3 Metode
3.5 Modellering – HEC-RAS
3.5.6 Simuleringsstabilitet og simuleringstid
Autores: Alessandro Vieira dos Reis Palavras-chave: RPG, aula-jogo. Referência completa:
REIS, Alessandro Vieira dos. Módulo Básico FLER: ferramenta lúdica de ensino por representação. Florianópolis: edição do autor, 2002. obtido diretamente com o autor.
Ano publicação: 2002
Distribuição: O autor possuía um site no na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) no qual disponibilizava o material para download gratuitamente. Outra forma era obter o material diretamente com o autor por e-mail através da lista de discussões RPG em Debate. No entanto o site não está mais disponível no portal da UFSC e o autor não mais participa da lista RPG em Debate.
Área de estudos: Psicologia da Educação. (p. 6).
Ementa: A proposta do material é fornecer uma metodologia de aplicação do RPG de mesa na sala de aula.
Definições de RPG: “uma forma de contar histórias que une jogo e interpretação de personagens. Trata-se de uma forma sui generis de entretenimento, por vários motivos. Dentre os quais a criatividade e interatividade(que são atributos exigidos a priori e também trabalhados durante o jogo), bem como a interpessoalidade (é sempre jogado em grupo). E são dessas características que nasce o imenso potencial pedagógico do RP. Potencial esse que foi trabalhado nesta pesquisa, e resultou na produção desta Ferramenta Lúdica de Ensino por Representação.” (p. 5).
Definições de Escola e ou Educação: “ Tradicionalmente as escolas enfatizam o aprendizado por memorização passiva de informações [...].” (p. 6).
Referencial teórico:
CHAUÍ, Marilena. “Introdução à Filosofia”, Ed USP, 3ªed., 1997.
GAARDNER, Howard. “A Teoria das Inteligências Múltiplas”, Ed. Artes Médicas, 1992. MASI, Domênico de. “O Ócio Criativo”, Ed. Sextante, 1998.
Objetivos: “Este livro é dedicado e feito para os Mestres de Roleplaying Game que desejam explorar seu potencial pedagógico.” (p. 5). A proposta do material é fornecer uma
metodologia de aplicação do RPG de mesa na sala de aula. Justificativa:
“Um dos grandes erros cometidos nas tentativas de se inserir o RPG na Escola é o usar na escola os sistemas disponíveis no mercado. Essas experiências sem dúvidas estarão fadadas ao fracasso, uma vez que esses sistemas foram feitos para diversão pura e simples, e não para a diversão aliada a educação. Outro erro é tentar jogar sem sistema, apoiar-se no “bom senso”.
Nesse caso o fracasso se dá por motivos diferentes do primeiro: as complexidades do ambiente escolar exigem mais do que um jogo sem sistema pode oferecer. Tendo em vista essas duas questões, e trabalhando com a certeza de que era possível usar o RPG na sala de aula com grande sucesso, após meses de pesquisa em escolas públicas de Florianópolis, foi desenvolvido um sistema de RPG para uso exclusivo em sala de aula.” (p. 7).
Metodologia:
Para que todos possam participar da aula-jogo, uma adaptação do RPG de mesa à sala de aula, os participantes são divididos em três categorias: O mestre (deve saber jogar RPG e conhecer o conteúdo didático da aula), os jogadores (estudantes que vão interpretar personagens no jogo), os auxiliares (auxiliam os jogadores na tomada de decisão e no desenvolvimento da atividade), o consultor (o professor, que pode interpretar um personagem, um NPC ou fornecer informações aos jogadores) e o ator (estudantes que assumem NPCs previamente ensaiados e que ajudam no desenvolvimento da narrativa e podem estar caracterizados). Ocorrem duas ou mais mesas de jogo ao mesmo tempo na sala de aula. Também é apresentada a estrutura de um RPG de Mesa de foma simples.
As aulas jogo possuem três formas (Introdução a um tema; Ilustração da matéria já dada e Fechamento da matéria) e três tipos ( Motivacional, Informativa e Treinamento).
Resultados: Não apresenta.
Referências de RPG e Educação: Nenhum. Trechos principais:
“A FLER é um sistema de RPG, mas bastante diferenciado de todos os outros, pois também é uma didática. Vejamos as alterações e novidades que ela estréia.” (p. 7).
Comentários:
O FLER foi o primeiro “material pedagógico” baseado em RPG que tive contato. O autor declara no texto que o FLER é resultado de meses de pesquisa, mas não apresenta os resultados desta pesquisa e também não foi encontrado nenhum artigo sobre esta.
