FAIXA ETÁRIA:
Grupo Intervenção
No que se refere aos dados de faixa etária, a média de idade desse grupo é de 52 anos: 30% dos sujeitos têm abaixo de 45 anos de idade, 30% tem entre 45 e 56 anos de idade e 40% dos sujeitos têm acima de 56 anos de idade.
Grupo Controle
30%
30%
40%
Gráfico 1A. Faixa Etária - Grupo
Intervenção
Abaixo de 45 De 45 a 56 Acima de 5625%
37%
38%
Gráfico 2A. Faixa Etária - Grupo Controle
Abaixo de 45 De 46 a 56 Acima de 56
54 No que se refere aos dados de faixa etária, a média de idade desse grupo é de 51 anos: 25% dos sujeitos têm abaixo de 45 anos de idade, 37% tem entre 45 e 56 anos de idade e 38% dos sujeitos têm acima de 56 anos de idade.
Dois grupos
No que se refere aos dados de faixa etária, a média de idade desse grupo é de 52 anos: 28% dos sujeitos têm abaixo de 45 anos de idade, 33% tem entre 45 e 56 anos de idade e 39% dos sujeitos têm acima de 56 anos de idade. SEXO: Grupo Intervenção
28%
33%
39%
Gráfico 3A. Faixa Etária - Dois Grupos
Abaixo de 45 De 45 a 56 Acima de 56
80%
20%
Gráfico 4A. Sexo - Grupo Intervenção
Mulheres Homens
55 No grupo de intervenção, de dez sujeitos, 80% são mulheres e 20% são homens.
Grupo Controle
No grupo controle, de oito sujeitos, 87% são mulheres e 13% são homens.
Dois grupos
Na combinação dos dois grupos, de dezoito sujeitos, 83% são mulheres e 17% são homens.
ESTADO CIVIL:
87%
13%
Gráfico 5A. Sexo - Grupo Controle
Mulheres Homens
83%
17%
Gráfico 6A. Sexo - Dois Grupos
Mulheres Homens
56
Grupo Intervenção
Neste grupo, pode ser observado que 80% dos sujeitos são casados, 10% é solteira e 10% é viúva.
Grupo Controle
Já no grupo controle, toda a amostra (100%) é casada.
Dois grupos
80%
10%
10%
Gráfico 7A. Estado Civil - Grupo Intervenção
Casados Soletiro Viúvo
100%
Gráfico 8A. Estado Civil - Grupo Controle
89%
5%6%
Gráfico 9A. Estado Civil - Dois Grupos
Casados Soletiro Viúvo
57 Neste grupo, pode ser observado que 89% dos sujeitos são casados, 5% é solteira e 6% é viúva.
OCUPAÇÃO:
Como a amostra é pequena em ambos os grupos, a ocorrência por ocupação foi bem diversificada, razão pela qual cada uma será apresentada em seu respectivo grupo. Grupo Intervenção
Essa amostra indica as seguintes ocupações: aposentada, psicóloga, professora, funcionária pública, responsável por limpeza, agrônomo, dona de Casa, engenheiro, dentista. Cabe ressaltar que a ocupação “aposentada” é indicada duas vezes.
Grupo Controle
Esta amostra indica as seguintes ocupações: aposentada, professora, advogada, dona de casa, enfermeira, mecânico. Cabe ressaltar que as ocupações “aposentada” e “dona de casa” são indicadas duas vezes.
ESCOLARIDADE:
Grupo Intervenção
20%
10%
70%
Gráfico 10A. Escolaridade - Grupo Intervenção
Até 4 série Até 8 série Até 2 grau
3 grau incompleto 3 grau completo
58 Como pode ser observado no gráfico acima, a maior parte da amostra (70%) tem nível universitário: 20% estudou até a quarta série, enquanto 10% cursou até a oitava série do ensino fundamental. A amostra não apresentou sujeitos com formação até o ensino médio ou que não completaram o terceiro grau.
