Table 2.1 Factors influencing interaction scenarios
3.4 Solutions to low temperatures
Um trabalho de investigação requer a recolha de dados numa fase inicial e posteriormente a sua organização e tratamento, sendo essa tarefa, mais difícil e complexa. Segundo Wolcott (1994), citado por Afonso (2005:111) “o maior problema do investigador principiante não é o de saber como vai recolher os dados, mas sim o de imaginar o que fazer com os dados que obteve”.
No caso, as fotografias apresentadas neste projeto de investigação, tiveram lugar apenas para a realização do deste estudo.
Estas foram de vital importância para que os alunos pudessem observar, refletir e tentarem explicar o motivo pela qual aquela fotografia era representativa do seu estado emocional ou fazer a ligação entre o tema fotografado e uma letra ou palavra do alfabeto.
Segundo Bogdan (1994), para os investigadores qualitativos as fotografias não dão respostas, mas são ferramentas para chegar àquele objetivo.
Na análise dos resultados obtidos no presente estudo só foram consideradas a “observação”, o registo no diário de campo, as fotografias e as respetivas descrições.
No que respeita à pergunta de partida “De que forma é que a fotografia e os diários fotográficos, produzidos por alunos com necessidades Educativas Especiais e distúrbios emocionais, com idades compreendidas entre os 12 e os 16 anos, contribuem para o desenvolvimento de competências, no que respeita à expressão das emoções, à comunicação e ao relacionamento interpessoal?”
Conclui que a mesma não foi totalmente respondida no que concerne à conclusão dos diários fotográficos, pois o tempo para trabalhar com os alunos não foi o suficiente para a sua conclusão, tal como a tinha idealizado, no entanto, penso que a produção de fotografias e a respetiva descrição responderam de certa forma, revelando que as mesmas podem contribuir para desenvolver competências nos alunos com NEE, uma vez que foi estimulado nestes a observação e ao mesmo tempo desenvolvimento de competências académicas, Rodrigo (2013) defende que
A fotografia é uma atividade que envolve uma série de processos mentais. Pensamos no que fotografar, em que ângulo, com que luz, qual lente, que abertura, velocidade etc. Com isso, ao fotografar, temos em nossas mentes uma série de filtros, regras, expectativas e concepções. Tudo isso ocorre porque fotografamos querendo… (sp)
Glória Gatinho - 78 -
No grupo de aluno em estudo, as fotografias assumiram um papel fundamental, foram o instrumento facilitador da comunicação e por sua vez abriram “portas” para expressarem as suas emoções entre eles mas também com o adulto já que o simples facto de mostrar as fotografias, falar sobre elas, se proporcionou um ambiente favorável e descontraído. Ao mesmo tempo revelou-se promotor da autoestima do grupo de alunos em estudo provocando nestes, comunicação espontânea mesmo nos mais tímidos, partilhando opiniões, experiências, ideias e sentimentos, discutindo e entreajudando-se na elaboração das descrições das fotografias. Rodrigo (2013) a este propósito refere que
Quando a fotografia assume um papel de relativa importância na vida de alguém, ela pode ser uma ilustração de como aquela pessoa encara a sua própria existência e o mundo à sua volta. Sendo assim, a fotografia pode ser um instrumento de autoconhecimento.(sp)
Tendo em conta os objetivos propostos para este estudo, parece-me ter conseguido atingir os que a seguir se enumeram:
Descrever as opiniões dos alunos com necessidades educativas especiais ou problemas de aprendizagem e emocionais sobre a fotografia e os diários fotográficos, uma vez que foram registados no diário de campo, as opiniões sobre a fotografia dos alunos em conversa informal com os mesmos no decorrer das observações realizadas ao longo das sessões e também já na parte final da recolha da informação.
Avaliar o nível de dificuldade ou satisfação dos alunos na realização de um Diário Fotográfico, uma vez que foram identificadas dificuldades nos dois grupos de alunos, devo referir que:
- R: dificuldade na redação das legendas das fotografias e expressar os seus sentimentos.
Revelou o acto de fotografar e as fotografias produzidas provocaram uma enorme satisfação, motivaram a comunicação entre os seus pares.
- T: dificuldade na escolha dos objetos a fotografar, pois de vez em quando questionava o que devia fazer, o que devia fotografar.
Glória Gatinho - 79 -
Revelou o acto de fotografar e as fotografias produzidas provocaram uma enorme satisfação, motivaram a comunicação entre os seus pares.
