o compromisso de ajudar aquele aluno, mas sabia que teria de compreender as razões pela qual Jonathanse comportava daquela maneira e principalmente não me deixar influenciar pelos comentários e visão negativa das demais professoras. Ao chegarem à unidade escolar, as crianças formavam fila e cada professora à frente de sua turma iniciava uma música, que era acompanhada por todos.
Observei que Jonathan chegou acompanhado de outro aluno, com quem conversava bem descontraído. Era desajeitado ao andar, passando pelo meio das filas e esbarrando nas crianças com o corpo e a mochila que trazia nas costas. Não cantava, nem se posicionava olhando para frente como os demais alunos, mas se virava para trás e conversava animadamente com seu colega todo o tempo. Jonathan começava a empurrar e bater nas crianças logo que percebia que íamos nos dirigir até as salas de aula, pois queria sempre ser o primeiro da fila.
Na sala de aula ele batia com a mochila na cabeça das crianças uma a uma. Observei que quando ele ia se aproximando, os alunos se encolhiam numa tentativa de se proteger, porém não revidavam e se protegiam com certa antecedência, ao que me parecia ser aquela atitude do menino algo que fazia parte da rotina daquela turma. Tinha também o péssimo hábito de cuspir no rosto de seus colegas; era algo que ocorria com certa frequência com qualquer criança que o contrariasse.
Ao ser questionado por mim ou pelos colegas, ele empurrava as mesas, virava as cadeiras que se encontrassem vazias e tampando os ouvidos com as mãos, ficava andando pela sala e cantarolando em voz alta Lá, lá, lá, lá.
Quando queria fugir de alguma situação em que se sentia pressionado, ou seja, quando seus colegas me contavam que Jonathan havia lhes agredido, ele
corria para se esconder embaixo de uma das mesas, sendo que dava preferência a tentar se esconder embaixo das mesas que estavam desocupadas, empurrava as cadeiras que estavam em volta, jogando-as ao chão e ficava esperando que eu me aproximasse para que saísse correndo pela sala.
Quando eu não ia até ele, Jonathan deitava-se embaixo da mesa e levantava mesinha com os pés, ou então ia empurrando, chutando, virando a mesa de pernas para o alto até que criasse um incômodo suficiente para atrair minha atenção e de toda a sala de aula.
Gostava de esvaziar um armário que ficava disponível na sala com materiais (algumas bolas e cordas) e se esconder dentro dele. Outras vezes escondia-se atrás da porta da sala, ou dos banheiros até que eu fosse à sua procura.
Seu comportamento assustava algumas crianças, que começavam a chorar, ao ouvir as cadeiras caindo. Ao serem agredidas por ele não reagiam, pareciam se intimidar com suas ameaças e seu porte físico que ele fazia questão de exibir, mostrando os músculos do braço e dizendo: “Sou muito forte!”.
Eu então o convidava a arrumar a sala comigo. Modificando as mesas e cadeiras de lugar mesmo que estivessem arrumadas, apenas para que utilizasse de sua suposta força em algo que não prejudicasse seus colegas.
Percebi que ele tinha dificuldade de se relacionar com as crianças e que, durante os jogos e brincadeiras, queria ser sempre o primeiro, ocupar lugar de destaque, e quando isso não acontecia, Jonathan rapidamente ficava mal humorado e agressivo.
Quando tentava se aproximar das mesas onde estavam as outras crianças era rejeitado, os alunos combinavam entre si de trocarem de lugar, deixando-o sozinho. Era de rotina que, ao se sentar e tentar brincar ou conversar, os alunos levantavam-se de seus lugares e procuravam se acomodar em outra mesa. Ele então saía a andar pela sala, falando sozinho, resmungando e empurrando mesas e cadeiras.
Não me ouvia quando eu me aproximava para conversar e procurava algum objeto na mochila, como a caneca ou talha e ficava brincando com os objetos como se conversasse com ele, ignorando completamente a minha presença e minha fala.
Eu fingia não me incomodar, me afastava e ficava observando. Jonathan estava sempre se movimentando pela sala e procurando algo com que se distraísse, porém nada o distraía por muito tempo. Falava todo o tempo, mesmo que ninguém
lhe dessa atenção, e eram interessantes suas conversas, pois tinha um bom vocabulário, superando nesse quesito todas as demais crianças.
