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8   KONKLUSJON OG IMPLIKASJONER

8.1.4   Tekniskutstyr/valg og materialer

O último exemplo de canto figurado dado por Morley contém a representação das Proporções adotada pelos compositores ingleses (primeira versão) e em seguida a mesma composição da maneira como autores italianos ou alemães costumam registrar (segunda versão). Trata-se de uma canção a três vozes: Soprano, Tenor e Baixo (Figura 162). Todas as partes iniciam com o mesmo sinal de mensuração, chamada por Morley de Proporção ou sinal de igualdade (

¢

), que indica uma Breve por tactus ou o seu valor em outras figuras musicais.

A partitura original está apresentada no tratado em seções pequenas de modo que todos os cantores possam cantar suas partes simultaneamente.

A voz Soprano, tanto na primeira versão como na segunda, mantém o sinal

¢

até o fim

da canção, enquanto as demais vozes sofrem os efeitos das mudanças de Proporções e, consequentemente, a alteração do valor temporal das figuras rítmicas. Deve-se ter em mente que o tactus é mantido de forma constante, pois só assim é possível conjugar diversas proporções métricas em uma mesma execução.

Sendo assim, não há dificuldades no Soprano, desde que se mantenha o tactus encaixando uma Breve nele ou o seu valor em outras figuras.

No Tenor e Baixo, no entanto, há várias mudanças de Proporções. A primeira delas é chamada pelos ingleses de Sêxtupla (

).

Figura 163. Sêxtupla inglesa na parte do Tenor e do Baixo - primeira versão.

Isto se deve porque a Semibreve é subdividida em três Mínimas, devido à Prolação Maior que é reconhecida pela presença do ponto no semicírculo:

Ë

3

$

$

$

Figura 164. Divisão da Semibreve na Prolação Maior.

No entanto, o sinal invertido desta maneira

faz com que esteja em Diminuição

reduzindo o valor da nota pela metade43. Sendo assim, são duas Semibreves ou seis Mínimas

para cada metade do tactus desta forma:

3

3

$

$

$

$

$

$

Figura 165. Sêxtupla inglesa.

43 Cf. p. 233 (diálogo 230).

T.

Note que ao todo são seis Mínimas para cada metade do tactus, configurando assim a Sêxtupla inglesa, só que com figuras pretas, já que os ingleses costumavam notar de preto as passagens proporcionais.

Deve-se levar em consideração no exemplo de Morley que o Soprano está em Diminuição com o sinal

¢

; logo são duas Semibreves por tactus inteiro. Para cada Semibreve

do Soprano são encaixadas, então, seis Mínimas pretas do Tenor e do Baixo.

¢

3 3

“

3 3 3 3

%%% %%% %%% %%%

Figura 166. Resumo comparativo entre Imperfeito de Menor diminuído e Sêxtupla inglesa.

Porém, segundo Morley, trata-se da Tripla autêntica44 escrita em notas pretas, pois estas seis Mínimas pretas valem três Semibreves pretas ou Imperfeitas:

%

%

%

%

%

%

Figura 167. Tripla autêntica escrita em notas pretas.

Portanto, são encaixadas três Semibreves Imperfeitas do Tenor e do Baixo em uma Semibreve Imperfeita do Soprano caracterizando a Tripla autêntica em notas pretas.

Na segunda versão, contudo, Morley representa a Sêxtupla autêntica através dos Números Proporcionais , ou seja, seis Semibreves para uma Semibreve do Soprano. Neste caso, o sinal invertidoé desnecessário, pois o sinal anterior

¢

se mantém.

Figura 168. Sêxtupla autêntica na parte do Tenor e do Baixo – segunda versão.

44 Os ingleses faziam mau uso da nomenclatura das Proporções. Para distinguir as duas formas (inglesa e

continental), Morley adiciona o adjetivo “autêntico” ao se referir aquela Proporção descrita pelos teóricos e praticada no continente europeu. Tripla autêntica, por exemplo, refere-se àquela Proporção que encaixa três figuras musicais de um mesmo tipo no lugar de uma, como três Semibreves para uma Semibreve.

