• No results found

Samlokalisering og samarbeid mellom aktørene i pilotprosjektet

Kapittel 4: Presentasjon av funn

4.5 Samlokalisering og samarbeid mellom aktørene i pilotprosjektet

A pesquisa mostrou uma lacuna entre os órgãos diretamente ligados com a agricultura familiar, devido ao fato de informações administrativas não serem bem compartilhadas e do conhecimento de todos os funcionários dos locais. Logo, percebeu-se a necessidade de uma maior integração entre os órgãos e agentes públicos envolvidos, a fim de que algumas decisões sejam tomadas em conjunto, para o bem dos agricultores, ou que pelo menos fosse compreendida, de fato, a função específica que cada órgão desempenha, pois contatou-se, em alguns momentos, uma notória confusão no que diz respeito ao conhecimento da responsabilidade de cada instituição e de seu campo de ação. Além disso, notou-se que há um distanciamento entre o apoio técnico necessário nas propriedades e o que efetivamente tem acontecido, faltando qualidade na prestação de serviços nas propriedades, principalmente nos plantios de gêneros alimentares, já que o biodiesel vem recebendo um apoio mais sólido na região, principalmente por ser vinculado a um programa de cunho federal.

O programa do biodiesel, no início da pesquisa, pareceu incipiente. Porém, posteriormente, tornou-se um ponto chave para compreensão dos objetivos e nuances desse trabalho, pois relacionava-se diretamente com a vida dos agricultores familiares, que antes plantavam somente para venda ou subsistência e agora utilizam parte da terra ou muitas vezes toda ela para o cultivo da mamona.Segundo dados recentes do Programa do Biodiesel, o cadastro no DAP (Declaração de Aptidão ao Pronaf) para que os agricultores possam cadastrar-se como fornecedores de matéria-prima no Programa do Biodiesel. Há dados, segundos os quais, cerca de 30% dos agricultores do Ceará envolvidos no programa estão participando de forma irregular e sujeitos a qualquer momento à eliminação do cadastro.

O Programa Nacional do Biodiesel reproduz todos os problemas das demais políticas agrícolas voltadas para a agricultura familiar: excesso de exigências burocráticas e dificuldades com acesso e orientação da assistência técnica. Entretanto, há a grande vantagem de todas essas políticas estarem centralizadas na forma de um contrato com a Petrobrás, o que é uma considerável economia de tempo e esforço. Se corretamente orientados, esses contratos podem ser uma alternativa interessante para os agricultores familiares. A falta de documentação necessária por parte dos agricultores para o cadastramento é o primeiro entrave à inserção no programa. Muitas vezes não se tem a documentação correta ou mesmo possíveis alternativas, em caso de não ter algum documento necessário. Concomitantemente, há a questão da dificuldade de acesso à terra por parte do agricultor, que implica tanto na carência

de área para o plantio, quanto na falta de autonomia para decidir qual cultura produzir. Paralelamente, o atraso na entrega de insumos e sementes e, principalmente, a falta de sementes certificadas são obstáculos que estão diretamente associados à produtividade das culturas. Logo é de extrema relevância um planejamento eficaz quanto a essa distribuição, para não comprometer a rentabilidade das culturas. Adicionalmente, destaca-se a não clareza, muitas vezes, da política adotada e o baixo valor agregado da matéria-prima comercializada pelos produtores. Há um compromisso social por parte dos gestores do programa e das empresas envolvidas. Adicionalmente ao lucro, deve-se refletir sobre políticas duradouras que promovam a sustentabilidade das culturas e dos solos, a fim de que o Programa do Biodiesel não seja apenas mais uma política em benefício de uma minoria.

