• No results found

Perspektiver på religiøs og etnisk nasjonalisme

In document Singalesisk buddhistisk nasjonalisme (sider 34-38)

2. Teoretisk rammeverk

2.6 Perspektiver på religiøs og etnisk nasjonalisme

A organização do apoio veterinário é efetuada essencialmente em 3 níveis ou escalões. O apoio mais próximo é realizado pelos elementos do Serviço de Veterinária que estão colo- cados junto das várias unidades em que o número de solípedes existentes justifica este apoio.

Tabela 1. Pessoal técnico e auxiliar do Serviço Veterinário nas diferentes unidades

Quartel General 1 Major Veterinário; 1 Capitão Veterinário; 1 1º Sarg. Enf. Hípico; 2 1ºs Cabos-Ferradores e 1 Soldado-Ferrador

1ª, 2ª e 3ª Companhias de Sapadores

Mineiros 1 1º Cabo-Ferrador e 1 Soldado-Ferrador/ Companhia 4ª Companhia Sapadores Mineiros 2 1ºs Cabos-Ferradores e 1 Soldado-Ferrador

1º Grupo de Bataria de Artilharia 1 Tenente Veterinário; 1 1º Sarg. Enf. Hípico; 1 2º Sarg, Ferrador; 3 1ºs Cabos-Ferradores; 7 Soldados-Ferradores

2º Grupo de Bataria de Artilharia 1 Tenente Veterinário; 1 Alferes Veterinário; 1 1º Sarg. Enf. Hípico; 1 2º Sarg, Ferrador; 5 1ºs Cabos-Ferradores; 7 Soldados-Ferradores 3º Grupo de Bataria de Artilharia 1 Tenente Veterinário; 1 Alferes Veterinário; 1 1º Sarg. Enf. Hípico; 1 2º

Sarg, Ferrador; 3 1ºs Cabos-Ferradores; 9 Soldados-Ferradores 1º Grupo de Metralhas 1 1º Sarg. Enf. Hípico; 1 2º Sarg, Ferrador; 2 1ºs Cabos-Ferradores; 1 Sol-

dado-Ferrador

2º Grupo de Metralhas 1 1º Sarg. Enf. Hípico; 1 2º Sarg, Ferrador e 2 Soldados-Ferradores 1ª Brigada de Infantaria 1 Tenente Veterinário; 1 Alferes Veterinário; 1 1º Sarg. Enf. Hípico; 3 1ºs

Cabos-Ferradores; 5 Soldados-Ferradores

2ª Brigada de Infantaria 2 Tenentes Veterinários; 1 1º Sarg. Enf. Hípico; 4 1ºs Cabos-Ferradores; 9 Soldados-Ferradores

3ª Brigada de Infantaria 1 Tenente Veterinário; 1 1º Sarg. Enf. Hípico; 1 1º Cabo-Ferrador; 6 Sol- dados-Ferradores

4ª Brigada de Infantaria 1 Tenente Veterinário; 1 Alferes Veterinário; 1 1º Sarg. Enf. Hípico; 1 1º Cabo-Ferrador; 9 Soldados-Ferradores

Ambulâncias 1 e 5 1 1º Cabo-Ferrador Ambulância 3 1 Soldado-Ferrador

Coluna de Transporte de Feridos 1 1 1º Cabo-Ferrador e 1 Soldado-Ferrador

Trem Divisionário 1 Tenente Veterinário; 1 1º Sarg. Enf. Hípico; 2 2º Sarg, Ferrador; 1 1º Ca- bo-Ferrador; 3 Soldados-Ferradores

4º Grupo de Bataria de Artilharia 1 Tenente Veterinário; 1 Alferes Veterinário; 1 1º Sarg. Enf. Hípico; 1 2º Sarg, Ferrador; 10 1ºs Cabos-Ferradores; 5 Soldados-Ferradores (Fonte: Arquivo Histórico Militar, 1/35/210)

Os Grupos de Bataria de Artilharia usavam um grande número de solípedes devido à ne- cessidade da força de tração para a deslocação das pesadas peças de artilharia. Esta situação justifica o elevado quantitativo de pessoal do Serviço de Veterinária neste apoio de proxi- midade a estas unidades.

Ao nível de apoio intermédio, ou de 2º escalão, foram organizadas 2 secções móveis (Sec- ção Móvel Veterinária nº1 e Secção Móvel Veterinária nº2) que prestavam apoio às unidades do CEP. Estas secções recebiam os animais portadores de lesões mais graves e que não po- diam acompanhar as unidades.

