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Oppsummerende vurdering

In document Transportmodeller for klimaanalyse (sider 83-89)

No que diz respeito ao hábito de gozar férias, não existem diferenças significativas entre o género masculino e o feminino. Porém, os inquiridos com idades entre os 25 e os 64 anos são os que habitualmente gozam férias (Tabela 6.18).

Tabela 6.18 – Número de inquiridos por hábito de gozar férias, segundo o género e o grupo etário

Costuma gozar férias

Género Grupo etário

M F 15 - 24 25 - 64 ≥ 65

Sim 144 150 36 204 56

Não 36 54 6 21 63

Total 180 204 180 223 119

Fonte: Elaboração própria.

Relativamente à relação existente entre o hábito de gozar férias e as habilitações literárias, bem como a situação profissional dos inquiridos, constata-se que os inquiridos que possuem habilitações literárias superiores e que, a nível profissional, estão empregados são os que gozam férias com maior frequência (Tabela 6.19).

Tabela 6.19 – Número de inquiridos por hábito de gozar férias, segundo as habilitações literárias e a situação profissional

Costuma gozar férias

Habilitações literárias Situação profissional Ensino básico Ensino secundário e CET`s Ensino Superior Empregado Sem

trabalho Reformado Estudante

Sim 47 92 155 190 25 56 23

Não 59 16 15 21 3 6 3

Total 106 108 170 211 28 119 26

Fonte: Elaboração própria.

Em relação à interação residente-visitante, segundo o género dos inquiridos, não existem diferenças significativas quanto ao local e à frequência do contacto. Em ambos os géneros, os locais onde mais se verifica o contacto com turistas são a rua, os locais atrativos e os eventos,

situando-se o nível de maior frequência do contacto no nível 3 da escala de Likert (às vezes) (Tabela 6.20).

Tabela 6.20 – Número de inquiridos por local de interação residente-visitante, segundo o género

Género Local de interação residente-visitante Frequência do contacto (N.º) * Total

1 2 3 4 5

M

Na rua 4 48 79 30 19 180

Local de trabalho 130 19 18 7 6 180

Locais atrativos (parques, lagos, outros) 19 39 68 30 24 180 Estabelecimentos de restauração/bares 41 39 52 29 19 180

Estabelecimentos comerciais 59 39 41 24 17 180

Eventos (religiosos, culturais ou desportivos) 28 67 55 23 7 180

F

Na rua 10 44 82 35 33 204

Local de trabalho 132 26 22 14 10 204

Locais atrativos (parques, lagos, outros) 37 39 61 42 25 204 Estabelecimentos de restauração/bares 55 40 50 39 20 204

Estabelecimentos comerciais 61 40 46 42 15 204

Eventos (religiosos, culturais ou desportivos) 37 79 61 16 11 204 *Legenda: 1 - Nunca; 2 - Raramente; 3 - Às vezes; 4 - Frequentemente; 5 - Muito frequentemente.

Fonte: Elaboração própria.

No que se refere ao grupo etário, os inquiridos com idades entre os 25 aos 64 anos são os que interagem mais com os turistas. Em todos os grupos etários, os locais em que o contacto com os turistas se realiza com maior frequência é na rua e em locais atrativos (parques, lagos, outros) (Tabela 6.21).

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Tabela 6.21 – Número de inquiridos por local de interação residente-visitante, segundo o grupo etário

Grupo

etário Local de interação residente-visitante

Frequência do contacto (Número) * Total 1 2 3 4 5 15-24 Na rua 2 8 20 10 2 42 Local de trabalho 33 1 7 0 1 42

Locais atrativos (parques, lagos, outros) 5 6 17 7 7 42 Estabelecimentos de restauração/bares 11 10 13 3 5 42

Estabelecimentos comerciais 12 10 11 5 4 42

Eventos (religiosos, culturais ou desportivos) 6 16 12 6 2 42

25-64

Na rua 5 40 93 44 41 223

Local de trabalho 126 36 28 20 13 223

Locais atrativos (parques, lagos, outros) 9 36 89 55 34 223 Estabelecimentos de restauração/bares 19 44 74 61 25 223

Estabelecimentos comerciais 33 45 67 52 26 223

Eventos (religiosos, culturais ou desportivos) 26 84 75 25 13 223

≥ 65

Na rua 7 44 48 11 9 119

Local de trabalho 103 8 5 1 2 119

Locais atrativos (parques, lagos, outros) 42 36 23 10 8 119 Estabelecimentos de restauração/bares 66 25 15 4 9 119

Estabelecimentos comerciais 75 24 9 9 2 119

Eventos (religiosos, culturais ou desportivos) 33 46 29 8 3 119 *Legenda: 1 - Nunca; 2 - Raramente; 3 - Às vezes; 4 - Frequentemente; 5 - Muito frequentemente.