Espera-se que o governo crie mecanismos de aproximação entre os agricultores, através de palestras, reuniões técnicas, com o intuito de diminuir a resistência da formação em associações e cooperativas agrícolas, fomentando, assim, o associativismo, o que facilitaria o acesso à informação em órgãos públicos e fortaleceria as reivindicações frente à maquina pública. Pequenos produtores rurais organizados e mais conscientes das suas necessidades e dos seus direitos, sem dúvida, contribuiriam para garantir Segurança Alimentar e Nutricional para suas famílias, através de uma renda mais certa e digna, alargando a base econômica do Sertão Central.

Nesse sentido, a penetração do enfoque de SAN na área da agricultura familiar, através de práticas educativas, impulsiona uma abordagem integradora de todos os seus componentes, da produção, comercialização até o consumo. Nessa perspectiva, almeja-se construir o empondermento, condição necessária para realizar e intervir positivamente nas escolhas mais saudáveis e conscientes, resgatando alimentos descontinuados da produção do município, haja vista a rica produção alimentar do local; fortalecer práticas de sustentabilidade dos solos, que estão empobrecendo devido ao cultivo ininterrupto da mamona; contribuir eficazmente para uma merenda escolar mais humanizadora, nutritiva e equilibrada. Novos gêneros sendo plantados, contribuem para a renda familiar, assim como para a segurança alimentar e nutricional das famílias, consequentemente gerando novas vagas de trabalho e minimizando a migração da população rural para grandes centros da região Sudeste do país, para o entorno das cidades sedes dos municípios do Sertão Cearense e para a Região Metropolitana de Fortaleza.

Por fim, o município de Quixadá apresentou situações problemáticas em relação ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, seja no que diz respeito à migração dos

recursos da merenda para municípios de grande porte, onde a administração dos recursos é prejudicada, seja pela inadequação da operacionalização do Programa aos propósitos de revitalização da economia local, através da entrada dos pequenos produtores rurais nele ou da adequação aos hábitos alimentares regionais. Não se tem pensado e praticado as ações do programa em prol dos alunos da rede pública; um exemplo, é a inadequação dos cardápios aos desejos dos escolares, que, muitas vezes, precisam se alimentar de preparações pouco saborosas e inadequadas em termos nutritivos e culturais da região.

As implicações práticas da inclusão dos pequenos produtores como fornecedores do PNAE estão no sentido de superar situações análogas às seguintes: o fluxo dos recursos das políticas de alimentação para municípios economicamente desenvolvidos, conforme exemplificado acima; o consumo de leite e carne industrializados por alunos de escolas rurais, muitas das quais de localização próxima a produtores desses alimentos. Ademais, a aquisição do produto local baratearia o custo da merenda; por exemplo, atualmente o litro de leite industrializado custa em torno de R$ 1,90(um real e noventa centavos), enquanto, junto aos pequenos produtores locais, esse custo não ultrapassa R$ 0,70 (setenta centavos). Seriam R$ 1,20 (um real e vinte centavos) economizados em cada litro de leite; ou seja, quatro vezes o valor per capita diário mínimo (R$ 0,30), repassado pelo Fundo de Desenvolvimento da Educação, a depender das características da escola e da creche. Estes valores são de 2011. (IPECE, 2009b)

Em se tratando de adequação à cultura alimentar local, poder-se-á encaminhar a superação da contradição existente no fato de um aluno do meio rural consumir leite industrializado, ao passo que há produção de leite in natura nas proximidades da escola, no próprio município. Assim como possibilita o desenvolvimento de novos plantios de alimentos, antes descontinuados, como a mandioca, haja vista a produção de determinado gênero ser mais rentável para o produtor, mas nem sempre mais viável a longo prazo, principalmente quando se pensa no desenvolvimento sustentável do solo, que, muitas vezes, é deixado de lado, a fim de que os lucros continuem em patamares elevados.

O leite na região do sertão central é um produto com forte potencial de desenvolvimento local, a partir de preparações base, tais como queijo coalho, manteiga, nata e coalhada. Esses produtos emergem como alimentos tradicionais na região, na medida em que refletem aspectos da cultura local; se bem aplicados, podem contribuir eficazmente nos contornos da alimentação escolar e, com certeza, adicionalmente, trazer mais renda às famílias e à região.

