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Sentrale motparter

In document DET NORSKEFINANSIELLE SYSTEMET 2021 (sider 90-94)

PENSJONSSYSTEMET I NORGE

3 Finansiell infrastruktur

3.4 Sentrale motparter

Nesta última parte do questionário, pretendeu-se saber a percepção dos alunos sobre a WebQuest, no que diz respeito a vários parâmetros que se vão apresentar.

Dificuldades na resolução da WebQuest

Grupo Grupo experimental Grupo de controlo

Parte(s) da WQ mais difíceis (n=19) (n=12)

f % f %

Recolha de dados sobre os temas em estudo 10 52,6 1 8,3 Selecção e organização da informação 9 47,4 6 50,0 Preenchimento das tabelas/formulários 4 21,1 5 41,7

Gravação do Podcast 7 36,8 4 33,3

Realização do script para o vídeo 4 21,1 2 16,7

Filmagens do vídeo 9 47,4 5 41,7

Nenhuma 2 10,5 1 8,3

Tabela 5.28 – Dificuldades na resolução da WebQuest

Dado o objectivo da questão, os sujeitos podiam seleccionar até três opções. Também é contemplada a possibilidade do aluno não considerar complicada nenhuma das partes da WebQuest. Assim, a maioria dos alunos do grupo experimental (52,6%) considerou como mais difícil a recolha de dados sobre os temas em estudo, seguindo-se a selecção e organização dessa informação e as filmagens do vídeo (47,4%). A gravação do podcast também colocou algumas dificuldades a 36,8% dos alunos e com igual grau de dificuldade (21,1%) o preenchimento das tabelas/formulários e a realização do script para o vídeo. De salientar que uma pequena percentagem de alunos (10,5%) referiu que nenhuma das partes da WebQuest foi difícil.

Os alunos do grupo de controlo apontaram como principal dificuldade a selecção e organização da informação recolhida (50%), seguindo-se o preenchimento das tabelas/formulários e as filmagens do vídeo (41,7%). Alguns alunos (33,3%) referiram como mais difícil a gravação do podcast e 16,7% a realização do script para o vídeo. Um aluno (8,3%) manifestou a sua dificuldade na recolha de dados sobre os temas em estudo.

Problemas detectados durante a realização da WebQuest

Foi concebida uma lista de situações que poderiam ser consideradas problemáticas na resolução da WebQuest. Com um limite de até 3 respostas, os alunos podem assinalar problemas relacionados com a ligação à Internet, com a estrutura de navegação da WebQuest, com a falta de apoio da formadora, com a composição do grupo de trabalho, com o tipo de resolução da WebQuest ou considerar que nenhuma das situações apresentadas constituiu um problema.

Grupo Grupo experimental Grupo de controlo

Problemas encontrados na realização da WQ (n=19) (n=12)

f % f %

Quebras no acesso à Internet 13 68,4 5 41,7

Lentidão de acesso à Internet 15 78,9 7 58,3

Dificuldades de navegação na WQ 8 42,1 0 0,0

Ausência de resposta em tempo útil às dúvidas colocadas à professora 0 0,0 0 0,0 Dificuldade em reunir todos os elementos do grupo 1 5,3 5 41,7 Dificuldade no funcionamento do grupo 3 15,8 5 41,7 Falta de tempo para realizar o que era pedido 4 21,1 1 8,3

Nenhum 2 10,5 3 25,0

Tabela 5.29 – Problemas detectados durante a resolução da WebQuest

Da análise da tabela 5.29 torna-se evidente que o principal problema encontrado pelos dois grupos na resolução da WebQuest foi a lentidão no acesso à Internet (78,9% no grupo experimental e 58,3% no grupo de controlo). Depois disso temos como principais causadores de problemas apontados pelo grupo experimental as quebras no acesso à Internet (68,4%) e as dificuldades de navegação na Web (42,1%). Houve ainda quem referisse a falta de tempo para realizar o que era pedido (21,1%), a dificuldade no funcionamento do grupo (15,8%) e a dificuldade em reunir todos os elementos do grupo (5,3%) como obstáculos à resolução da WebQuest. Uma percentagem de alunos (10,5%) considerou que nenhuma das situações mencionadas foi perturbadora na resolução da WebQuest.

Para além da lentidão de acesso à Internet, o grupo de controlo considerou as quebras no acesso à Internet, a dificuldade em reunir todos os elementos do grupo e a dificuldade no funcionamento do grupo como obstáculos com a mesma percentagem (41,7%) à resolução da WebQuest. A falta de tempo para realizar o que era pedido (8,3%) foi ainda uma das situações mencionadas. Uma percentagem considerável de alunos (25%) considerou que nenhuma das situações mencionadas causou problemas na resolução da WebQuest.

Podemos concluir que a maior parte dos problemas que os alunos sentiram na resolução da WebQuest se prenderam com motivos de ordem técnica, relacionados com a ligação à Internet e não com questões de estrutura ou organização da mesma. No grupo de controlo também houve problemas de funcionamento de grupo e de reunir todos os elementos do grupo.