É um dos primeiros materiais a falar de maneira explicita como aplicar o RPG de mesa em sala de aula, e pode ter influenciado algumas intervenções em escolas.
É um texto bem simples e curto, mas apresenta erros de digitação e diagramação. Não é um texto para educadores, mas para mestres de RPG que queiram levar o RPG para a sala de aula. Neste caso o professor é um coadjuvante caso ele próprio não seja um mestre de RP.
O texto se propõe como material didático, no entanto não consta nenhuma obra sobre metodologia de ensino ou educação em sua bibliografia, que consta de obras da filosofia, psicologia e sociologia.
Português em Outras Palavras: 6ª série
Autores: Maria Sílvia Gonçalves e Rosana Rios Palavras-chave: Português, didático, RP.
Referência completa:
RIOS, Rosana; GONÇALVES, Maria Sílvia. Português em outras palavras: 6ª série. Livro do Professor. São Paulo: Scipione, 2002.
Ano publicação: 2002
Distribuição: Disponível nas livrarias Área de estudos: Educação
Ementa: Conteúdo curricular da disciplina de português na 6ª série do ensino fundamental, um encarte com aventuras solo (RPG) e um encarte de - Assessoria Pedagógica.
Definições de RPG: “É um tipo de jogo criado nos Estados Unidos, nos anos 70, em que cada jogador faz o papel de um personagem e vive uma aventura imaginária.” (p. 1 Encarte RPG) Definições de Escola e ou Educação: “A educação é um empreendimento cujo objetivo geral visa expandir as formas de leitura e escrita que os indivíduos podem empregar. Por leitura e escrita quero dizer a habilidade de representar e recuperar significados na variedade de formas que os tornam públicos. Em nossa cultura, as palavras, números, movimentos, imagens e padrões de formas e sons são formas por meio das quais os significados são representados. Para que se possam ler aquelas formas, é necessário que haja um entendimento de suas regras, seus contextos e sua estrutura sintética.” (EISNER apud RIOS, 2002, p. 3 - Assessoria Pedagógica)
Referencial teórico:
“A educação é uma área interdisciplinar e aplicada, que se alimenta de formulações teóricas originárias de várias disciplinas e que se constrói no plano da prática. Entretanto, a tentativa de escolher uma só teoria como única referência para a compreensão do fenômeno educativo (e como única proposta que levaria à solução dos problemas concretos) é uma conduta bastante comum na área da educação no Brasil. É importante destacar que essa idéia de escolha entre teorias coloca o educador numa situação bastante arriscada, particularmente dada a natureza aplicada de sua área de atuação. Pode levar a um consumo superficial da teoria tida como “a melhor” num determinado momento e a desconsideração de outras abordagens que poderiam ser igualmente enriquecedoras. Pode levar, também, a uma utilização simplificadora de princípios mal compreendidos e, ainda, ao abandono total da teoria em questão quando uma outra passar a ser considerada melhor referência. Provavelmente a conduta mais fecunda seria o estudo de muitas perspectivas diferentes, no sentido do aprimoramento técnico do profissional e, portanto, uma elaboração refinada de sua prática à luz das diversas abordagens estudadas. Diferentes teorias podem, certamente, trazer contribuições relevantes à compreensão do fenômeno educativo.”(OLIVEIRA apud RIOS, 2002, p. 4 - Assessoria Pedagógica)
“Assim nossa opção metodológica nesta obra teve como forças geradoras duas vertentes: por um lado, a teórica, fruto de nossos estudos – formais e informais – de várias teorias pedagógicas, lingüísticas, semióticas, filosóficas e artísticas que marcaram o século XX e contribuem para a efervescência intelectual típica deste fim-de-século. Por outro lado, defrontamo-nos com o desafio imposto a todo profissional de educação, que deve encontrar uma forma de incorporar a avalanche de informações que o bombardeia a uma práxis diária que muitas vezes desafia todo e qualquer pressuposto teórico. Assim, pautando nossas opções por nossa prática do magistério, produção literária e contato produtivo junto a alunos e professores pelo Brasil, tentamos, mais que adequar nossa obra a um ou outra teoria, obter um ponto de equilíbrio na busca de um método eficaz e adequado ao ensino de língua para jovens entre 11 e 16 anos.” (p. 4 - Assessoria Pedagógica).