T.

A próxima Proporção é a Dupla autêntica representada pelo Tempo Imperfeito de Prolação Menor invertido (

®

).

Figura 169 Dupla autêntica na parte do Tenor – primeira versão.

Figura 170. Dupla autêntica na parte do Tenor – segunda versão.

Lembre-se que o Soprano está diminuído em

¢

e para expressar Dupla, as outras

partes devem estar duplamente diminuídas, por isso

®

. O sinal da Proporção Dupla na parte

do Baixo (Figura 171) está grafado errado, pois indica duas Semibreves por tactus e não quatro.

Figura 171. Dupla autêntica na parte do Baixo – primeira versão.

Figura 172. Dupla autêntica na parte do Baixo – segunda versão.

Segundo Harman (1973, p. 85), se a Proporção anterior é mostrada por qualquer outro sinal que

¡

ou

¢,

então não se deve usar o sinal invertido e sim os Números Proporcionais, mas Morley não segue rigorosamente esta regra.

Em seguida, tem-se no Tenor a mudança para a Prolação Menor

¢

(Figura 173),

enquanto o Baixo passa para a Tripla ordinária com três Mínimas pretas para cada metade do

tactus (Figura 175). Note que o sinal de mensuração é antecipado na primeira versão do Tenor

em relação à segunda versão (Figuras 173 e 174).

Figura 174. Imperfeito de Prolação Menor na parte do Tenor – segunda versão.

Na representação das Proporções segundo os ingleses, ou seja, na primeira versão, o Baixo possui o sinal da Tripla com três Mínimas pretas para cada metade do tactus desta forma:

Ë

32 (Figura 175). Este sinal significa que, no lugar de duas Mínimas brancas da parte do Tenor, devem ser cantadas três Mínimas pretas, ocasionando desta forma, uma polirritmia.

Figura 175. Tripla com três Mínimas pretas na parte do Baixo – primeira versão.

Na segunda versão, no entanto, Morley apresenta a Tripla autêntica na qual três Semibreves do Baixo são executadas no lugar de uma Semibreve do Soprano (Figura 176):

Figura 176. Tripla autêntica (¢) na parte do Baixo – segunda versão.

Em seguida, na primeira versão, o Baixo muda para o sinal

31 (Figura 177), que é o Imperfeito de Prolação Maior invertido, e indica que três Semibreves pretas, ou seis Mínimas pretas do Baixo, são encaixadas no lugar de uma Semibreve do Soprano.

A Proporção Tripla (

¢

), na segunda versão, é anulada com o sinal

¢

, já que a Proporção de Menor Desigualdade também tem a função de anular uma Proporção anterior. Portanto, a partir de

¢

, a figura que passa a reger o tactus é a Breve (Figura 178).

Figura 178. Proporção de Menor Desigualdade (Subtripla) na parte do Baixo – segunda versão.

Na primeira versão deste mesmo trecho, no entanto, Morley apresenta o sinal

¢

sem a Proporção Subtripla (), pois nesta versão o sinal anterior é da Tripla autêntica escrita em notas pretas (

31).

Figura 179. Mudança no Baixo para o sinal ¢ – primeira versão.

A próxima mudança é para a Tripla autêntica que os italianos, segundo Morley, chamam de Tripla para a Semibreve (Figura 180). Nesta Proporção (

Ë

), devem ser encaixadas três Semibreves no lugar de uma do Soprano e cada Semibreve subdivide-se em três Mínimas, devido à Prolação Maior:

Figura 180. Tripla autêntica para a Semibreve com Prolação Maior na parte do Tenor e do Baixo – segunda versão.

O trecho anterior é exibido, na primeira versão, através do sinal

31 que representa a Tripla autêntica grafada em notas pretas (Figura 181). São encaixadas, portanto, três Semibreves pretas no lugar de uma Semibreve branca do Soprano.

T.

