1. Introduction
1.1. Plastic pollution in the marine environment
1.1.2. Plastic polymers
Pré-teste – sujeito 5
O que constitui uma inteligência? Howard Gardner e Joseph Walters
A teoria das inteligências múltiplas é conflitante em relação à visão tradicional. Segundo a visão tradicional, apoiada em testes, em estaísticas, a inteligência não muda muito com a idade ou com treinamento ou experiência. Segundo o autor é inata ao ser humano.
Já a teoria das inteligências múltiplas vai além: inteligência implica na capacidade humana de resolver problemas, elaborar soluções dentro do contexto social ou cultural no qual o sujeito está inserido.
A teoria das IM é elaborada à luz das origens biológicas de cada capacidade de resolver problemas. As capacidades trabalhadas nessa teoria são universais a espécie humana. No livro “Estruturas da Mente” encontram-se catalogadas sete tipos de inteligência. Os critérios para essa seleção basearam-se no fato de que tais inteligências deveriam ter raízes biológicas e ser aceitas em uma ou mais culturas. Várias evidências foram levadas em consideração na hora de colocar “as inteligências” na lista: o desenvolvimento de indivíduos normais, indivíduos talentosos, estudos sobre populações excepcionais: prodígios, idiotas sábios e crianças autistas; a evolução da cognição, estudos psicométricos.
Conforme o autor cada inteligência deve ter uma operação nuclear ou conjunto de operações identificáveis. Ex.: Inteligência musical: núcleo – a sensibilidade para determinar relações. Inteligência linguística: sensibilidade aos aspectos fonológicos.
Para ser inteligência é necessário ser codificada num sistema de símbolos, criados, aceitos culturalmente. A linguagem, a pintura e a matemática são apenas três sistemas de símbolos quase universais que são necessários à sobrevivência e produtividade humanas. Uma inteligência que possua um núcleo computacional antecipa a existência de um sistema simbólico que utilizará tal capacidade. Logo, a inteligência humana é dirigida, encaminhada a um sistema simbólico. (267 p.) Pós-teste – sujeito 5
Uma nova concepção de inteligência Howard Gardner e Mara Krechevsky
Opõe-se, atualmente, à tradicional visão ocidental de inteligência, que versa sobre uma inteligência unitária, encontrada em graus variáveis em todos os indivíduos, a teoria das inteligências múltiplas. Essa teoria é trabalhada em detalhes no livro “Estruturas da Mente”. As múltiplas inteligências estão distribuídas pelos curriulos escolares e na sociedade. Apesar de terem um potencial biológico, as inteligências são frutos de fatores genéticos e ambientais. Normalmente tais inteligências funcionarão em conjunto, exceto em casos especiais como o dos idiotas sábios. Cada cultura enfatizará certo tipo de inteligência. Na escola, o ensino de sistemas notacionais se dá de forma descontextualizada, não se leva em conta os conhecimentos de senso comum dos alunos. Esse fato faz com que os discentes não consigam relacionar seus conhecimentos aos conceitos cognatos ofertados pela escola. Verifica-se que os conhecimentos encontrados nas escolas são distantes do mundo real. As múltiplas inteligências emergem nos contextos mais ricos onde são produtivamente empregadas. São nos ambientes sociais que se poderá trabalhar de forma produtiva as múltiplas inteligências. Percebe-se que as escolas até proporcionam atividades em conjunto, mas essas julgam o trabalho dos alunos individualmente, sem levar em consideração o coletivo, a forma que o grupo utilizou para chegar a determinado resultado. Nas escolas trabalha-se com pensamentos abstratos, enquanto que no social o individuo lançará mão de várias habilidades para resolver problemas do seu cotidiano. Uma vez que, a escola desempenha um papel fundamental na formação do cidadão, é necessário que os conhecimentos escolares proporcionem aos discentes o desenvolvimento de inteligências e habilidades necessárias à sobrevivência e sucesso na sociedade na qual estão inseridos. (262 p)
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Pré-teste – sujeito 9
O que constitui uma inteligência?
Numa visão tradicional, a inteligência é definida operacionalmente como a capacidade de responder a itens em um teste de inteligência. (20 p)
Pós-teste – sujeito 9
Uma nova concepção de inteligência Howard Garner e Mara Krechevsky
Desde a época de Platão, na cultural ocidental se tem uma visão de uma inteligência única, porém recentemente essa ideia foi alterada para as inteligências múltiplas que na maioria das vezes não funcionam isoladamente e que resultam de fatores genéticos e ambientais que se relacionam. Assim por mais que nessas culturas o ensino escolar seja de forma descontextualizada são nos contextos específicos que a inteligência se desenvolve melhor, pois fora do ambiente escolar é onde se tem mais atividades especificas. Portanto as escolas deveriam explorar essas inteligências e habilidades que são necessárias para os alunos enfrentarem esses contextos fora da escola. (101 p)
Pré-teste – sujeito 14
Resumo de “o que constitui uma inteligência?”
O centro da investigação do texto é a definição ótima de inteligência. A noção de inteligências múltiplas diverge das definições tradicionais.
A definição tradicional trata de uma inteligência geral que não muda muito no decorrer da vida. Já a teoria das inteligências múltiplas trata da capacidade de resolver problemas nas diversas áreas do conhecimento.
São tratadas na teoria das IM, apenas as capacidades biológicas, universais na espécie humana. Como exemplo temos a linguagem que pode se manifestar particularmente como escrita, oratória e língua de anagramas.
Para selecionar as inteligências são considerados o conhecimento a respeito do desenvolvimento normal e em sujeitos talentosos; o colapso das capacidades cognitivas nas condições de dano cerebral; o estudo sobre populações excepcionais; os dados sobre a evolução da cognição ao longo do milênio; as considerações culturais cruzadas sobre a cognição; os estudos psicométricos; os estudos de treinamente psicológico. Cada inteligência deve ter uma operação nuclear. Cada inteligência é desencadeada por certos tipos de informação. As inteligências devem conter um sistema simbólico, apesar de ser possível que estas prossigam sem tais sistemas. (176 p)
Pós-teste – sujeito 14
Em anos recentes a visão unitária da mente vem sendo substituída pela sujestão de que esta é organizada em domínios de funcionamente relativamente independentes. Trata-se da teoria das inteligências múltiplas.
Com bases biológicas as inteligências são resultado do funcionamento entre fatores genéticos e ambientais.
Sendo a tarefa de aprender sistemas notacionais, feita em ambiente descontextualizado, muitos alunos não conseguem relacionar seu conhecimento de senso comum com conceitos científicos. Enquanto a aprendizagem na escola inclui a manipulação de símbolos abstratos, o pensamento fora da escola está vinculado a uma tarefa ou objetivo especifico. Embora grande parte da pesquisa tenha-se concentrado nas inteligências acadêmicas da linguagem e lógica, menos esforços foram dedicados ao que é preciso para ter sucesso no ambiente escolar mais geral. (122 p)
ANEXO XVIII Exemplos de testes cloze respondidos pelos sujeitos14
Pré-teste Cloze – sujeito 9
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