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Større sikkerhetsrisiko og flere ulykker?

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FIGURAS

Figura 1.1. Região Metropolitana de São Paulo – Taxa Geométrica de Crescimento Anual (1991 – 2000)

Figura 1.2. Expansão Urbana – Série Histórica 1882/2002 Figura 1.3. Uso do solo versus qualidade da água nas represas

Billings e Guarapiranga – 1989

Figura 1.4. Uso do solo versus qualidade da água nas represas Billings e Guarapiranga – 1999

Figura 1.5. Sistema Billings-Cubatão Figura 1.6. Sistema Billings-Cubatão Figura 1.7. Lixão do Alvarenga

Figura 2.1. Áreas de Proteção aos Mananciais da Região Metropolitana de São Paulo

Figura 2.2. Compartimentos Ambientais

Figura 2.3. Áreas de Ocupação Dirigida: Áreas de Ocupação Especial – SOE, Ocupação Urbana Consolidadas – SUC Ocupação Urbanas Controladas – SUCt, Ocupação de Baixa Densidade – SBD e de Conservação Ambiental – SCA

Figura 2.4. Remanescentes Florestais em 2006 e Áreas de Preservação Permanente

Figura 3.1. Desenvolvimento da mancha urbana em SBC nas décadas de 1950 e 1960

Figura 3.2. Favela DER Figura 3.3. Favela Naval Figura 3.4. Favela Robertão Figura 3.5. Foto de satélite

Figura 3.6. Evolução da ocupação urbana em São Bernardo desde a década de 1940

Figura 3.7. Plano Diretor de 1960 e os Limites da Área de Proteção aos Mananciais, do Parque Estadual da Serra do Mar e o Parque Industrial Imigrantes

Figura 3.8. Macrozoneamento

Figura 3.9. Zona especial de interesse social – ZEIS

PÁGINAS

35. Região Metropolitana de São

Paulo – Taxa

36 Expansão Urbana – 02

43 Uso do solo versus qualidade

da água nas represas 9

43 Uso do solo versus qualidade

da águ

45 SistCubatão

45 Sistema BilliCubatão

48

55 Áreas de Proteção aos

Mananciais da Região

70 Compartimentos Ambientais

72 Áreas de Ocupação Dirigida:

Áreas de Ocupação Especial – SOE, Ocupação Urbana 72 Remanescentes Florestais Preservação Permanente 85 Desenvolvimento da mancha urbana em SBC nas 85 85 86 86

94 Evolução da ocupação urbana

em São

103 Plano Diretor de 1960 e

os Limites da Área de Proteção aos Mananciais,

109 101

208

MANANCIAIS E URBANIZAÇÃO. Recuperação Ambiental na Sub-bacia Billings: Os Bairros Ecológicos em São Bernardo do Campo, São Paulo (1997 a 2007)

FIGURAS

Figura 3.10. Zona especial de interesse social – ZEIS Figura 4.1. Bairros Ecológicos em São Bernardo do Campo Figura 4.2. Jardim dos Pinheiros, Jardim Canaã, Núcleo João de

Barro e Nosso Senhor do Bonfim e Jardim Carminha Figura 4.3. Jardim Canaã. margens da represa Billings, a lagoa e o

loteamento

Figura 4.4. Obras do Rodoanel – devastação em área vizinha ao bairro

Figura 4.5. Participação da Comunidade do Jardim Canaã na Assinatura do TAC

Figura 4.6. Antes da implantação do programa, o esgoto corria a céu aberto

Figura 4.7. Vista do lago

Figura 4.8. Reunião da prefeitura com a comunidade

Figura 4.9. Terrenos recomprados para preservar uma nascente Figura 4.10. A calçada ecológica

Figura 4.11. O lago encontra-se eutrofizado Figura 4.12. As obras do Rodoanel na represa Figura 4.13. Moradores não têm acesso à prainha. Figura 4.14. Vista das obras do Rodoanel

