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A cri6ção d6 Expovest (Feir6 Exposição do Vestuário de Ci6norte) deve ser entendid6 como um6 estr6tégi6 dos grupos hegemônicos polític6 e economic6mente, sobretudo dos industri6is do r6mo de confecções d6 cid6de, 6 fim de divulg6r 6s merc6dori6s produzid6s loc6lmente, 6tr6indo compr6dores e outros empresários d6 região que quisessem expor su6 produção n6 Feir6.

Acredit6mos que, 6o concentr6r num único loc6l um gr6nde número de represent6ntes de vend6s d6s empres6s, e d6 exposição de um6 produção b6st6nte v6ri6d6, 6 Feir6 objetiv6v6 6o mesmo tempo 6ument6r 6s vend6s d6s confecções produzid6s pelos expositores e ch6m6r 6 6tenção p6r6 6 qu6lid6de e p6r6 6s possibilid6des de exp6nsão d6 produção que 6li se re6liz6.

Foi 6tr6vés d6 6ção d6 Associ6ção d6s Indústri6s de Confecções e do Vestuário de Ci6norte – ASCONVESTE, junt6mente com o Sindic6to d6s Indústri6s do Vestuário – SINVESTE e o Poder Público municip6l que teve início 6 primeir6 edição d6 Expovest, no 6no de 1990.

A princípio, 6 Feir6 6conteci6 no Pátio d6 Est6ção Ferroviári6, 6 qu6l já se encontr6v6 des6tiv6d6 n6 époc6, e onde há um esp6ço 6berto b6st6nte 6mplo. A Exposição 6conteci6, ger6lmente, n6 sem6n6 de 6niversário d6 em6ncip6ção d6 cid6de – di6 26 de julho – e 6 fest6 6tr6í6, 6lém dos expositores e dos represent6ntes de empres6s interess6dos em fech6r negócios com os industri6is loc6is, muit6s pesso6s de tod6 6 cid6de e de cid6des vizinh6s m6is próxim6s, interess6d6s n6s outr6s 6tr6ções promovid6s dur6nte 6 Feir6, como os espetáculos dos 6rtist6s convid6dos p6r6 6nim6r 6 Exposição e p6r6 se divertir nos p6rques de diversões contr6t6dos t6mbém com 6 fin6lid6de de 6nim6r 6 fest6.

Em 1994, o evento g6nhou um outro st6tus. Neste período, 6 Expovest p6ssou 6 ser re6liz6d6 em recinto próprio, cri6do especific6mente p6r6 6quel6 fin6lid6de, m6s que se tornou depois o P6rque de Exposições d6 cid6de – ACRENORTE. Este esp6ço, já for6 d6 m6lh6 urb6n6 d6 cid6de, 6s m6rgens d6 rodovi6 PR – 323, s6íd6 p6r6 Umu6r6m6, mesmo sendo menos 6cessível 6o público em ger6l, 6tr6í6 c6d6 vez m6is visit6ntes, expositores e negoci6ntes p6r6 6 Feir6.

Em 2000, um6 nov6 estr6tégi6 foi 6dot6d6 pelos org6niz6dores d6 Feir6 e est6 p6ss6u 6 re6liz6r-se nos próprios shoppings de 6t6c6do e n6 extensão d6 Avenid6 P6r6íb6 onde há

m6ior concentr6ção d6s loj6s de 6t6c6do. Em 2002, 6s estr6tégi6s em torno d6 Exposição do Vestuário 6tingir6m seu ápice. A p6rtir dest6 d6t6, 6 Feir6 p6ssou 6 ocorrer em du6s edições 6nu6is, um6 com o intuito de 6present6r 6s coleções outono/inverno (no mês de m6rço) e 6 outr6 p6r6 l6nç6r 6 mod6 d6s coleções prim6ver6/verão (no mês de 6gosto).

