Lino de M acedo Leny Rodrigues Teixeira Eduardo Sebast iani Ferreira Dalt on Francisco de Andrade
Considerações gerais
A Compet ência III expressa, como as demais, uma caract eríst ica geral, f undament al e complexa do ser humano que é de assimilar da- dos e inf ormações em f avor de t omadas de decisão diant e das sit ua- ções- problema, que as lidas da vida exigem como condição de sua sobrevivência pessoal, comunit ária, f ísica, biológica, econômica, social, cult ural, ant ropológica. Trat a- se de uma caract eríst ica geral porque o projet o chamado vida, com o exercício das f unções que a conservam em um cont ext o envolvendo t oda a sort e de t ransf ormações, supõe t omar decisões, aut orizando- se ou sendo aut orizado, em muit os planos
(pessoal, jurídico, ét ico, inst it ucional), para isso. Por essa razão, é import ant e, no âmbit o da Com- pet ência III, analisar o que chamam de compet ências t ransversais, principalment e nos t ermos em que elas comparecem no Enem. Trat a- se de uma compet ência f undament al porque ninguém é poupado, nas lidas da vida, de t omar decisões e enf rent ar sit uações- problema. Podemos ajudar, t ent ar subst it uir ou minimizar os esf orços de uma pessoa ou grupo, mas não podemos (nem mesmo t odas as t ecnologias e prót eses cirúrgicas, de hoje, podem f azê- lo plenament e) respirar, realizar moviment os, pensar, sof rer por elas. Por isso, nos t ermos de nossa perspect iva, não f az sent ido opor – de f orma bipolar e simples – compet ência e incompet ência, como se a segunda f osse o cont rário da primeira. Quant a compet ência há de t er ou desenvolver uma pessoa def ici- ent e, com dif iculdades de locomoção, audição, com poucos recursos de raciocínio, para dar con- t a, mesmo que minimament e, de sua sobrevivência? Quant o f alt a para ser aprimorado ou aprof undado naqueles que julgam t udo saber e poder? Trat a- se de uma caract eríst ica complexa, pois t omar decisões e enf rent ar sit uações- problema implica selecionar, escolher, julgar (e t odas as out ras habilidades que analisaremos daqui a pouco); implica coordenar perspect ivas em um cont ext o pleno de oposições, t ensões, aspect os posit ivos e negat ivos, mult iplicidade de desejos, valores, ambivalências de t odos os t ipos e graus; implica correr riscos, perder e ganhar coisas sobre as quais nunca t emos o cont role das variáveis que as det erminam, nem nunca compreende- mos os f at ores que jogam a f avor ou cont ra sua realização; implica aceit ar “agir na urgência e decidir na incert eza” (Perrenoud, 1996), por mais que nos preparemos, ant ecipemos ou conheça- mos sobre o que é objet o de decisão ou enf rent ament o; implica coordenar as dimensões af et iva, cognit iva, religiosa, polít ica, cult ural, et c. que caract erizam nossa humanidade, aceit ando que esse esf orço de int egração haverá de conviver com t udo o que dif erencia, opõe, degrada, disper- sa ou of erece alt ernat ivas, muit as vezes, iguais ou melhores dependendo da dimensão em que se analisa o problema. Mas, o objet ivo dest e t rabalho é analisar, apenas, as compet ências t ransversais present es nas habilidades que expressam a Compet ência III. Est a compet ência, como menciona- do, pret ende avaliar como o aluno seleciona, organiza, relaciona e interpreta dados e inf ormações represent ados de dif erent es f ormas, para tomar decisões e enfrentar situações- problema. Os t ermos dest acados em negrit o serão objet o de ref lexão.
Habilidades Relacionadas à Competência III
Habilidade 1 Dada a descrição discursiva ou por ilust ração de um experiment o ou f enômeno, de nat ureza cient íf ica, t ecnológica ou social, “ ident if icar” variáveis relevant es e “ selecionar” os inst rument os necessários para realização ou int erpret ação do mesmo.