Objetivos: “A coleção Português em outras palavras procura trazer para a sala de aula uma amostragem ampla das possibilidades expressivas e comunicativas da linguagem. Nesta coleção foram considerados 'textos', não apenas o texto literário ou informativo impresso, mas qualquer forma de expressão emissora de significados, impregnada de conteúdo ideológico (semiótico).” (p. 3 - Assessoria Pedagógica).
“Nosso objetivo foi compor uma obra que não ignorasse os variados pressupostos teóricos que embasam o pensar didático-pedagógico atual, mas que pudesse devolver aos conteúdos a importância que merecem no processo de educação escolar.” (p. 5 - Assessoria Pedagógica). “Objetivamos, além de proporcionar ao aluno técnicas e instrumental necessários à otimização de suas maneiras de se comunicar com o mundo, relacionar o Português às outras disciplinas, na tentativa de compor um painel cultural que vá além do mero ensino das estruturas da língua pátria.” (p. 6 - Assessoria Pedagógica).
Justificativa: “Assim esta obra tenta trazer ao educador subsídios e propostas eminentemente práticas, levando em conta sua formação e suas dificuldades, neste difícil período de transição por que passa não apenas a escola, mas toda a sociedade brasileira”. (p. 6 - Assessoria Pedagógica).
“[...] propomos uma obra didática em que o estudo e a produção dos textos – verbais ou não verbais, numa amostragem bastante ampla – seja sempre o ponto de partida no desenvolvimento da linguagem, instrumento do ser humano para comunicar-se com o mundo; [...]”. (p. 5 - Assessoria Pedagógica).
Metodologia: “[...] optamos pela morfossintaxe desejando evidenciar, na articulação forma/função, a lógica das estruturas gramaticais e assim facilitar seu entendimento, introduzimos junto às sugestões de produção de texto propostas de trabalho com outras 'matérias-primas' que não a palavra – marcando nossa crença de que a expressão por meio do signo lingüístico é apenas uma das formas de expressão humana e possui sua contrapartida em outras, que se utilizam de signos.” (p. 5 - Assessoria Pedagógica).
“Levou-se em conta, na seleção dos 'textos' da obra, a adequação à faixa etária pretendida. [...] Tentou-se, principalmente, estabelecer uma relação entre as necessidades psicológicas de cada fase de seu desenvolvimento (pré-adolescência e puberdade) e os aspectos (tanto formais quanto conteudísticos) apresentados pelos textos. Naturalmente, não se podem julgar todos os adolescentes brasileiros por um padrão imutável; são diferentes indivíduos, oriundos de
diferentes regiões. Buscamos uma tendência válida para a maioria, que o professor pode adaptar às suas necessidades imediatas.” (p. 6 - Assessoria Pedagógica).
“Enfim, em todas as séries, buscamos selecionar temas deflagradores de um rico trabalho de análise, reflexão e expressão (oral e escrita), além, é claro, da prática do debate e de suas exigências precípuas, tais como participação responsável, respeito ao outro, aceitação de opiniões divergentes. Os valores veiculados pela temática dos textos possibilitam explorá-los por um outro viés, atualizá-los, transferi-los para a realidade imediata do aluno, relacioná-los com as grandes questões sociais enfrentadas hoje pelo país. [...] Dentro dessa perspectiva, a transversalidade se concretiza naturalmente na sala de aula, tendo como matéria-prima, além dos temas, sua relação com o próprio cotidiano do aluno. A partir da discussão ética de sua própria vivência, o grupo é chamado a assumir suas responsabilidades na construção de uma sociedade em que se busque a dignidade do ser humano, sob quaisquer condições.” (p. 8 - Assessoria Pedagógica).
Neste livro da 6ª série “[...] procurou-se privilegiar nos textos e imagens os ambientes, as viagens, a observação do mundo. Há forte ênfase na observação do ambiente e dos seres que o povoam, pretendendo estimular a reflexão sobre fatos concretos, já levando à expressão de opiniões e ao princípio de um posicionamento crítico do jovem diante da vida. Utiliza-se o universo lúdico, o humor, os jogos, a existência não apenas dos heróis, mas também a dos anti-heróis. Como se sabe, a atividade lúdica, esportiva ou não, proporciona na adolescência instrumentos de socialização e equilíbrio do indivíduo com seu meio, incorporando ao cotidiano importante elemento afetivo.” (p. 7 - Assessoria Pedagógica).
