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Sua história começou em 1970, quando foi fundada como uma loja situada na Rua 25 de Março, iniciando sua atividade com pouco mais de 10 funcionários entre empregados e prestadores de serviços.

Hoje ela conta com mais de 1.000 colaboradores e aproximadamente 300 prestadores de serviços nas diversas áreas de negócios.

A partir do ano de 1996 o grupo implantou um sistema ERP para suportar o crescimento e a expansão das atividades da empresa, sendo que já contava com uma estrutura bem maior que a inicial e um faturamento em torno de meio milhão de reais.

A escolha pelo fornecedor, para o sistema ERP foi movida pela estrutura do sistema, pelas necessidades de atendimento à estrutura comercial do Grupo, pelo

tipo de relatórios que o sistema gerava; tudo influenciado com base na estrutura comercial, deixando-se de lado a estrutura organizacional e administrativa do grupo.

Neste primeiro momento foi analisada tão somente a estrutura comercial e marketing. Após a implantação do ERP e decorrido algum tempo, notou-se a necessidade de implementar a estrutura organizacional e administrativa do grupo.

Houve, então, a necessidade de adquirir novos módulos do sistema que satisfizessem tal necessidade; foi adquirido também um sistema de inteligência para administração comercial que gera e acompanha gerencialmente o desempenho de cada área de cada subdivisão do grupo com base nos negócios realizados.

O sistema ERP utilizado é o mesmo para o grupo empresarial, porém, a base de dados está dividida da mesma maneira que a administração comercial, Mercado Local, ZF e ALC.

Como a parte organizacional e administrativa num primeiro momento não foi integrada ao ERP, esse foi o segundo passo na implantação: foram implantados diversos módulos gerenciais.

No período que compreende os anos de 1996 a 2005 o grupo sofreu várias fiscalizações tanto na esfera Estadual como Federal e acumulou um prejuízo aproximado de mais de dois milhões de reais onerando, de maneira substancial, o fluxo de caixa da empresa.

Algumas questões ainda estão sendo discutidas administrativamente e via judicial, mas, a partir deste momento resolveu-se implantar um sistema de inteligência fiscal, o qual deveria minimizar esses efeitos até chegar à plenitude de sanar todos os problemas fiscais que envolviam o grupo empresarial.

A partir do ano de 2006, a alta administração resolveu tomar providências com relação ao ocorrido nas fiscalizações anteriores e propôs a criação de uma estrutura para sanar os problemas ocorridos no passado, foi implementado então o departamento de Controladoria Fiscal, o qual ficaria responsável por toda estrutura tributária do grupo, visando implementar melhorias e evitar novas autuações.

Como já foi mencionado anteriormente, o grupo está dividido em 05 empresas, sendo que duas mantêm suas matrizes em Manaus e estão sujeitas à fiscalização diferenciada conforme legislação vigente.

A partir da implantação deste departamento foram levantadas várias questões e ações a serem conduzidas:

 Existe algum controle de débitos fiscais existentes nas principais repartições públicas?

 Como são tratadas as informações geradas através do sistema ERP?

 Existe algum sistema de inteligência artificial – BI utilizado para gerenciar e analisar tais informações?

 Quais as dificuldades levantadas para criação deste departamento e, como a empresa é descentralizada, como são efetuados os levantamentos e trabalhos analisados?

Com base nestes questionamentos fizemos um levantamento das dificuldades que nortearam a pesquisa com os autores que as embasaram teoricamente e apresentamos no Quadro 9.

DIFICULDADES AUTOR-OBRA

A complexidade da legislação tributaria brasileira

CARRAZZA, Roque Antônio. Curso de Direito Constitucional Tributário . 16ª ed. São Paulo: Malheiros, 2001.

COÊLHO, Sacha Calmon Navarro. Comentários ao Código Tributário Nacional , coord. Carlos Valder do Nascimento. Rio de Janeiro: Forense, 1997.

CÓDIGO TRIBUTARIO NACIONAL - Artigos, 96, 97, 100, 113, 114 e 115. Obrigações Acessórias

MAÑAS, Antonio Vico. Administração de Sistemas de Informação. São Paulo: Érica, 1999.