Navegação no site

Grupo Grupo experimental Grupo de controlo

Navegação no site (n=19) (n=12)

f % f %

Fácil, sabia sempre onde estava e como ir para as páginas 14 73,7 11 91,7 Difícil, por vezes não sabia onde estava nem como ir para as

páginas 5 26,3 1 8,3

A análise desta tabela vem corroborar a conclusão apresentada anteriormente. Como podemos constatar, a maioria dos alunos do grupo experimental e do grupo de controlo referiu que a navegação no site foi fácil, sabendo sempre onde estava e como navegar entre páginas (73,7% e 91,7% respectivamente).

Preferências de aprendizagem

Grupo experimental (n=19) Comparação entre aulas dadas

através da WQ ou pelo professor

e preferência dos alunos f % Motivos para a sua escolha f %

WQ 12 63,2

Facilita a aprendizagem 1 5,2 As aulas não se tornam tão

monótonas/cansativas 4 21,0

Não responderam 7 37,0

Aulas dadas pelo professor 7 36,8

As aulas permitem um contacto mais pessoal 4 21,0 Não há tantas distracções 1 5,2

Não responderam 2 10,6

Grupo de controlo (n=12) Comparação entre aulas dadas

através da WQ ou pelo professor

e preferência dos alunos f % Motivos para a sua escolha f %

WQ 10 83,3

Facilita a aprendizagem 5 41,7 As aulas não se tornam tão

monótonas/cansativas 3 25,0

Não responderam 2 16,6

Aulas dadas pelo professor 2 16,7 As aulas permitem um contacto mais pessoal 2 16,7

Não responderam 0 0,0

Tabela 5.31 - Preferências de aprendizagem

Quando questionados sobre a sua preferência entre a realização de uma WebQuest ou as aulas dadas pelo professor, verificamos que a maioria dos alunos do Grupo experimental prefere as aulas em que possa realizar WebQuest (63,2%). A maior parte dos alunos que seleccionou esta opção, optou por não dar qualquer justificativa para a sua escolha (37,0%). Os alunos que justificaram a sua escolha referiram que as aulas não se tornam tão monótonas ou cansativas (21,0%) e facilita a aprendizagem (5,2%). No entanto, verificamos que neste grupo uma percentagem considerável de alunos (36,8%) prefere um método mais tradicional em que as aulas são inteiramente leccionadas pelo professor apontando como principal justificativa o facto de que este tipo de aula permite um contacto mais pessoal (21,0%).

A maioria dos alunos do Grupo de controlo (83,3%) optou pelas aulas com recurso à WebQuest. Referiram como razões para a sua escolha o facto de este tipo de aulas facilitar a aprendizagem (41,7%) e de não se tornarem tão monótonas/cansativas (25,0%). Os alunos que

optaram pelas aulas leccionadas pelo professor (16,7%) apontam como razão o facto de estas aulas permitirem um contacto mais pessoal.

Em suma, os alunos preferem as aulas em que há o recurso às novas tecnologias e em que lhes é dada liberdade para explorar, pesquisar e construir o seu próprio conhecimento.

A utilização da WebQuest noutras disciplinas

Questionou-se ainda os alunos sobre se gostariam que mais professores utilizassem a WebQuest nas suas disciplinas (tabela 5.32).

Grupo Grupo experimental Grupo de controlo

Utilização da WQ noutras disciplinas (n=19) (n=12)

f % f %

Sim 5 26,3 4 33,3

Talvez 13 68,4 7 58,3

Não 1 5,3 1 8,3

Tabela 5.32 – Utilização da WebQuest noutras disciplinas

A maioria dos alunos não manifesta certeza na utilização da WebQuest noutras disciplinas (68,4% no grupo experimental e 58,3% no grupo de controlo). Estes resultados são interessantes tendo em conta os resultados obtidos na tabela anterior e na tabela que se apresenta de seguida. Podemos supor que os alunos consideram que a WebQuest é apenas vantajosa quando utilizada na aula de Inglês. Em todo o caso, uma percentagem do grupo experimental (26,3%) e uma percentagem do grupo de controlo (8,3%) consideram que seria vantajoso a aplicação da WebQuest noutras disciplinas. Apenas 1 aluno de cada grupo não gostava que mais professores utilizassem a WebQuest nas suas disciplinas.

Vantagens e desvantagens em resolver a WebQuest por comparação com as aulas tradicionais

Grupo experimental (n=19)

A WQ apresenta mais f % Motivos para a sua escolha f %

Vantagens 15 78,9

Método mais cativante 1 5,2

Enriquece o vocabulário 3 15,8

As aulas não se tornam tão monótonas/cansativas 3 15,8

Não responderam 8 42,0

Desvantagens 4 21,1 Há mais distracções Numa aula tradicional há mais esclarecimento de dúvidas 3 1 15,9 5,2

Grupo de controlo (n=12)

A WQ apresenta mais f % Motivos para a sua escolha f %

Vantagens 9 75,0

Método mais cativante 5 41,6

Enriquece o vocabulário 2 16,7

As aulas não se tornam tão monótonas/cansativas 2 16,7 Desvantagens 3 25,0 Há mais distracções Numa aula tradicional há mais esclarecimento de dúvidas 1 1 8,3 8,3

