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5. MARC TEÒRIC

5.1. LA PSICOMOTRICITAT

Através das regressões e as premissas do modelo CAPM, pode-se delinear prováveis carteiras para investimento seguindo a perspectiva da racionalidade do investidor. Desse modo, sendo investidor racional, teoricamente será avesso ao risco, buscando ativos que lhe ofereça o mínimo de risco e um maior retorno, assim, sugere-se uma carteira composta por 5 ativos: BAZA3, PINE4, BICB4, BPNM4 e BRSR6. Tais ativos apresentaram nos dois primeiros períodos, respectivamente jan/2009 a jun/2009 e jul/2009 e dez/2009, maiores retornos e menores betas. Diante do cenário de retração do mercado no terceiro período, jan/2010 a jun/2010, a análise ficou restrita a apenas um ativo: ABCB4, com retorno positivo.

Ao realizar a análise do comportamento diário do beta ao mês, de jan/2009 a mai/2010, e na semana de jan/2010 a mai/2010, constatou-se que os 5 ativos que compõem a carteira sugerida nesta pesquisa se apresentaram, na maioria, agressivos na análise mensal, bem como na semanal, conforme evidenciam as Figuras 26 a Figura 30.

Figura 26: Betas diários (análise mensal e semanal)– BAZA3.

Fonte: Elaboração Própria.

Figura 27: Betas diários (análise mensal e semanal)– BICB4.

Figura 28: Betas diários (análise mensal e semanal) – PINE4.

Fonte: Elaboração Própria.

Figura 29: Betas diários (análise mensal e semanal) – BPNM4.

Fonte: Elaboração Própria.

Figura 30: Betas diários (análise mensal e semanal) –BRSR6.

Fonte: Elaboração Própria.

Esse comportamento mensal e semanal apresentado pelo beta desses 5 ativos (BAZA3, BICB4, PINE4, BPNM4 e BRSR6), verifica-se nos demais ativos analisados (ABCB4, ITSA4, BBDC4, BBDC3, BBAS3, SFSA4 e DAYC4). Embora defensivos na análise semestral, com beta menor que um, apresentaram-se na maioria agressivos, ou seja, com beta maior que um, na análise mensal, bem como na semanal (Vide Apêndice, Figura 38 a Figura 49).

5 CONCLUSÃO

A Teoria da Carteira reflete a posição em que os investidores racionais só aceitam altas taxas de risco se os retornos esperados forem também altos. Na Teoria do CAPM a idéia fundamental intrínseca é que, em equilíbrio, o mercado recompensa os investidores que tem ativos com o maior risco. Sendo assim, foram feitas avaliações em 12 ativos do setor bancário listados na BOVESPA, para se obter a relação entre o risco e o retorno.

O primeiro passo, a título de exploração da base de dados e dos fundamentos da teoria da carteira, foi localizar na Fronteira Eficiente de Markowitz a carteira otimizada, com o objetivo de minimizar o risco dado o retorno de uma da carteira teórica composta pelos ativos dos bancos. Conforme a Teoria de Portfólio e as restrições estabelecidas por esta, foi alcançado a Fronteira Eficiente chegando-se a carteira otimizada nos períodos jan/2009 a jun/2009 e jul/2009 a dez/2009, alcançando um menor risco dado o nível de retorno da carteira. Foi desconsiderado dessa análise o período jan/2010 a jun/2010, pois apenas o ABCB4 se mostrou com retorno positivo. As diretrizes de otimização de risco e retorno, efetuadas com base no modelo de Markowitz (1952) foram pertinentes aos dois períodos examinados na Bovespa, chegando-se a carteira do primeiro período (BRSR6, PINE4, BICB4, ABCB4,SFSA4, BBDC3, BAZA3 e BPNM4) e a do segundo período (BPNM4, PINE4, BRSR6, DAYC4, BICB4 e ABCB4);

O segundo passo foi a estimação dos betas de cada ativo financeiro, levando em consideração a taxa Selic como o ativo livre de risco e a taxa de retorno do mercado, o Ibovespa. Desse modo, apurados os betas estimou-se os retornos. Assim, verificou-se que os ativos dos bancos que possuem um coeficiente de determinação (R²) significativamente elevado são aqueles que apresentaram influência das oscilações do Ibovespa. Esses ativos são considerados mais agressivos em contraste ao posicionamento do mercado.

O ultimo objetivo, ou mais importante, é testar a teoria da relação entre risco e retorno, isto é, efetuar uma comparação entre ativos que sugerem alto risco com ativos que sugerem alto retorno. Na análise do primeiro período, jan/2009 a jun/2009, três ativos (BPNM4, DAYC4 e SFSA4) apresentaram uma relação direta de risco e retorno, no segundo período, jul/2009 a dez/2009, quatro ativos (ABCB4, DAYC4, PINE4 e BAZA3) e no terceiro período, jan/2010 a jun/2010, três ativos (ABCB4, BRSR6 e PINE4).

