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In document Helse - slik barn ser det (sider 18-0)

No seguimento do capít Sines e a atividade portuária e nos a apresentar os números Bruto) nacional e tentar compr grandes beneficiárias do alar fornecedor da capital espanhol empíricos e perceções irrealist retorno visível.

a. Contexto económico in

Existem hoje por todo têm alguma relevância económ concentram a maioria do tráfe importância dos portos asiáticos Antuérpia, Roterdão e Hambur movimenta 2 mil milhões de t 44). Os grandes portos mundia tendem a cooperar e a juntar Para sobreviver num mundo de bem qual a estratégia a imple vantagens comparativas, as qua por forma a decidir-se se que 2012, p. 44).

Também a União Europ atividades a si associadas movi estabelece os objetivos estratég

O mercado mundial de 7,1% em 2011, um desacelerar Este fraco crescimento comércio no principal eixo mundi

conomia Nacional

pítulo anterior, importa agora desmistificar o pa a em geral têm na economia nacional. Neste c os que refletem o peso desta atividade no PIB omprovar que frases como “A economia portugue

alargamento do Canal do Panamá” ou “Sine nhola”, não passam de clichés políticos, ba listas, destinados apenas a justificar investiment

o internacional

odo o mundo mais de 10.000 portos comerciais, onómica. Os 50 maiores portos mundiais encabeç áfego marítimo de mercadorias, verificando-se ticos em relação aos gigantes do norte da Europa burgo, onde Roterdão ocupa apenas o décimo lug de toneladas e não é o maior porto do mundo undiais não estabelecem uma relação de concorrênc

ar sinergias organizando-se numa cadeia mundi undo de “gigantes”, é sensato para o governo portug plementar, investindo nas infraestruturas que quais revelarão qual a vocação do porto e assim quer ter um grande porto, ou apenas portos pe

uropeia (EU) sabe da importância que o transpor movimentam na Europa, como tal adotou um tégicos para o transporte marítimo até 2018 (UE de transporte contentorizado, medido em TEU’ raramento quando comparado com os 12,8% de nto mundial foi particularmente influenciado pe

undial, comercio Leste-Oeste.

o papel que o porto de e capítulo, propomo- PIB (Produto Interno tuguesa será uma das Sines será o grande baseados em dados entos massivos, sem

is, onde apenas 10% beçados por Shangai, -se um crescendo de uropa, nomeadamente: o lugar. Só Singapura undo (COTEC, 2012, p. rência entre eles, mas undial de portos hub. português definir muito que oferecem maiores ssim fazer a diferença os pequenos (COTEC,

nsporte marítimo e as ou uma resolução, que

UE, 2011)

TEU’s, cresceu cerca de de 2010.

Tabela nº 8– Fluxos

Como pode ser constat tem origem nas importações principais rotas do comércio 47,3 milhões de TEU’s, enqua TEU´s.

A estratégia da China alteração do atual paradigma, em indústria em países tercei como principais razões para e dos custos de mão-de-obra na as atuais (UNCTAD, 2012, p. insistente como local estratégic resto da Europa. Esta situação México como fornecedor diret um custo de mão-de-obra supe compensado pela redução do t como da fatura aduaneira, e intraeuropeu.

O ano de 2011 foi mar de modo a gerar ganhos económ serviço integrado ao cliente, onde

os de carga contentorizada nas rotas Leste-Oeste mais rele Fonte: Adaptado de (UNCTAD, 2012)

onstatado no quadro acima, verificamos que o cre ões das regiões em desenvolvimento, que fic

io marítimo mundial. Estas rotas totalizaram nquanto as restantes rotas comerciais atingiram os

na em evoluir nas cadeias de abastecimento, e a, passando da produtora de bens de baixo va ceiros como; o Vietname, Bangladesh e Indo esta deslocalização da indústria chinesa, com na China e a possibilidade de gerar maiores ma 012, p. 39). A Zona Industrial de Sines tem sido

gico para a China localizar indústrias e a partir ão tem sido apontada igualmente como uma opor reto do mercado americano. Pese embora ambo superior à China ou a outros países asiáticos, este do tempo de fornecimento, dos custos do transp , em particular Sines, que já se encontra

arcado pelo firmar de alianças estratégicas ent conómicos ao longo das cadeias logísticas e , onde predomina o “door-to-door”.