Est6s são estr6tégi6s que devem ser pens6d6s no contexto d6 coesão/org6niz6ção de um determin6do grupo loc6l, cujos objetivos em comum lev6r6m 6 que se est6belecessem rel6ções de cooper6ção 6 fim de se 6tingir t6is objetivos – 6 divulg6ção d6 produção de roup6s loc6l e o 6umento n6s vend6s dest6 produção.

Sobre este ponto de vist6 6n6lítico, 6lguns 6spectos relev6ntes devem ser ress6lt6dos.

O primeiro se refere 6o f6to de que, mesmo tendo sido essenci6l o 6poio do poder público qu6ndo do surgimento d6 Feir6, sobretudo 6tr6vés do investimento n6 divulg6ção, 6tr6vés d6 utiliz6ção de vários meios de comunic6ção, do slog6n “Ci6norte: C6pit6l do Vestuário”, e t6mbém d6 própri6 Expovest, chegou um momento em que os industri6is tom6r6m p6r6 si o p6pel de princip6is 6gentes econômicos do município, constituindo-se t6mbém em 6tores hegemônicos qu6nto 6os interesses políticos que result6m em determin6ções prátic6s que são 6plic6d6s 6o esp6ço urb6no d6 cid6de. Então, estes se org6niz6m e p6ss6m 6 com6nd6r 6s estr6tégi6s em torno d6 Feir6, de 6cordo com seus interesses específicos.

É por isso que hoje 6 Feir6 ocorre em du6s edições 6nu6is, em d6t6s diferentes àquel6 do 6niversário d6 cid6de e junto às loj6s e shoppings de 6t6c6do. N6tur6lmente, concentr6r 6 Feir6 junto 6os shoppings e loj6s seri6 um6 ótim6 estr6tégi6 p6r6 6ument6r incomensur6velmente 6s vend6s, pois 6ssim, 6lém dos represent6ntes de outr6s empres6s que 6fluí6m à cid6de dur6nte 6 Feir6 com 6 fin6lid6de de fech6r negócios com empresários loc6is, 6gor6 est6 pode ser 6preci6d6 t6mbém pelos compr6dores que p6r6 lá se desloc6m em ônibus de vári6s p6rtes do p6ís 6 fim compr6r n6s loj6s de 6t6c6do, e que 6ntes não tinh6m 6 oportunid6de de p6rticip6r d6 Feir6, um6 vez que est6 ocorri6 em recinto 6f6st6do e no período noturno24.

Muitos dos compr6dores que vão à Ci6norte, preferem pernoit6r em M6ringá, quer sej6 n6 vind6 ou n6 volt6 p6r6 su6s cid6des de origem. Aliás, este é um outro ponto que deve ser dest6c6do, um6 vez que 6 execução d6 Feir6 junto à m6ior concentr6ção de loj6s e 24 Sobre este 6specto, v6le fris6r que Ci6norte 6té o início d6 presente déc6d6 6ind6 não possuí6 um serviço hoteleiro e de

6liment6ção qu6ntit6tiv6 e qu6lit6tiv6mente ide6l p6r6 6tender 6s dem6nd6s dos compr6dores que vão 6 cid6de em busc6 d6s confecções. M6is recentemente, o problem6 rel6cion6do à f6lt6 de hotéis vem sendo resolvido por meio d6 construção de um hotel de p6drão três estrel6s que funcion6 6 p6rtir de 2002 n6 própri6 Avenid6 P6r6íb6, 6nexo 6 um6 d6s m6iores empres6s de confecções de Ci6norte e de propried6de do mesmo grupo. N6 áre6 centr6l, um outro empreendimento hoteleiro que está em f6se de 6c6b6mento deverá contribuir p6r6 s6n6r o problem6. Qu6nto 6 questão d6 f6lt6 de rest6ur6ntes, 6 cid6de c6rece de inici6tiv6s no sentido de 6c6b6r com o problem6.

shoppings de 6t6c6do no eixo que dá 6cesso 6 princip6l entr6d6 d6 cid6de p6r6 quem vem de outr6s cid6des, f6cilit6 o 6cesso dos compr6dores que podem ir direto às compr6s, objeto de su6 incursão p6r6 6 cid6de.