Grupo Controle
Como pode ser observado no gráfico acima, a maior parte da amostra (50%), assim como no grupo intervenção, tem nível universitário: 12% dos sujeitos estudaram até a oitava série, enquanto 25% cursou até o ensino médio e 13% possui o terceiro grau incompleto. De acordo com essas observações, nota-se que todos os sujeitos da amostra têm formação escolar acima da quarta série. Dois grupos
12%
25%
13%
50%
Gráfico 11A. Escolaridade - Grupo Controle
Até 4 série Até 8 série Até 2 grau
3 grau incompleto 3 grau completo
59 Como poder ser observado no gráfico acima, a maior parte da amostra (61%) tem nível universitário: 11% dos sujeitos estudaram até a quarta série, enquanto 11% estudou até a oitava série e outros 11% cursou até o segundo grau; 6% possuem o terceiro grau incompleto.
RELIGIÃO:
Como será notado nos gráficos a seguir, cinco categorias fizeram-se presentes nesse conjunto de dados: católica, espírita, espiritualista, nenhuma e católica/espiritualista. Este último grupo refere-se aos sujeitos da amostra que se dizem católicos, mas também, espiritualistas. Durante as entrevistas, os sujeitos não tiveram suas escolhas restritas apenas às opções citadas acima. Outras religiões não foram citadas, pois não faziam parte da crença dos sujeitos presentes na amostra.
Grupo Intervenção
11%
11%
11%
6%
61%
Gráfico 12A. Escolaridade - Dois Grupos
Até 4 série Até 8 série Até 2 grau
3 grau incompleto 3 grau completo
60 No gráfico acima pode ser observado que 40% dos sujeitos são católicos, enquanto 20% é espiritualista. As escolhas apresentadas acima também foram combinadas e se fizeram presentes na opinião de 20% dos sujeitos que indicaram ser católicos e espiritualistas ao mesmo tempo. Do restante da amostra, 10% disseram ser espíritas e os outros 10% não tinham religião. Como pode ser observado no gráfico abaixo, dos que dizem ter religião, existe uma alternância em relação à prática:
40%
10%
20%
20%
10%
Gráfico 13A. Religião - Grupo Intervenção
Católica Espirita Espiritualista Católica/Espiritualista Não tem 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
Católica Espirita Espiritualista Católica Espiritualista
Pratica 75% 50% 50%
Não Pratica 25% 100% 50% 50%
Gráfico 14A. Religião - Praticantes
Grupo Intervenção
61 Dentre os católicos, 75% são praticantes; dentre os espíritas, todos os sujeitos da amostra que disseram ter essa religião não a praticam, enquanto dos outros dois grupos, metade (50%) praticam e metade não praticam a religião proferida.
Grupo Controle
No gráfico acima pode ser observado que 37% dos sujeitos são católicos. A definição espiritualista surge compondo a escolha de 25% da amostra. Outros 25% indicaram ser espíritas, enquanto 13% afirmou não ter religião. Como pode ser observado no gráfico abaixo, dos que disseram ter religião, existe uma alternância em relação à prática:
37%
25%
25%
13%
Gráfico 15A. Religião - Grupo Controle
Católica Espirita Espiritualista Não tem 0% 20% 40% 60% 80%
Católica Espirita Espiritualista
Pratica 67% 50% 50%
Não Pratica 33% 50% 50%
Gráfico 16A. Religião - Praticantes
Grupo Controle
62 Dos católicos, 67% são praticantes, enquanto dos outros dois grupos metade (50%) praticam e metade não praticam a religião proferida.
Dois Grupos
No gráfico acima pode ser observado que 39% dos sujeitos apontam a religião católica como escolha. A definição espiritualista surge compondo a escolha de 22% dos sujeitos. Ambas as escolhas também foram combinadas e se fizeram presentes na opinião de 11% dos sujeitos que indicaram ser católicos e espiritualistas ao mesmo tempo. Do restante da amostra, 17% afirmou ser espírita e os outros 11% disseram não ter religião. Como pode ser observado no gráfico abaixo, dos que disseram ter religião, existe uma alternância em relação à prática:
39%
17%
22%
11%
11%
Gráfico 17A. Religião - Dois Grupos
Católica Espirita Espiritualista Católica/Espiritualista Não tem 0% 20% 40% 60% 80%
Católica Espirita Espiritualista Católica Espiritualista
Pratica 71% 67% 25% 50%
Não Pratica 29% 33% 75% 50%
Gráfico 18A. Religião - Praticantes
Dois Grupos
63 Dos católicos, 71% são praticantes. Dos espíritas, 67% praticam sua religião, enquanto apenas 25% dos que se consideram espiritualistas disseram praticar a religião. Já no grupo dos católicos e espiritualistas, 50% dos sujeitos disseram praticar a religião proferida.