Ao se aproximar de um grupinho de alunos que estivessem usando lápis de cor ou canelinha de colorir, Jonathan se apoderava de todo o material da mesa para brincar, criando logo uma situação de desentendimento.
Por várias vezes as crianças gritavam: “Professora, olha o Jonathan aqui me atrapalhando!” Eu então tentava conversar com ele, mostrava que eu tinha colocado material também em sua mesa e que o mesmo estava todo no chão.
Eu me sentava com ele e começava a conversar sobre algo que o interessasse até que se acalmasse e apenas quando já estava mais tranquilo eu tentava conversar sobre sua atitude com os colegas. Mas nem sempre isso dava certo, às vezes me deixava falando sozinha e ia perambular novamente pela sala.
Durante as atividades, Jonathan demonstrava pouco interesse por qualquer tipo de atividade, sendo que os únicos momentos em que ficava um pouco mais tranquilo era quando estávamos na sala de vídeo. Assistia atentamente aos desenhos infantis, apesar de interromper, fazendo comentários, pois parecia já ter assistido a todos eles.
Era esse um dos poucos momentos em que eu conseguia conversar com ele, e nessas conversas pude observar o quanto Jonathan gostava de contar sobre os filmes que já havia assistido, e que parecia ficar muito tempo na frente da TV quando estava em casa, pois nos falava dos super-heróis, mas também fazia comentários sobre os filmes e novelas que assistia com seus pais.
Era com base nos desenhos que eu conseguia conversar com ele, pois gostava de me mostrar que sabia o que as personagens diriam ou faziam, antes que o desenho mostrasse. Eu então prolongava o assunto perguntando sobre o desenho, e por vezes relacionava com a realidade de acordo com o desenrolar da história.
Passei a utilizar o comportamento dessas personagens para dar exemplo de como se deve utilizar nossa força e esperteza para ajudar os outros, como o fazem alguns super-heróis, e a reprovar suas atitudes erradas dizendo, por exemplo, que o homem aranha jamais se comportaria daquela maneira agressiva.
Descobri que era único filho do casal, que a mãe estava grávida, e que ele tinha uma boa relação com o pai por meio dessas conversas, e fui assim tentando conhecer melhor aquela criança que em alguns momentos era doce e carinhoso,
mas em outros momentos conseguia tirar do “sério” qualquer pessoa, por criar tamanho tumulto e confusão.
Quando Jonathan agredia seus colegas, sua expressão era de pouco caso com o ocorrido, não demonstrando sentimento algum quanto ao choro da criança ou quanto às minhas palavras de reprovação à sua atitude. Dificilmente chorava ou demonstrava fragilidade, mas ao ser corrigido se justificava, procurando sempre algo ou alguém para atribuir a culpa por suas falhas. Seus argumentos eram interessantes e bem elaborados.
Recordo-me que durante as brincadeiras e jogos que aconteciam na pequena área externa da escola, ele se aproximava apenas no início da atividade, porém observava alguns minutos e se afastava Jonathan não parava para ouvir as regras das brincadeiras e jogos, e, portanto, as poucas vezes que tentava participar tinha atitudes que não faziam parte da brincadeira, o que era reprovado pelos colegas.
Comecei a propor brincadeiras, as mais simples possíveis, e colocá-lo em lugar de destaque. Uma brincadeira que ele gostava era quando eu demarcava o espaço riscando com giz, como se fosse uma trave, e as crianças formavam fila pra acertar o gol; Jonathan era o goleiro.
Jonathan estava um pouco acima do peso e se cansava rapidamente nas brincadeiras que exigiam algum esforço físico, além de cair com facilidade. Não era difícil para as crianças fazer um gol tendo Jonathan como goleiro, o que fazia com que ele perdesse logo o interesse pela brincadeira.
Observei que apenas os gols feitos por um de seus colegas não lhe causava irritação; por esse motivo passei a organizar a brincadeira em grupos menores; no grupo de Jonathan participavam pouquíssimas crianças, incluindo este seu colega.
Nas brincadeiras ou competições em que participava demonstrava muita ansiedade em ganhar e ficava revoltado quando isso não acontecia, ou seja, tinha dificuldades em lidar com situações que fossem contrarias à sua vontade e tentava fugir às regras da brincadeira tentando ganhar fora das regras.
