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Norsk estetikk 1830-1860: De romantiske tankene videreføres i ulike retninger

3. ESTETIKKHISTORISKE PERSPEKTIVER

3.2 Norsk estetikk 1830-1860: De romantiske tankene videreføres i ulike retninger

O terceiro indicador, Percentual de Amostras Rejeitadas, teve como meta um resultado inferior a 0,1%, seguindo recomendações da OMS adotadas pelo INCA (2014). Demonstra qual o percentual de lâminas encaminhadas para análise que foram rejeitadas, dando informações quanto à adequação no envio das amostras para a realização do exame citopatológico do colo do útero.

Este indicador foi calculado por região de saúde do Brasil para o ano de 2015, tendo em vista ser o último ano de dados disponíveis no sistema de informação, além de ser o ano de maior percentual de municípios com o sistema implantado. No Brasil, o resultado encontrado foi de 0,15% de amostras rejeitadas no referido ano.

Para o estado do Tocantins, o resultado foi de 0,26% de amostras rejeitadas. Observa-se que, entre as regiões de saúde deste estado, o percentual mínimo foi de 0 e o máximo de 0,79%, de acordo com o exposto na Tabela 11.

Tabela 11 - Indicador 3 - Regiões de Saúde de Tocantins Região de Saúde Indicador 3 (%)

Sudeste 0

Amor Perfeito 0

Ilha do Bananal 0.01

Médio Norte Araguaia 0.13

Bico do Papagaio 0.15

Cerrado Tocant Araguaia 0.15

Capim Dourado 0.56

Cantão 0.79

De acordo com a Figura 25, três regiões de saúde de Tocantins encontram-se em cumprimento com a meta: Sudoeste, Amor Perfeito e Ilha do Bananal. Ficaram enquadradas na segunda faixa de cor, com percentuais entre 0,10 e 0,20 as regiões de saúde de Médio Norte Araguaia, Bico do Papagaio e Cerrado Tocant Araguaia. Duas regiões configuraram a última escala, considerada neste estudo a de pior desempenho para este indicador: Capim Dourado e Cantão.

Figura 25- Indicador 3 – Mapa por região de Saúde de Tocantins

Para o estado de Sergipe, o resultado foi de 0,09% de amostras rejeitadas. Observa-se que entre as regiões de saúde deste estado, o percentual mínimo foi de 0 para a de Lagarto e o máximo foi de 0,49%, para a do Propriá, conforme Tabela 12.

Tabela 12 - Indicador 3 - Regiões de Saúde de Sergipe Região de Saúde Indicador 3 (%)

Lagarto 0

Itabaiana 0.01

Estância 0.03

Nossa Senhora da Glória 0.04

Nossa Senhora do Socorro 0.04

Aracaju 0.09

Propriá 0.49

Total Sergipe 0.09

Em Sergipe apenas uma região de saúde não contemplou a primeira faixa, de adequação em relação à meta estabelecida, a de Propriá. O mapa por região do estado, com a característica em questão, pode ser visualizado na Figura 26.

Figura 26- Indicador 3 – Mapa por região de Saúde de Sergipe

O estado do Espírito Santo apresentou resultado de 0,02%. Entre as regiões de saúde o resultado variou de 0,01% para a Metropolitana, Norte e Sul, até 0,04% de amostras rejeitadas na Central, conforme demonstrado na Tabela 13. Desta forma, todas as regiões de saúde estiveram na escala de cor mais suave, a de desempenho adequado à meta estabelecida, de acordo com a Figura 27.

Tabela 13 - Indicador 3 - Regiões de Saúde do Espírito Santo Região de Saúde Indicador 3 (%)

Metropolitana 0.01

Norte 0.01

Sul 0.01

Central 0.04

Total Espírito Santo 0.02

No estado do Mato Grosso do Sul, o resultado foi de 0,31% de amostras rejeitadas no período analisado. O representante da região Centro-oeste apresentou entre suas regiões resultados que variaram de 0,07% na região de saúde de Três Lagoas, até 0,54% na região de saúde de Dourados, de acordo com o exposto na Tabela 14.