Comparando-se os dois primeiros períodos, verificou que o DAYC4 posicionou com alto risco (1º período β=0,75 e 2º período β=0,49), bem como maior retorno (1º e 2º período com Retorno de 0,29%). Embora que defensivo em relação ao mercado por apresentar

β < 1 , o ativo DAYC4 =, bem como o ABCB4 (1º período β=0,45 e Retorno=0,34; e 2º período β=0,72 e Retorno=0,42) apresentaram na análise um nível relevante de risco frente a um significativo retorno diante os ativos estudado na pesquisa.

No entanto, através da análise do parâmetro beta foi possível verificar a magnitude do risco intrínseco nos ativos dos bancos, e demonstrar a possibilidade de seleção de ativos baseado na racionalidade dos agentes. Assim, chegou-se a um possível conjunto de ativos que possibilita o maior retorno médio associado a um menor risco, correspondente ao investidor racional e desse modo, avesso ao risco. Bem como ativos com um maior nível de risco que proporciona maior retorno dentro do setor bancário, correspondente ao investido propenso ao risco.

REFERÊNCIAS

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APÊNDICE 1: Estimação da Fronteira Eficiente pela Abordagem Média-variância

Figura 31: Restrições para estimação da Fronteira Eficiente do modelo de Markowitz Fonte: Elaboração Própria/Solver®/Excel®, 2010.

Figura 32: Estimação da Fronteira Eficiente do modelo de Markowitz – jan/2009 a jun/2009.

Fonte: Elaboração Própria/Solver®/Excel®, 2010.

Figura 33: Carteira otimizada localizada na Fronteira Eficiente – jan/2009 a jun/2009.

Fonte: Elaboração Própria/Solver®/Excel®, 2010.

Figura 34: Relatório de resposta carteira otimizada– jan/2009 a jun/2009.

Fonte: Elaboração Própria/Solver®/Excel®, 2010.

Figura 35: Estimação da Fronteira Eficiente do modelo de Markowitz – jul/2009 a dez/2009.

Fonte: Elaboração Própria/Solver®/Excel®, 2010.

Figura 36: Carteira otimizada localizada na Fronteira Eficiente – jul/2009 a dez/2009.

Fonte: Elaboração Própria/Solver®/Excel®, 2010.

Figura 37: Relatório de resposta carteira otimizada– jul/2009 a dez/2009.

APÊNDICE 2: Estimação dos Betas (diário) – Comportamento mensal

Figura 38 : Risco Sistemático diário (βn) calculado jan/2009 a mai/2010 - Ativo BBAS3

Fonte: Elaboração própria., 2010.

Figura 38: Risco Sistemático diário (βn) calculado jan/2009 a mai/2010 - Ativo BBDC4

Fonte: Elaboração própria., 2010.

Figura 40: Risco Sistemático diário (βn) calculado jan/2009 a mai/2010 - Ativo BBDC3

Fonte: Elaboração própria., 2010.

Figura 41: Risco Sistemático diário (βn) calculado jan/2009 a mai/2010 - Ativo SFSA4

Fonte: Elaboração própria., 2010.

Figura 42: Risco Sistemático diário (βn) calculado jan/2009 a mai/2010 - Ativo ITSA4

Fonte: Elaboração própria., 2010.

Figura 43: Risco Sistemático diário (βn) calculado jan/2009 a mai/2010 - Ativo DAYC4

Fonte: Elaboração própria., 2010.

APÊNDICE 2: Estimação dos Betas (diário) – Comportamento semanal

Figura 44: Risco Sistemático diário (βn) calculado da 1ª semana de janeiro 2009 a 4ª semana de maio 2010 -

Ativo BBAS3

Fonte: Elaboração própria., 2010.

Figura 45 : Risco Sistemático diário (βn) calculado da 1ª semana de janeiro 2009 a 4ª semana de maio 2010 -

Ativo BBDC4

Fonte: Elaboração própria., 2010.

Figura 46: Risco Sistemático diário (βn) calculado da 1ª semana de janeiro 2009 a 4ª semana de maio 2010 -

Ativo BBDC3

Fonte: Elaboração própria., 2010.

Figura 47: Risco Sistemático diário (βn) calculado da 1ª semana de janeiro 2009 a 4ª semana de maio 2010 -

Ativo SFSA4

Fonte: Elaboração própria., 2010.

Figura 48: Risco Sistemático diário (βn) calculado da 1ª semana de janeiro 2009 a 4ª semana de maio 2010 -

Ativo ITSA4

Fonte: Elaboração própria., 2010.

Figura 49: Risco Sistemático diário (βn) calculado da 1ª semana de janeiro 2009 a 4ª semana de maio 2010 -

Ativo DAYC4