Eu sempre lhe dizia que aquilo era apenas uma brincadeira e que o mais importante na brincadeira era se divertir e que nem todos ganham num jogo, pois se assim fosse não seria divertido.
Ao final das atividades externas eu me sentava a seu lado e conversava sobre seu comportamento, procurando sempre algo positivo para iniciar a conversa,
depois dizia o que não foi legal ter acontecido, mas ele sacudia os ombros em sinal de pouco caso e saía de perto de mim.
Na sala de aula era onde os desafios se tornavam maiores, Jonathan tinha dificuldades de ficar sentado por mais de cinco minutos e parecia se incomodar com o fato de ver as demais crianças sentadas e realizando as atividades propostas, jogava no chão todo o material que estivéssemos utilizando, parecia não querer que a aula acontecesse, visto que não se interessava por ela. Amassava ou rasgava as atividades que os demais alunos estivessem realizando, causando insegurança e desconforto, e chamando a atenção de todos.
Eu ficava brava com ele e tentava consolar o aluno que havia sido prejudicado, mas parece que isso o deixava ainda mais descontrolado, então ele começava a chutar a porta, os armários, deixando assustados todos os alunos da sala.
Recebia vários bilhetes das mães, dizendo “professora meu filho disse ter apanhado de um menino chamado Jonathan, por favor, tome providencias”. Na verdade eu sabia que tinha de encontrar uma solução, mas não sabia por onde começar.
Percebi que ele tinha dificuldade de se relacionar com as crianças e que, durante os jogos e brincadeiras, queria ser sempre o primeiro e ocupar lugar de destaque sempre e quando isso não acontecia, rapidamente ficava mal humorado e agressivo.
Na sexta-feira era permitido o uso de brinquedos que eles traziam de suas casas e destinávamos uma hora de aula para que livremente brincassem enquanto observávamos e fazíamos as intervenções necessárias, favorecendo a interação entre eles.
Eram esses os momentos em que ficavam bem explícitos que os sentimentos de rejeição expressos nas falas das professoras haviam contaminado também os alunos. Ninguém queria brincar com Jonathan e quando ele se aproximava das crianças todos se afastavam indo brincar em outro canto da sala.
Às vezes Jonathan ficava a andar pela sala falando consigo mesmo em voz alta, resmungando que ia embora daquela escola, que ninguém gostava dele e que eram todos chatos. Nesses momentos de desabafo se tornava possível o diálogo com Jonathan; eu pedia que me ajudasse a arrumar o armário onde guardava os materiais pedagógicos utilizados por eles.
Eu retirava do armário várias caixinhas de tinta, lápis de cor, e giz de cera e pedia a Jonathan para me ajudar a organizar. Ele ia empilhando os materiais e conversando comigo, aos poucos se distraía, esquecendo completamente o fato de não ter com quem brincar. Quando já estava bem calmo, então eu me aproximava do grupinho de crianças onde estivesse Lucas o único colega que Jonathan tinha conquistado na sala, e o inseria no grupo.
Já estávamos quase ao final do segundo semestre e Jonathan nunca havia produzido uma simples atividade de desenhar ou colorir, mas apenas uma atividade realizada com tinta guache, restando só metade da folha, pois destruía seus próprios trabalhos, quando por alguma razão não gostava deles. Nunca concluía as atividades que começava e as destruía antes de terminar.
Não se interessava pelas atividades realizadas em sala de aula, mas ficava enciumado a cada vez que eu elogiava a produção de outras crianças, e reagia tentando destruir também os trabalhos deles, amassando e rasgando. Outras vezes ofendia e ameaçava verbalmente os alunos quando eu estava brava com ele e o corrigia por seu comportamento. Percebi que quando eu ficava brava com ele, sua forma de me atingir era batendo nas crianças.
Ao conhecer os pais de Jonathan fiquei ainda mais confusa quanto à causa da agressividade apresentada pelo menino. Seus pais não demonstravam ser agressivos com o menino. A mãe se mostrava interessada pela educação dele e comparecia à escola sempre que era solicitada. Segundo a mãe, o pai de Jonathan o deixara mal acostumado e fazia todas as suas vontades sem lhe impor limites.