O livro apresenta um encarte de jogos de RPG, composto por cinco aventuras solo ambientadas no Brasil do século XIX. O jogador pode escolher entre dois personagens, Tila e Lau. Estes dois personagens vem com uma história prévia, mas o jogador pode escolher quais atributos o personagem vai ter. Cada aventura solo é dividida em duas versões, uma para cada personagem, e o desenrolar da trama pode ocorrer de três maneiras: por escolhas feitas pelo jogador, por rolagem de um dado de seis faces ou pelo personagem possuir determinado atributo. As aventuras são bem curtas, pois possuem duas páginas e dezesseis parágrafos por personagem.
Resultados: Não apresenta.
Referências de RPG e Educação: nenhuma. Trechos principais:
“Procure estes livros, que falam sobre alguns tipos de jogos: [...] E não se esqueça dos livros de RPG de Steve Jackson e Ivan Livingstone, Marques Saraiva”. (p. 200).
“3. Reescreva as frases seguintes substituindo o tempo simples pelo composto correspondente. [...] F) quando você menos esperar, ele aprenderá todas as regras do RP. ”. (p. 206).
“Se jogamos com bolas, dados, tabuleiros e até com personagens, como no RPG, por que não podemos jogar com as palavras?” (p. 214).
( ) Referência primária (X) Referência secundária
Quais as noções utilizadas pelos autores que remetem o texto à teoria sócio-histórica-cultural? Num determinado momento do texto as autoras fazem uso do conceito de práxis: “Por outro lado, defrontamo-nos com o desafio imposto a todo profissional de educação, que deve encontrar uma forma de incorporar a avalanche de informações que o bombardeia a uma práxis diária que muitas vezes desafia todo e qualquer pressuposto teórico.” (p. 4 - Assessoria Pedagógica).
Num outro momento as autoras citam o próprio Vigotski ao falar sobre avaliação de gramática:
“É recomendável, também, que a avaliação seja qualitativa e não quantitativa. Entende-se por qualitativa a avaliação que se preocupa continuamente com o desenvolvimento global do aluno (biopsicossocial) e que parte dos processos mentais de organização – ou reorganização – dos conteúdos já dominados pelo aluno (zona de desenvolvimento atual), procurando privilegiar a ampliação destes conteúdos (em direção á zona de desenvolvimento próximo). Para que não se torne totalmente subjetiva, tal avaliação deve ser pautada em critérios preestabelecidos que instituirão um nível de idealidade a ser atingido pelo aluno. Deve pautar- se, também na verificação de conteúdos significativos, considerados mínimos para possibilitar a passagem de um nível a outro no processo de aprendizagem. Afinal,
O ensino deve orientar-se não ao ontem, mas sim ao amanhã do desenvolvimento infantil. Somente então poderá a instrução provocar os processos de desenvolvimento que se acham agora na zona de desenvolvimento próximo. (Vigotski apud DUARTE)”. (p. 24 - Assessoria Pedagógica).
Como o(s) autor(es) operacionaliza(m) as noções acima na elaboração do texto: há uma discussão que questiona e ou avança teoricamente? Há uma repetição de idéias onde as noções são operacionalizadas para afirmar uma idéia?
Aparentemente as autoras confundem os conceitos de Zona de desenvolvimento próximo com Zona de desenvolvimento potencial. A avaliação parece ser um momento pontual, a famosa prova escrita, e não um processo de avaliação como indicado por Vigotski. Assim Vigotski é utilizado apenas para confirmar uma idéia, e ainda uma idéia conflitante com sua teoria. Além de Vygotsky, Luria e Leontiev, quais são os autores citados próximos ao Vigotski? Como eles aparecem no texto?
Marta Kohl de Oliveira aparece para justificar o multireferencialismo, Newton Duarte aparece para falar da relação teoria e prática na educação no Brasil e as autoras citam Vigotski através do Newton Duarte.
Como o(s) autor(es) denominam a teoria de Vygotsky? Não denomina
Quais são os livros de Vygotsky são citados? Nenhum
Comentários:
Trata-se de um livro didático de português que vem com aventuras solo “de brinde”. Não existe uma proposta pedagógica para o uso das aventuras pelo professor no encarte de - Assessoria Pedagógica e nem no próprio encarte das aventuras solo. Assim as aventuras solo parecem estar deslocadas, fora de contexto.
Na abertura do encarte de aventuras solo, chamadas de jogos de RPG, é citada a possibilidade de se jogar em grupo, mas como isso é feito não é explicado.