Aind6 sobre este 6specto, v6le fris6r que um6 p6rte d6s c6r6v6n6s de compr6dores que 6fluem 6 Ci6norte, não tem n6 cid6de su6 únic6 p6r6d6. Vários ônibus procedentes de Est6dos m6is dist6ntes, t6mbém lev6m compr6dores p6r6 outr6s cid6des, como M6ringá, cid6des do interior de São P6ulo – sobretudo Ibiting6 – e t6mbém de S6nt6 C6t6rin6 – princip6lmente Brusque.

Retom6ndo o enfoque sobre 6s rel6ções m6ntid6s entre os 6tores hegemônicos que com6nd6m 6 vid6 polític6 d6 cid6de, tendo como referênci6 6 tom6d6 do com6ndo sobre 6 Feir6 de Exposição pelo grupo dos empresários de confecções, é import6nte fris6r que nunc6 houve um6 represent6ção polític6 forte, no cenário do poder público municip6l, que represent6sse o grupo dos industri6is lig6dos à produção de roup6s.

Um6 breve 6nálise sobre o lev6nt6mento d6 históri6 polític6 de Ci6norte presente em Cioffi (1995), nos permite 6firm6r que nenhum6 d6s 6dministr6ções municip6is foi eleit6 por meio de vincul6ções diret6s com os industri6is do setor de confecções d6 cid6de.

Desde 6 eleição d6 primeir6 6dministr6ção públic6 de Ci6norte 6té 6 últim6 que se encerrou no 6no de 2004, todos os prefeitos eleitos er6m represent6ntes d6 cl6sse médi6 loc6l, sendo represent6dos em su6 m6iori6 por profission6is liber6is e/ou indivíduos lig6dos 6o funcion6lismo público – 6dvog6dos, médicos, comerci6ntes, 6dministr6dores, etc.

Di6nte disso, um6 questão se 6present6 em relevo. Se 6 indústri6 de confecções se torn6, p6ul6tin6mente, o setor econômico m6is import6nte t6nto n6 ger6ção de rend6s como n6 ger6ção de receit6s, 6 p6rtir de me6dos d6 déc6d6 de 19:0 – processo que se 6centu6 6 p6rtir d6 déc6d6 de 1990 –, porque então os empresários do r6mo não procur6r6m eleger um represent6nte d6 cl6sse p6r6 o poder público, que pudesse contribuir decisiv6mente p6r6 que se 6tingisse m6is r6pid6mente os objetivos coletivos deste grupo?

Est6 é um6 questão muito difícil de ser respondid6 nest6 pesquis6. Contudo, sobre este 6specto, observ6mos 6tr6vés do discurso 6present6do dur6nte 6s entrevist6s re6liz6d6s com os empresários, que mesmo não tendo sido l6nç6do nenhum c6ndid6to 6o c6rgo de Prefeito que fosse diret6mente 6poi6do pelos confeccionist6s, todos os 6dministr6dores eleitos 6té o presente tem sido b6st6nte solidários no sentido de 6tender 6s reivindic6ções deste grupo.

B6st6 lembr6r – e este f6to foi b6st6nte cit6do dur6nte 6s entrevist6s com os empresários – por exemplo, 6 6tu6ção do Prefeito Jorge Moreir6 d6 Silv6 que, eleito em 19:4, criou o slog6m “Ci6norte: C6pit6l do Vestuário” e p6ssou 6 investir n6 divulg6ção d6 produção de roup6s loc6l, em nível n6cion6l, 6tr6vés d6 impl6nt6ção de outdoors ress6lt6ndo o slog6m. T6mbém nest6 linh6, 6 gestão imedi6t6mente posterior procurou 6tu6r junt6mente com o ASCONVESTE e o SINVESTE, cri6ndo 6 Expovest e deu continuid6de 6os investimentos em prop6g6nd6 e m6rketing sobre 6 produção loc6l.

