5. ANALYSE
5.2 L OGIC OF CONSEQUENCE
5.2.1 Delcase 4. Maktkamp – Kina sanksjonerer mot den norske laksenæringen
5.2.1.2 Sanksjonene hadde liten effekt på laksenæringen
Não se pode simplesmente empurrar a responsabilidade do que atinge o ser humano para o meio em que se encontra para os demais agentes de sua realidade. É preciso que o ser humano se responsabilize pelo seu destino, pois não se trata de um ser passivo, é a priori, um ser ativo, racional, e sensitivo que pode e deve tomar as rédeas do seu futuro. É por este motivo que o segundo caminho que este estudo aponta diz respeito ao posicionamento dos profissionais de gestão de empresas, pois a passividade perante o desenrolar da vida do empreendedor pode classificar-se como uma constante pela falta de ações e/ou reflexões a respeito da classe pela classe, quer seja em micro ou pequenas empresas, quer seja informais ou formais. Este viés diz respeito ao empreendedor que a partir do momento em que se torna um gestor de negócios é também um agente transformador da sociedade onde está inserido.
Nesse sentido a tendência metódica que copia modelos das ações tomadas em outros contextos para a aplicação nem sempre é a melhor escolha a se fazer. A cidade de Manaus tem demonstrado isso apesar da escassa informação referente ao empreendedorismo como fenômeno econômico e social. Fica claro ao contrastar informações que são divulgadas e que apontam para uma disparidade quando se trata desta capital, porém o meio continua martelando na mesma tecla e aplicando e tentando inculcar nos micro e pequenos empreendedores uma receita de um bolo que nada tem a ver com a realidade social e geográfica em que vivem. O empreendedorismo por necessidade tem a menor taxa, e os negócios nascem pela tradição familiar, ou pela aptidão do empreendedor com o que ele pretende empreender, tem isso a ver com o modelo de empreendedorismo vendido pelos programas governamentais? Certamente é algo a descobrir num posterior estudo específico, da mesma forma o estudo aponta para a necessidade de uma caracterização a respeito do modelo de educação formal utilizado fazendo um paralelo a fim de compreender até que ponto o espírito empreendedor é incentivando e/ou discutido dentro dos muros da escola, mas assim como este estudo aponta para as disparidades entre o cenário nacional e da capital amazonense no que tange ao empreendedorismo, ele também aponta para realidades compartilhadas entre ambos, como o são os dados sobre a escolaridade e capacitação do empreendedor. Conclui-se então que dois pontos são imperativos de solução: o da educação desde os primeiros passos da escola na vida dos indivíduos, para conseguir formar um espírito empreendedor; a
capacitação que, jogando fora formas pré-moldadas, deve em primeira instância reconhecer os nuances paralelos da região.
7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Antunes, R (2002). Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo: Boitempo Editorial.
Baron, R. A. (2007). Opportunity Recognition: a cognitive perspective. Lally school of management & technology, Academy of management best conference paper.
Barini Filho, Ulrico E; Cardoso, O. de O. (2003) A abordagem cognitiva na formação
de competência empreendedora: o caso da Odebrecht. Administração em Diálogo, n. 5,
Novembro .
Bergamini, C.W. (1997). Psicologia aplicada à administração de empresas. São Paulo: Atlas.
Bernardi, L. A. (2009). Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas. São Paulo. Ed. Atlas
Birley, S; Westhead, P. A (1992), Comparison of new firms in “assisted” and
“nonassisted” areas in Grea Britain. In: Entrepreneurship & Regional Development,
v.4, p. 299-338.
Bosma, N. & Harding, R. (2007), Global Entrepreneurship Monitor: GEM 2006 results. Wellesley/London: Babson College/London Business School.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, (1996). Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
Brum, A. de M. (2003), Respirando endomarketing. Porto Alegre: L&PM, 144p. Castells, M. (1999). A sociedade em rede. São Paulo. Paz e Terra. V. 1
Chiavenato, I. (2007), Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor:
empreendedorismo e viabilidade de novas empresas : um guia eficiente para iniciar e tocar seu próprio negócio. São Paulo: Saraiva.