Fonte: Elaboração própria.

Quanto ao género, não se verificam diferenças significativas nos inquiridos que trabalham ou já trabalharam na área do turismo. Porém, são os inquiridos com idades entre os 25 aos 64 anos os que manifestam maior contacto profissional com o turismo (Tabela 6.22).

Tabela 6.22 – Número de inquiridos com contacto profissional com o turismo, segundo o género e grupo etário

Trabalha ou já trabalhou na área do turismo

Género Grupo etário

M F 15-24 25-64 ≥ 65

Sim 42 46 5 48 35

Não 138 158 37 175 84

Total 180 204 42 223 119

Fonte: Elaboração própria.

Relativamente às habilitações literárias, são os inquiridos com menos habilitações literárias os que mais contacto profissional têm com o turismo (Tabela 6.23). Quanto à situação profissional, são os inquiridos que estão empregados os que mais contacto profissional têm com o turismo (Tabela 6.23).

Tabela 6.23 – Número de inquiridos com contacto profissional com o turismo, segundo as habilitações literárias e situação profissional

Trabalha ou já trabalhou na área do turismo

Habilitações literárias Situação profissional Ensino básico Ensino secundário e CET Ensino superior Empregado Sem

trabalho Reformado Estudante

Sim 38 26 24 45 6 35 2

Não 68 82 146 166 22 84 24

Total 106 108 170 211 28 119 26

Fonte: Elaboração própria.

Pela análise dos dados constata-se que a grande maioria dos inquiridos (76,6%) costuma gozar férias e que, daqueles que o fazem com frequência, 78,6% têm por hábito gozar as suas férias em Portugal, mas não no território de estudo. Os inquiridos não interagem com os turistas com muita frequência. Porém, é na rua e nos locais atrativos onde existe maior interação. Quanto ao contacto profissional com o turismo, cerca de 23% dos inquiridos trabalha ou já trabalhou numa atividade ligada ao turismo e 25,8% têm familiares a trabalhar na área do turismo.

Numa análise pelas três sub-regiões das BSE conclui-se que não existem diferenças significativas em relação ao hábito de gozar férias, na frequência nem no local de contacto com os turistas. Em cada sub-região, mais de 73% dos inquiridos tem por hábito gozar férias e o contacto com os turistas é pouco frequente. Onde a interação residente-visitante se verifica com maior frequência é na rua e nos locais atrativos.

Apesar de, entre as sub-regiões não se verificarem diferenças ao nível da interação residente- -visitante, a nível concelhio constata-se que é nos concelhos da Covilhã, Guarda, Seia e Manteigas que os residentes interagem mais com os turistas. Nas três sub-regiões mais de 70% dos inquiridos nunca trabalhou numa atividade ligada ao turismo e mais de 72% não têm familiares a trabalhar numa atividade relacionada com o turismo.

Segundo as características sociodemográficas, nas três sub-regiões são os inquiridos com maior nível de habilitações literárias, com idade compreendida entre os 25 e os 64 anos e que em termos profissionais se encontram atualmente empregados, que mais têm por hábito gozar férias. Segundo o género, não se verificam diferenças significativas no hábito de gozar férias.

No que diz respeito à interação-residente visitantes, entre as três sub-regiões não existem diferenças significativas segundo o género e o grupo etário. Nas três sub-regiões, em ambos os géneros a frequência do contrato mais assídua é “às vezes” e os locais onde se verifica mais contacto são a rua e os locais atrativos. No que respeita à idade, são os inquiridos com idade compreendida entre os 25 e os 64 anos os que mais interagem com os turistas. Ao nível do

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nível de habilitações literárias e os reformados que manifestaram maior contacto profissional com o turismo.

6.3 Perceção dos residentes em relação aos impactos do turismo

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