elevantes

crescimento registado ficam fora das três m um movimento de os 103,3 milhões de

o, está a levar a uma o valor para investidor ndonésia. Apontam-se om a rápida ascensão margens de lucro que sido falada de forma tir daí exportar para o oportunidade para o bos os países tenham ste fator consegue ser nsporte marítimo bem a dentro do espaço

entre transportadores s e proporcionar um

Com base numa posiçã da parte de muitas administra para os operadores e para o clie

Estas reduções de taxa da fatura portuária, são compe consequente efeito induzido que que a Singapura, o Japão e os se pelo prolongamento das i considerando-as contrárias às l

Ao longo dos últimos maior destaque, beneficiando acelerou a tendência de tra económicas mundiais para as c economia global multipolar (U economias em transição, lide enquanto as atuais potências c Indonésia, Coreia do Sul e a Rússi

Em linha com este cres comerciais, cresceu de 30% em deste crescimento é originário observadores internacionais ar e o comércio na região asi abastecimento, a maior integ regional e os avanços tecnológ asiático, liderados pela China mundial, ultrapassando as área Euro, com consequências diret É estimado que em 203 EUA ou a Europa, mas que sej

b. Contexto económico n

Segundo Felício (2013) carga proveniente do Panam

posição negocial mais forte, estes conglomerados strações melhores taxas portuárias, que se trad o cliente final.

xas que numa primeira análise podem resultar pensadas pelo aumento do volume de carga do que produz, nas ZAL dos portos. A título de e

os países pertencentes ao fórum de cooperação s isenções, enquanto a Europa revogou as

s leis da concorrência (UNCTAD, 2012, p. 39). os anos, os países em desenvolvimento têm ndo com a situação económica mundial. A cr

transferência da influência económica das s chamadas potências emergentes. Esta alteraç

(UNCTAD, 2012, p. 42), na qual as potência ideradas pela China irão crescer a um ritmo s crescerão a uma média de 2.3%. Em 2025, C Rússia representarão mais de 50% do crescime rescimento, também a quota das potências eme em 1995 para 42% em 2010 (UNCTAD, 2012, rio do comércio sul-sul e intrarregional. Dest s argumentam que a Ásia será a grande vencedo asiática será o foco da economia mundia ntegração da economia mundial, a concentraçã nológicos, serão o motor do desenvolvimento dos

hina, para se tornarem em 2015 no grande bl reas do North American Free Trade Agreement

retas nos tráfegos marítimos.

2030 que o grande corredor de tráfego marítim seja estendido à Tailândia e ao Vietname.

o nacional

2013) “a probabilidade de Sines vir a beneficiar anamá é muito diminuta, houve claramente um

dos conseguiram obter aduziram em ganhos

sultar numa diminuição ga que geram e pelo de exemplo, destaca-se ão APEC, decidiram- s mesmas em 2008 , 2012, p. 39).

m sido os atores em crise de 2008/2009 s grandes potências ação está a criar uma ncias emergentes e as o de 4.7% ao ano, 2025, China, Brasil, India,

mento mundial. mergentes nos fluxos

2, p. 42), onde muito esta feita muitos dos dora da globalização, undial. As cadeias de ação do crescimento o dos países do leste bloco do comércio nt (NAFTA) e a zona ítimo não envolva os

ar de um aumento de uma fase em que o

alargamento foi vendido com nacionais, mas seis meses depoi

Quando falamos de Sine fragmentação da produção indust possibilidade de trazer ganhos termos da definição estratégic clientes e investidores, falta atr rotas e dos fluxos de carga que

Ao longo dos anos normalmente como último recur Portugal tem vivido de costa vol entrada na então Comunidade aquilo porque Portugal ficou conhe continentalista do que maritim nunca se fala no mar, nas suas na Europa, só por si com ca renasceu das cinzas. Será bem do nosso verdadeiro potencial? A economia do mar no negócios a rondar os 4 mil mil específicos, fruto do que esta a PIB nacional com mais ou m (COTEC, 2012, p. 16).