Tabela 2. Secção móvel veterinária (Quadro nº 26B)

1 Chefe (Capitão Veterinário) + 1 impedido + 1 animal de sela 1 1º Sargento Enfermeiro Hípico + 1 animal de sela

1 1º Cabo Ferrador + 1 animal de sela 1 Soldado Ferrador + animal de sela 2 Cabos de Cavalaria + 2 animais de sela 20 Soldados de Cavalaria + 20 animais de sela

2 Carros de Esquadrão de 4 rodas + 4 Soldados + 8 animais de tiro

1 Carro para transporte de animais feridos e doentes de 2 rodas + 2 soldados + 2 animais tiro TOTAL: 34 Homens; 37 Animais; 3 Viaturas

(Fonte: Arquivo Histórico Militar, 1/35/810)

As Secções Móveis Veterinárias nº 1 e nº 2 eram, por sua vez, apoiadas pelos Hospitais Ve- terinários Ingleses, para onde eram evacuados os solípedes em caso dos cuidados veteri- nários necessários ultrapassarem as suas capacidades. Os Hospitais Veterinários Ingleses funcionavam então como um 3º escalão de apoio que, uma vez recuperados os solípedes, os devolviam ao Depósito de Remonta Português em Calais.36

O apoio logístico às unidades do CEP e às Secções Móveis Veterinárias, ao nível dos me- dicamentos, material veterinário e siderotécnico, era prestado pelo Depósito do Serviço Veterinário da base, situado em Calais.

Inicialmente o Depósito do Serviço Veterinário da base apresentava o seguinte quadro orgânico (nº43 A):

Tabela 3. Depósito do Serviço Veterinário da base (nº 43 A)

• I Direção

1 - Chefe (Capitão Veterinário do quadro permanente) 1 - adjunto (Subalterno Veterinário)

1 - 2o Sargento de Cavalaria

• II Enfermaria de Solípedes

1 - Subalterno Veterinário Miliciano 1 - Sargento Enfermeiro Hípico 6 - Ferradores

4 - 1os Cabos

1 - Clarim

25 - Soldados de arma montada • III Oficina Siderotécnica

1 - Sargento Ferrador 6 - 1os Cabos Ferradores

6 - Soldados Ferradores

12 - Malhadores (soldados de qualquer arma) • IV Depósito de Material

1 - Subalterno de Veterinária Miliciano 1 - Praticante de Farmácia

1 - Ferrador 1 - Soldado servente

1 - 1o Sargento Enfermeiro Hípico

• V Reserva de Pessoal

2 - Subalternos Veterinários Milicianos 2 - 1os Sargentos Enfermeiros Hipicos

7 - Ferradores

1 - 2o Sargento Ferrador

TOTAL: 83 (6 Oficiais + 77 Praças)

(Fonte: Arquivo Histórico Militar, 1/35/770)

A 19 de Junho de 1917 foi mandado suprimir a enfermaria veterinária do Depósito do Serviço Veterinário da base de operações do CEP. A 11 de Agosto de 1917 o Depósito do Serviço Veterinário passa a estar adstrito ao Depósito de Remonta. A 18 de Agosto de 1917 é extinta a oficina siderotécnica do Depósito do Serviço de Veterinária que passa para o Depósito de Remonta. O Depósito do Serviço de Veterinária passa a apresentar um novo quadro orgânico.

Tabela 4: Depósito do Serviço de Veterinária (nº 43 B)

• I Direção

1 - Chefe (Capitão Veterinário do quadro permanente) 1 - Chefe (Capitão Veterinário do Quadro Permanente) 1 - Adjunto (Subalterno Veterinário do Quadro Permanente) 1 - Amanuense (Sargento de Cavalaria)

• II Depósito de Material

1 - Fiel do Depósito (Cabo de Cavalaria) 1 - Praticante de Farmácia (1º Cabo) 4 - Soldados serventes

• III Reservas

4 - Subalternos (Veterinários) 2 - Sargentos Enfermeiros Hípicos 2 - Sargentos Ferradores

6 - Cabos Ferradores 14 - Soldados Ferradores TOTAL: 37 (6 Oficiais + 31 Praças)

(Fonte: Arquivo Histórico Militar, 1/35/770)

O dispositivo de tropas do SV do CEP não atingiu a dimensão em efetivos e em meios dos dispositivos estabelecidos pelos restantes países Aliados.

Segundo o relatório do Chefe do SV do CEP, Tenente Coronel Augusto Barradas, entre junho e dezembro de 1917 o número de solípedes doentes foi de 5.230, tendo no decurso deste ano ocorrido um surto de mormo, zoonose muito infeciosa e grave, que implicava o isolamento e abate do animal afetado, mas que tinha diagnóstico relativamente fácil e mui- to sensível (método intradérmico da maleína), tendo a epidemia sido considerada extinta em 3 meses, após a maleinização de todo o efetivo e o abate de 110 cavalos e 54 muares (cada animal foi testado 3 vezes, tendo sido realizadas 18.757 maleinizações, o que pressupõe um efetivo de cerca de 6.000 animais) (Júnior, 1958). Durante este período estabeleceram-se zonas de quarentena em Calais (onde estava o Hospital Veterinário Australiano) e Thiem- brane, estando o SV do CEP, neste período, impedido de evacuar animais para os Hospitais Britânicos. Para além do mormo, as doenças infeciosas incluíam a linfangite epizoótica e a estomatite vesicular. As entidades mórbidas mais frequentes eram as cólicas, a sarna, os ferimentos provocados por projéteis, as infeções provocadas por corpo perfurante, as as- sentaduras, a exaustão por exposição ao frio e à fome, e as lesões provocadas pela exposição a agentes químicos de guerra.