Internet da escola é lenta 1 8,3 Tabela 5.33 - Vantagens e desvantagens em resolver a WebQuest por comparação com as aulas tradicionais

A maioria dos alunos considerou que a resolução da WebQuest apresenta mais vantagens quando comparada com os métodos de ensino tradicionais (tabela 5.33). No Grupo experimental, 78,9% dos alunos afirmaram que a WebQuest apresenta mais vantagens. No entanto, 42,0% não justificou a sua resposta talvez porque têm dificuldades em expressar as suas ideias ou porque não gostam de escrever. Os que justificaram a sua escolha referiram que este método permite um maior enriquecimento do vocabulário e que as aulas não se tornam tão monótonas/cansativas (15,8%). Apenas um aluno referiu que se trata de um método de ensino mais cativante. Os alunos que consideraram que a WebQuest apresenta mais desvantagens (21,1%) referem como factores de escolha o facto de haver mais distracções nas aulas da resolução da WebQuest (15,9%) e o facto de numa aula tradicional haver mais esclarecimento de dúvidas (5,2%).

No Grupo de controlo, 75% dos alunos referiu que a WebQuest apresenta mais vantagens porque é um método de ensino mais cativante (41,6%), que enriquece o vocabulário e em que as aulas não se tornam tão monótonas/cansativas (16,7%). Os alunos que referiram que a resolução da WebQuest apresenta mais desvantagens (25%) apontam como razões da sua escolha o facto de haver mais distracções nas aulas da resolução da WebQuest, o facto de numa aula tradicional haver mais esclarecimento de dúvidas e ainda o facto de a Internet da escola ser lenta (8,3%).

Aprendizagem de conteúdos e gosto pelo Inglês

Grupo Grupo experimental Grupo de controlo

A WQ ajudou a f (n=19) % f (n=12) %

Desenvolver as tarefas propostas na WQ

Quase nada 0 0,0 0 0,0 Razoavelmente 14 73,7 10 83,3

Muito 5 26,3 2 16,7

Melhorar o meu vocabulário

Quase nada 0 0,0 0 0,0 Razoavelmente 14 73,7 4 33,3

Muito 5 26,3 8 66,7

Interagir com os colegas de grupo Quase nada Razoavelmente 12 0 63,2 0,0 2 7 16,7 58,3

Muito 7 36,8 3 25,0

Construir conhecimento

Quase nada 1 5,3 0 0,0 Razoavelmente 13 68,4 7 58,3

Muito 5 26,3 5 41,7

Contribuir para a elaboração do produto final

Quase nada 0 0,0 1 8,3 Razoavelmente 13 68,4 6 50,0

Muito 6 31,6 5 41,7

Valorizar a aprendizagem do Inglês para o Turismo/Relações Públicas

Quase nada 0 0,0 0 0,0 Razoavelmente 13 68,4 6 50,0

Muito 6 31,6 6 50,0

Pretendeu-se ainda avaliar a percepção que os alunos têm sobre a aprendizagem dos conteúdos abordados no questionário e o desenvolvimento do gosto pelo Inglês, proporcionados pela WebQuest (tabela 5.34). Assim, quando questionados sobre em que medida a resolução desta WebQuest os ajudou a cumprir determinados objectivos, os alunos do grupo experimental referiram na sua maioria que a WebQuest os ajudou razoavelmente a atingir os objectivos mencionados: a desenvolver as tarefas propostas na WebQuest (73,7%); a melhorar o seu vocabulário (73,7%); a interagir com os colegas de grupo (63,2%); a construir conhecimento (68,4%); a contribuir para a elaboração do produto final (68,4%) e a desenvolver o gosto pela aprendizagem da língua (68,4%). À excepção de um sujeito, que considerou que a WebQuest não ajudou ―quase nada‖ a construir conhecimento ou a desenvolver o gosto pela aprendizagem da língua, os restantes alunos consideraram que todos os itens os ajudaram muito.

Os alunos do grupo de controlo manifestaram também, na sua maioria, a mesma opinião em relação a todos os objectivos: a desenvolver razoavelmente as tarefas propostas na WebQuest (83,3%); a melhorar muito o seu vocabulário (66,7%); a interagir razoavelmente com os colegas de grupo (58,3%); a construir conhecimento (58,3%); a contribuir para a elaboração do produto final (60%) e a desenvolver o gosto pela aprendizagem da língua (66,7%). Dois sujeitos indicaram que a WebQuest não os ajudou quase nada a interagir com os colegas de grupo e um sujeito também referiu que a WebQuest não contribuiu para a elaboração do produto final. Os restantes sujeitos consideram como muito o contributo da WebQuest em todos os parâmetros mencionados.

Podemos concluir que a metodologia WebQuest na sala de aula desperta o interesse dos alunos, servindo de instrumento de motivação para a aprendizagem de qualquer matéria na sala de aula e em particular para a aprendizagem de uma língua estrangeira.

In document DET NORSKEFINANSIELLE SYSTEMET 2021 (sider 90-94)