Figura 4.15. Jardim Senhor do Bonfim

Figura 4.16. As ruas não tinham pavimentação

Figura 4.17. O esgoto era lançado diretamente no córrego Figura 4.18. Antes da implantação do programa havia encostas

desprotegidas

Figura 4.19. Mata e nascente preservadas

Figura 4.20. Mesas e bancos para piquenique ao longo do córrego Figura 4.21. Casas com três pavimentos de bom padrão construtivo Figura 4.22. João de Barro

Figura 4.23. Via sem pavimentação com terrenos abaixo do nível da rua

Figura 4.24. As ruas com maior declividade sem sistema de drenagem sofreram processo de erosão

Figura 4.25. Vista do bairro

Figura 4.26. Implantação da calçada ecológica

Figura 4.27. Algumas casas de padrão mais elevado contrastam com as mais humildes

Figura 4.28. Pavimentação das ruas

Figura 5.1. Mapa de situação de Carminha/Detroit

Figuras 5.2 e 5.3. A favela antes da implantação do Programa Bairro Ecológico

PÁGINAS 113 136

138 Jardim dos Pinheiros, Jardim

Canaã, Núcleo

139 Jardim Canaã. margens da

represa Billings, a la 140 Obras do Rodoanel – devastação em área 140 Participação da Comunidade do Jardim 141 Antes da implantação do

programa, o esgoto corria

141 141 141 141 142 142 142 142 143 144 144 144tes da implantação do

programa havia encostas

145 145 145 145 147 V ia sem pavimentação com

147 As ruas com maior

declividade sem sistema

147 147

147 Algumas casas de padrão

mais elevado

147 157 158

209

Capítulo 5 | BAIRROS ECOLÓGICOS: OS CASOS DO LOTEAMENTO IRREGULAR JARDIM DOS PINHEIROS E DA FAVELA CARMINHA

FIGURAS

Figura 5.4. Planta de Urbanização do Jardim Carminha Figura 5.5. Setores para implantação do Projeto Figura 5.6. Pavimento térreo

Figura 5.7. Pavimento superior

Figura 5.8. Troca de solo para pavimentação

Figura 5.9. Terraplenagem e implantação das moradias provisórias Figuras 5.10 e 5.11. Taludamento da encosta

Figura 5.12. O alicerce para o embrião

Figura 5.13. O mutirão era constituído principalmente de mão-de- obra feminina

Figura 5.14. Os embriões Figura 5.15. O alojamento Figura 5.16. Moradias provisórias

Figuras 5.17 e 5.18. As ruas são estreitas e algumas casas já não têm mais a grama na calçada

Figura 5.19. O acesso para estas casas é por uma escada

Figura 5.20. As calçadas ecológicas contrastam com as moradias sem acabamento

Figura 5.21. Existem muitas casas de três pavimentos e sem acabamento

Figura 5.22. Contraste com as casas de padrão mais elevado Figura 5.23. À direita o loteamento regular, à esquerda a favela

urbanizada Figura 5.24. O entulho

Figuras 5.25 e 5.26. As áreas verdes são pequenas e cercadas Figura 5.27. Em vários pontos do bairro encontram-se buracos nas

ruas

Figura 5.28. As concessionárias utilizam asfalto diferente do ecológico para restaurar a pavimentação

Figura 5.29. Clube de mães

Figura 5.30. Ao fundo, à direita, a Associação de Bairro

Figura 5.31. Ao fundo, uma EMEI (Escola de 1º Grau) e uma creche Figura 5.32. Parque linear: uma medida de compensação

ambiental

Figura 5.33. Jardim dos Pinheiros

Figura 5.34. As margens da represa, antes da implantação do programa

Figura 5.35. Indicação da faixa non aedificanti Figura 5.36. O esgoto corria a céu aberto Figura 5.37. O lixo era jogado no ambiente

PÁGINAS 160 161 162 162 163 163 163 163

163 O muti rão era

constituído

163 164 164

165 As ruas são estreitas e

algumas casas 166 166 166 166 167 167 167 168 168 168 168 169 169 171 172 172 172 172