REFERÊNCIAS

ABRANDH. Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos. Diretrizes Voluntárias em apoio à realização progressiva do direito à alimentação adequada no contexto da segurança alimentar e nutricional. Brasília, DF: ABRANDH, 2005.

______. Direito Humano à Alimentação Adequada no contexto da Segurança Alimentar e Nutricional. Brasília, DF: ABRANDH, 2012.

ABREU, M. Alimentação escolar na América Latina:programas universais ou focalizados/políticas de descentralização. 1996. Mimeo.

ALENCAR, F. A. G. de. Uma Geografia das Políticas Fundiárias no Estado do Ceará. Tese. (Doutorado em Sociologia). Fortaleza, CE: Universidade Federal do Ceará, 2005. AMARAL, F.P. O Leite problema nacional. Rio de Janeiro: José Olympio, 1957.

ARAÚJO, J. C. Barragens no nordeste do Brasil: experiência do DNOCS em barragem na região semiárida. 2 ed. Fortaleza, CE: DNOCS, 1990.

______. Assoreamento em reservatórios do Semiárido: modelagem e validação. Revista

Brasileira de Recursos Hídricos, abr./jun. 2003, v. 8, n.2, p. 39-56.

BARROSO, G. À margem da História do Ceará. 3 ed. Rio de Janeiro: ABC, 2004.

BELIK, W. Perspectivas para segurança alimentar e nutricional no Brasil. Saúde e

Sociedade, jan./jun. 2003,v. 12, n. 1, p. 12-20.

BEZERRA, J. A. B. Comendo e aprendendo:merenda escolar e acumulação de capital e construção de cidadania. Quixadá – CE. Monografia (Especialização em Educação Popular em Saúde). Fortaleza, CE: Universidade Estadual do Ceará/Escola de Saúde Pública do Ceará, 1996. Mimeografada.

______. Comer na escola: significados e implicações. Tese (Doutoramento em Educação Brasileira). Universidade Federal do Ceará/Programa de Pós-graduação em Educação. Fortaleza, CE: UFC, 2002.

______. Regionalização de cardápios, fortalecimento de economias locais e participação na gestão da alimentação escolar. Educação em Debate. Fortaleza, CE: UFC, 2006, v. II, p. 55071.

BOBBIO, N. A Era dos Direitos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.

BOURDIEU, P. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil; São Paulo: Difel, 1989. BRAGA, V. Cultura alimentar: contribuições da antropologia da alimentação. Saúde em

Revista,maio/ago. 2004, v. 6, n. 13, p. 37-44. Disponível em:

http://www.unimep.br/phpg/editora/revistaspdf/saude13art05.pdf. Acesso em 12 ago. 2012 BRASIL, Presidência da República. Lei 8.666 de 21 de junho de 1993. Brasília, DF: Presidência da República, 1993.

______. Relatório Final da II Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Centro de Convenções. Recife, PE: CONSEA, 2004a.

BRASIL. Presidência da República. Lei 11.947 de 16 de junho de 2009. Brasília, DF: Presidência da República, 2009a.

______. Ministério da Educação. Resolução/CD/FNDE N.38, de 16 de Julho de 2009. Dispõe

sobre o atendimento da alimentação escolar aos alunos da Educação básica no Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE. Brasília, DF: MEC, 2009b.

______. Ministério da Educação. Resolução/CD/FNDE N.67, de 16 de Julho de 2009. Altera

o valor per capita para oferta da alimentação escolar do Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE. Brasília, DF: MEC, 2009c.

______. Ministério da Educação. Programa Nacional de Alimentação Escolar. Manual de

orientação para os conselheiros e agentes envolvidos na execução do programa nacional de alimentação escolar. Brasília: Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, 2007.