Parece-me que tanto os pais como os professores sentem orgulho quando as crianças aprendem com facilidade, quando se comportam de acordo com as expectativas dos adultos. Quando, porém, as coisas não acontecem dentro de um padrão considerado “normal” pela sociedade, as frustações são visíveis nas falas de pais e professores, que tentam atribuir a alguém a responsabilidade, culpando a criança pelo resultado negativo.
Procurei saber da mãe como havia sido o ano anterior para ele e se ela tinha alguma atividade guardada para me mostrar, mas me respondeu que durante o ano inteiro seu filho não havia realizado nenhuma atividade no caderno ou sulfite e que foi um ano somente de reclamações por parte da escola.
Estávamos no final do primeiro bimestre e eu tinha notado poucos avanços no aluno. Estava se aproximando o dia a reunião de pais, o que me causava certa
preocupação, pois eu não conhecia ainda as famílias dos demais alunos, mas podia imaginar o que sentiam com relação a Jonathan, que certamente não seria diferente dos sentimentos demonstrados pelos professores quando cheguei à EMEI.
Como eu trabalhava no primeiro turno, das sete às onze da manhã, a saída dos alunos era acompanhada pela professora do horário seguinte, que ficava com eles até às treze horas. Desse modo, meu primeiro contato com os pais seria na reunião, com exceção da mãe de Jonathan, que sempre vinha à escola a pedido da coordenadora para tomar ciência das ocorrências escolares envolvendo seu filho.
Um dia eram hematomas, outro dia marcas de mordidas deixadas no braço das crianças, outras vezes eram reclamações de chutes, por várias vezes os pais iam até à escola para fazerem reclamações das agressões que os filhos sofriam, porém as conversas aconteciam na diretoria e eu apenas ficava sabendo depois.
Na reunião de pais percebi que estavam ansiosos por falarem de como se sentiam prejudicados pelas agressões que seus filhos sofriam por parte de Jonathan e que a escola teria de solucionar o problema, mesmo que para isso tivesse que transferir o aluno para outra sala, ou para o período da tarde.
Deixei que falassem, pois pareciam muito angustiados; pelo visto, os problemas de brigas das crianças, envolvendo Jonathan, já aconteciam desde o ano anterior, e a escola parecia não apresentar soluções. Foi difícil conduzir uma reunião com mais de trinta pessoas quando todas elas queriam falar ao mesmo tempo.
A mãe de Jonathan apenas ouvia as reclamações sem nada dizer, parecia um réu em julgamento, parecia sentir culpa por não saber o que fazer com o filho. Experimentei de certo modo o mesmo sentimento, afinal de contas as reclamações giravam em torno de fatos ocorridos em sala de aula, na qual a responsável era eu, e muitas vezes também não sabia muito o que fazer.
Após todos eles falarem, informei que eu não iria fazer nada para que o menino fosse transferido de sala nem de período, pois não achava correto transferir o problema para outro professor ou para outros pais (já que eles consideravam o menino como um problema), porém, contava com a compreensão deles para encontrar uma solução.
Pedi que se colocassem no lugar da mãe de Jonathan, que mesmo prevendo o que ouviria na reunião de pais, estava ali disposta a ouvir todas as reclamações, informei que comunicava a ela os fatos ocorridos na sala e que ao solicitar sua
presença ela vinha prontamente. Enfim, tentei sensibilizar as famílias para que tivessem um pouco mais de paciência.
A reunião de pais aumentou minha preocupação com Jonathan crescendo também meu desejo de ajudá-lo. Fiquei pensando em como seria para ele o ano seguinte, quando então estaria no ensino fundamental.
Na educação infantil há vários momentos em que o aluno tem que ter atividades no pátio, no parque, na sala de vídeo, enfim não é exigido do aluno que fique por horas sentados em sua cadeira, o que é muito bom porque essas atividades propiciam momentos em que a criança pode se expressar e interagir melhor com seus colegas.
Procurei conversar mais com Jonathan e lhe perguntar o porquê daquela atitude a cada vez que batia num colega. É interessante perceber que as crianças nem sempre tentam justificar seus erros como fazem os adultos, e que às vezes não fazem questão alguma de esconder o que pensam e o que sentem com ralação ao