210

MANANCIAIS E URBANIZAÇÃO. Recuperação Ambiental na Sub-bacia Billings: Os Bairros Ecológicos em São Bernardo do Campo, São Paulo (1997 a 2007)

FIGURAS

Figura 5.38. Apesar da precariedade do bairro, nota-se a presença de rede elétrica

Figura 5.39. Já havia uma edificação com três pavimentos Figura 5.40. Reunião da prefeitura com a comunidade

Figura 5.41. Reunião na sede da Associação de Moradores para discutir sobre o TAC

Figura 5.42. Folheto educativo e informativo elaborados pela prefeitura

Figura 5.43. O plantio de grama para a calçada ecológica

Figura 5.44. Planta do loteamento do Bairro Jardim dos Pinheiros Figura 5.45. Vista da represa

Figura 5.46. A tranquilidade do bairro permite que as crianças brinquem na rua

Figura 5.47. Descanso

Figura 5.48. Lazer às margens da represa

Figuras 5.49 e 5.50. Rua dos pinheiros – único acesso ao bairro, onde se desenvolve o comércio local

Figura 5.51. As casas construídas nos lotes subdivididos não têm recuos laterais

Figura 5.52. Alguns incorporaram outros lotes Figura 5.53. Há muitas casas sem acabamento Figura 5.54. Há outras com padrão construtivo. Figura 5.55. A quadra poliesportiva.

Figura 5.56. A escola

Figura 5.57. A estação de tratamento de esgoto do Bairro Jardim dos Pinheiros

Figura 5.58. O processo biológico não utiliza nenhum produto químico

Figuras 5.59 e 5.60. As obras do Rodoanel nas proximidades do bairro. PÁGINAS 174 Apesar da precariedade do bairro, 174 176 176 Reunião na sede da Associação de Moradores 176 Folheto educativo e informativo elaborados 176 177 178 178 crianças brinquem na rua 178 178

179 Rua dos pinheiros – único

acesso

179 As casas construídas nos

lotes subdivididos 179 180 180 180 180 181 A estação de tratamento de esgoto

181 O processo biológico não

utilizao

211

Capítulo 5 | BAIRROS ECOLÓGICOS: OS CASOS DO LOTEAMENTO IRREGULAR JARDIM DOS PINHEIROS E DA FAVELA CARMINHA

QUADROS

Quadro 1.1. Quadro síntese dos principais conflitos identificados por diversos autores em áreas ambientalmente frágeis (mananciais) com ocupações irregulares

Quadro 2.1. Sistema de Gestão de Recursos Hídricos Quadro 2.2. Áreas de Intervenção

Quadro 2.3. Áreas de Drenagem dos Braços do Reservatório Billings ou de sub-bacias e níveis de criticidade

Quadro 2.4. Áreas de Intervenção Quadro 2.5. Áreas de Ocupação Dirigida

Quadro 2.6. Áreas de Intervenção e Áreas de Ocupação Dirigida Quadro 2.7. Áreas de Recuperação Ambiental

Quadro 2.8. Compartimentos Ambientais Quadro 3.1. Macrozoneamento

Quadro 3.2. Zona especial de interesse social -ZEIS Quadro 3.3. Zonas Especiais de Interesse Ambiental – ZEIA Quadro 3.4. Matriz analítica segundo temas que envolvem a

sustentabilidade

Quadro 4.1. Plano Emergencial de Recuperação dos Mananciais da Região Metropolitana de São Paulo

Quadro 5.1. Quadro síntese com as principais ações realizadas no âmbito das intervenções dos casos escolhidos

PÁGINAS 28 61 62 64 71 73 74 74 76 108 110 112 115 125 183

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MANANCIAIS E URBANIZAÇÃO. Recuperação Ambiental na Sub-bacia Billings: Os Bairros Ecológicos em São Bernardo do Campo, São Paulo (1997 a 2007)

GRÁFICOS

Gráfico 1.1. População de 1920 a 2000 do Município de São Paulo e da Região Metropolitana de São Paulo

