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SO-Iallet: Reaksjonsøkonomi og sektoradministrasjon

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6.1 70-årene: Oljeøkonomi og internasjonalt tilbakeslag

6.2 SO-Iallet: Reaksjonsøkonomi og sektoradministrasjon

que um grafo w e canonicamente derivavel de A se uma das seguintes condic~oes for

verdadeira:

we um membro de A.

w pode ser derivado aplicando uma das regras canonicas de formac~ao aos grafos u e v que s~ao eles proprios canonicamente derivaveis de A.

Hipotese3.4.5 (Sowa).

O c^anone contem a informac~ao necessaria para derivar um conjunto de grafos conceptuais. Tem quatro componentes:

uma hierarquia de tipos T,

um conjunto de marcadores individuaisI,

uma relac~ao de conformidade :: que relaciona etiquetas emT com marcadores em I,

um conjunto nito de grafos conceptuais B, chamado base canonica, com todos

os tipos em T e todos os referentes ou * ou marcadores em I.

5Trata-se da Hipotese 3.4.1 que decidi n~ao apresentar textualmente por envolver termos que n~ao

Osgrafos canonicos s~ao o fecho deB sob as regras canonicas de formac~ao. Se um novo

grafo, que n~ao pode ser canonicamente derivado de B, e considerado canonico, ent~ao

tem que ser adicionado a B.

No entanto, ao contrario desta denic~ao de c^anone, o Catalogo Conceptual Sowa, 1984, Ap^endice B] associa um grafo canonico a cada tipo de conceito ou relac~ao, de modo a indicar as restric~oes que esse tipo deve observar. Esta associac~ao, alem de n~ao estar formalmente denida em Sowa, 1984]6, levou a comunidade das Estruturas

Conceptuais a usar o termo \grafo canonico" em dois sentidos diferentes: (1) um grafo que e derivavel da base canonica e (2) o grafo da base canonica que esta associado a

um dado tipo. Claro que estes dois sentidos n~ao s~ao incompatveis, porque (2) implica (1), isto e, cada grafo da base canonica e canonico (por denic~ao). Convem no entanto distinguir estes dois sentidos, pelo que utilizarei o termografo base para designar um grafo da base canonica.

A quest~ao que se p~oe pois e se a cada tipo deve estar associado um grafo base ou n~ao. Mark Willems,em comunicac~ao enviada para a lista de distribuic~ao de mensagens, notou que esta quest~ao se resume ao signicado intuitivo da base canonica. Se n~ao houver associac~oes, os grafos base apenas representam restric~oes de selecc~ao sobre as ligac~oes possveis entre vertices. No entanto, se cada tipo t estiver associado a um

grafo base g, isso signica que qualquer grafo que use t deve conter g como subgrafo.

Assim, os grafos base passam a especicar os \argumentos" obrigatorios dos tipos. Eis o exemplo apresentado por Willems, ligeiramente modicado.

Exemplo 42. Considere-se os seguintes tr^es grafos, sendo os dois primeiros grafos base: 1. ACTO !     AGNT ! ANIMADO 2. PESSOA      AGNT DAR!     OBJ!OBJECTO #     RCPT !PESSOA 3. DAR!     AGNT ! PESSOA:#Jo~ao

Se n~ao houver associac~oes de grafos a tipos ent~ao o grafo 3 e canonico porque pode ser derivado do primeiro grafo base. No entanto, se o grafo 1 estiver associado ao tipo de relac~aoAGNTe o segundo grafo estiver associado ao tipo de conceito DAR, ent~ao o grafo

3 ja n~ao e canonico porque lhe faltam os argumentos sobre o recipiente da acc~ao e o objecto dado.

Como se v^e, a noc~ao de grafo canonico depende da decis~ao em associar os grafos base a tipos ou n~ao. Neste trabalho optei pela segunda via, porque a exist^encia de associac~oes traz varios problemas. Em primeiro lugar, deixa de ser valida a ideia intuitiva de que um grafo canonico representa uma situac~ao possvel segundo a ontologia dada. No caso concreto do exemplo, o grafo 1 obriga a que os agentes de acc~oes sejam seres animados, pelo que Jo~ao ser dador e perfeitamente concebvel. No entanto, o

6Uma formalizac~ao muito simples e dada em Wermelinger e Lopes, 1994]. Trata-se apenas de uma

terceiro grafo n~ao e considerado canonico apenas porque n~ao contem a informac~ao completa. Ao facto da noc~ao de canonicidade car pouco intuitiva acresce portanto a diculdade em especicar conhecimento parcial. Por ultimo, parece-me que a base canonica n~ao e o local apropriado para enumerar os argumentos obrigatorios de verbos. Uma aplicac~ao que utilize lngua natural devera p^or esse tipo de informac~ao no lexico, que sera pois um conjunto de pares palavra/grafo canonico, podendo haver varios pares com a mesma palavra no caso de ela ter varios sentidos.