Quando procedemos a o sector dos transportes marítim turismo (COTEC, 2012, p. 18 efetivo para o país, onde a paulatinamente, com a fixaçã geram um volume de negóci pudessem passar a ter um im crescimentos enormes ano após concorrentes.

omo uma tábua de salvação da economia s depois estes discursos alteraram-se e são hoje m

Sines temos que pensar na economia mundial, na o industrial e aí Sines à muito que perdeu e nhos para a economia nacional. Falta fazer o tra gica a seguir e qual a forma de a divulgar junt atrair atividades económicas para a ZAL que p que o porto gera (Henriques, 2013).

nos muito se tem falado da economia do m ecurso para potenciar a débil economia naciona a voltadas para o mar, tendo essa faceta sido m

de Económica Europeia (CEE), descurando q ou conhecido no mundo inteiro e virando-se para imista da qual nunca se tirou verdadeiros frutos. suas potencialidades e na posição geoestratégica

capacidade para renascer a economia naciona m assim ou teremos que efetuar uma análise re al?

no total dos seus sectores constituintes gera um milhões de euros. Pese embora não se dispor de

a atividade tem representado em termos políticos, ou menos 2%, sendo que em alguns países europe

os a uma análise das economias do mar europeia ítimos assume relevância como principal ativida p. 18). A economia do mar está longe de repr

apenas o setor portuário tem vindo a cre ção de indústrias e serviços à sua volta. Est ócios de 650 milhões de euros, pelo que par impacto significativo na economia nacional, t após ano, através da conquista de mercado aos

a e desenvolvimento mais comedidos.” l, na globalização, na u esse comboio e a o trabalho de casa, em junto dos potenciais que possam usufruir das

do mar em Portugal, onal (COTEC, 2012). do mais notória com a ndo quase por completo ara uma vertente mais utos. Hoje mais do que ica de Portugal impar cional tal qual fénix realista para concluir

um volume anual de de dados estatísticos ticos, contribui para o uropeus atinge os 6%

opeias, verificamos que vidade, seguindo-se o presentar um capital crescer embora que Estes dois subsetores para que os mesmos l, teriam que registar aos seus mais diretos

Ainda que o governo desenvolvimentos dos portos e crescimento direto das receita atuação e das estratégias dos importância que Portugal pode par com as principais rotas do c Os portos existem com movimentar através das expor capacidade para gerar lucro ou colocados. A PSA atualmente 28 portos mundiais, um dos qua razões que ditaram a escolha da

O posicionamento geost vieram trazer uma nova alterna em custo. Sines permite igua shipping, permite a atividade de que se pretende ser extensíve portos de Algeciras e Tange considerou como decisivo a ex expansão, que permite sedear permita perceber o potencial que que o Atlântico Sul como merc

Tabela n F

12É considerada uma atividade de tra

portuária.

no português direcionasse todo o investiment os e das suas infraestruturas, essa ação poderia itas do setor (COTEC, 2012, p. 44). O setor e dos principais atores internacionais, das sua pode ter nas suas cadeias de abastecimento, que s do comércio internacional e com os portos por e omo razão para agilizar os volumes de carga qu

xportações e importações. O seu desempenho o ou a sua incapacidade para lidar com os de nte o maior operador portuário mundial, está pr dos quais o porto de Sines, por esse facto intere

ha da PSA.

ostratégico do porto face aos portos do sul e do ernativa aos transportadores marítimos, quer em

ualmente conciliar mais do que uma atividade de de transhipment mas permite igualmente servi vel até Madrid, sendo esta uma das grandes va nger que se dedicam ao transhipment puro12

existência de uma zona industrial e logística c ar em Sines empresas que tenham uma visão e l que esta localização tem para abastecer quer ercados prioritários (d'Almeida, 2010).

la nº 9– O peso da economia do mar no PIB nacional Fonte: Adaptado de (Governo Português, 2013)

transhipment puro, quando o porto dedica mais de 90%

ento nacional para o ria não significar um or está dependente da suas estratégias e da que andam de par em os por elas praticados.

