2. Feministiske moderskapsundersøkelser
2.4 Patrice DiQuinzio; Det umulige moderskapet
DADOS D A EMENDA
T ítu lo da P e sq u isa : INTERVENÇÃO BREVE P A R A O USO FR O BLEM ÁTIC O DE DRO G AS E FATORES ASS O C IA D O S EM PR O FIS S IO N AIS E ESTUDANTES DE ENFERMAGEM . P e sq u isa d o r: Marcei le Aparecida de Ba mos Junqueira
Á rea Tem ática: V e rsã o : 3
CAAE: 47 6 5 13 15 .4.D60D .5152
In stitu içã o P ro p o n e n te : Faculdade de M edicina P atro cinado r Pri nci pa I: Fina ndam ento Próprio DADOS DO PARECER
N úm ero do P arecer: 1.5B5.311
A p re se n ta çã o do P ro je to : Conform e os pesquisadores:
A tualm ente, o uso abusivo ou dependência ao álcool e outras drogas configura-se com um problem a de sa ú d e publica glob al, de vid o á dependência decorrente de seu usa, à gravidade de seus efe itos, que ultrapassa a lim ite do biológico, refletindo na sociedade, á severidade dos efeitos produzidos pelo seu uso crônico, e d aumento vertiginoso da prevalência do uso na população mundial.
[LORENZO, 20D3}. Nd trabalho, duso do álcool é d terceiro motivo para faltas, ê a causa mais frequente de a c id e n te s, e de a p o se n ta d o ria s precoces {S A N T O S e l al, 2613}. Os d ife re n te s tipos de substâncias psicoalivas vêm sendo usados entre uma gam a de finalidades que se estende desde o uso lúdico, com fins p ra ze ro so s no d e se n ca d e a m e n to de esta do de êxta se, co m o usd m ístico , cu ra tivo en tre o u tro s. A experim entação e d usa dessas substâncias crescem de form a consistente em todos os segm entos dD país. (BUCHELE; CRUZ. 2D 12) O II Levantam ento D om iciliar sobre o Usd de Dragas Psiootrópicas no Brasil nD ano de 2DQ5, realizado nas 100 cidades brasileiras com mais de 260 mil habitantes, apontou que 22,3% da população pesquisada já fizeram uso na vida de drogas excelo tabaco e álcool, correspondendo a um a população de 1C.746..991 pessoas.
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CdixiÍic ác E ticn. cai F a q n lia Conflnuaçfo do Parecer 1 iSS.ail
(LARANJEIRA r i a . 2 0 12).Entre as opções terapêuticas que I dam CDm o abuso de álcaal e outras drogas está a té cn ica cham ada Intervenção B reve (IB ). A té cn ica de intervenção breve (IB) fo i proposta comD abordagem terapêutica para usuários de álcool, em 1972, por Sanchez-Craig e colaboradores. nD Canadá. E um a estratégia bem estruturada, focal e Dbjetiva, que utiliza procedim entos técnicos, perm itindo estudos SDbre sua efetividade (NEUMANN. 1962).De acorda com Fleming e Marwvell (1969), a intervenção breve é um a té cn ica com tem po lim itado, centrado no pa cie nte, na form a de aco nselha m en to, fo ca liza n d o a m udança de com portam ento do indivíduo, e aum entando sua adesão ao tratam ento. Contudo, a estratégia não serve apenas para os problem as relacionados ao álcool e outras drogas, mas, tam bém , pode ajudar os pacientes a m udarem uma série de com portam entos CDtno m o d ifica ra dieta, parar de fumar, perder peso, en tre outros.A s intervenções breves podem durar de cinco a m inutos, e são co n stitu id a s pa r curta sequência de etapas: identificação e dim ensionam ento da problem a ou riscos, oferta de aconselham ento, orientação, e, em alguns casos, acom panham ento periódico dD suoesso para se atingir m etas voluntárias dD paciente. Dessa form a, deve ser focal e ob je tiva (BARBO R; H IG G IN S -B ID D LE , 2001). A utilização da intervenção breve para o uso de álcool e outras drogas é utilizada em indivíd uos con sid era dos com o usuários de tíscd (ou abusivofprejud icia l), e, no caso da de pendência alcoólica ou a outras drogas, as indivíduos devem ser encam inhados a serviços especializados. A téonioa pode ser aplicada po r profissionais de diferentes form ações (m édicos, psicólogos, enferm eiros, nu tricionistas, a ssiste ntes sociais, agentes co m u n itá rio s, au xilia res de enferm agem , entre ou tros), de sd e que d e vid am e nte tre inado s (B A R BO R ; h IGGING-BIDDLE. 20 01).De acordo com =leming e M anwell (1969), a intervenção breve pode ser usada por três situações clínicas distintas: -primeira - a intervenção breve pode a ju d a ra s pessoas que fazem usd
abusivo dD álcool e outras drogas, mas que ainda não são dependentes.
N esse a s o , o objetive da estra té g ia é re d u z ir os níveis de oonsum D para baixa tíscd;- segunda - a intervenção breve pode ser ú:il para facilitar a adesão ao tratam ento e abstinência em pacientes que estão sen do tra ta d o s cam terapia fa rm a co ló g ica para a d e p e n d ê n cia de á lca a l e outras drogas e o u tra s com D rbidades, com o a d e p re ssã o ;- te rce ira - a in te rve n çã o breve pode se r be néfica, pais en valve de pe n d e n te s ou pessoas com problem as re la cio n a d o s ac uso da á lca a l que nãD respondem a essa intervenção sozinhos, em bora a técnica, por si só, não seja suficiente para esses casas, d e fo rm a que pode ajudar os profissionais a identificarem esses casos e encam inhá-los para tratam ento especializado. A s IBs têm comD objet vo principal de tectar o usd de risco (real ou potencial) do usd de álcool e outras drogas e m otivar o indivíduo para que faça algo a respeito disso comD: iniciar um tratam ento, m elhorar seu nível de
rform açáo, autocrítica e autocuidado
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(BARBO R; HIGGINS-BIDDLE, 2001;MARQUES; FURTADO, 20D4),A intervenção breve deve reduzir o risco de danos provenientes do uso continuado de álcool e.'ou outras drogas ou.mais precisamente, reduziras chances e condições que favoreçam o desenvolvim ento de problemas decorrentes dD usd dessas substâncias. As metas devem ser estabelecidas individualmente, de acordD to m a padrão de consumD atual e os riscos associados (M ARQUES; FURTADO, 2004).
