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4. DISKUSJON

4.6 Vurdering av metode

4.6.4 Spørreskjemaet N-IBDQ

Na Figura 16 observa-se a porcentagem da qualidade da telha nos dois tratamentos. .

Figura 16. Porcentagem da qualidade dos produtos no tratamento 1 e 2.

7157 30602 250 1938 1212 3200 35660 148 1748 1237 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 Telha de primeira qua lida de (%) Telha de segunda qua lida de (%) Telha de terceira qua lida de (%) Quebra s (%) Telha s ma l queima da s (%) (% )

Tra ta mento 1 Tra ta mento 2

De acordo com a Figura 16 o primeiro tratamento obteve uma porcentagem de telhas de primeira, segunda e terceira qualidade, aproximadamente em 17,4%, 74% e 0,6% respectivamente, com 4,7 % de quebra e 2,95 % de telhas mal queimada. O segundo tratamento obteve 9% de telhas de primeira, 88% de segunda, menos de 1% de telhas de terceira qualidade, 3 % de telhas quebradas e 2 % de telhas mal queimadas. Nos dois tratamentos houve uma produção maior de telhas de segunda qualidade e uma produção abaixo de 20 % de telhas de primeira qualidade, sendo a porcentagem de telhas quebradas bastante significativa com quase 2 mil telhas por tratamento, o que acarreta desperdício e prejuízo na produção. E isso poderia ser evitado com um maior controle na queima. Pois segundo Santos (2000) o calor mal distribuído resulta em peças, numa mesma fornada, cruas, muito queimadas e boas, dependendo do posicionamento no forno. A qualidade do produto final e o rendimento da queima em termos do aproveitamento é uma função do modo como à queima é conduzida.

De acordo com Baccelli Junior (2010) o forno caipira tem perdas enormes na produção e um alto consumo de madeira, com produtos de baixa qualidade. Para o Sebrae et al, (2013), este tipo de forno tem consumo elevado de combustível e apresenta produtos de segunda qualidade, devido principalmente a baixa pressão e às temperatura atingidas durante o processo de queima, que por ser um forno aberto, tem uma alta perda térmica. Há grande

perda de produtos pelo excesso de queima das primeiras camadas que tem contato com combustão enquanto que as camadas superiores ficam cruas.

Pois de acordo com Anfacer (2012) as peça quando submetida às altas temperaturas, adquirem rigidez e resistência, mediante a fusão de certos componentes da massa, e como a argila utilizada apresenta uma composição com alto teor de oxido de ferro e ferro, o ponto de fusão é menor e com peças apresentando as características exigidas pelas normas mesmo sendo classificada de segunda qualidade.

Pode se observar que o tratamento 1 perdeu mais peso do que o tratamento 2, perdendo aproximadamente 14 % da sua massa após a queima. Já no segundo tratamento a perda foi de aproximadamente 11% de sua massa. O que significa que no primeiro tratamento houve maior perda de água durante a queima.

5. CONCLUSÕES

 O forno do tipo “caipira” apresentou perfil térmico heterogêneo.

 A madeira utilizada na queima de fornos caipira apresentou densidade sem

diferenças significativas entre se, umidades e consumo heterogêneo.

 A argila utilizada na queima de fornos caipira apresentou uma granulometria fina,

plástica com grande retração linear quando submetidas ao fogo.

 O parâmetro do fio foi significativo para todos os tratamentos, mas a variação do

tempo foi diferenciada entre os tratamentos, evidenciando que o fio não deve ser o único critério para finalização do processo de queimas.

 A qualidade da telha foi influenciada pelas temperaturas alcançadas e o tempo de

queima e qualidade da argila.

 A curva de temperatura ideal, que proporciona uma melhor qualidade dos produtos

cerâmicos, foi obtido na parte central do tratamento 1, sendo assim a curva ideal indicada, obtendo uma média de 17,4% de produto de primeira, atingindo temperatura máxima próxima de 300 °C, na média dos termopares.

 Utilizando termopares foram mais precisas as aferições do perfil térmico do forno,

sendo dessa forma esse método indicado para caracterização do perfil térmico de forno do tipo caipira.

REFERÊNCIAS

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