IDADE DE DIAGNÓSTICO:
Os dados coletados em relação ao tempo de diagnóstico do diabetes foram usados para calcular a idade na qual o paciente foi diagnosticado como portador de diabetes mellitus tipo 2. Para isso, subtraiu-se da idade atual do paciente o tempo (em anos) de diagnóstico da doença.
Grupo Intervenção
Os dados acima mostram que 10% dos sujeitos tinham menos de 30 anos quando foram diagnosticados como portadores de diabetes mellitus tipo 2. Outros 10% dos sujeitos foram diagnosticados quando tinham entre 30 e 39 anos. A maior porcentagem da amostra (50%) foi de sujeitos que tinham de 40 a 49 anos quando foram diagnosticados. Os 30% restantes fazem parte dos sujeitos que foram diagnosticados quando tinham acima de 49 anos de idade. Além disso, os sujeitos desse grupo tinham uma idade média de 43 (+ 10) anos
10%
10%
50%
30%
Gráfico 19A. Idade do diagnóstico - Grupo
Intervenção
abaixo de 30 De 30 à 39 De 40 à 49 acima de 49
64 quando receberam o diagnóstico e o grupo apresentou uma maior ocorrência da idade de 41 anos.
Grupo Controle
Já no grupo controle, nenhum dos sujeitos da amostra possuía menos de 30 anos quando foi diagnosticado como portador de diabetes mellitus tipo 2. 37% dos sujeitos foram diagnosticados quando tinham entre 30 e 39 anos. A maior porcentagem da amostra (38%) foi de sujeitos que tinham de 40 a 49 anos quando foram diagnosticados. Os 25% restantes fazem parte dos sujeitos que foram diagnosticados quando tinham acima de 49 anos de idade. Além disso, os sujeitos desse grupo tinham uma idade média de 43 (+ 7) anos quando receberam o diagnóstico e o grupo apresentou uma ocorrência similar para todas as idades, o que inviabilizou o cálculo desse dado estatístico para a amostra desse grupo da idade de 41 anos.
37%
38%
25%
Gráfico 20A. Idade do diagnóstico - Grupo
Controle
abaixo de 30 De 30 à 39 De 40 à 49 acima de 49
65
Dois Grupos
Os dados acima mostram que 6% dos sujeitos tinham menos de 30 anos quando foram diagnosticados como portadores de diabetes mellitus tipo 2. Já 22% dos sujeitos foram diagnosticados quando tinham entre 30 e 39 anos. A maior porcentagem da amostra (44%) foi de sujeitos que tinham de 40 a 49 anos quando foram diagnosticados. Os 28% restantes fazem parte dos sujeitos que foram diagnosticados quando tinham acima de 49 anos de idade. Além disso, os sujeitos desse grupo tinham uma idade média de 43 (+ 9) anos quando receberam o diagnóstico e o grupo apresentou uma maior ocorrência da idade de 41 anos.
TEMPO EM TRATAMENTO:
Este item buscou avaliar quanto tempo após receberem o diagnóstico os sujeitos começaram seu tratamento.
6%
22%
44%
28%
Gráfico 21A. Idade do diagnóstico - Dois
Grupos
abaixo de 30 De 30 à 39 De 40 à 49 acima de 49
66
Grupo Intervenção
Neste grupo, 70% dos sujeitos começaram o tratamento a partir do diagnóstico da doença, enquanto 30% começou o tratamento pelo menos após um ano de terem sido diagnosticados.