Figura 181. Tripla autêntica em notas pretas com Prolação Maior na parte do Tenor e do Baixo - primeira

versão.

A Tripla subdividida na Prolação Maior produz nove Mínimas para cada movimento do tactus (down e up) e é, segundo Morley, a usual Nônupla dos ingleses (Figura 182). Assim como os ingleses denominam Tripla aquela Proporção que apresenta três Mínimas no lugar de uma Semibreve; ou então Sêxtupla quando seis Mínimas são encaixadas no tempo de uma Semibreve; Nônupla é quando se executa nove Mínimas no lugar de uma Semibreve. Sendo assim, são encaixadas dezoito Mínimas em cada tactus, já que o Soprano é regido pelo sinal

¢

no qual duas Semibreves preenchem o tactus inteiro.

A passagem da Nônupla, contudo, ainda é Tripla, ou seja, três Semibreves Perfeitas contra uma Semibreve Imperfeita da parte do Soprano (lembrando que o Soprano está em Prolação Menor, isto é, a Semibreve é subdividida em duas Mínimas e por isso é Imperfeita).

Figura 182. Subdivisão da Prolação Maior na parte do Tenor e do Baixo – primeira versão.

Na primeira versão, após esta passagem da Tripla subdividida, há a marcação dos números “9 2” na parte do Baixo desta forma:

§

92 (Figura 182). Note que no Tenor há a

inscrição “9 1” (Figura 183), mas na verdade deve se tratar de um erro tipográfico.

Figura 183. Sinal “9 1” da parte do Tenor – primeira versão.

T.

B. T.

Este sinal “9 2” seria o sinal da Quádrupla Sesquiáltera se os números fossem dispostos um acima do outro desta forma: . Morley, neste trecho, não concorda com a maneira inglesa de representar as Proporções, pois segundo ele, se esta representação fosse verdadeira (

§

92), deveriam ter adotado este sinal anteriormente, já que nove Mínimas brancas (do Tenor e do Baixo) são executadas no lugar de duas Mínimas da parte do Soprano.

A próxima mudança é para a Proporção Dupla. Morley argumenta que representou

esta Proporção no Tenor, na segunda versão, com os Números Proporcionais

¢

, na Figura

184, pelo fato do sinal anterior ser

Ë

, enquanto no Baixo, por ter como sinal precedente o Imperfeito de Prolação Menor (

¢

), utiliza, na Figura 185, o Modo invertido (

®

).

Figura 184. Proporção Dupla (¢) na parte do Tenor – segunda versão.

Figura 185. Dupla autêntica na parte do Baixo (®) – segunda versão.

Note que o nome da Proporção está escrito errado: “Tripla autêntica” (Figura 184). Este engano é verificado também na edição de 1608, mas na edição de 1771, o editor corrige para Dupla autêntica (true Dupla):

Figura 186. True Dupla (MORLEY, 1771, p. 57).

Na primeira versão da parte do Tenor, Morley representa a Dupla autêntica de forma equivocada com o sinal invertido (

®

) (Figura 187), pois o sinal anterior é

e o sinal de

inversão, como mencionado, só pode ser usado se o sinal precedente é um

¡

ou

¢

. Portanto,

Morley deveria ter representado esta Proporção com Números, como fez na parte do Tenor da segunda versão (

¢

) (Figura 184).

Figura 187. Proporção Dupla (®) na parte do Tenor – primeira versão.

É permitido, no entanto, que a Dupla seja representada no Baixo pelo Modo invertido (Figura 188), visto que o sinal precedente é o Imperfeito de Prolação Menor (

¢

).

Figura 188. Proporção Dupla (®) na parte do Baixo – primeira versão.

A próxima mudança é para a Tripla autêntica na Prolação Maior. A representação desta Proporção, de acordo com os costumes continentais, é

Ë

(Figura 189) no qual três Semibreves são encaixadas no lugar de uma Semibreve do Soprano.

Figura 189. Tripla autêntica na Prolação Maior na parte do Tenor e do Baixo – segunda versão.