- AR: dificuldade no registo escrito das descrições das fotografias (não sabia ler, nem escrever); desconcentração aquando na observação das suas fotografias. Revelou o acto de fotografar e as fotografias produzidas provocaram uma enorme satisfação, motivaram a comunicação entre os seus pares.
- JO: revelou grande dificuldade na escrita das palavras e também a expressar-se para que eu a pudesse compreender.
Revelou grande satisfação quando a turma se aproximava em determinadas situações, nomeadamente quando transportava a máquina fotográfica, transmitia- lhe confiança, tornando-se o foco de atenção dos colegas, perguntando-lhe se precisava de ajuda para fotografar ou mesmo se queria ser fotografada.
As fotografias serviam de veículo de transmissão de mensagem, pois fotografava o que pretendia comunicar.
Prazer em fotografar revelando orgulho das mesmas servindo-se delas para mostrar o que mais gostava na escola ou preferências musicais.
Deu grande importância nas suas fotografias aos amigos, às flores/paisagem e aos trabalhos expostos realizados por si e outros alunos, as palavras-chave nas descrições ou legendas foram o amor e amizade.
-AV: revelou dificuldade na descrição ou legendagem das fotografias numa face inicial.
Revelou que se pode retratar as suas emoções através da fotografia.
Considerou que a fotografia é um bom elo de comunicação entre as pessoas provocando nelas essa intenção.
- M: revelou dificuldades ao nível da insegurança em relação às suas fotografias, preocupada em tirar fotos com qualidade e ao mesmo tempo sem saber como começar que tipo de fotografia tirar, assim como fazer a descrição das mesmas, numa face inicial.
Glória Gatinho - 80 -
Revelou grande satisfação na produção fotográfica, assim como na descrição das fotografias depois de ultrapassada a face inicial, motivando esta aluna a continuação desta atividade a título pessoal.
As suas fotografias incidiram mais sobre paisagens, textos e escultura.
A aluna passou a ver a fotografia de maneira totalmente diferente. Começou a encará-la como uma forma de expressar os seus sentimentos, pois é mais difícil verbalizá-los, traduzi-los por palavras a alguém, até porque tem medo de falar com as pessoas e estas não a ajudarem como e quando ela precisa, de não a compreenderem.
- I: Não revelou dificuldades na concretização deste objetivo.
Quanto à sua satisfação I verificou-se que gostou fotografar e principalmente de as partilhar neste trabalhar. Desta forma, encontrou uma maneira de partilhar algo, tirava a fotografia ao que pretendia e punha a descrição e entregava-ma, sabia que ia servir para alguma coisa porque a fotografia é uma memória.
Foi interessante analisar que os dois grupos tinham dificuldades comuns, pois os alunos dos dois grupos não conseguiam de início perceber o que era pretendido quando se lhe pedia para fotografar algo que ilustrasse o seu estado emocional, apesar de exemplificar. Outra dificuldade foi a legendagem ou descrição da fotografia que tiraram. Quando ultrapassavam essa etapa já faziam as descrições ou legendas com prazer ou por vezes de forma agradável, chegando a provocar um desabafo, sendo mais verificado no grupo com distúrbios emocionais.
Quanto à sua satisfação do apurado nesta investigação julgo poder dizer que todos os alunos gostaram da ideia da construção de um diário fotográfico com fotografias suas. Foram sempre muito participativos e colaborantes no ato de fotografar e tratamento das mesmas.
No que diz concerne à interpretação das emoções, comunicação e relacionamento interpessoal no grupo de alunos verificou-se a fotografia proporcionava momentos de descontração promovendo a comunicação espontânea mesmo nos mais tímidos, partilhando opiniões, experiências, ideias e sentimentos, discutindo e entreajudando-se na elaboração das descrições das fotografias, aumentando a sua autoestima. Desta forma, este objetivo foi cumprido.
Glória Gatinho - 81 -
Pode a fotografia ser uma forma de expressão, pode facilitar o diálogo e a forma de lidar com as emoções e as dificuldades quer de ordem cognitiva, quer na relação entre pares? Julgo que é uma questão pertinente e face ao exposto, merece um estudo mais aprofundado que aqui não foi possivel devido a várias condicionantes como por exemplo o tempo disponivel para uma investigação desta natureza requer, na minha opinião uma parceria conjunta com a psicologia, terapeutas da fala, professor de educação especial e regular seriam os elementos fundamentais para desenvolver e aprofundar este tema.