Grupo Controle
Neste grupo, todos os sujeitos (100% da amostra) começaram o tratamento a partir do diagnóstico da doença, ou seja, nenhum dos sujeitos começou o tratamento pelo menos um ano após ter sido diagnosticado.
70%
30%
Gráfico 22A. Tempo em tratamento - Grupo
Intervenção
A partir dodiagnóstico
Mais de 1 ano após diagnóstico
100%
Gráfico 23A. Tempo em tratamento - Grupo
Controle
A partir dodiagnóstico
Mais de 1 ano após diagnóstico
67
Dois Grupos
Neste grupo, 83% dos sujeitos começaram o tratamento a partir do diagnóstico da doença, enquanto 17% começou o tratamento pelo menos um ano após terem sido diagnosticados.
IMC (ÍNDICE DE MASSA CORPORAL)
Os dados coletados em relação ao peso e altura dos pacientes foram usados para calcular o índice de massa corporal de cada sujeito. Os dados foram tabelados de acordo com critérios adotados pela Organização Mundial de Saúde, conforme tabela abaixo:
Condição IMC em adultos
abaixo do peso abaixo de 18,5 no peso normal entre 18,5 e 25 acima do peso entre 25 e 30 obeso acima de 30
83%
17%
Gráfico 24A. Tempo em tratamento - Dois
Grupos
A partir do diagnóstico
Mais de 1 ano após diagnóstico
68 Essa é uma maneira simples de avaliar a qualidade do peso de uma pessoa. Logicamente, por sua simplicidade, apresenta pontos fracos, como não poder ser aplicado a crianças, não avalia adequadamente a questão do índice para pessoas musculosas (pessoas musculosas podem ter um Índice de Massa Corporal alto e não serem obesas) além de não avaliar diferenças raciais e étnicas sobre os índices.
Grupo Intervenção
No gráfico acima pode ser observado que nenhum dos sujeitos presentes neste grupo está abaixo do peso: 20% encontra-se na faixa de peso considerada normal; já 60% dos sujeitos são considerados acima do peso, enquanto o restante da amostra (20%) é considerado obeso, segundo seu IMC (índice de massa corporal).
20%
60%
20%
Gráfico 25A. IMC - Grupo Intervenção
abaixo do peso peso normal acima do peso obeso
69
Grupo Controle
Assim como no grupo anterior, pode ser observado que nenhum dos sujeitos presentes nesse grupo está abaixo do peso: 25% encontra-se na faixa de peso considerada normal; já 62% dos sujeitos são considerados acima do peso, enquanto o restante da amostra (13%) é considerado obeso, segundo seu IMC (índice de massa corporal).
Dois Grupos
Na amostra total, como notado nos grupos anteriores, logicamente pode ser observado que nenhum dos sujeitos presentes nesse grupo está abaixo do peso: 22% encontra-se na faixa de peso considerada normal; já 61% dos
25%
62%
13%
Gráfico 26A. IMC - Grupo Controle
abaixo do peso peso normal acima do peso obeso
22%
61%
17%
Gráfico 27A. IMC - Dois Grupos
abaixo do peso peso normal acima do peso obeso
70 sujeitos são considerados acima do peso o restante da amostra (17%) é considerado obeso, segundo seu IMC (índice de massa corporal).
DOENÇAS ASSOCIADAS
Foram observados dois fatores: os pacientes que diziam ter e não ter doenças associadas, assim como a ocorrência de doenças associadas daqueles pacientes que respondiam positivamente ao primeiro fator. Os sujeitos podem apresentar mais de uma delas ao mesmo tempo. As doenças aqui citadas são baseadas no discurso do sujeito que informou tal dados durante a aplicação da entrevista 1 (anexo 2). Não foram observados prontuários médicos.
Grupo Intervenção
Neste grupo, apenas 10% afirmou não ter outras doenças além da diabetes. O restante (90%) afirmou ter alguma doença associada. O gráfico a seguir mostra as doenças citadas pelos sujeitos e suas ocorrências no grupo:
90%
10%
Gráfico 28A. Doenças Associadas - Grupo
Intervenção
Têm Não têm
71 A maior ocorrência (34%) refere-se ao chamado colesterol elevado; em seguida tem-se a indicação da hipertensão (25%): a próxima doença em termos de ocorrência refere-se ao hipotiroidismo que atinge o valor de 17%; problemas na bexiga, osteoporose e gastrite correspondem cada uma a 8% das ocorrências citadas.