Referências

1. Legislação

Secretaria da Guerra. (1911). Decreto do Governo Provisório da República, de 25/5/1911. Lisboa: Diário do Governo.

Secretaria da Guerra. (1916a). Decreto n.º 2:515-H de 15/07/1916 da 6ª Repartição - 2ª Di-

reção Geral. Lisboa: Diário do Governo.

Secretaria da Guerra. (1916b). Decreto n.º 2345 de 20/4/1916. Lisboa: Diário do Governo. Secretaria da Guerra. (1916d). Decreto n.º 2:363, de 2 de maio de 1916. Lisboa: Diário do Governo.

Secretaria da Guerra. (1916e). Decreto n.º 2:571, de 15 de agosto de 1916. Lisboa: Diário do Governo.

Secretaria da Guerra. (1917). Decreto nº 3093, de 18/4/1917, da 6ª Repartição - 2ª Direção

Geral. Lisboa: Diário do Governo.

Secretaria Geral do Ministério de Instrução Pública. (1916). Decreto nº 2:384, de 11/5/1916. Lisboa: Diário do Governo.

2. Arquivo Histórico Militar

Arquivo Histórico Militar. (s.d.). 1/35/209. Arquivo Histórico Militar. (s.d.). 1/35/210. Arquivo Histórico Militar. (s.d.). 1/35/211. Arquivo Histórico Militar. (s.d.). 1/35/212. Arquivo Histórico Militar. (s.d.). 1/35/220. Arquivo Histórico Militar. (s.d.). 1/35/770. Arquivo Histórico Militar. (s.d.). 1/35/810.

Arquivo Histórico Militar. (1916-1918). Ordens do Exército. 3. Bibliografia

Afonso, A. (sd). Portugal Grande Guerra . Lisboa: Diario de Noticias.

Army Medical Services Museum. (s.d.). History of the Royal Army Veterinary Corps. Ob- tido em fevereiro de 2013, de http://www.ams-museum.org.uk/museum/ravc-history/

Arrifes, M. F. (2004). A Primeira Grande Gueera na Africa Portuguesa. Lisboa: Ediçoes Cosmos.

Coelho, S. V. (2001). O Exército Português na I Guerra Mundial 1914-1918. Lisboa: Plus Ultra, Lda.

Costa, A. R. (1915). Indicações Tecnicas para o Apoio Veterinário de 2ª linha. Costa, A. R. (1915). Relatório do Chefe dos Serviços Veterinários de Etapes. Eça, G. P. (1921). Campanha do sul de Angola em 1915. Lisboa: Inprensa Nacional.

Exército Português. (2013a). Site Oficial do Exército. Obtido em fevereiro de 2013, de

Exército Português. (2013b). Site Oficial do Exército. Obtido em fevereiro de 2013, de

http://www.exercito.pt/sites/RTransp/Historial/Paginas/default.aspx

Júnior, J. (1958). A Influência das Instituições Militares na Evolução da Veterinária Portu- guesa. Revista de Ciências Veterinárias, 53º, 145-220.

Krenzelok, G. (s.d.). The History of US Veterinary Services, AEF, During WW1. Obtido em fevereiro de 2013, de http://freepages.genealogy.rootsweb.ancestry.com/~gregkrenze- lok/veterinary%20corp%20in%20ww1/usvetcorpshistoryww1.html

Lemos, A. A. (1915). Relatório do Chefe do Serviço Veterinário.

Ministério da Defesa Nacional. (1993). Os Potugueses na Flandres 1917-1918 (excertos his-

tóricos). Lisboa: Direcção do Serviço Histórico-Militar.

Oliveira, A. d. (1994). istória do Exército Português (1910 - 1945). Lisboa: Estado Maior do Exercito.

Pereira Júnior, J. M. (1958). A influência das instituições militares na evolução da vete-

rinária portuguesa, separata da revista de ciências veterinárias vol III Fasc 365-366.

Rita, F. (2013). Na Sombra do Expedicionário - A vida em Combate de Soldados Portugue-

ses na Primeira Guerra Mundial. Porto: Fronteira do Caos Editores.

In document Singalesisk buddhistisk nasjonalisme (sider 34-38)