A denic~ao formal de c^anone mantem-se pois equivalente a de Sowa. As alterac~oes introduzidas na Hipotese 3.4.5 na pagina 73 s~ao mnimas e obvias. Para comecar, a hierarquia de tipos T tem que dar lugar a duas hierarquias T

C e T

R que obedecam a

Hipotese 1 na pagina 30, a Hipotese 5 na pagina 34 e a Hipotese 10 na pagina 35. Alem disso, o conjunto de marcadores individuaisI tem que ser substitudo pela nova

denic~ao de marcadores M da Hipotese 11 na pagina 37. A inclus~ao da relac~ao de

conformidade no c^anone mantem-se, embora a denic~ao usada seja naturalmente a deste trabalho (Hipotese 53 na pagina 72). Sendo a noc~ao de conformidade parte integrante da noc~ao de canonicidade, e sendo esta ultima mais forte que a noc~ao de boa-formac~ao, os grafos canonicos ter~ao que ser bem-formados e os conceitos que neles ocorrem devem ser conformes. Ou seja, os grafos canonicos t^em que ser conformes (Denic~ao 55 na pagina 72). Tendo em conta que a base canonica e o conjunto gerador de todos os grafos canonicos, os grafos base tambem ter~ao que ser conformes.

Hipotese56. Um c^anone e um tuplo hT C

T

R

M :: Bital que T

C e uma hierarquia de tipos de conceito T

R e uma hierarquia de tipos de relac~ao Me um conjunto de marcadores

:: e uma relac~ao de conformidade

a base canonica B e um conjunto nito de grafos conformes, rasos e sem de-

pend^encias, chamados grafos base.

Exemplo 43. Os grafos base ACTO!     AGNT !ANIMADO e OBJECTO !     CARAC !COR

indicam que os agentes de acc~oes s~ao seres animados e que uma das caractersticas dos objectos e a sua cor. Qualquer um dos grafos base impede que o grafo con- forme DORMIR!     AGNT !IDEIA!    

CARAC!COR:#verde , uma representac~ao parcial da

famosa frase de Chomsky \Ideias verdes sem cor dormem furiosamente", seja consi- derado canonico. De facto, como IDEIA n~ao e subtipo nem supertipo de ANIMADO

ou OBJECTO, as regras canonicas de formac~ao n~ao poder~ao derivar este grafo (ver a

Secc~ao 5.4 na pagina 85).

Repare-se que, tal como acontecia na denic~ao original, a base canonica pode ser redundante, ou seja, pode ser possvel derivar exactamente os mesmo grafos canoni- cos a partir de um subconjunto proprio da base canonica. Um sistema de Estruturas Conceptuais podera facilmente detectar esse caso, bastando vericar para cada grafo base se e derivavel dos restantes utilizando o Teorema 63 na pagina 87.

5.3 Regras Canonicas de Formac~ao

Ao contrario dos processos de percepc~ao e introspecc~ao, que s~ao delegados numa enti- dade externa ao sistema (o engenheiro do conhecimento), limitando-se a TEC a pro- videnciar um meio de representar os resultados dessas actividades (a base canonica), o processo de formac~ao ja faz parte integrante da teoria, nomeadamente atraves das regras canonicas de formac~ao. Assim, a base canonica e o conjunto inicial de grafos canonicos a partir do quais se podera gerar todos os outros. Antes de apresentar a denic~ao original de Sowa e preciso nomenclatura adicional.

Denic~ao3.4.2 (Sowa).

Duas relac~oes do mesmo tipo s~aoduplicadas se para cadai,

o i-esimo arco de uma esta ligado ao mesmo conceito como o i-esimo arco da outra.

Devido a tentar usar a terminologia da forma o mais rigorosa possvel, distingo entre conceito e vertice conceptual: dois vertices distintos podem representar | isto e, estar etiquetados com | o mesmo conceito (Hipotese 33 na pagina 50). Nesse sentido, nas denic~oes de Sowa \conceito" deve ser entendido como \vertice conceptual" e \relac~ao" signica \vertice relacional".

Posto isto, vejamos as regras canonicas de formac~ao propostas em Sowa, 1984]. Entre muitas formulac~oes possveis | de regras equivalentes ou diferentes | a que se segue tem as vantagens de ser extremamente simples e de n~ao conter redund^ancias, ou seja, as regras s~ao independentes entre si.

Hipotese3.4.3 (Sowa).

Ha quatro regras canonicas de formac~ao para derivar um grafo conceptual w a partir dos grafos conceptuais u e v (em que u e v podem ser o

mesmo grafo):

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