Grupo Controle
34%
25%
8%
8%
17%
8%
Gráfico 29A. Ocorrências das doenças -
Grupo Intervenção
Colesterol elevado Hipertensão Gastrite Problemas na bexiga Hipotiroidismo Osteoporose87%
13%
Gráfico 30A. Doenças Associadas - Grupo
Controle
Têm Não têm
72 Neste grupo, apenas 13% afirmou não ter outras doenças além da diabetes; o restante (87%) afirmou ter alguma doença associada. No gráfico a seguir, aparem as doenças citadas pelos sujeitos e sua ocorrência no grupo:
A maior ocorrência (23%) refere-se ao chamado colesterol elevado; em seguida, tem-se a indicação da hipertensão e da gastrite com 22%; vista cansada, osteoporose e hipotiroidismo correspondem cada uma a 11% das ocorrências das citações das doenças.
Dois Grupos
23%
22%
22%
11%
11%
11%
Gráfico 31A. Ocorrências das doenças -
Grupo Controle
Colesterol elevado Hipertensão Gastrite Hipotiroidismo Osteoporose Vista Cansada89%
11%
Gráfico 32A. Doenças Associadas - Dois
Grupos
Têm
73 Unindo os dois grupos, observa-se que 11% dos sujeitos que participaram da pesquisa disseram não ter outras doenças além da diabetes; o restante (87%) declarou ter alguma doença associada. No gráfico a seguir, aparecem as doenças citadas pelos sujeitos e suas ocorrências no grupo:
A maior ocorrência (29%) refere-se ao chamado colesterol elevado; em seguida tem-se a indicação da hipertensão contando com 24%; gastrite e hipotidoirismo apresentam cada uma o índice de 14% das ocorrências neste grupo; osteoporose responde por 9% das ocorrências, enquanto vista cansada e problemas na bexiga correspondem cada uma a 5% das ocorrências citadas. ATIVIDADE FÍSICA Grupo Intervenção
29%
24%
14%
5%
14%
9%
5%
Gráfico 33A. Ocorrências das doenças - Dois
Grupos
Colesterol elevado Hipertensão Gastrite Problemas na bexiga Hipotiroidismo Osteoporose Vista Cansada74 Neste grupo, 20% pratica atividade física, enquanto 80% afirmou não praticar.
Grupo Controle
Neste grupo, 12% pratica atividade física, enquanto 88% afirmou não praticar.
Dois Grupos
20%
80%
Gráfico 34A. Atividade Física- Grupo
Intervenção
Praticam Não Praticam
12%
88%
Gráfico 35A. Atividade Física- Grupo
Controle
Praticam Não Praticam
17%
83%
Gráfico 36A. Atividade Física- Dois Grupos
Praticam Não Praticam
75 Logicamente, seguindo a combinação dos dois grupos, a amostra total indica que 17% praticam atividade física, enquanto 83% disseram não praticar.
DIETA
Grupo Intervenção
Nesse grupo, 70% afirmou fazer dieta, enquanto 30% afirmou não fazer dieta.
Grupo Controle
70%
30%
Gráfico 37A. Dieta - Grupo Intervenção
Fazem Não Fazem
62%
38%
Gráfico 38A. Dieta - Grupo Controle
Fazem Não Fazem
76 Seguindo o mesmo padrão do grupo intervenção, no grupo controle, 62% dos sujeitos afirmaram fazer dieta, enquanto 38% afirmou não fazer dieta.
Dois Grupos
Na junção dos dois grupos, tem-se a declaração de 67% dos sujeitos que afirmou fazer dieta, enquanto 33% afirmou não fazer dieta.