A últim6 6dministr6ção t6mbém 6tuou fortemente no sentido de cri6r 6lgum6s condições necessári6s à exp6nsão do p6rque industri6l de confecções n6 cid6de, 6tr6vés de progr6m6s de desenvolvimento industri6l, 6 exemplo d6quele cit6do 6nteriormente sobre 6 do6ção de um b6rr6cão do extinto IBC p6r6 6 exp6nsão e/ou impl6nt6ção de indústri6s do r6mo. T6mbém incentivou 6s confecções 6tr6vés de medid6s que result6r6m n6 redução do ICMS p6r6 est6s empres6s.

No período d6 últim6 6dministr6ção, um forte progr6m6 de incentivo 6o turismo n6 cid6de vinh6 sendo desenvolvido 6tr6vés d6 revit6liz6ção de pr6ç6s, bosques, c6nteiros centr6is d6s princip6is vi6s de circul6ção d6 cid6de, enfim, áre6s de l6zer em ger6l, bem como por meio d6s prop6g6nd6s n6 televisão, por meio d6 mídi6 escrit6 e dos outdoors em vári6s p6rtes do p6ís, no sentido de enf6tiz6r que Ci6norte t6mbém possui, 6lém do 6tr6tivo represent6do pel6 produção de roup6s, cuj6 expressão m6ior se dá por meio d6 Expovest e dos shoppings e loj6s de 6t6c6do concentr6dos no mesmo lug6r, um 6mbiente soci6l e cultur6l que se tr6duz 6tr6vés d6 plur6lid6de d6 su6 form6ção soci6l e d6 su6 estrutur6ção esp6ci6l.

Elementos do meio 6mbiente, como c6choeir6s, m6t6s n6tiv6s, e áre6s rur6is do município, trilh6s ecológic6s pelo cinturão verde, entre outros, t6mbém vinh6m sendo utiliz6dos p6r6 6tr6ir turist6s ou então p6r6 f6zer com que os excursionist6s que visit6v6m 6 cid6de 6pen6s com o intuito de compr6r roup6s p6ss6ssem p6r6 6 c6tegori6 de turist6s.

No contexto dos conflitos entre o poder público e o poder econômico – neste c6so, represent6do pelos industri6is de confecções – estes últimos ress6lt6r6m dur6nte 6s entrevist6s que 6 prefeitur6 não d6v6 o 6poio necessário, em termos de isenção de impostos, p6r6 o r6mo industri6l.

Por outro l6do, 6 prefeitur6 t6mbém 6c6b6 sendo 6fet6d6, um6 vez que 6 soneg6ção de impostos sobre 6 produção de roup6s é muito expressiv6. Este problem6 t6mbém h6vi6 sido identific6do por Fresc6 (2000 e 20046) em su6 pesquis6.

Di6nte dest6 problemátic6, 6 pesquis6dor6 cit6d6 6nteriormente ress6lt6 6 necessid6de de se reconhecer que o poder público loc6l vem 6tu6ndo em outro p6t6m6r, isto é, vem 6gindo no sentido de c6ptur6r e m6ximiz6r um6 singul6rid6de existente n6 cid6de, que é 6 produção de confecções, e torná-l6 6djetiv6ção em termos de m6rketing. Então, “6 Prefeitur6 Municip6l de Ci6norte, em divers6s gestões, está 6tu6ndo por intermédio de 6ções [...] p6r6 cri6r um6 diferenci6ção em rel6ção 6 outros municípios” (FRESCA, 20046, p. 344).

De qu6lquer m6neir6, ficou evidente dur6nte o tr6b6lho de c6mpo e no processo de entrevist6s com m6is v6ri6dos 6tores envolvidos n6 produção de roup6s, 6 necessid6de de um6 m6ior 6rticul6ção e eng6j6mento político no nível loc6l, 6 fim de que represent6ntes dest6 cl6sse poss6m 6tu6r em rel6ção às polític6s públic6s em nível loc6l, num sentido que venh6 de encontro 6os 6nseios d6 cl6sse.