Habilidade 2 Em um gráf ico cart esiano de variável socioeconômica ou t écnico- cien- t íf ica, “ident if icar” e “analisar” valores das variáveis, int ervalos de cres- ciment o ou decréscimo e t axas de variação.
Habilidade 3 Dada uma dist ribuição est at íst ica de variável social, econômica, f ísi- ca, química ou biológica, t raduzir e int erpret ar as inf ormações dispo- níveis, ou reorganizá- las, objet ivando int erpolações ou ext rapolações. Habilidade 4 Dada um a si t uação- pr obl em a, apr esent ada em um a l i nguagem de det erminada área de conheciment o, “relacioná- la” com sua f ormula- ção em out ras linguagens ou vice- versa.
Habilidade 7 “ Ident if icar” e “ caract erizar” a conservação e as t ransf ormações de energia em dif erent es processos de sua geração e uso social, e “com- parar” dif erent es recursos e opções energét icas.
Habilidade 9 “ Compreende” o signif icado e a import ância da água e de seu ciclo p a r a a m a n u t en çã o d a v i d a , em su a “ r el a çã o ” co m co n d i çõ es socioambient ais, sabendo “ quant if icar” variações de t emperat ura e mudanças de f ase em processos nat urais e de “int ervenção” humana.
Habilidade 10 “ Ut ilizar” e “ int erpret ar” dif erent es escalas de t empo para “ sit uar” e “ descr ever ” t r an sf or m ações n a at m osf er a, bi osf er a, h i dr osf er a e l i t osf er a, or i gem e evol u ção da vi da, var i ações popu l aci on ai s e modif icações no espaço geográf ico.
Habilidade 12 “ Analisar” f at ores socioeconômicos e ambient ais associados ao de- senvolviment o, às condições de vida e saúde de populações humanas, por meio da “int erpret ação” de dif erent es indicadores.
Habilidade 14 Diant e da diversidade de f ormas geomét ricas planas e espaciais, pre- sent es na nat ureza ou imaginadas, “caract erizá- las” por meio de pro- priedades, “relacionar” seus element os, “calcular” compriment os, áre- as ou volumes, e “ut ilizar” o conheciment o geomét rico para “leit ura”, “compreensão” e “ação” sobre a realidade.
Habilidade 15 “Reconhecer” o carát er aleat ório de f enômenos nat urais ou não e “ut i- lizar” em sit uações- problema processos de cont agem, represent ação de f reqüências relat ivas, const rução de espaços amost rais, dist ribui- ção e cálculo de probabilidades.
Habilidade 16 “ Analisar” , de f orma qualit at iva ou quant it at iva, sit uações- problema ref erent es a pert urbações ambient ais, ident if icando f ont e, t ransport e e dest ino dos poluent es, “reconhecendo” suas t ransf ormações; “prever” ef eit os nos ecossist emas e no sist ema produt ivo e “propor” f ormas de int ervenção para reduzir e cont rolar os ef eit os da poluição ambient al. Habilidade 17 Na obt enção e produção de mat eriais e de insumos energét icos, “iden- t if icar” et apas, “ calcular” rendiment os, t axas e índices, e “ analisar” implicações sociais, econômicas e ambient ais.
Habilidade 19 “Conf ront ar” int erpret ações diversas de sit uações ou f at os de nat ure- za hist órico- geográf ica, t écnico- cient íf ica, art íst ico- cult ural ou do co- t idiano, “ comparando” dif erent es pont os de vist a, “ ident if icando” os pressupost os de cada int erpret ação e “analisando” a validade dos ar- gument os ut ilizados.
Habilidade 21 Dado um conjunt o de inf ormações sobre uma realidade hist órico- ge- ográf ica, “ cont ext ualizar” e “ ordenar” os event os regist rados, “ com- preendendo” a import ância dos f at ores sociais, econômicos, polít icos ou cult urais.