Colbari, A. L. (2007), A retórica do empreendedorismo e a formação para o trabalho
na sociedade brasileira. Revista Sinais, v. 1, n. 1, abr.
Costa, M. da S. (2003), Reestruturação produtiva, sindicatos e a flexibilização das
relações de trabalho no Brasil. RAE Eletrônica, v. 2, n. 2, jul./dez.
<http://www.rae.com.br/eletronica>.
DIEESE. (2001), A situação do trabalho no Brasil. São Paulo: DIEESE.
Dornelas, J. C. A. (2005). Transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro. Ed. Elsevier
Drucker, P. F. (1986) Inovação e Espírito Empreendedor (Entrepreneurship) : Prática e
Drucker, P. F. (1979), Management. London, Pan Books.
Durand, (1998). Form of Competence. Trabalho apresentado na Coference of Management of Competence; Oslo.
Filion, L. J; Dolabela, Fernando (2000). Boa Idéia! E Agora?, São Paulo. Cultura Editores Associados
Filion, L. J. (1988) The strategy of successful entrepreneurs in small business: vision
relationships and anticipatory learning. Thesis (Ph.D.). University of Lancaster, Great
Britain
Filion, L.J. (1998) Entrepreneurship: Entrepreneurs and Small Business Owner-
managers. In: Julien, P.A. (Ed.). The State of the Art in Small Business and Entrepreneurship. Capítulo 4.
Forbes, J; Reale, M. J.; Ferraz, S. T. J. (2005). A invenção do futuro. São Paulo, Ed. Manole
Gerber, M. (1990), O mito do empreendedor: Como fazer de seu empreendimento um
negócio bem-sucedido. São Paulo. Ed. Saraiva
GEM (2006). Global Entrepreneuship Monitor - Empreendedorismo no Brasil – 2005 – relatório nacional. Curitiba: IBQP
GEM (2007). Global EntrepreneushipMonitor- Empreendedorismo no Brasil – 2006 – relatório nacional. Curitiba: IBQP
GEM (2008). Global Entrepreneuship Monitor- Empreendedorismo no Brasil – 2007 – relatório nacional. Curitiba: IBQP
GEM (2009). Global Entrepreneuship Monitor- Empreendedorismo no Brasil – 2008 – relatório nacional. Curitiba: IBQP
Hall, S. (2003). A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro, Ed. DP&A
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. http://www.ibge.gov.br
Kets De Vries, M.; Miller, D. Apud Gimenez, Fernando (1993). Escolhas estratégicas e
estilo cognitivo: Um estudo em pequenas empresas. RAC, v. 2, n. 1, jan/abr, p. 27-45
Klechen, C. F.; Maciel, M. E. R.; Zanon; M. T; Alves, R. A. (2007). Emprendedorismo
por necessidade e a economia informal:_ a realidade do Shopping Popular Tupinambás em Belo Horizonte. Belo Horizonte. Revista Multiface, v. 1, n. 2, p. 23-31, julho-
dezembro.
http://www.face.ufmg.br/pet/multiface/v1_n2/Multiface_v1_n2_KLEICHEN_et_al_Em preendedorismo_por_necessidade.pdf?
Krausz, R.R. (1981), Homens e organizações: Adversários ou colaboradores: Análise
Luecke, Richard (2007), Ferramentas para empreendedores: ferramentas e técnicas
para desenvolver e expandir seus negócios. [Entrepreneur's toolkit]. Rio de Janeiro. Ed.