______. Ministério da Agricultura. Regulamento da inspeção industrial e sanitária de

produtos de origem animal - RIISPOA. Disponível em: <http://www.agais.com>. Acesso

em 19 out. 2011a.

______. Declaração final do fórum mundial de Soberania alimentar, assinada pela Via

Campesina, Havana, Cuba/2001 Disponível em: <http://www2.ufersa.edu.br/portal/view/uploads/setores/241/Agroecologia%20e%20Agricult

ura%20Familiar%20%20Um%20caminho%20para%20a%20soberania%20Alimentar.pdf>Ac esso em 23 de dez. 2011b.

______. Embrapa. Gado de Leite Disponível em

<http://www.embrapa.br/imprensa/noticias/2008/junho/5a-semana/embrapa-gado-de-leite- divulga-estudo-sobre-cadeia-leiteira-do-ceara/> Acesso em 12 março 2012a.

______. Instrução Normativa 51. Dispõe sobre os Regulamentos Técnicos de Produção,

Identidade e Qualidade do Leite. Disponivel em

<http://pucrs.campus2.br/~thompson/InstrucaoNormativa51.pdf>Acesso em 08 maio 2012b.

______. Perfil Básico Municipal. Disponível em

<http://www.ipece.ce.gov.br/publicacoes/perfil_basico/pbm-2011/Quixada.pdf> Acesso em 29 de jun. 2012c.

______. Lei n 4.504, de 30 de novembro de 1964. Dispõe sobre o Estatuto da Terra, e dá

outras providências. Disponível emhttp://planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L4504.htm. Acesso

em 24 de Agosto de 2012d.

BUCCI, M. P. D. (Org.). Políticas Públicas: reflexões sobre o conceito jurídico. São Paulo: Saraiva, 2006.

BURITY, V.; FRANCHESCHINI, F. V.; RECINE, E. et al Direito humano à alimentação

adequada no contexto da segurança alimentar e nutricional. Brasília, DF: ABRANDH,

BURLANDY, L.Transferência condicionado de renda e segurança alimentar e nutricional.

Ciência & Saúde Coletiva, 2007, v. 12, n. 6, p. 1441-1451.

CARVALHO, M. M.; CAMPOS, O. F de. (Orgs). Embrapa Gado de Leite: 20 anos de pesquisa. Juiz de Fora, MG: Embrapa – CNPGL, 2006, p. 275-288.

CARVALHO, M. C. V. S.; LUZ, M T.; PRADO, S. D. Comer, nutrir e alimentar na

perspectiva das Ciências Sociais. São Paulo: Mimeo, 2009.

COIMBRA, M., MEIRA.; J. F. P., ESTARLING, M. B. L. Comer e aprender: uma história da alimentação escolar no Brasil. Belo Horizonte, MG: INAE, 1982, p. 685.

COSTA, O. J. L. O Santuário de Canindé: a expressão geossimbólica do sagrado no sertão cearense. Universidade Estadual do Ceará. Fortaleza,CE:UECE, 2009b.

DA MATTA, R. O que faz o Brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, 1986.

DANIEL, J. M. P.; CRAVO, V. Z. O valor social e cultural da alimentação. Boletim de

Antropologia, 1989, v. 2, n. 4, p.70-83.

DELGADO, G. C. O setor de subsistência na economia e na sociedade brasileira: gênese histórica, reprodução e configuração contemporânea. Revista de Conjuntura,out./dez. 2003, ano IV, n. 16, p. 19-48. (Revista editada pelo Conselho Regional de Economia do Distrito Federal).

DUARTE, N. S. Sistemas Produtivos Locais solidários como estratégia de inserção da

pea rural na economia como sujeito da sua historia: estudo de caso no municipio de

Quixadá/Ce. Dissertação (Mestrado em Logística e Pesquisa Operacional) – Programa de Mestrado em Logística, Centro de Tecnologia. Fortaleza, CE: Universidade Federal do Ceará, 2008.

DOUGLAS, M. Pureza e perigo. São Paulo: Perspectiva, 1976.