Um Dbjetivo importante da IB é auxiliar nc desenvolvimento da autonomia das pessoas, atribuindD-lhes a capacidade de assumira inicialiva e a responsabilidade por suas escol has (NELM ANN, 1992). A IB tem sido
utilizada para prevenir ou reduzir dconsumo de álcool e/au outras croças sem como problemas associados, e orientar, de modo focal e objetivo, sobre d sefeitos e consequências relacionados ac consumo de riscD (DE M ICHELI: FO R M IG O N I, 20D9}. A literatura propõe seis componentes essenciais que devem estar presentes para caracterizar a intervenção.
A v a lia ro efeito da aplicação da técnica de Intervenção Breve sobre c uso problem ático de álcool e outras drogas, associado ou não aos níveis de fadiga, estresse, ansiedade, depressão e Sindrom e de B um out en tre profissionais e estudantes de enferm agem . M aterial e M étodo: Trata-se de estudo da abordagem quantitativa, analilicD, quase experim ental, de coorte prospecliva. O estudo será realizado ju n to a 1.214 profissiona is de E nferm agem do H ospital de C lín ica s da U niversidade Federal de U berlândia. 146 da Estratégia S aúde da Fam ília d d m unicípio de U berlândia, e 562 estudantes da curso de Enferm agem da Universidade Federal de Uberlândia. Na prim eira etapa será aplicado um instrum ento sabre: inform ações profissões sòciop rofissio nais/aca dém icas, uso de drtjg a s (A S SIET). fadiga (DUFS), depressão (F H Q 2) depressão, ansiedade e estresse (D A S S-21) e S indro m e de Bunout (M B I). Em seguida, será aplicada a técnica de Intervenção Breve junto aos sujeites identificados com abuso de drogas. Na segunda etapa, um mês depois, a questionário será aplicado novam ente junto a esses sujeitos para avaliação do im pacto da técnica nos Índices de abuso de drogas e fatores associados. R esultados esperados: E spera-se que a técnica de Intervenção breve dim inua os índices de u sdproblem ático de drogas, bem como a dos fatores a s s o c ia d o s e e m b a s a r p ro p o s ta s de in te rve n çã o b re ve de re dução de d a n a s p a ra os p ro b le m a s relacionados ao uso de álcool e ou de drogas, fadiga, depressão, an sie dad e e estresse e e lab ora r um projeto p re ve ntivD. D escritores; Abusa de substâncias. Intervenção Breve, P rofissionais de Enferm agem .
O bje tivo da P esquisa: Segundo os pesquisadores:
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Objetivo FrimáriD:
- A valiar a efeito da aplicação da técnica de Inlervenção Breve sobre o uso problem ático de álcool e Dutrae
drogas, associado ou não aos níveis de fadiga, estresse, ansiedade, depressão e S n l m e de B um out en tre profissionais e estudantes de enferm agem .
Objetivo Secundário:
- Descrever características sociodemog ráficas de trabalha ou académ icas, padrão do uso de álcool e outras drogas, nível de fad ig a , estresse .ansiedade, depressão e S índrom e de B urn out en tre p ro fissio n a is e estu dan tes de enferm agem .
- A v a lia r as po ssíveis relações entre as características so clD d e m o g rifica s de tra balho ou acadêm icas, padrão do uso de álcool e Dutras drogas, nível de fadiga, estresse, ansiedade, depressão e S índrom e de Burnout entre profissionais e estudantes de enferm agem .
A va lia çã o d o s R isco s e B ene fícios: Conform e os pesquisadores:
Riscos
- S er identificado nas duas etapas d destudo, e por isso, sofrer algum constrangim ento pela natureza d d
estudo. Para m inim izar esse risco dinstrumento de coleta de dados será respondida de forma anônima; e o sujeito só será identificado para participar da segunda fase da pesquisa casa ele queira e deixe seu contato. A lém do m ais. ap ó s a d ivu lg a çã o dos re su lta d o s, tDdDS os co m p o n e n te s da eq u ip e e xe cu to ra se com prom etem a m a nter s ig ilo da identidade do sujeito, so b pena de exclusão do estudo, caso isso por ventura possa ocorrer.
Benefícios:
Todo o projeto procurará seguir a R esolução 439/12 do CNS no que diz respeito aos critérios éticos de pesquisa envolvendo seres hum anos.
ContudD, d e ve-se con sid era r o risco de iden tificação do sujeito na prim eira etapa da pesquisa. Nesse sentido, a equipe executora tentará m in im iza ra s riscos com medidas com o: ds questionárias respondidos pelos sujeitos serão entregues em envelopes fechados, além disso nessa fase. a equipe de pesquisa será dividida de m odo que seja evitado que. quem coleta os dados lenha relação de autoridade e muito próxim a ao sujeito de pesquisa.
Por exemplo: os alunos aplicarem ds questionários em discentes que não seja da mesma sala. ou, Endereço: Av. -n ii- Naves de A .l a 2121- E oco 'IA ', sala 234 - Carr eus Sta. MOnlca
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