No entanto este encarte provocou alguns professores. Pavão cita em seu livro que um dos motivadores de sua pesquisa foi o fato das crianças citarem que levariam um livro-jogo para uma ilha deserta. Em minha cidade fui chamado por uma escola particular para trabalhar com RPG pois as crianças adoraram os encartes desta coleção de livros didáticos de português e já estavam mestrando umas para as outras, inclusive modificando as histórias. No entanto os professores e pedagogas não sabiam o que fazer com o material ou com as crianças.
Uma das unidades do livro é dedicada aos jogos, e nela são feitas algumas referências ao RPG, mas nenhuma referência ao encarte. Na - Assessoria Pedagógica referente a esta unidade apenas é indicado que ela faz integração com a área de artes e que o professor deve promover uma discussão sobre jogos (p. 88 - Assessoria Pedagógica).
Não tenho como avaliar este material enquanto sua proposta didática da língua portuguesa, no entanto faltam referências e indicações para os educadores utilizarem seu encarte na escola.
Português em Outras Palavras: 7ª série
Autores: Maria Sílvia Gonçalves e Rosana Rios Palavras-chave: Português, didático, RP.
Referência completa:
RIOS, Rosana; GONÇALVES, Maria Sílvia. Português em outras palavras: 7ª série. Livro do Professor. São Paulo: Scipione, 2002.
Ano publicação: 2002
Distribuição: Disponível nas livrarias Área de estudos: Educação
Ementa: Conteúdo curricular da disciplina de português na 7ª série do ensino fundamental, um encarte com aventuras solo (RPG) e um encarte de - Assessoria Pedagógica.
Definições de RPG: “É um tipo de jogo criado nos Estados Unidos, nos anos 70, em que cada jogador faz o papel de um personagem e vive uma aventura imaginária.” (p. 1 Encarte RPG) Definições de Escola e ou Educação: “A educação é um empreendimento cujo objetivo geral visa expandir as formas de leitura e escrita que os indivíduos podem empregar. Por leitura e escrita quero dizer a habilidade de representar e recuperar significados na variedade de formas que os tornam públicos. Em nossa cultura, as palavras, números, movimentos, imagens e padrões de formas e sons são formas por meio das quais os significados são representados. Para que se possam ler aquelas formas, é necessário que haja um entendimento de suas regras, seus contextos e sua estrutura sintética.” (EISNER apud RIOS, 2002, p. 3 - Assessoria Pedagógica)
Referencial teórico:
“A educação é uma área interdisciplinar e aplicada, que se alimenta de formulações teóricas originárias de várias disciplinas e que se constrói no plano da prática. Entretanto, a tentativa de escolher uma só teoria como única referência para a compreensão do fenômeno educativo (e como única proposta que levaria à solução dos problemas concretos) é uma conduta bastante comum na área da educação no Brasil. É importante destacar que essa idéia de escolha entre teorias coloca o educador numa situação bastante arriscada, particularmente dada a natureza aplicada de sua área de atuação. Pode levar a um consumo superficial da teoria tida como “a melhor” num determinado momento e a desconsideração de outras abordagens que poderiam ser igualmente enriquecedoras. Pode levar, também, a uma utilização simplificadora de princípios mal compreendidos e, ainda, ao abandono total da teoria em questão quando uma outra passar a ser considerada melhor referência. Provavelmente a conduta mais fecunda seria o estudo de muitas perspectivas diferentes, no sentido do aprimoramento técnico do profissional e, portanto, uma elaboração refinada de sua prática à luz das diversas abordagens estudadas. Diferentes teorias podem, certamente, trazer contribuições relevantes à compreensão do fenômeno educativo.”(OLIVEIRA apud RIOS, 2002, p. 4 - Assessoria Pedagógica)
“Assim nossa opção metodológica nesta obra teve como forças geradoras duas vertentes: por um lado, a teórica, fruto de nossos estudos – formais e informais – de várias teorias pedagógicas, lingüísticas, semióticas, filosóficas e artísticas que marcaram o século XX e contribuem para a efervescência intelectual típica deste fim-de-século. Por outro lado, defrontamo-nos com o desafio imposto a todo profissional de educação, que deve encontrar uma forma de incorporar a avalanche de informações que o bombardeia a uma práxis diária que muitas vezes desafia todo e qualquer pressuposto teórico. Assim, pautando nossas opções por nossa prática do magistério, produção literária e contato produtivo junto a alunos e