Gráfico 1.2. Sistema Integrado do Alto Tietê – disponibilidade de água por manacial

Gráfico 1.3. População residente na Sub-bacia Billings por município nos anos de 1991 e 2000

Gráfico 1.4. Municípios que integram a Sub-bacia Billings Gráfico 1.5. Densidade Demográfica na Sub-bacia Billings

Gráfico 1.6. População urbana (aglomeração normal e subnormal e população rural – 2000

Gráfico 3.1. Percentual de Atendimento na área urbanizada segundo as regiões – 1991

Gráfico 3.2. Percentual de Atendimento na área urbanizada segundo as regiões – 2000

Gráfico 3.3. Taxa Média de Crescimento (TGCA) 80/91 - 91/96 - 96/2000

Gráfico 3.4. Síntese da situação dos assentamentos subnormais em 2005

Gráfico 3.5. População nas Áreas de Proteção aos Mananciais em São Bernardo do Campo – 1980 a 2003

Gráfico 4.1. Síntese das obras para o Bairro dos Alvarenga relacionadas no Plano Emergencial – 1998

Gráfico 4.2. Percentual de intervenções nos Bairros relacionados no Plano Emergencial, onde foram implantados o Programa Bairro Ecológico

PÁGINAS

34 População de 1920 a 2000 do

Município de

38 Sistema Integrado do Alto

Tietê –

40 População residente na Sub-

bacia Billings por munic

41 41

41lação urbana (aglomeral e

população rural – 2000

95 Atendimento n segundo as

regiões – 1991

95 Percenndiundo as regiões –

2000

96 Taxa Média de Crescimento

(TGCA) 80/91

97 Síntese da situação dos

asse005

100 População nas Áreas de

Proteção aos

127 pulaçã o nas Áreas

de Pr

213

Capítulo 5 | BAIRROS ECOLÓGICOS: OS CASOS DO LOTEAMENTO IRREGULAR JARDIM DOS PINHEIROS E DA FAVELA CARMINHA

TABELAS

Tabela 1.1. Aspectos Físico-Territoriais da RMSP

Tabela 1.2. Região Metropolitana de São Paulo – Aspectos Demográficos (2007)

Tabela 1.3. População e Taxa Média Anual de Crescimento (TGCA) de 1920 a 2000 do Município de São Paulo e da Região Metropolitana de São Paulo

Tabela 1.4. Sistema Integrado do Alto Tietê – disponibilidade e capacidade de água por manancial

Tabela 1.5. População total por Município integrante da sub- Bacia Billings nos anos de 1980, 1991 e 2000; TGCA 80/91 e 91/2000; Densidade Demográfica 1991 e 2000

Tabela 1.6. População residente na Sub-bacia Billings por município nos anos de 1991 e 2000

Tabela 1.7. População da Sub-bacia Billings por município Tabela 3.1. São Bernardo do Campo – Áreas: Urbana, Rural e de

Proteção Ambiental

Tabela 3.2. Indicadores Demográficos do Estado de São Paulo e do Município de São Bernardo do Campo

Tabela 3.3. População e TGCA do Município de São Bernardo do Campo de 1950 a 2005

Tabela 3.4. Relação dos Assentamentos subnormais de São Bernardo referente ao ano de 2005

Tabela 3.5. Crescimento Demográfico em Área de Proteção aos Mananciais em São Bernardo do Campo

Tabela 3.6. Situação dos assentamentos subnormais – 2005 Tabela 3.7. Relação dos Assentamentos subnormais de São

Bernardo em Área de Mananciais referente ao ano de 2005 Tabela 3.8. População nas Áreas de Proteção aos Mananciais em

São Bernardo do Campo

Tabela 4.1. Síntese das Obras para o Bairro dos Alvarenga relacionadas no Plano Emergencial – 1998

Tabela 4.2. Bairros relacionados no Plano Emergencial, onde foram implantados o Programa Bairro Ecológicos

PÁGINAS 31 32 33 38 39 39 40 83 83 87 88 96 97 98 100 126 135

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