Nesse t ext o, o t ermo compet ência t ransversal é usado no sent ido propost o por Perrenoud (1999). Esse aut or, ao def inir o que é compet ência, começa descart ando as t rês versões mais comuns: 1) a de que compet ências expressam objet ivos de um ensino em t ermos de condut as ou práticas observáveis, 2) a de que compet ência seria algo invisível, a que se t eria acesso apenas por desempenhos observáveis e 3) a de que compet ência seria “uma f aculdade genérica, uma pot encialidade de qualquer ment e humana” (p. 20). Ao cont rário, os t ermos valorizados por Perrenoud, para caract erizar compet ência, são principalment e os de t omada de decisão, mobilização de recursos e ut ilização de esquemas. Tomada de decisão no sent ido de que compet ência ref ere- se ao julgament o ou int erpret ação, a part ir de um conjunt o de indicadores ou f at ores present es em uma det erminada sit uação e que implicam uma decisão. Para isso, int eressa mobilizar os recursos disponíveis para essa t omada de decisão. Tais recursos expressam a aplicação de esque- mas, no sent ido analisado por Piaget . Esquemas que organizam (est rut uram e realizam), pois present if icam (possibilit am a represent ação, a imaginação, a ident if icação, et c.) o que é objet o de consideração. Esquemas que processam, ou seja, organizam os procediment os, meios ou recursos que realizam algo em f avor de um objet ivo ou propósit o. Esquemas que compreendem, buscam
as razões, f undament am, art iculam ou est rut uram, em diversos níveis, os element os que caract e- rizam nosso saber. Mas essas compet ências (implicando t omadas de decisão, mobilização de re- cursos e de esquemas para sua realização) expressam- se, principalment e, nas sit uações- problema ou projet os que dão sent ido à nossa vida, t rabalho ou realizações.
Perrenoud analisa diversos t ipos de compet ências, em especial as que chama de compe- t ências t ransversais e as disciplinares. As compet ências disciplinares correspondem ao que, no Enem, designamos por habilidades, ou seja, às dif erent es sit uações relacionadas a disciplinas ou áreas de conheciment o em que se aplicam as cinco compet ências. As compet ências t rans- versais correspondem ao conjunt o de verbos dest acados ent re aspas e que est ão present es na descrição t ant o nas compet ências quant o nas habilidades. Para just if icar essa int erpret ação, é suf icient e t ranscrever o seguint e t recho, de Perrenoud (1999):
Para escrever programas escolares que visem explicit ament e ao desenvolviment o de compet ências, pode- se t irar, de diversas prát icas sociais, sit uações problemát icas das quais serão “ext raídas” compet ências dit as t ransversais. Bast a t ent ar o exercício por um inst ant e e not a- se que o leque é muit o amplo, para não dizer inesgot ável. Para reduzi- la, para chegar a “list as” de razoável t amanho, procura- se “elevar o nível de abst ração”, compor conjunt os muit o grandes de sit uações.
O que encont raremos, ent ão? Em geral, as “caract eríst icas gerais da ação humana”, quer dependam do “agir comunicacional”, quer da ação t écnica: ler, escrever, observar, comparar, calcular, ant ecipar, plane- jar, julgar, avaliar, decidir, comunicar, inf ormar, explicar, argument ar, convencer, negociar, adapt ar, ima- ginar, analisar, ent ender, et c. Para t ornar comparáveis as mais diversas sit uações, bast a “despojá- las de seu cont ext o”. Encont ram- se, dessa f orma, as caract eríst icas universais da ação humana, int erat iva, simbólica, não- programada e, port ant o, objet o de decisões e de t ransações. Em um cert o nível de abst ração, pode- se def ini- la “independent ement e de seu cont eúdo e cont ext o”.
Assim, é perf eit ament e possível e legít imo dar sent ido a verbos como argument ar, prever ou analisar.