Glória Gatinho - 82 -
Considerações finais
Quando idealizei este estudo tive consciência de que não seria um caminho fácil de percorrer e que teria de ultrapassar algumas dificuldades e obstáculos que porventura iriam surgindo.
Uma das dificuldades que enfrentei prende-se com a escrita deste estudo, Bogdan e Biklen (1994) citando Woods, (1985) referem que “as pessoas muito conscientes e receosas de si próprias antes de começarem a escrever; as suas mãos suam e experimentam ansiedade”. (p. 246).
A população do presente estudo foi selecionada na escola onde leciono tendo em conta as diferentes problemáticas daquela. Decidi dividi-la em dois grupos: os alunos com NEE e abrangidos pelo Dec. 3/2008 (dois rapazes e três raparigas) e as alunas (três raparigas) que não estando abrangidas pelo referido Dec. Lei, não deixavam de ser reveladoras de grande preocupação, as quais estavam referenciadas pelo diretor de turma como tendo problemas de ordem emocional, o que prejudicava as suas aprendizagens. Em comum entre estes dois grupos estava o interesse pela fotografia. No início constatei ser particularmente difícil perceberem o que pretendia que fizessem com as fotografias que tiravam e a descrição para cada uma delas, de maneira a atribuírem-lhes um significado. Posteriormente, ultrapassada essa barreira já a atividade decorreu de forma agradável, evidenciando-se contudo mais facilidade no segundo grupo.
No que respeita à aluna D devo dizer que apesar da participação neste estudo se tenha revelado pouco significativa, não deixou contudo de se verificar muito importante, tanto pela forma como colaborou com os desenhos neste trabalho e respetivas descrições, como pela na sua disponibilidade. Devo realçar que esta aluna, mesmo depois de lhe dizer que já não necessitava de mais desenhos e agradecer a sua participação, quase todos os dias vinha ter comigo a perguntar se pretendia que desenhasse mais. Relatava aos colegas a sua colaboração neste trabalho e questiona várias vezes se a minha orientadora teria gostado dos mesmos. Gostava de se sentar comigo para falar sobre a escola e/ou do seu futuro, começando sempre a conversa à volta dos desenhos. Atrevo-me a dizer na minha humilde opinião que os seus desenhos seriam um tema de estudo bastante interessante. Como professora de educação tecnológica, questiono-me em que medida o desenho pode contribuir para valorizar a auto estima? Ou em que medida não se pode considerar o desenho produzido pelos alunos como uma estratégia facilitadora das suas
Glória Gatinho - 83 -
aprendizagens? Ou ainda uma forma de revelar as suas emoções? Ou de que forma o desenho podem fomentar a comunicação? Perguntas que deixo em aberto.
Após semanas de espera para a entrega das fotografias produzidas pelo segundo grupo alunos e feitos alguns reparos a eventuais esquecimentos como, dar o título às fotografias, uma vez que só tinham as descrições ou vice-versa, o trabalho com o primeiro grupo de alunos que foi bastante demorado, dado as caraterísticas específicas de cada um. Posteriormente em conversas informais durante o registo das notas de campo perguntei-lhe qual sua opinião sobre a participação neste estudo e sobre a importância que davam às suas fotografias. Genericamente tiveram opiniões otimistas e positivas.
A recolha dos dados de pesquisa foi difícil e sobretudo morosa. Trabalhei direta e indiretamente com todos os alunos.
Inicialmente na minha pesquisa sobre o tema que me propus investigar, levou- me a contatos com um investigador brasileiro que para além de exercer psicologia clínica se dedica à fotografia como hobby, conferindo-lhe um lugar de relevo nos seus trabalhos de investigação. Considerando segundo ele, interessante o tema que me propôs a investigar, disponibilizando-se para algo, mostrando interesse em ler o trabalho final.
Este trabalho foi realizado por etapas, demorando alguns meses, dado que o tempo de trabalho com estes alunos era muito pouco, bem como as ferramentas disponíveis que nem sempre estavam disponíveis. Tal era o caso do computador, já as máquinas fotográficas, embora tivessem sido compradas por mim para o efeito, revelaram-se poucas, já que o ideal seria cada aluno com a sua, o que ficaria muito dispendioso, não tendo sido possível na altura, o que me obrigou a uma recolha faseada.