No entanto, a representação inglesa faz uso do sinal

31 (Figura 190). Morley segue o costume inglês de escrever esta passagem com as notas pretas. Note que a Semibreve preta está pontuada e indica que aquela Semibreve é Perfeita.

Figura 190. Tripla autêntica em notas pretas na Prolação Maior na parte do Tenor e do Baixo – primeira versão.

T.

B. T.

Na segunda versão da parte do Tenor, a Tripla autêntica

Ë

é anulada através da Subtripla (



) e isso faz com que se retorne ao sinal da Prolação Maior (

Ë

) fazendo, desta forma, que toda Semibreve seja subdividida em três Mínimas (Figura 191). O Baixo, neste momento, passa para a Proporção Quíntupla (Figura 195).

Figura 191. Subtripla na parte do Tenor – segunda versão.

Na primeira versão do trecho anterior, Morley demonstra o sinal ¡31 (Figura 192). A edição de 1771 apresenta o sinal

ö

31 (Figura 193). Entretanto, devem estar incorretos devido à Prolação Menor, pois segundo Morley, a Prolação Maior (representada pelo ponto dentro do

círculo ou semicírculo) permanece, enquanto o Baixo canta em Quíntupla sob o sinal “5.1.”

(Figura 194). Em seguida, o Tenor passa para a Proporção Quíntupla com o sinal na segunda versão (Figura 191) e “5.1.” na primeira versão (Figura 192).

Figura 192. Subtripla na parte do Tenor – primeira versão.

Figura 193. Sinal ö 31 na parte do Tenor – primeira versão (MORLEY, 1771, p. 48).

Morley discute o fato dos ingleses denominarem de Quíntupla quando cinco Semínimas são encaixadas no lugar de uma Semibreve do Soprano. Não há, segundo ele, motivos para chamá-la de Quíntupla, já que quatro Semínimas dão o valor exato de uma Semibreve. Para Morley, se os italianos (autores continentais) fizessem cinco Semínimas para uma Semibreve, apresentariam a Proporção Sesquiquarta (). Assim sendo, para expressar Quíntupla autêntica, Morley alterou as Semínimas em Semibreves na segunda versão (Figura 195), fazendo com que cinco Semibreves sejam encaixadas no lugar de uma Semibreve do Soprano.

Figura 194. Quíntupla inglesa na parte do Baixo – primeira versão.

Figura 195. Quíntupla autêntica na parte do Baixo – segunda versão.

Em seguida, na voz do Tenor, a Quíntupla é subdividida (Figura 197) e produz aquela Proporção que os ingleses chamam de Décupla (Figura 196), já que são encaixadas dez Semínimas pretas no lugar de uma Semibreve do Soprano. Mas para Morley trata-se de uma Quíntupla, pois o total ainda corresponde a cinco Mínimas pretas, o que caracteriza a Quíntupla inglesa.

Figura 196. Décupla inglesa na parte do Tenor – primeira versão.

Figura 197. Quíntupla subdividida na parte do Tenor – segunda versão.

A Proporção Quíntupla é anulada, na primeira versão, através do sinal da Prolação Menor, ou seja,

¢

(Figura 198). A partir deste ponto, devem ser executadas duas Semibreves

por tactus ou os seus valores em outras figuras.

Figura 198. Sinal da Prolação Menor (¢) anulando a Proporção Quíntupla no Tenor e Baixo – primeira versão. T.

Já na segunda versão, o sinal da Subquíntupla  faz com que se retorne a

¢

(Figura 199):

Figura 199. Subquíntupla  na parte do Tenor e do Baixo – segunda versão.

Enquanto o Tenor se mantém no sinal

¢

, o Baixo passa para a Proporção Séptupla (Figura 200). Mais uma vez Morley discute o mau uso da nomenclatura das Proporções pelos ingleses, visto que, de acordo com a notação musical da primeira versão (sete Semínimas), não se trata de Séptupla, mas Supertripartientequarta ou , isto é, sete Semínimas no lugar de quatro Semínimas.

