6. Økonometriske modeller og estimeringsmetoder
6.3 Paneldatamodeller og estimeringsmetoder
inter-relações entre Assimetrias Condicionadoras e Sistema Financeiro (Internacional e Domésticos) - podem retirar-se algumas ideias principais (Figura 2 ): 1) As Assimetrias Demográficas, quando consideradas em conjunto com os diferentes Sistemas de Pensões existentes, nomeadamente nas Economias Desenvolvidas, condicionam as Assimetrias de Poupanças e influem no funcionamento dos Sistemas Financeiros domésticos e na intensidade dos fluxos de saídas de capitais sob a forma de investimentos de carteira, fora dos países de origem; 2 ) As Assimetrias de Poupança e Investimento são tratadas pelos Sistemas Financeiros, através de complexos movimentos de capitais a curto prazo – empréstimos bancários e aquisição de títulos do tesouro de países com moeda internacional, por parte dos Bancos Centrais de economias cujas moedas “gravitam” na órbita dessa moedas internacionais – ou de capitais a longo prazo, incluindo neste caso a tomada de títulos do tesouro emitidos por Economias Desenvolvidas, acções e obrigações emitidas por empresas de Economias Desenvolvidas e Emergentes ou Investimento Directo; 3) As Assimetrias de Conhecimentos e
Competências são tratadas directamente pelo Sistema Financeiro, Internacional e Domésticos,
por via da canalização de poupanças oriundas de todo o mundo para os mercados de capitais onde se transaccionam os títulos das empresas que valorizam o diferencial de acumulação de conhecimentos nas economias líder na inovação e por via da canalização de investimentos directos e de carteira para as economias com maior difusão de competências (“saber-fazer”); 4) As Assimetrias Energéticas, associadas à situação do mercado energético e aos níveis de preços determinam, ou a acumulação de elevados montantes de “renda petrolífera” num número limitado de Estados detentoras de “Reservas Mundiais” ou “Regionais”, susceptível de transferência, sob várias formas, para as Economias Desenvolvidas, ou a destruição dos patrimónios acumulados (por exemplo por via de guerras entre esses Estados) e o recurso por parte dos países produtores a empréstimos externos ou a uma maior abertura aos investimentos directos internacionais.
Ou seja, num contexto de Globalização, estes quatro tipo de Assimetrias originam e alimentam uma complexa rede de fluxos de capitais e de conhecimentos entre as principais Economias -
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Desenvolvidas ou Emergentes – e condicionam a intensidade desses fluxos, a sua regularidade ou volatilidade, que interferem nos processos endógenos que estão na base da deslocação das “Fronteiras” Geoeconómica e Tecnológica.
Na abordagem que se segue partiu-se da hipótese que é a existência de profundas assimetrias entre Actores, que explica a densidade de relações entre eles e o sentido dos fluxos que representam essas relações que mantém de forma sustentada a Rede de relações entre eles. Se consideramos que a Economia Mundial se desenvolve subordinada a um “envelope estratégico” onde são geridas as questões de segurança que se colocam aos diferentes Actores estatais cujas economias interagem, podemos dizer que a afirmação anterior só é verdadeira se entre esses Actores houver competição mas não antagonismo na prossecução dos seus interesses de segurança. Caso contrário, os actores principais tudo farão para reduzir as Assimetrias e, ao fazê-lo reduzirem as dependências recíprocas que rede supõe (sendo que a reciprocidade obedece a uma hierarquia). O processo de deslocação das duas “Fronteiras” e o modo como é influenciado pela interacção entre as Assimetrias Condicionadoras, através dos Sistema Financeiro Internacional e dos Sistemas Financeiros Doméstico, ocorre de um modo que se traduz no Espaço Económico Mundial.
Formula-se nesta investigação a hipótese de que existe um conjunto de Actores e de Interacções que está no centro desse processo, por eles passando o essencial do movimento das duas “Fronteiras” referidas e do impacto das Assimetrias Condicionadoras sobre os Sistemas Financeiros Internacional e Doméstico. Designamo-lo por “Mundo do Pacífico” e os seus principais Actores são: Os EUA, o Canadá, o México na América do Norte; o Japão, as Novas Economias Industrializadas da Ásia - Coreia do Sul, Singapura, Taiwan e Hong Kong/China – as Economias Emergentes da Ásia – China e Ásia dos Sudeste (Indonésia, Malásia, Tailândia e Filipinas); na Ásia-Pacífico; a Arábia Saudita e os outros estados do Golfo Pérsico membros da OPEP que são os principais fornecedores de petróleo da Ásia Pacífico.