DRAIBE, S. A experiência brasileira recente de descentralização de programas federais de apoio ao ensino fundamental. In: COSTA, V. L. C. (Org.). Descentralização da educação: novas formas de coordenação e financiamento. São Paulo: Cortez, p. 68-98.

DUBEUF, J. P.; MORAND-FEHR, P.; RUBINO, R. Situation, changes and future of goat industry around the world. Small Ruminant Research, 2004, v. 51, n. 1, p. 165-173.

DÜRR, J. W. Programa Nacional de Melhoria da Qualidade do Leite: uma oportunidade única. In: DÜRR, J. W. et al. (Eds.). O Compromisso com a Qualidade do Leite no Brasil. Passo Fundo, RS: EdiUPF, 2005, p. 38-55.

EMBRAPA. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Diagnóstico da Pecuária do

Leite Nacional. Brasília, DF: EMBRAPA, 2001

ESPADA, J. C. Direitos Sociais de Cidadania. Uma critica a F. Hayek e Raymond Plant, Porto, Portugal: Imprensa Nacional da Casa da Moeda, 1999.

FAO. Food and Agriculture Organization of the United Nations. Rebanho de Caprinos2008. Disponível em www.fao.org.br Acesso em: 1 jan. 2013.

FANTINATO, B. M.; NORA, L.F. Z.; MANIGLIA, E. Soberania Alimentar e Economia Solidária: uma contribuição do direito agrário. Anais do Congresso da Rede de ITCPs da

USP. São Paulo:USP, 2011.

GEERTZ, C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 1989.

GOMES DA SILVA, A. Pobreza, qualidade de vida e segurança alimentar: as famílias rurais norte-rio-grandenses. I Encontro de Estudos da Rede Rural. Niterói,RJ: Campus de Gragoatá/UFF, 2006.

HAENLEIN, G. F. W. Goat milk in human nutrition. Small Ruminant Research, 2004, v. 51, n. 1, p. 155-163.

IBGE. Censo demográfico 2005.Rio de Janeiro: IBGE, 2005. ______. Censo demográfico 2007.Rio de Janeiro: IBGE, 2007.

______. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Produção Agrícola Municipal: culturas temporárias e permanentes. Rio de Janeiro: IBGE, 2009, v. 36, p. 1-93.

______.Censo demográfico 2010.Rio de Janeiro: IBGE, 2010a.

______. Cidades: História do Município de Quixadá. Rio de Janeiro: IBGE, 2010b. ______. Censo demográfico 2011.Rio de Janeiro: IBGE, 2011.

IPECE. Instituto dePesquisa e Estratégia Econômica do Ceará. Desenvolvimento humano e

social – Ceará em números 2007. Fortaleza, CE: IPECE, 2007.

______. Perfil Básico Municipal. Fortaleza, CE: IPECE, 2009a.

______. Relatório de Acompanhamento do Desempenho SWAP II. Missão do Banco Mundial 14 – 17 de dezembro de 2009. Fortaleza, CE: IPECE, 2009b.

______. Perfil Básico Municipal de Quixadá.Fortaleza, CE: IPECE, 2011.

JASSEN-ESCUDERO, C; RODRIGUEZ-AMÁYA, D.B. Composition of the Brazilian cheese requeijão do norte. Journal of Food Science, Chicago, may/june, 1981, v.46, n.3, p. 917-919.

LÉVI-STRAUSS, Claude. Mitológicas: o cru e o cozido. São Paulo: Perspectiva. 1991. KOCHHANN, R. A.; TOMM, G. O.; FONTANELI, R. S. (Orgs). Sistemas de produção de

leite. Embrapa Gado de Leite. Bagé, RS: Embrapa Pecuário Sul; Montevidéu: Procisur, 1998,

p. 315-329.

MACÊDO, M. V. A. Características físicas e técnicas dos açudes públicos do Estado do

Ceará. Fortaleza-Ceará: DENOCS, 1977, p. 132.