Tabela 14 - Indicador 3 - Regiões de Saúde do Mato Grosso do Sul Região de Saúde Indicador 3 (%)

Três Lagoas 0.07

Campo Grande 0.17

Corumbá 0.49

Dourados 0.54

Total Mato Grosso do Sul 0.31

Cada região de saúde deste estado compôs uma escala de cor, ficando apenas a terceira faixa sem nenhum enquadramento. A região de saúde de Três Lagoas foi a única a contemplar a faixa de adequação à meta, a de Campo Grande esteve na segunda escala, a de Corumbá na quarta e a de Dourados na última escala, conforme ilustrado na Figura 28.

Figura 28- Indicador 3 – Mapa por região de Saúde de Mato Grosso do Sul

No que refere à representação da região Sul do país, o estado de Santa Catarina apresentou um resultado igual 0,06% de amostras rejeitadas. Suas regiões de saúde configuraram variações desde 0% até 0,33% de rejeição de amostras, em concordância com o exibido na Tabela 15.

Tabela 15 - Indicador 3 - Regiões de Saúde de Santa Catarina Região de Saúde Indicador 3 (%)

Xanxerê 0

Meio Oeste 0

Alto Vale do R.do Peixe 0

Alto Uruguai Catarinense 0

Planalto Norte 0

Extremo Oeste 0.02

Médio Vale do Itajaí 0.03

Grande Florianópolis 0.03

Oeste 0.05

Nordeste 0.05

Carbonífera 0.05

Alto Vale do Itajaí 0.07

Laguna 0.18

Serra Catarinense 0.21

Foz do Rio Itajaí 0.22

Extremo Sul Catarinense 0.33

Total Santa Catarina 0.06

Grande parte das regiões de saúde deste estado esteve na primeira escala, demonstrando adequação à meta definida, totalizando 12 regiões de saúde nesta situação: Xanxerê, Meio Oeste, Alto Vale do R. do Peixe, Alto Uruguai Catarinense, Planalto Norte, Extremo Oeste, Médio Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Oeste, Nordeste, Carbonífera e Alto Vale do Itajaí. Apenas a região de saúde de Laguna compôs a segunda escala, enquanto a Serra Catarinense e Foz do Rio Itajaí estiveram na terceira, e Extremo Sul Catarinense, consoante ao evidenciado na Figura 29.

Figura 29- Indicador 3 – Mapa por região de Saúde de Santa Catarina

Reconhece-se que, das regiões de saúde analisadas, 26 estiveram em conformidade, compondo a primeira escala de cor, correspondendo a 67% do total das

regiões. Destas, três são do estado de Tocantins, seis de Sergipe, doze de Santa Catarina, quatro do Espírito Santo e uma de Mato Grosso do Sul.

Em relação ao descumprimento da meta, 13 regiões estiveram nesta situação, o que representa 33,3%. Destas, cinco figuraram a segunda escala, o que corresponde a 12,8% do total, com resultados entre 0,13% e 0,18%. Em relação a composição estadual, três são de Tocantins, uma do Mato Grosso do Sul e uma de Santa Catarina.

Na terceira escala, com resultados entre 0,21% e 0,22%, estiveram duas regiões de saúde, correspondendo a 5% do total, sendo ambas do estado de Santa Catarina. A seguir, na quarta escala, com 0,33%, esteve apenas uma região de saúde, do mesmo estado. Por fim, na quarta escala estiveram cinco regiões, representando 12,8% do total, sendo duas de Mato Grosso do Sul, uma de Sergipe e duas de Tocantins.

Realizando-se um comparativo em relação à referência nacional, verifica-se que 29 regiões estiveram adequadas, o que corresponde a 74%. Compõem este percentual, regiões de saúde de todas as UF em análise. Na Figura 30, é possível identificar as regiões que estiveram em conformidade com a meta e com a referência nacional.

Figura 30 - Indicador 3 - Desempenho por região de saúde

Na Figura 31, é possível visualizar o comparativo do desempenho das regiões de saúde para o Indicador 3, em relação à referência nacional e à meta. Em cor mais suave estão as que estiveram de acordo com a meta estabelecida, e em segundo tom as que, embora fora da meta, estiveram adequadas à referência nacional. Em tom mais escuro estão as que ficaram em discordância com estas duas características.

Figura 31 - Indicador 3 - Mapa por região de saúde com comparativo nacional