a que são necessários penho traduz a sua desafios que lhe são á presente em apenas eressa saber quais as

e do norte da Europa, em transit time quer dade característica do ervir o seu hinterland s vantagens face aos o12. Por fim a PSA a com vastas áreas de o estratégica que lhes quer o Norte da Europa

A relação de ganhos qu hinterland é de um para três, comercial, através do hinterland o mercado nacional é limitado, inferior a 1% (Governo Portug Sines que seja proveniente do por si só, não trará ganhos económ

Tabela nº 10–

Em 2010 a atividade movimentou 39,2% da carga corresponderia a 0,35% do PI 17% da carga total, o que resul milhões de euros, valor conside O governo português, c o crescimento económico, com para o Mar. O documento que ambição elevado, tanto mais que no crescimento da economia do m

De acordo com a Presi “Estamos no momento de transf Nacional para o Mar pretende Português assumiu o mar com

13Não havendo estudos económicos

mar e não podendo estabelecer a rela numa relação direta entre movimento

nhos que existe entre um contentor destinado a transhi s, pelo que o ganho está na exploração do por rland (Faria, 2013). Tendo presente esta inform tado, o contributo da atividade portuária para

tuguês, 2013), um possível acréscimo de merc do Canal do Panamá, será na sua atividade de transhi

conómicos diretos relevantes.

0– Movimentação de carga nos portos nacionais em 2010 Fonte: Adaptado de (IPTM, 2013)

de portuária13 contribuiu com 0,9% do PIB rga em portos nacionais, o que em caso do PIB. O movimento de contentores no porto d

esultaria numa contribuição de 0,06% no PIB na onsiderado insuficiente para causar impacto na econom

s, consciente da importância que o mar pode rep omo para a afirmação nacional, apresentou a E o que se encontra em consulta pública, demo

s que aponta como resultado das suas ações conc do mar dos atuais 2,4% para 3-4 % do PIB em esidente da Assembleia da República Assunçã ransformar o potencial em real”, onde a agenda nde elevar a contribuição do setor do mar em omo uma prioridade nacional, estando vertido

os em Portugal que permitam efetuar uma análise cuidad elação de ganhos existente na atividade de transhipment, nto de carga e valor gerado.

transhipment ou ao porto na sua vertente ormação, sabendo que ra o PIB nacional é ercadoria no porto de de transhipment, o que

0

PIB nacional. Sines so de relação direta o de Sines representa B nacional ou 90.084 economia nacional.

representar tanto para a Estratégia Nacional monstra um grau de s concretas, um efeito em 2020. ssunção Esteves14 (2013) nda 2020 da Estratégia em 50%. O Governo do no documento “O

ada sobre a economia do

Mar-Portugal é um desígnio económica, social e ambiental Portugueses.” Pretende-se ating

• Recuperar a identida empreendedor;

• Concretizar o potencial tornando o Mar-Portuga permanentes;

• Criar condições para at da economia do mar, integridade territorial, e PIB nacional em 50% O alargamento do Cana oportunidade, decorrente do estratégico de Portugal na fac cruzamento das principais rota características poderá vir a torna

c. Síntese conclusiva

O crescimento do por internacionais. Neste contexto que tem vindo a progredir na exportador de indústrias, onde avançada, através da ZIL Sines pa

Em termos nacionais, o mar que nos demos a conhe Português pretende estimular consubstanciem este objetivo, pouca expressão para a importâ A economia do mar con setor portuário no seu todo, nã têm sido efetuadas diversas acordar consciências, do longo pe

gnio nacional cujo potencial será concretizado ntal do oceano e das zonas costeiras, para ben

tingir os seguintes objetivos:

dade marítima nacional num quadro mod

ncial económico, geostratégico e geopolítico do tugal num ativo com benefícios económicos, soc

atrair investimento, nacional e internacional, e r, promovendo o crescimento, o emprego, a l, e aumentando até 2020 a contribuição direta do

anal do Panamá, é apontado pelo Governo Por do aumento do tráfego marítimo, assumindo