Record
Mintzberg, H.; Ahlstrand, B.; Lampel, J..(2000). Safári de estratégia: um roteiro pela
selva do planejamento estratégico. Porto alegre. Ed. Bookman
Pamplona, J. B. (2001), Erguendo-se pelos próprios cabelos: auto-emprego e
reestruturação produtiva. São Paulo. Germinal/FAPESP
Roma, V. de M. C (2006). O Empreendedor Brasileiro: Um Estudo Exploratório Sobre
Personalidade, Inteligência Emocional E Desempenho. Rio de Janeiro: Faculdades
Ibmec
Salim, C.; Nasajon C.; Salim H.; Mariano...[et al.]. (2004). Administração
Empreendedora: teoria e prática usando o estudo de caso. Rio de Janeiro. Ed. Elsevier
Sarkar, Soumodip (2007), Empreendedorismo e Inovação. Lisboa Ed. Escolar
______. (2007). Global Entepreneurship Monitor: Empreendedorismo no Brasil. Relatório Executivo - 2003. Curitiba. SEBRAE, 2004. <http://www.sebrae.com.br/aprendasebrae>
______. (2007) Global Entepreneurship Monitor: Empreendedorismo no Brasil. Relatório Executivo – 2004. Curitiba: SEBRAE, 2005. <http://www.sebrae.com.br/aprendasebrae>
SEBRAE, (2007). Censo Empresarial de Manaus 2009. Action Pesquisas de Mercado. Relatório do Sebrae - AM
SEBRAE, (2007). Boletim Estatístico de Pequenas e Micro Empresas. 1º semestre de
2005.<http://www.sebrae.com.br/customizado/estudos-e-pesquisas/estudos-e-
pesquisas/boletim-estatistico-das-mpe>
SEBRAE, (2008). Guia do Prefeito empreendedor Amazonense. Manaus-AM.
______. (2007). Global Entepreneurship Monitor: Empreendedorismo no Brasil. Relatório Executivo – 2005. Curitiba: SEBRAE, 2006. <http://www.sebrae.com.br/br/aprendasebrae>
______. (2006). Iniciando Um Pequeno Grande Negócio – IPGN Manual do Curso –
Módulo I. SEBRAE
Schumpeter, J. A (1976), A teoria do desenvolvimento econômico. São Paulo. Ed. Difel Schumpeter, J.A. (1934). 1912/1934: Theorie der wirtschaftlichen Entwicklung. Leipzig: Duncker & Humblot. Cambridge, MA: Harvard University Press
Schumpeter, J. A (1934/1982), Teoria do Desenvolvimento Econômico. São Paulo. Abril Cultural
Schumpeter, (1954) J.A. History of economic analysis. Oxford. Oxford University Press
Silva, L. F.; Bassani, C. L. (2007). Evolucionismo: a face oculta do empreendedorismo.
Campinas – SP. Salesiano University CenterDepartment of Medical Sciences.
Department of Medical Sciences FCM/UNICAMP
Stevenson, S. (2000). International Real Estate Diversification: Empirical Tests Using
Hedged Indices. The Journal of Real Estate Research. 19(1/2), 105-131.
Souza, E. C. L. ; Castro-Lucas, Cristina (2008), Uma nova maneira de refletir os
conceitos de cultura, empreendedorismo e inovação: uma metodologia de vida. In: Encontro Anual da ANPAD, 2008, Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Anais do XXXII
EnANPAD.: ANPAD, v. 1. p. 1-16.
Souza, E. C. L; Guimarães, T. A. (2005), O ensino de empreendedorismo em
instituições de ensino superior brasileiras. In: Souza, E. C. L.; Guimarães, T. A. (org) Empreendedorismo Além do Plano de Negócios. São Paulo. Ed. Atlas.
Teixeira, H. de A.(2001), A trajetória dos pequenos negócios do ramo de turismo na
região de Belo Horizonte e Poços de Caldas (MG) – um estudo sobre o mito ou a realidade do processo de empreendedorismo. In: ENANPAD, XXV, Campinas. Anais
do ENANPAD, X CD RO
Toffler, E.A. (2001). Aprendizagem & Criatividade Emocional: como liberar a
criatividade que há em você. São Paulo. Ed. Makron Books