MEDICAMENTOS
Este item buscou avaliar os medicamentos para diabetes usados pelos pacientes. Todos os participantes da pesquisa tomam algum tipo de medicamento considerado Hipoglicemiantes/Antidiabéticos Oral. Os medicamentos usados para o tratamento de outras doenças não são citados nos gráficos apresentados a seguir. Os tipos de medicamentos mais conhecidos são as sulfoniluréias (que aumentam a secreção de insulina pelo pâncreas), as biguanidas (que aumentam a sensibilidade do organismo à insulina já produzida) e a acarbose (que torna mais lenta a absorção da glicose no intestino, dando tempo ao organismo para manter a glicemia normal). Além destes três tipos básicos existem os sensibilizadores de insulina
67%
33%
Gráfico 39A. Dieta - Grupo Controle
Fazem Não Fazem
77 de última geração chamados thiazolidinedionas, que têm um mecanismo de ação diferente.
Grupo Intervenção
Neste grupo, metade (50%) dos sujeitos usa apenas medicamentos como as Biguanidas ou usam ambos os remédios (50% usam Biguanidas e Sulfonilureias concomitantemente). Nenhum dos sujeitos dessa amostra declarou usar apenas as Sulfonilureias para tratamento da diabetes.
Grupo Controle
50%
50%
Gráfico 40A. Tipo de Medicamentos - Grupo
Intervenção
Biguanidas Sulfonilureias Ambas37%
63%
Gráfico 41A. Tipo de Medicamentos - Grupo
Controle
Biguanidas Sulfonilureias Ambas
78 Neste grupo, 37% usa apenas medicamentos como as Biguanidas; 63% usa Biguanidas e Sulfonilureias concomitantemente. Como no grupo anterior, nenhum dos sujeitos dessa amostra declarou apenas usar as Sulfonilureias para tratamento da diabetes.
Dois Grupos
Na junção dos dois grupos, observa-se que 44% usa apenas medicamentos como as Biguanidas; 56% usa Biguanidas e Sulfonilureias concomitantemente. Logicamente, como nos grupos anteriores, nenhum dos sujeitos dessa amostra declarou apenas usar as Sulfonilureias para tratamento da diabetes.
FILHOS:
Grupo Intervenção
44%
56%
Gráfico 42A. Tipo de Medicamentos - Dois
Grupos
Biguanidas Sulfonilureias Ambas
79 Como pode ser observado no gráfico acima, neste grupo 10% dos sujeitos não têm filhos, enquanto, de forma equitativa, 30% dos sujeitos têm um filho, outros 30% tem dois filhos e 30% tem três ou mais filhos.
Grupo Controle
Já neste grupo, todos os sujeitos da amostra possuem filhos: 50% possui um filho; 37% possui dois filhos, enquanto 13% possui três ou mais filhos. Dois Grupos
10%
30%
30%
30%
Gráfico 43A. Número de filhos - Grupo
Intervenção
Nenhum 1 2 3 ou mais50%
37%
13%
Gráfico 44A. Número de filhos - Grupo
Controle
Nenhum 1
2
80 Na junção dos dois grupos, pode ser observado que 6% dos sujeitos não têm filhos, enquanto 39% dos sujeitos têm um filho, 33% têm dois filhos e 22% têm três ou mais filhos.
Nas páginas a seguir seguem as tabelas que apresentam todos os dados sócio-demográficos coletados.
6%
39%
33%
22%
Gráfico 45A. Número de filhos Dois Grupos
Nenhum 1
2
81 GRUPO INTERVENÇÃO
Paciente Idade Sexo Estado Civil Filhos Ocupação *Escolaridade
1 54 Feminino casado 3 Aposentada 5
2 36 Feminino viúva 1 Psicóloga 5
3 44 Feminino casado 2 Professora 5
4 46 Feminino solteira 1 Funcionária Pública 5
5 65 Feminino casado 0 limpeza 1
6 62 Feminino casado 2 Aposentada 1
7 51 Masculino casado 1 Agrônomo 5
8 60 Feminino casado 3 Dona de Casa 2
9 59 Masculino casado 3 Engenheiro 5
10 43 Feminino casado 2 Dentista 5
Paciente Religião Freqüência Diagnóstico Tempo de tratamento Tempo de Peso (Kg)
1 Católica SIM 3 anos 3 anos 58
2 Nenhuma NÃO 10 anos 10 anos 65
3 Espiritualista NÃO 3 anos 2 anos 72
4 Espírita NÃO 2 anos 1 ano e 6 meses 98
5 Católica SIM 35 anos 35 anos 47
6 Católica NÃO 10 anos 10 anos 63
7 Espiritualista Católica NÃO 10 anos 8 meses 96
8 Católica SIM 3 anos 3 anos 73
9 Espiritualista Católica SIM 2 anos 2 anos 89
82
Paciente Altura (cm) IMC Doenças Associadas Tipo de medicamentos 1 153 24,77 Colesterol elevado Sinvastatina Biguanidas 2 157 26,37 Hipertensão, Gastrite, hipermetropia Biguanidas 3 156 29,58 Perda parcial da visão, depressão Sulfonilureias Biguanidas 4 173 32,74 Gastrite, Problema na bexiga Sulfonilureias Biguanidas 5 150 20,88 Operou do coração Sulfonilureias Biguanidas
6 150 28,00 Hipotiroidismo, colesterol, osteoporose Biguanidas Sinvastatina Sulfonilureias 7 177 30,64 Colesterol elevado Hipertensão, Biguanidas 8 160 28,51 Hipotiroidismo Hipertensão, Sulfonilureias Biguanidas
9 181 27,16 Nenhuma Biguanidas
10 168 26,21 Colesterol elevado Sinvastatina Biguanidas Paciente Atividade Física Dieta
1 SIM SIM 2 NÃO NÃO 3 NÃO SIM 4 NÃO SIM 5 NÃO NÃO 6 NÃO SIM 7 NÃO SIM 8 NÃO NÃO 9 NÃO SIM 10 SIM SIM
*em relação à escolaridade: 1 – até 4ª. Série / 2- até 8ª. Série / 3 – 2º. Grau / 4 – superior incompleto / 5 – superior completo
83 GRUPO CONTROLE
Paciente Idade Sexo Estado Civil Filhos Ocupação *Escolaridade
1 53 Feminino Casado 2 Aposentada 3
2 45 Feminino Casado 1 Professora 5
3 37 Feminino Casado 1 Professora 5
4 43 Feminino Casado 2 Advogada 5
5 61 Feminino Casado 1 Dona de Casa 2
6 59 Feminino Casado 2 Enfermeira 5
7 47 Masculino Casado 1 Mecânico 4
8 65 Feminino Casado 3 Dona de Casa 3 Paciente Religião Freqüência Diagnóstico Tempo de tratamento Tempo de Peso (Kg)
1 Católica SIM 3 anos 3 anos 63
2 Nenhuma NÃO 10 anos 10 anos 65
3 Espiritualista NÃO 3 anos 3 anos 73
4 Espírita NÃO 2 anos 2 anos 81
5 Espírita SIM 8 anos 8 anos 49
6 Católica NÃO 10 anos 10 anos 68
7 Espiritualista NÃO 10 anos 10 anos 98
84
Paciente Altura (cm) IMC Doenças Associadas Tipo de medicamentos 1 160 24,6 Hipertensão Sinvastatina Biguanidas
2 158 26,03 Vista cansada Biguanidas
3 161 28,16 Gastrite Sulfonilureias Biguanidas
4 174 26,75 Gastrite Biguanidas
5 155 20,39 Nenhuma Sulfonilureias Biguanidas
6 163 25,59 Colesterol alto
Biguanidas Sinvastatina Sulfonilureias 7 180 30,24 Colesterol alto Hipertensão, Sulfonilureias Biguanidas
8 165 28,65 Problemas na tireóide, colesterol, osteoporose Biguanidas Sinvastatina Sulfonilureias Paciente Atividade Física Dieta
1 SIM SIM 2 NÃO NÃO 3 NÃO SIM 4 NÃO SIM 5 NÃO SIM 6 NÃO NÃO 7 NÃO SIM 8 NÃO NÃO
*em relação à escolaridade: 1 – até 4ª. Série / 2- até 8ª. Série / 3 – 2º. Grau / 4 – superior incompleto / 5 – superior completo
85