SVEIBY, K.E. A nova riqueza das organizações: gerenciando e avaliando patrimônios de conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

REZENDE, Denis Alcides; ABREU, Aline França de. Tecnologia da informação – aplicada a sistemas de informação empresarial. 3ª Ed. São Paulo: Atlas, 2003. McGEE, James; PRUSAK, Laurence. Gerenciamento estratégico da

informação. Rio de Janeiro: Campus, 1994.

DAVENPORT, Thomas H.; PRUSAK, Laurence. Conhecimento empresarial – como as organizações gerenciam o seu capital intelectual. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

DAVENPORT, Thomas H.; PRUSAK, Laurence. Conhecimento empresarial – como as organizações gerenciam o seu capital intelectual. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

McGEE, James; PRUSAK, Laurence. Gerenciamento estratégico da

informação. Rio de Janeiro: Campus, 1994.

BARBIERI, C. BI – Business Intelligence : Modelagem e Tecnologia. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001

REZENDE, Denis Alcides; ABREU, Aline França de. Tecnologia da informação – aplicada a sistemas de informação empresarial. 3ª Ed. São Paulo: Atlas, 2003. CHINELATO FILHO, João. A arte de organizar para informatizar. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1993.

McGEE, James; PRUSAK, Laurence. Gerenciamento estratégico da

informação. Rio de Janeiro: Campus, 1994.

O arcabouço tributário e o excesso de obrigações principais e acessórias.

O treinamento constante do pessoal envolvido no processo de geração fiscal

Os pacotes excessivos do ERP para atualização da

legislação tributaria

Um BI adequado para agregar todas as obrigações principais e acessórias.

Cruzamento de todas as informações necessárias

para gerar relatórios e obrigações tributárias.

Quadro 9 − Principais Dificuldades que Embasaram a Pesquisa

Fonte: Adaptados dos Autores Citados no Quadro

Falta de profissional qualificado e especializado sobre a legislação tributaria

DAVENPORT, Thomas H.; PRUSAK, Laurence. Conhecimento empresarial – como as organizações gerenciam o seu capital intelectual. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

As novas estruturas de arquivos digitais recém criadas pela União, Estados e

Municípios.

CHINELATO FILHO, João. A arte de organizar para informatizar. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1993.

Criação de novas obrigações acessórias sem extinguir as existentes com informações

em duplicidade

COÊLHO, Sacha Calmon Navarro. Comentários ao Código Tributário Nacional , coord. Carlos Valder do Nascimento. Rio de Janeiro: Forense, 1997.

DAVENPORT, Thomas H.; PRUSAK, Laurence. Conhecimento empresarial – como as organizações gerenciam o seu capital intelectual. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

CAVALCANTI, Elmano Pontes. Inteligência Empresarial e o Sucesso nos negócios. Artigo: ENANPAD 2004. XXVIII ENCONTRO DA ANPAD. Setembro, 2004.

PORTER, Michael E. Vantagem Competitiva. Rio de Janeiro: Campus, 1999. Os prazos para cumprimento

das obrigações principais e acessórias são demasiadamente curtos

CÓDIGO TRIBUTARIO NACIONAL - Artigos, 96, 97, 100, 113, 114 e 115. Obrigações Acessórias

A complexidade das informações gerada pelo SPED e demais obrigações

digitais.

McGEE, James; PRUSAK, Laurence. Gerenciamento estratégico da

informação. Rio de Janeiro: Campus, 1994.

REZENDE, Denis Alcides; ABREU, Aline França de. Tecnologia da informação – aplicada a sistemas de informação empresarial. 3ª Ed. São Paulo: Atlas, 2003. FULD, Leonard M. Inteligência Competitiva: Como se manter a frente dos movimentos da concorrência e do mercado. Rio de Janeiro: Campus, 2007. RIBEIRO, Fabio Pereira. Inteligência Fiscal na Controladoria – Uma contribuição do uso de procedimentos de inteligência competitiva como ferramenta de produção e análise de informações fiscais para a controladoria. SOUZA, Cesar Alexandre de; SCCOL, Amarolina Zanela. Sistemas ERP no

Brasil (Enterprise Resource Planning ) Teoria e Casos. São Paulo: Atlas, 2009.

Avaliação dos recursos destinados ao projeto, revisão

e comunicação do projeto

Definição do cronograma para implementação do projeto, consultoria para equipe de retaguarda.

Os processos de mapeamento de informações

nem sempre são claros e objetivos , enfatizando á área

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