Na minha opinião o tema deste trabalho “Diário Fotográfico: relevância no desenvolvimento da comunicação e no relacionamento interpessoal num grupo de adolescentes com problemas cognitivos e emocionais” é relevante e pertinente, uma vez que a fotografia pode ser uma estratégia a utilizar nas aprendizagens e também um instrumento capaz de revelar o autoconhecimento que cada um tem de si e do mundo que o rodeia, pode este ser o ponto de partida para estabelecer diálogo entre o grupo de adolescentes.
Considerei importante ter uma perspetiva de quais seriam as dificuldades com que estes alunos se deparam ao realizar as tarefas pedidas e que todos eles tinham em comum o facto fazer as descrições ou títulos das suas fotografias ou até o que fotografar sendo que tinham que se expor emocionalmente e/ou revelarem as suas dificuldades na escrita, na comunicação, na observação e na criatividade.
Glória Gatinho - 84 -
Ao longo destes dois anos de Mestrado foram várias as vezes que ouvi os professores e, principalmente na face da pesquisa e elaboração escrita deste projeto a professora que me orientou neste trabalho, dizer que ter Necessidades Educativas Especiais não significa necessariamente possuir uma deficiência física ou intelectual. Todos nós podemos ter uma determinada necessidade, num determinado momento, ou necessitar de um apoio suplementar para ultrapassar barreiras que se nos deparam durante os processos de aprendizagem ao longo da vida, pelo que faço destas palavras as minhas. Assim como, quando se falou sobre perturbações emocionais foi sublinhado que estas provocam atrasos na aprendizagem dos alunos porque enquanto estão a trabalhar a informação pessoal não conseguem trabalhar a informação escolar, visto a memória a curto prazo não conseguir trabalhar muita informação ao mesmo tempo, em alguns momentos foram notórias essas perturbações por parte dos alunos enquanto desenvolvia a atividade proposta.
A Escola deve ser um lugar onde se privilegiam valores. Valores de cidadania; de respeito pela diferença; de tolerância; de solidariedade ou entreajuda e não de segregação, marginalização ou discriminação. “Quando olho uma criança ela me inspira dois sentimentos, ternura pelo que é, e respeito pelo que possa ser” (Jean Piaget)
Para finalizar, refira-se que compete aos vários intervenientes no processo (políticos, professores, técnicos, pais, entre outros) zelar pelo cumprimento dos princípios da escola inclusiva, ao promoverem a efetiva igualdade de oportunidades para todos os alunos.
Citando Rodrigues (2013: sp) em jeito de conclusão: “A educação inclusiva não é
uma pedra que se deixa escorregar, encosta abaixo: é uma pedra que, para chegar ao seu destino, persistentemente se empurra encosta acima”.
Não nos esqueçamos do seguinte: “As características mais importantes das crianças e jovens com deficiência são as suas habilidades". (Hallahan & Kauffman, 1994:132)
Glória Gatinho - 85 -
Recomendações
Este projeto pretende contribuir de forma modesta, com todas as suas virtudes e defeitos, em termos gerais, para o desenvolvimento dos alunos e das suas aprendizagens significativas recorrendo à utilização da fotografia e provar quão importante é inovar com o uso de uma máquina fotográfica, bem como diversificar as estratégias nas aprendizagens de forma a promover o sucesso nos nossos alunos.
Consciente da natureza desta investigação, parece-me no entanto, importante a realização deste tipo de estudos, que permitem a abordagem de um tema de uma forma aprofundada, apreender realidades e extrair algumas conclusões, sem daí se proceder a generalizações.
Acredito ter contribuído para o debate de ideias e de novas formulações de perguntas para futuros trabalhos.
A reflexão sobre fotografia, adolescência, NEE e distúrbios emocionais (auto mutilação, como referi neste trabalho), leva-me a pensar que nunca são demais para se aprofundar e explorar.
Através deste projeto, também podemos concluir que os alunos não estão habilitados/habituados a utilizar a máquina fotográfica e as suas fotografias como forma de expressar emoções, conforme consta no descrito das observações realizadas relativas a cada aluno.
Os alunos que participaram neste projeto, sentiram-se motivados e entusiasmados na prática fotográfica, mas também ficaram igualmente felizes, uns pelas fotografias que tiravam, pois o tema destas estava muitas vezes ligado aos amigos e/ou colegas que lhe eram próximos na escola ou em alguns casos também os funcionários ou professores eram o assunto a que davam destaque nas mesmas, outros (segundo grupo com problemas emocionais) tinham como temas preferidos motivos exteriores à escola, como por exemplo árvores, mar ou o pôr de sol.