Para analisar as compet ências t ransversais, que são avaliadas nas habilidades relaciona- das à Compet ência III, é possível agrupá- las da seguint e f orma:
Caract erizar, descrever, dest acar, ident if icar, reconhecer, selecionar ou sit uar const it uem o primeiro agrupament o de compet ências t ransversais. Caract erizam- se, de um modo geral, por um t ipo de t omada de decisão ou pela mobilização de recursos que at ribuem ident idade a algo em um cont ext o dinâmico, abert o, em que out ros f at ores ou aspect os modif icam- se no jogo das t ransf ormações do sist ema ou do t odo a que se ref erem. Essas compet ências implicam, pois, no cont ext o da t aref a solicit ada, uma decisão sobre o que se relaciona ou pert ence a cert o objet ivo ou met a a ser alcançada. São, por isso, indicadores ou sinais da presença de algo que queremos valorizar ident if icando, caract erizando, reconhecendo, selecionando ou dest acando.
Caracterizar
Segundo o dicionário, caract erizar é “det erminar o carát er de; assinalar, dist inguir, indicar; descrever, not ando as propriedades caract eríst icas; ret rat ar, delinear ou represent ar um carát er”.
Descrever
Descrever, segundo o dicionário, é “f azer a descrição de; represent ar por meio de pala- vras; cont ar, expor minuciosament e; percorrer; t raçar”.
Destacar
Dest acar, ent re out ros signif icados que o dicionário apresent a, é “separar(- se);/art icular escandindo;/dar vult o ou relevo a;/pôr em dest aque; f azer sobressair; salient ar;/separar- se;/ dist inguir- se, sobrelevar, sobressair”.
O mot ivo pelo qual se propõe as compet ências ident if icar, reconhecer, dest acar e seleci- onar, como pert encent es a um mesmo agrupament o, f oi que as duas últ imas f azem part e do conjunt o das compet ências que possibilit am – no sent ido de mobilização de recursos – a realização das duas primeiras e vice- versa.
Dest acar é uma f orma de abst ração, ou seja, implica a ident if icação ou reconheciment o, em um dado cont ext o ou domínio da experiência, dos element os ou t ermos (relacionados a uma met a, objet ivo ou ref erência), projet ando- os e organizando- os em out ro plano. Dest acar é valorizar o conjunt o dos indicadores que em um t ext o ou sit uação serão base para a inf erência, conclusão ou t omada de decisão. Implica um julgament o sobre o que – em uma dada sit uação – deve t er prioridade. Em um it em, o que deve ser dest acado no enunciado? Como aproveit ar o que f oi dest acado como indicador ou indicadores para a t omada de decisão sobre a respost a corret a? No conjunt o das alt ernat ivas, o que deve ser dest acado em cada uma delas para ajudar na t aref a de excluir o que não se aplica, para valorizar o que é pert inent e?
Identificar (variáveis, trechos, representação)
Segundo o dicionário1, identificar quer dizer “tornar ou declarar idêntico; considerar duas
coisas como idênticas, dando a uma o caráter da outra;/achar, estabelecer a identidade de;/tornar- se idêntico a outrem, assimilando- lhe as idéias e os sentimentos;/conformar- se, ajustar- se”.
Ident if icar consist e em, t omando algo como ref erência (absolut a ou relat iva), buscar t udo o que corresponde (t ot al ou parcialment e) a essa ref erência. É uma compet ência t ransversal porque implica t omar decisões, int erpret ar, no conjunt o de possibilidades de expressão de uma dada coisa, t udo que emparelha, represent a, ilust ra, encaixa- se no t ermo que serve de ref erência.
Reconhecer
Segundo o dicionário, reconhecer é “conhecer de novo (o que se t inha conhecido nou- t ro t empo);/conhecer a própria imagem, em f ot ograf ia ou no espelho;/ident if icar, dist inguir por qualquer circunst ância, modalidade ou f acet a;/admit ir, t er como bom, legít imo ou verda- deiro;/f icar convencido de; est ar cert o ou conscient e de;/considerar como;/af irmar, declarar, conf essar;/considerar como legal;/aut ent icar, endossar;/aceit ar; dar grat if icação ou recompen- sa a; most rar- se agradecido por;/examinar, explorar, observar;/examinar a f orma, o acesso, as condições de (uma posição)”.
Relacionar é, pelo que lemos acima, uma f orma part icular de ident if icação.