MACIEL, M. E. Cultura e alimentação, ou o que têm a ver os macaquinhos de Koshima com Brillat-Savarin? Horizontes Antropológicos, 2001, v. 7, n. 16, p. 145-156.

MALUF, R. S. J. Segurança Alimentar e Nutricional. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.176 p. MALUF, R. S. J.; MENEZES, F.; VALENTE, F. L. Contribuição ao Tema da Segurança Alimentar e Nutricional. São Paulo: Centro de Estudos e Pesquisas em Alimentação da UNICAMP. Revista Cadernos de Debate,1996, v. IV, p. 66-88.

MAPA. Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento. Instrução Normativa Nº 37, de 31 de outubro de 2000. Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade de Leite de

Cabra. Brasília, DF: MAPA, 2000.

MDA, Ministério do Desenvolvimento Agrário. Plano territorial de desenvolvimento rural

e sustentável do território dos sertões de Canindé. Brasília, DF: MDA, 2010.

MEC. Ministério da Educação e Cultura. Fundação de Assistência ao Estudante: Portaria 459

– FAE. Regulamentação do Processo de Descentralização do Programa de Alimentação

Escolar. Brasília, DF: FAE, 1993.

______. FNDE/DAAE. Orientações básicas para o Programa Nacional de Alimentação

Escolar. Brasília, DF: MEC/FNDE, 1998.

MELLO, J. S. Produção de forragens para o gado leiteiro no sistema de plantio direto. Anais. Passo Fundo, RS: Embrapa Trigo; Juiz de Fora, MG: 2008, p.134-146.

MENDES, B. V. Características gerais da caatinga: desenvolvimento sustentável do semi- árido. Fascículo 1. Fortaleza, CE: Fundação Demócrito Rocha, 1995, p. 8 (Universidade Aberta – Ensino a Distância).

MONTEIRO, C. A. A dimensão da pobreza, da fome e da desnutrição no Brasil. Estudos

Avançados. São Paulo, 1995, v.9, n. 24, p. 195-207.

MORRISON, C. E. A seca, o semiárido e o pequeno agricultor em Canindé, Ceará. Rio de Janeiro: UFRJ, 2006.

NISBETT, J.; WATT, J. Case study. Red guide 26: Guides in Educational Research. England: University Nottingham School of Education, 1978.

NUNES, R. V. Avaliação do desempenho de cadeias produtivas da agricultura familiar – o caso do leite in natura em Quixadá / Ceará. Dissertação (Mestrado em Logística em Pesquisa Operacional). Fortaleza, CE: UFC, 2009.

OLIVEIRA, V. P.; SILVA, M. V. C.; BRITO, E. G. Sensoriamento remoto e geoprocessamento como subsídio para o estudo de sistemas ambientais e evidências de degradação/desertificação em Canindé – Ceará. Anais doSimpósio Regional de

Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto, 2.Aracaju, SE, 2004.

PAIVA, M. P. Grandes Represas do Brasil. Brasília, DF: Editerra, 1982, 304p. PEIXINHO, A. O PNAE: Desafios e oportunidades. Brasília, DF: PNAE, 2009.

PEREIRA, A. Q. O Centro Urbano de Quixadá.Quixadá, CE: Secretária Municipal de Quixadá, 2010.

PESSANHA, L. D. R. Pobreza, Segurança Alimentar e Políticas Públicas: Contribuição ao Debate Brasileiro. São Paulo: Unicamp, 2002.

PHILIPPI, S. T. Guia alimentar para o ano 2000. In: ANGELIS. R. C de. Fome Oculta.São Paulo: Atheneu; 2000. Cap. 32, p. 160-76.

PIMENTEL, D. Handbook of energy utilization in agriculture. Boca Raton: CRC Press, 2006.

PINHEIRO, T. S. É hora da merenda. Brasília, DF: FNDE/NEC, 2001.