Por outro lado, este projeto contribuiu para valorizar e promover a sua autoestima. Sobre a fotografia Webb (2015:164) acrescenta que “é um meio versátil capaz de se aproveitar do poder dos símbolos para comunicar, por meio de imagens simples, conceitos muitas vezes complicados”
O estudo apresentou informações importantes e que foram fundamentais para a elaboração deste trabalho, ou seja, na identificação dos sentimentos dos alunos face às dificuldades quando trabalhavam as suas fotografias quer na descrição como no
Glória Gatinho - 86 -
título/legenda destas e o simples facto de se exporem emocionalmente. A este propósito Webb (2015:14) diz que “a fotografia jamais poderá apresentar a verdade por completo, mas ela pode moldar a história pelo fato de estar relacionada à verdade.”
É importante criar novas estratégias nas aprendizagens dos alunos a fim de melhorar a qualidade da educação, seja estas para adolescentes com NEE ou distúrbios emocionais não diagnosticados, pois estes últimos não são contemplados na legislação atual.
Este trabalho deixa evidente a complexidade e a abrangência do tema, sendo por isso, impossível encerrá-lo ou esgotá-lo nas dimensões deste estudo, sugerindo-se que outros estudos sejam feitos.
Sensibilizar para a reflexão desta temática foi um objetivo cumprido, mas nunca concluído.
E termino o meu trabalho com uma simples frase de Salkeld (2014:155):
“Qualquer fotografia tem o potencial de provocar um novo pensamento, uma nova forma de ver (…) é algo que depende do contexto em que determinada fotografia é apresentada e das conversas que acontecem em respostas a isso.”
Glória Gatinho - 87 -
Referências Bibliográficas
Afonso, N. (2005). Investigação Naturalista em Educação, Um guião prático e crítico. Ainscow, M., Porter, G. E. Wang, M. (1998). “Caminhos Para as Escolas Inclusivas”.
Lisboa: Instituto de Inovação Educacional.
Alcántara, J. A. (s.d.). Como Educar a Auto-estima. Lisboa: Plátano Edições Técnicas. Amar, P.-J. (2014). História da Fotografia. Lisboa: EDIÇÕES 70, Lda.
Barthes, R. (2014). A Câmara Clara. Lisboa: Edições 70.
Bénard da Costa, A.M.; et al. (1996).”Currículos Funcionais- sua caracterização”. Lis- boa: Instituto de Inovação Educacional: desenvolvimento Curricular na Educação Básica, vol. 1.
Bogdan, R., & Biklen, S. (1994). Investigação Qualitativa em Educação. Porto: Porto Editora.
Correia, Miranda, L. (1999). Alunos com Necessidades Educativas Especiais nas
Classes Regulares. Porto: Porto Editora.
DGIDC, M. (2008). Educação Especial - Manual de apoio à prática. Lisboa: Ministério da Educação- Direção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular. Flick, U. (2005). Métodos Qualitativos na Investigação Cientifica. Lisboa: Lisboa,
Monitor Projetos e Edições Lda.
Freeman, M. (2012). O Olhar do Fotógrafo - Composição, enquadramento e design
para obter as melhores fotografias digitais. Lisboa: Dinalivro.
Freeman, M. (2014). A Narrativa Fotográfica - A arte de criar ensaios e reportagens
visuais. Porto Alegre: Bookman Editora Ltda.
Freund, G. (s.d.). Fotografia e Sociedade. Lisboa.
Jacobs, B. (Junho de 2005). Adolescent and self-cutting (self-harm): Information for
parents.
Hallahan, d. & kauffman, j (1994). Exceptional children: introduction to special educa- tion.6 th. Ed. Boston: allyn and bacon,.
Lessard-Herbert, M., Goyette, G., & Boutin, G. (2005). Investigação Qualitativa,
Fundamentos e Práticas. Lisboa: Instituto Piaget.
Glória Gatinho - 88 -
Printhall, N., & Colins, W. (1994). Psicologia do Adolescente, uma abordagem
desenvolvimentista. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
Psychiatry, A. A. (December de 2009). Self-Injury in adolescents. Facts for Families. Rodrigues, D. (2006). Inclusão e Educação: Doze Olhares sobre a Educação Inclusiva.
São Paulo:: Summus Editorial.