4. LESNINGER
4.1 Utgivernes og kritikernes vurderinger i et estetisk perspektiv: Knudsen som naiv naturdikter
4.3.4 Skjønnhet og transcendens
O indicador de proporção de tratamentos iniciados em até 60 dias após a confirmação do diagnóstico de neoplasia informa se os tempos para início de tratamento estão de acordo com a legislação em vigor. O usuário atendido no SUS tem o direito de
iniciar seu tratamento de câncer no prazo máximo de 60 dias após o diagnóstico firmado em laudo patológico (BRASIL, 2012).
A meta estabelecida para esse indicador foi de 100%, sendo o mesmo calculado no ano de 2015, por ser o período mais recente de dados disponíveis no SIS. Para o Brasil, o resultado encontrado nesse período foi de 9,4%, demonstrando uma inadequação a nível nacional em relação à meta definida.
Para o estado do Tocantins, o resultado foi de 0% de tratamentos iniciados no prazo. Observa-se que, nesse estado, todas as regiões de saúde não apresentaram tratamentos iniciados dentro do prazo, conforme Tabela 41. Desta forma, conforme pode ser visualizado na Figura 67, todas as regiões configuraram a escala de cor mais intensa.
Tabela 41 - Indicador 9 - Regiões de Saúde de Tocantins Região de Saúde Indicador 9
Ilha do Bananal 0
Médio Norte Araguaia 0
Bico do Papagaio 0
Sudeste 0
Cerrado Tocant Araguaia 0
Capim Dourado 0
Cantão 0
Amor Perfeito 0
Tocantins 0
Figura 67- Indicador 9 – Mapa por região de Saúde de Tocantins
Para o estado de Sergipe, os resultados encontrados foram iguais ao do estado anterior, com todas as regiões de saúde com proporção de 0% de tratamentos iniciados
no prazo de até 60 dias, segundo Tabela 42. Observa-se também que as regiões de saúde foram todas enquadradas escala de inadequação em relação à meta, conforme Figura 68.
Tabela 42 - Indicador 9 - Regiões de Saúde de Sergipe
Região de Saúde Indicador 9
Itabaiana 0
Propriá 0
Lagarto 0
Nossa Senhora do Socorro 0
Estância 0
Nossa Senhora da Glória 0
Aracaju 0
Sergipe 0
Figura 68- Indicador 9 – Mapa por região de Saúde de Sergipe
O estado do Espírito Santo apresentou resultados que variaram entre 4%, na região de saúde Central, até 14,1%, na Metropolitana, não estando nenhuma região de saúde adequada à meta estabelecida. O resultado para esse indicador a nível estadual foi de 12,3%, conforme demonstrado na Tabela 43.
Tabela 43 - Indicador 9 - Regiões de Saúde do Espírito Santo Região de Saúde Indicador 9
Central 4
Norte 11.4
Sul 11.5
Metropolitana 14.1
Espírito Santo 12.3
Todas as regiões de saúde do Espírito Santo compuseram a primeira escala de cores. A representação no mapa pode ser visualizada na Figura 69.
Figura 69- Indicador 9 – Mapa por região de Saúde do Espírito Santo
No Mato Grosso do Sul, o resultado foi de 3,4%. O estado apresentou resultados que variaram de 0% na região de saúde de Três Lagoas, até 3,7% na de Campo Grande, conforme Tabela 44. A região de saúde de Corumbá não apresentou registros de diagnósticos firmados no período analisado, motivo pelo qual foi desconsiderada.
Tabela 44 - Indicador 9 - Regiões de Saúde de Mato Grosso do Sul Região de Saúde Indicador 9
Três Lagoas 0
Dourados 3.6
Campo Grande 3.7
Corumbá -
Mato Grosso do Sul 3.4
Todas as regiões de saúde desse estado, com resultados válidos, estiveram com desempenho em desconformidade com a meta, conforme Figura 70.
No que refere aos resultados no estado de Santa Catarina, o resultado foi igual a 14,8%. Suas regiões de saúde apontam variações desde 0%, para nove das 14 regiões de saúde desse estado até 100%, no Alto Uruguai Catarinense, em concordância com o evidenciado na Tabela 45. A região de saúde do Meio Oeste não apresentou registros de diagnósticos firmados no período analisado, motivo pelo qual foi desconsiderada.
Tabela 45 - Indicador 9 - Regiões de Saúde de Santa Catarina Região de Saúde Indicador 9
Grande Florianópolis 0
Alto Vale do R.do Peixe 0
Oeste 0
Xanxerê 0
Alto Vale do Itajaí 0
Foz do Rio Itajaí 0
Planalto Norte 0
Serra Catarinense 0
Extremo Sul Catarinense 0
Nordeste 26.1
Médio Vale do Itajaí 31.6
Carbonífera 60
Alto Uruguai Catarinense 100
Meio Oeste -
Santa Catarina 14.8
Na primeira escala estiveram nove regiões de saúde desse estado: Grande Florianópolis, Alto Vale do R. do Peixe, Oeste, Xanxerê, Alto Vale do Itajaí, Foz do Rio Itajaí, Planalto Norte, Serra Catarinense e Extremo Sul Catarinense. As regiões Nordeste e Médio Vale do Itajaí estiveram na segunda escala. Na terceira escala esteve a região de saúde Carbonífera e, por fim, a do Alto Uruguai Catarinense na última escala, a única deste estudo em conformidade com a meta, conforme Figura 71.
Percebe-se que, das regiões de saúde com registros válidos para esse indicador, 68% não apresentou nenhum tratamento indicado dentro do prazo de até 60 dias após a confirmação do diagnóstico de câncer, compondo a primeira escala que reflete um desempenho significativamente inferior em relação à meta estabelecida. De outro lado, apenas uma esteve em conformidade com a meta, compondo a última escala de cor, a região de saúde do Alto Uruguai Catarinense, do estado de Santa Catarina.
Realizando-se um comparativo em relação ao valor de referência nacional, de 9,4%, verifica-se que nove regiões estiveram acima, o que corresponde a 24%, havendo regiões de saúde apenas dos estados de Santa Catarina e Espírito Santo nesse comparativo. Na Figura 72, é possível visualizar as regiões de saúde que estiveram em desconformidade com a meta e com a referência nacional, as que estiveram acima da referência nacional, mas em desconformidade com a meta, e, por fim, a única região de saúde em conformidade com a meta.
Figura 72 - Indicador 9 - Desempenho por região de saúde
Na Figura 73, é possível aferir o comparativo do desempenho das regiões de saúde para o Indicador 9, por escalas em relação à referência nacional e à meta, estando em cor mais intensa as regiões que estiveram em desacordo com a meta estabelecida e com a referência nacional, e em segundo tom de cor as regiões que, embora fora da meta, estiveram acima da referência nacional. Por fim, em tom mais claro está a região de saúde que ficou em concordância com essas duas características.
Figura 73 - Indicador 9 - Mapa por região de saúde com comparativo nacional