Figura 200. Séptupla inglesa na parte do Baixo – primeira versão.

Na segunda versão, entretanto, Morley apresenta a Séptula autêntica, ou seja, sete Semibreves no lugar de uma Semibreve do Soprano (Figura 201).

Figura 201. Séptupla autêntica na parte do Baixo – segunda versão.

A Proporção Séptupla é anulada no Baixo através do sinal de igualdade que é

¢

(Figura 202), ou então pela Proporção Subséptupla (Figura 203):

Figura 202. Sinal de igualdade (¢) na parte do Baixo – primeira versão. T.

Figura 203. Proporção Subséptupla na parte do Baixo – segunda versão.

A próxima mudança é para a Dupla autêntica na Prolação Maior (Figura 204). Dupla autêntica porque são encaixadas duas Semibreves no lugar de uma Semibreve do Soprano (ou duas Breves no lugar de uma Breve) e Prolação Maior significa que toda Semibreve se subdivide em três Mínimas. Lembrando que a Semibreve preta perde um terço de seu valor e passa a valer, desta forma, duas Mínimas:

Figura 204. Dupla autêntica na Prolação Maior na parte do Tenor e do Baixo (Ë) – segunda versão. De acordo com Morley, os ingleses chamam esta Dupla autêntica na Prolação Maior (

Ë

) de “Sêxtupla” e outras vezes de “Tripla”. Isto se deve porque cada Semibreve se subdivide em três Mínimas e como está em Proporção Dupla totaliza, desta forma, seis Mínimas que é a conhecida Sêxtupla inglesa. Outras vezes denominam Tripla porque estas seis Mínimas totalizam três Semibreves Imperfeitas. A representação desta Proporção na versão inglesa apresenta o sinal da Tripla

31, assim:

Figura 205. Tripla autêntica na Prolação Maior (“31) na parte do Tenor e do Baixo – primeira versão.

Para concluir a peça, Tenor e Baixo retornam ao sinal de igualdade (

¢

), ou seja, o mesmo sinal presente na parte do Soprano que permaneceu inalterado do início ao fim da canção (Figuras 206 e 207). A partir daí, o tactus passa a ser preenchido por uma Breve em todas as vozes.

T.

B. T.

Figura 206. Sinal de igualdade (¢) na parte do Tenor e do Baixo – primeira versão.

Figura 207. Sinal de igualdade (¢) na parte do Tenor e do Baixo – segunda versão.

A partir da descrição das mudanças de Proporção segundo o costume inglês e continental foi possível comparar e compreender a maneira como os ingleses representam suas proporções. É perceptível, com as duas versões da última canção, o mau uso da nomenclatura pelos ingleses.

Em Proporção, os elementos comparados devem ser de um tipo, entretanto os ingleses não seguem esta regra. Portanto, é comum entre os ingleses designar Tripla aquela Proporção que encaixa três Mínimas para uma Semibreve, o que representa, na verdade, de acordo com os teóricos, uma Proporção Sesquiáltera (



). A Sêxtupla (seis Mínimas para uma Semibreve) nada mais é que a Tripla; a Quíntupla (cinco Mínimas) é, de fato, Proporção Sesquiquarta (



); a Séptupla inglesa (sete Mínimas) é aquela Proporção denominada Supertripartientequarta (



); enquanto a Nônupla (nove Mínimas) é a Quádrupla Sesquiáltera (



).

Há ainda outro ponto relevante que deve ser mencionado: os ingleses costumavam enegrecer as figuras musicais durante as passagens proporcionais. Sendo assim, a Sêxtupla, por exemplo, era representada com seis Mínimas pretas. Morley não explica com detalhes o porquê deste fato, apenas se limita a dizer que é mais por costume que por razão.

Por fim, constata-se que o resultado sonoro é idêntico, a diferença reside na maneira da representação das Proporções. Entretanto, para a correta execução, é imprescindível o conhecimento destas particularidades e o entendimento dos sinais de mensuração e das Proporções em Música.

T.

B.

T.

CAPÍTULO 4: