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Oppsummering av sykkelfart i planleggere og modeller

2.2 Forutsetninger for sykkelfart i ruteplanleggingsverktøy og transportmodeller

2.2.3 Oppsummering av sykkelfart i planleggere og modeller

O layout da fábrica é um assunto de extrema importância, ao qual grande parte das vezes não é dada a suficiente importância. Perguntas como: onde deve ficar a zona de estoque/armazenamento/recepção dos agregados e do cimento? Qual a melhor posição para a central de produção de concreto? Por quê? E como devem ficar as pistas de protensão em relação a essas duas partes anteriores da fábrica? E a zona de estocagem, onde fica? Por que motivos? São perguntas para as quais não é feita a reflexão necessária, muitas vezes, o que acaba tendo um forte impacto no negócio e na qualidade do processo, do produto e do serviço.

A escolha do layout da fábrica de LACP deveria começar logo na fase da compra do terreno. O terreno para uma fábrica dessas idealmente deveria ser o mais plano possível, e com uma relação adequada de grandezas entre as várias partes da fábrica. A parte de estoque de produto da fábrica deveria ter uma área que no mínimo fosse igual à área de fabricação, mas o ideal seria na realidade que a área de estoque fosse cerca de três vezes maior que a área de produção. Ao invés disso, tem-se infelizmente instalada no Brasil uma quantidade significativa de fábricas em terrenos desnivelados de origem, com áreas “recortadas”, e onde as áreas destinadas a estoque são insuficientes.

Uma outra decisão que teria que ser levada mais fortemente em consideração seria a validade de se investir na cobertura da parte relativa ao recebimento dos agregados, por causa da variação do seu grau de umidade (chuvas), que pode impactar fortemente as características resistentes e de trabalhabilidade do concreto produzido. Isso não é levado em consideração na maioria dos casos, sendo costume as áreas de recepção dos agregados serem descobertas. O problema, como se verá, e o qual se repete ao longo da esmagadora maioria de tomadas de decisão, é de visão empresarial imediatista. O foco está apenas no lucro ou na poupança de curto prazo, quando pelo contrário se deveria pensar em termos de toda vida útil da fábrica.

A questão da colocação da central de concreto também é importante. Obrigatoriamente, por inerência do processo, terá que ficar próxima da zona de recebimento (abastecimento) dos agregados e cimento, mas ao mesmo tempo

Rom ão Direitinho 131 também o mais próxima possível das pistas de protensão, para minimizar os tempos de transporte do concreto produzido até as pistas, o que se pode tornar um gargalo. Haverá também que se refletir, em função do tipo de produtos produzidos pela fábrica e dos respectivos volumes de produção, se uma central de concreto apenas será suficiente ou se haverá necessidade de uma segunda, tendo em conta que em média uma central de concreto tem uma capacidade de fornecimento de 30m3 a 35m3 de

concreto por hora.

O tipo de sistema de transporte do concreto até as pistas de produção é outra decisão importante a ser tomada, não apenas em termos do seu custo inicial, mas muito sobretudo em função da capacidade de resolver problemas de abastecimento das linhas de produção. Soluções que à primeira vista possam ser tidas como caras, poderão ser obrigatórias.

O posicionamento das pistas de protensão é fundamental, seja entre si, seja em relação a zonas de produção de outros produtos que a empresa possa fabricar, seja em relação à central de concreto, ou seja em relação ás áreas de estocagem de produto é fundamental. Dentro do possível, as pistas de protensão devem ser alinhadas no sentido do comprimento e em sequência, tendo a montante as centrais de produção de concreto, e a jusante as zonas de estocagem de produto, e o mais próximas de ambas que se puder. Existem em território nacional fábricas no qual este assunto não foi pensado convenientemente, e após tomada de decisão empresas fabricantes, quer de LACP quer de outros produtos, acabaram ficando com as suas zonas produtivas alinhadas no sentido da largura, com necessidade de mudança das máquinas de um lado para o outro, o que tem acarretado obrigatoriamente situações de interrupção da produção e problemas logísticos graves, que se tornam passivos para a fábrica durante toda sua vida.

As zonas de estocagem de produto, por sua vez, devem seguir sempre que possível no comprimento as pistas de protensão das LACP, e o mais próximas possível destas. Devem ter áreas suficientemente dimensionadas para estoque. Além disso devem permitir um fácil acesso e manobra para os caminhões de carga, tanto na entrada como na saída. Questões relativas a problemas de raios de curvatura de manobra, sobretudo na saída dos caminhões para as vias de circulação, bem como a facilidade de acesso a elas, devem ser tomados em consideração na definição do layout de fábrica.

Uma solução hipotética para um layout adequado de fábrica exclusivamente de LACP é ter um terreno desenvolvido no sentido do comprimento, com possibilidade de

Rom ão Direitinho 132 instalação de dois pórticos, lado a lado, ou então duas pontes rolantes funcionando a altura/cotas diferentes uma da outra, com a zona de recebimento e armazenamento/estocagem dos inertes à frente do terreno, imediatamente junto da central de concreto, depois o mais próximo possível as pistas de protensão, seguidas do pátio de estocagem intermediária de produto, e da saída/expedição direta para canteiro de obra ou para estocagem final (pátio) em fábrica. No entanto outros layout´s são possíveis e adequados, dependendo das condições do local. A figura 64 apresenta um desenho esquemático possível para layout de fábrica.

Figura 64 – Desenho esquemático possível para layout de fábrica (Fonte: adaptado de

www.elematic.com )