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REFLECTING THE ROOT MOTION is no coherence between the orientation of the avatar and the actual animation

5.1 . Reflecting the Root Motion

5.1. REFLECTING THE ROOT MOTION is no coherence between the orientation of the avatar and the actual animation

Esta etapa foi realizada apenas com o sujeito H6B e teve como objetivo treinar uma topografia específica de Empurrar a Caixa (EmCx) Diagonalmente sem o arame. Nessa fase eram alternadas seqüências EmCx Diagonalmente com arame (EmCx-ca) e seqüências EmCx Diagonalmente sem arame (EmCx-sa). O objetivo dessa alternância de condições era treinar o sujeito a empurrar em uma direção específica com o arame e em seguida exigir respostas topograficamente similares sem o arame, com o sujeito precisando empurrar para a mesma posição em que o alvo estivera durante a condição “com arame”.

Nas seqüências de EmCx-ca a caixa era deixada sempre na porção central do arame27, que era disposto em uma posição diagonal. A posição adotada variava arbitrariamente entre um a três furos. O alvo era colado em uma das extremidades do arame, onde era mantido até o final da seqüência. Após terem sido emitidas três respostas de EmCx-ca, o arame era retirado e três novas respostas corretas eram exigidas sem o mesmo (EmCx-sa).

A adoção de um procedimento que exigisse um número determinado de respostas para a mudança de condição “com arame” para “sem arame” e não um critério baseado em tempo visava justamente garantir que o sujeito houvesse emitido um número suficiente de respostas em uma determinada posição antes de ser exposto à condição sem arame em que seria necessário emitir as respostas equivalentes. Já a adoção de um critério de encerramento das seqüências “sem arame” baseado em tempo era uma garantia de que as respostas emitidas sem o arame houvessem seguido prontamente o treino apresentado na condição “com o arame”. Se fosse exigida simplesmente que a emissão de um determinado número de respostas corretas para o encerramento de cada seqüência era possível que tais respostas fossem emitidas dissociadas do treino apresentado na seqüência “com arame”.

Nas seqüências EmCx sem o arame, a caixa e o alvo eram colocados exatamente no mesmo lugar em que haviam estado quando o arame estava presente. Todas as respostas corretas eram reforçadas e não apenas as últimas de cada seqüência. O sujeito tinha 3 min para completar cada seqüência de três respostas. Caso este tempo transcorresse antes que a seqüência fosse completada era registrada uma “falha”. Neste caso, era realizada então uma nova seqüência, com o arame em uma nova posição. Cada sessão tinha um tempo máximo de duração de 30 min.

A partir da segunda sessão foi necessária uma manipulação do tempo de privação do sujeito, que voltou a ser de aproximadamente 24 horas (ele havia sido reduzido para 15 horas

na sessão 27, da fase 17). Não foram feitas outra alterações no tempo de privação para este sujeito até o final do experimento.

Posteriormente o número de seqüências EmCx-ca foi reduzido, sendo utilizadas duas seqüências seguidas de EmCx-ca na mesma posição, seguindo-se de três seqüências EmCx-sa e novamente outras duas seqüências EmCx-ca e por fim de outras três seqüências EmCx-sa. Nas duas primeiras sessões desta condição o tempo para a conclusão das seqüências passou a ser de 9 min para as nove seqüências e não mais três minutos para cada seqüência de três tentativas. Para a última sessão deste procedimento o tempo voltou a ser registrado individualmente para cada seqüência (3 min para cada seqüência de três respostas).

Após essa etapa foi realizada uma sessão de transição para a retirada do arame. Nessa sessão foram feitas apenas duas seqüências iniciais de EmCx-ca, que deveriam ser necessariamente completadas para que a sessão prosseguisse. Depois disso o arame foi permanentemente retirado e foram realizadas seis tentativas de EmCx-sa, com a caixa sendo recolocada no lugar de origem (obedecendo a posição que ela havia ocupado ainda nas seqüências com o arame).

Na etapa seguinte as sessões eram realizadas inteiramente sem o arame. A partir dessa sessão foram realizadas cinco seqüências EmCx-sa com um máximo de 10 tentativas, das quais três precisariam estar corretas. Caso fossem registrados mais de sete erros essa seqüência seria considerada como uma falha. Caso o animal emitisse as três respostas corretas exigidas, a seqüência era considerada como correta. Cada vez que uma seqüência era completada (independentemente do resultado final ser um erro ou um acerto), uma nova era reiniciada com a caixa e o alvo em outro lugar. As sessões dessa etapa duravam até que fossem completadas cinco seqüências (corretas ou incorretas) ou que se transcorressem 30 min. Esta etapa de modelagem durava até que as cinco seqüências fossem completadas em uma sessão.

Depois desta etapa passaram a ser exigidas quatro respostas corretas em uma seqüência de 10 tentativas para que uma seqüência fosse considerada completada corretamente. A partir dessa etapa a posição do alvo era alternada a cada tentativa e não apenas ao final da seqüência. Os critérios para encerramento de cada sessão e para mudança de etapa permaneceram os mesmos da etapa anterior.

Posteriormente foi realizada uma nova etapa nos mesmos moldes da etapa anterior, mas desta vez com a exigência de cinco repostas corretas em cada seqüência de no máximo 10 tentativas. Uma vez atingido o critério de encerramento desta etapa (cinco seqüências corretas por sessão), a organização da sessão em seqüências seria abolida e uma nova etapa de fortalecimento das respostas de EmCx Direcionadamente teria início.

Esta etapa se encerraria quando o sujeito apresentasse uma performance de 85% de respostas corretas durante três sessões consecutivas. Depois de concluída essa fase este sujeito voltaria para as sessões de TD2.