POULAIN, J. P. Sociologias da Alimentação. Trad.: Proença, R.P.C.; Rial, C.S.; Conte, J. Florianópolis, SC: UFSC, 2004. (Série Nutrição).

QUADROS, D. G. Q. Leite de Cabra: produção e qualidade. Feira de Santana, BA: Faculdade de Engenharia Agronômica, 2008.

RODRIGUES, L.C., Propostas para uma Avaliação em Profundidade de Políticas

Públicas Sociais.São Paulo: Unicamp, 2008.

SACHS, I. A revolução energética do Século XXI. Revista Estudos Avançados, 2007, v. 21, n. 59, p. 21-38.

SANTOS, S. L. dos; BATALHA, M. O. Mudanças nos padrões de consumo alimentar dapopulação das regiões metropolitanas do Brasil - 1995/2003. XLIII Congresso Brasileirode Economia e Sociologia Rural - SOBERI, 2005, Ribeirão Preto. Anais... Instituições, Eficiência, Gestão e Contratos no Sistema Agroindustrial. Ribeirão Preto: SOBER, 2005. v. 1, p. 2-17.

SCHLESINGERM, S.; GUIMARÃES, E.; TEIXEIRA, E. et al.FOCUS. Visão Brasil: Pecuária Bovina no Brasil: Maior Produtividade com Menor Impacto Socioambiental . Rio de Janeiro: FOCUS,julho de 2010, p. 1-10.

SILIPRANDI, E. É possível garantir a soberania alimentar a todos os povos do mundo de hoje? Agroecol.e Desenv.Rur.Sustent.,Porto Alegre, out./dez.2001, v. 2, n. 4, p. 16-19.’ SILVA, C.T.C.; PEIXOTO, A.P. S.; DONADIO, M.R.G. Contribuição da merenda escolar em relação à adequação protéico-calórica de estudantes das escolas estaduais da zona leste – Manaus/AM. Anais do 19o Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos,

[CD-ROM]. Recife, PE: SBCTA, 2004.

SILVA , F. D. V. da.; CARVALHO, R. M.; CAMPOS, R. T. Eficiência e rentabilidade da

produção de leite no Estado do Ceará. Área 3 – Geografia e História Econômica. Fortaleza,

CE: UFC, 2010.

SILVEIRA, G. Safra agrícola – agricultor prepara a terra apesar da falta de chuvas. Jornal

Central de Notícias, de 9 de junho de 2011, p. 1.

SMITH, N. Aideologia da natureza. In: ______. Desenvolvimento Desigual: natureza, capital e a produção do espaço. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1988, p. 27–65.

SPINELLI, M.A. S.; CANESQUI, A.M. O Programa de alimentação escolar no estado de Mato Grosso: da centralização à descentralização (1979 - 1995). Rev Nutr., 2002, v. 15, n. 1, p. 105-17.

STEFANINI, M.L. R. Merenda escolar: história, evolução e contribuição no atendimento das necessidades nutricionais da criança. 1998. Tese (Doutorado em Saúde Pública). Universidade de São Paulo, São Paulo, 1998.

TRINDADE, A.A. C. A proteção Internacional dos Direitos humanos e o Brasil (1948- 1997). 2 ed. Brasília, DF: Universidade de Brasília, 2000, p. 19.

TURPIN, M. E. A Alimentação escolar como vetor desenvolvimento local e garantia da

segurança alimentar [dissertação]. São Paulo: Universidade Estadual de Campinas, 2008.

VALENTE, F. L. S. Do combate à fome à Segurança Alimentar e Nutricional: o Direito à Alimentação Adequada. Rev. Nutr. Puccamp. Campinas, SP, jan./jun. 1997, v. 10, n. 1, p. 20-36.

______. Do combate á fome à Segurança Alimentar e Nutricional: o direito à alimentação adequada. Direito Humano à Alimentação: desafios e conquistas. São Paulo: Cortez, 2002a,