Selecionar
Segundo o dicionário, selecionar é “f azer a seleção de; escolher de um número ou grupo, pela apt idão, qualidade ou qualquer out ra caract eríst ica;/encont rar e recuperar inf ormação específ ica de uma base de dados;/num programa de pint ura, def inir uma área numa imagem, geralment e para que seja cort ada ou receba um ef eit o especial”.
Tal como o reconhecer é um caso especial do ident if icar, selecionar é um caso especial do dest acar. Ambos implicam um recurso à lógica das classes, no sent ido de que dest acar ou
selecionar supõe analisar um aspect o e julgar se pert ence ou é pert inent e ao que est á sendo t omado como crit ério ou ref erência, ou seja, como base para a t omada de decisão. Regulam- se, igualment e, pela lógica das relações, pois dest acar ou selecionar signif ica def inir a posição ou ordem (ant es, depois, acima, abaixo, et c.) do que est á sendo dest acado no cont ext o que lhe serve de ref erência ou sent ido.
Situar
Segundo o dicionário, sit uar é “colocar, pôr (no espaço ou no t empo); assent ar, const ruir, edif icar; designar lugar cert o a; colocar- se”.
Propõe- se que analisar, confrontar, comparar e relacionar constituam o segundo agrupamen- to das competências transversais presentes na Competência III e nas habilidades a ela relacionadas.
Analisar
Como coment a Perrenoud (1999), segundo o dicionário Le Robert, analisar signif ica: “f azer a análise de ... . “Análise”: operação int elect ual que consist e em decompor um t ext o em seus element os essenciais, para apreender suas relações e dar um esquema de conjunt o” ou “at o de decompor uma mist ura para separar seus const it uint es”.
M uit os it ens, nas provas realizadas pelo Enem, propõem sit uações- problema em que analisar é uma t aref a f undament al para a t omada de decisão sobre a alt ernat iva a ser indicada como corret a. Essa análise, conf orme o caso, expressa- se como int erpret ação, out ras vezes como discriminação ou reconheciment o de valores, ou, ent ão como previsão ou proposição de f or- mas de int ervenção, et c. Trat a- se sempre de dif erenciar algo em um cont ext o, int egrando- o em um out ro, pois a análise possibilit a a realização de julgament os, base de inf erências ou conclu- sões sobre o que est á sendo analisado.
Confrontar
Conf ront ar, como indica o dicionário, implica “pôr- se def ront e reciprocament e;/acarear (as t est emunhas ou os depoiment os, os réus, as vít imas do crime); comparar, cot ejar, conf erir, colacionar; def ront ar(- se), f azer f ace”.
Em uma sit uação- problema essa compet ência é f undament al, pois se t rat a de, nos dif erent es cont eúdos (disciplinares ou int erdisciplinares), considerar os dados apresent ados no cont ext o e analisá- los de f orma int erdependent e. A int erdependência, conf orme já ana- lisamos, supõe considerar as part es que int egram um sist ema ou t odo de modo indissociável, complement ar e irredut ível. No caso da compet ência t ransversal aqui analisada, conf ront ar signif ica considerar o aspect o irredut ível, ou seja, para pôr- se def ront e é preciso que cada aspect o seja considerado independent e do out ro, com suas propriedades, caract eríst icas, et c. Ao mesmo t empo, é import ant e que esses aspect os sejam considerados reciprocament e.
Comparar
Segundo o dicionário, comparar consist e em “examinar simult aneament e duas ou mais coisas, para lhes det erminar semelhança, dif erença ou relação; conf ront ar; / cot ejar; / t er como igual ou como semelhant e”.
Relacionar (a mesma informação em diferentes linguagens)
Segundo o dicionário, relacionar signif ica “f azer ou f ornecer a relação de; arrolar, pôr em list a;/narrar, expor, descrever, ref erir;/comparar (coisas dif erent es) para deduzir leis ou ana- logias;/f azer relações, conseguir amizades, t ravar conheciment o”.
Sugere- se que ordenar, organizar e cont ext uar componham um t erceiro agrupament o