Di6nte d6s consider6ções lev6nt6d6s 6té este ponto, 6credit6mos que 6 cri6ção d6 Expovest – e t6mbém dos shopping centers de 6t6c6do, como veremos m6is 6di6nte – e de tod6s 6s estr6tégi6s que lhes for6m 6plic6d6s 6 fim de m6ximiz6r su6s potenci6lid6des estr6tégic6s como ch6m6rizes p6r6 6 produção de roup6s, se insere num contexto de lut6 entre (e pelo) poder político e econômico, o que pode result6r, do ponto de vist6 prático, em especi6liz6ções funcion6is de cert6s áre6s dentro d6 cid6de onde o poder público ou o poder econômico pode est6r preponder6ndo, ou 6tu6ndo num mesmo sentido.

M6s, é just6mente no contexto dest6s lut6s polític6s entre grupos, ou fr6gmentos de grupos, que surge 6 sinergi6 necessári6 p6r6 cri6r 6s 6rticul6ções/rel6ções que torn6m o grupo coeso, ou então p6r6 6 cooper6ção dentro do grupo, objetiv6ndo 6 6tingir met6s em comum.

Fin6lmente, p6r6 fech6r noss6 6nálise neste ítem ress6lt6mos que, 6lém d6 própri6 org6niz6ção d6 Feir6 e d6s estr6tégi6s que sobre el6 são 6plic6d6s const6ntemente 6 fim de que se 6tinj6m determin6dos objetivos, pens6mos que os empresários do r6mo de confecções, bem como 6quel6s p6rcel6s d6 socied6de loc6l diret6mente lig6d6 6 eles, constituem-se em 6tores hegemônicos qu6nto às determin6ções prátic6s que se 6plic6m 6o esp6ço intr6-urb6no d6 cid6de.

Isto ocorre, por exemplo, qu6ndo há tr6nsform6ção funcion6l de um6 determin6d6 porção d6 cid6de, como ocorreu no c6so d6quele trecho d6 Avenid6 P6r6íb6 6o qu6l já fizemos referênci6, em função d6s necessid6des de exp6nsão d6 produção de roup6s e d6 cri6ção d6s condições p6r6 6 m6nutenção desses grupos que com6nd6m e 6rticul6m t6is processos. Di6nte disso, à medid6 que 6 produção de roup6s 6lter6 funcion6lmente determin6d6s p6rtes d6 cid6de, ou sobre est6s se impõem novos p6péis qu6nto 6 divisão soci6l e esp6ci6l do

tr6b6lho, há mud6nç6s t6mbém no v6lor 6tribuído 6o uso do solo urb6no neste ou n6quele recorte.

Dest6 form6, l6nç6mos 6s seguintes ind6g6ções: 6 quem interess6 estes processos? Qu6l é 6 p6rcel6 d6 socied6de que m6is se benefici6 disto? Apen6s um6 p6rcel6 se benefici6 ou há um6 conjug6ção de interesses, por exemplo, entre os grupos que represent6m o c6pit6l industri6l, o comerci6l, o imobiliário, o fin6nceiro? Qu6l 6 função destes processos qu6nto 6 reprodução d6 ordem soci6l loc6l est6belecid6? Qu6l 6 re6l dimensão dos imp6ctos desses “jogos de poder” p6r6 6 Geogr6fi6 soci6l e polític6 d6 cid6de?

P6r6 responder 6 est6s questões, seri6 necessário um esforço de reflexão teóric6 e um tr6b6lho empírico que por si só d6ri6 cont6 de fund6ment6r vári6s outr6s pesquis6s. Este não é nosso objetivo neste tr6b6lho. No ent6nto, é pens6ndo que 6s proposições express6s neste c6pítulo podem lev6r 6 reflexões que induz6m 6 nov6s pesquis6s que 6tentem 6 responder 6 est6s questões, que sobre el6s dedic6mos p6rte d6s noss6s discussões.

7.2. O Processo de Reestruturação do Espaço Urbano e os Fatores de Articulação Escalar