Fora do “Mundo do Pacífico”, e como actores relevantes na economia mundial, situaram-se “duas
Europas”:, consideradas em termos geoeconómicos (e não apenas geográficos): a) a “Europa
Atlântica”, constituída por um conjunto de países (Reino Unido, Holanda, Suécia, Suíça) que
incorporaram no seu modelo de capitalismo vários elementos do “modelo anglo-saxónico” e têm as suas maiores empresas fortemente implantadas nos EUA, tendo três desses países sido destinos privilegiados do investimento dos EUA na Europa; b) a “Europa Continental”, constituída por um conjunto de países com um “modelo de capitalismo” radicalmente diferente do dos EUA (Alemanha, França e Itália) cujas economias constituem o núcleo central da zona euro. Tendo a Alemanha lançado uma “expedição” aos EUA durante a década de 90 que se traduziu numa multidão de compras de empresas e bancos nos dos EUA e na actual década “escolhido” a China como principal foco de investimento e exportação.
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Figura 2 - Globalização. e Forças Motrizes da Evolução da Economia Mundial no Longo Prazo e Assimetrias FONTE.Autor EXPANSÃO “FRONTEIRA” GEOECONÓMICA EXPANSÃO “FRONTEIRA” TECNOLÓGICA INFRA-ESTRUTURAS ECONOMIA MUNDIAL ASSIMETRIAS DE POUPANÇA ASSIMETRIAS DE CONHECIMENTO/ COMPETÊNCIA ASSIMETRIAS DEMOGRÁFICAS ASSIMETRIAS ENERGÉTICAS SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL
A(s) “Europa(s) e o Mu Globalização por via das rel principal base de implantação algumas das maiores empresa institucionais dos EUA detêm obrigações de Estados europeu A ORG Uma zona dólar onde se incluem Pacífico; a Arábia Saudita e as outras Uma economia “refém” da zona dó exporta produtos industriais para o economias emergentes da Ásia - Pa economias asiáticas da zona dólar emergentes da Ásia-Pacífico.
4.2. “Modelos de Capitalism "Mundo do Pacífico"
A expansão da Econom
que, se consolidaram, ou es Capitalismo” cujos parâmetros na Figura 3, resultando de u impacto das quatro grandes t torno desses Modelos.
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undo do Pacífico estavam já fortemente l relações dos EUA, a três níveis: a) a(s) “Eur ção das multinacionais dos EUA fora da A esas europeias eram grandes investidoras EU êm carteiras significativas de acções e obrigaç
eus.
GANIZAÇÃO MONETÁRIA MUNDIAL em 2000 m os EUA, as “Economias Chinesas” e outras econom tras economias energéticas do Golfo, o México e grande
dólar – o Japão – que importa matérias-primas e energia o interior da zona dólar (nomeadamente para os EUA
Pacífico), importa cada vez mais componentes e outros ar e exporta capitais para os EUA, “Economias Chin
FONTE: Autor
ismo”. Em Busca dos "Códigos Genéticos" omia de Mercado, a nível mundial não deve
estavam em consolidação ou diluição, dife tros de caracterização foram nesta investigação e uma simplificação orientada para uma mai s tendências atrás referidas, nas Economias q
e ligados no inicio da Europa(s) constituem a América do Norte; b) UA ;c) os investidores ações de empresas e de
nomias emergentes da Ásia- de parte da América Latina; rgia denominadas em dólares,
A, “Economias Chinesas” e ros produtos intermédios das hinesas” e outras economias
os" das Economias do
ve obscurecer o facto de iferentes “Modelos de ção os que se assinalam ais fácil apreensão do s que se estruturam em
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Para cada um destes parâmetros identificaram-se um conjunto de formas ou soluções que
poderiam revestir21 a partir de uma primeira análise realizada sobre alguns desses “Modelos”.
Figura 3 Parâmetros e Configurações Definidoras dos “Modelos de Capitalismo”- uma Hipótese
1. Sistemas a d em