fachada atlântica da Península Ibérica a fim de rotas de tráfego marítimo nos eixos N-S e E-O

ornar-se num hub Regional (Governo Português, 2013

porto de Sines encontra-se dependente da est xto a China pode vir funcionar como catalisador na cadeia de abastecimento, passando de expor onde Portugal fruto da sua relação centenária, p

nes para abastecer o grande mercado Atlântico. s, o mar tem vindo a ser apresentado como o se onhecer ao mundo e é novamente a partir del ar a economia. No entanto, à retórica têm fal vo, e a importância que o mar tem na estrutur portância que dele querem atribuir.

contribui apenas com 2% para o PIB, desagre do, não chega a 1%. Para reavivar o mar como ide

s declarações de intenções, que pouco mais ongo período que temos vivido de costas para o m

zado pela valorização benefício de todos os oderno, pró-ativo e

do território nacional, os, sociais e ambientais

l, em todos os setores a coesão social e a ta do setor mar para o

Português como uma ndo o posicionamento de tirar partido do E-O. Sines devido às

uês, 2013).

estratégia dos atores sador, na medida em exportador de bens a , pode servir de base

o.

o seu desígnio. Foi do dele que o Governo faltado as ações que utura económica tem

gregando a mesma, o o identidade nacional, ais serviram do que o mar.

Verificada a importânc na estrutura da economia nac porto de Sines afeta a econom variação de tráfego no porto de

ncia que o setor portuário e a economia do ma nacional, não fica validada a hipótese “A varia onomia nacional” subjacente à questão derivada

o de Sines afeta a economia nacional?”.

do mar no seu todo tem variação de tráfego no vada “De que modo a

Conclusões

Finalizado o estudo que de poder responder à questã alargamento do Canal do Pana nacional?”. O alargamento do na economia nacional, quer por pelas condições mais vantajosa Europa, quer pelo reduzido pe país.

Iremos prosseguir em se geral.

A rota do Panamá nã diretamente com a rota do Sue Europa. Com uma diferença de de fatores que suprimisse as onerosa para os carregadores. fundamento para a alteração dos rota do Suez, bem como os paí

Contrariamente à muito seus fluxos comerciais via Cana concretizar esse propósito. O a a sua posição de principal via terreno para a ferrovia america o qual concorre diretamente com

Os portos de ativida nomeadamente Algeciras e T países. Pese embora Sines disponha carga que chega ao Mediterrâ efetuar.

Assumindo-se como conc ambiciona vir a aumentar o se dominante de Valência. Esta pr possui acessibilidades para o

que norteou todo a investigação efetuada, esta questão central inicialmente formulada “Qual

Panamá terá no desempenho do porto de Sine do Canal do Panamá terá um impacto residual no

por via de um potencial aumento do tráfego m josas que a rota do Suez apresenta nos fluxos do peso que o setor portuário representa na estru

m seguida às principais conclusões que sustent

não apresenta argumentos válidos para que do Suez nos fluxos comerciais originários da Á

a de distância superior a 2.000 NM, seria necessá as vantagens da menor distância, traduzidas num

s. Os fatores produtivos mais vantajosos, que o dos fluxos atuais, encontram-se maioritariam o os países cuja economia se encontra em franco cresc uito propalada oportunidade dos portos europe

anal do Panamá, constatamos que o alargamen alargamento do Canal do Panamá tem como via abastecedora da Costa Leste dos EUA, que t

icana, bem como ganhar algum mercado na Am com a rota do Cabo.

vidade transhipment que servem a entrada e Tanger, beneficiam da estratégia elaborada disponha de um conjunto de fatores que lhe perm

rrâneo, a falta de estratégia tem conduzindo a

o concorrente do porto de Valência numa vertent o seu hinterland, por forma a abastecer Madrid, sta pretensão é um tanto ou quanto irreal, na m

o fazer, nem existe vontade da parte espanhol

stamos em condições ual o impacto que o Sines e na economia dual no porto de Sines e o marítimo, mitigado os comerciais Ásia - strutura económica do

entam esta conclusão

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