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Methodological considerations

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Foram considerando, na montagem dos cenários, os requisitos do usuário para a identificação e qualificação dos riscos.

Tabela 4.2: Cenários

Variável Contexto Condições de risco Medida preventiva

Demanda de uso da tecnologia

Perfil e característica da

população - família.  Acesso livre de crianças e pessoas sem conhecimento especializado as áreas técnicas.

 Inexperiência no uso, operação e manutenção do sistema.

 Falta de habito do uso de medidas de proteção Individual [EPI].

Riscos: choque elétrico, queimadura e queda em altura.

 Prover sistemas de fechamento com chaveamento, proteção dupla das portas de equipamentos energizados, ligação à terra das partes metálicas ou com corrente elétrica; barreiras para isolamento do contato direto com superfícies quente e ambientes com desnível.

Local de consumo.  Superaquecimento da água no ponto de consumo.

Risco: queimadura.

 Prover misturador termostático na saída do acumulador.

Sistema de energia apoio para garantir o funcionamento do sistema.

 Falta de isoladores elétricos e aterramento no acumulador com resistência elétrica e nas partes metálicas em contato direto.

Risco: Choque elétrico.

 Prover ligação à terra do acumulador, equipamentos, tubulação em cobre e metais sanitários.

Uso da domótica para controle, operação e monitoração de diversas funções do sistema.

 Local inadequado [proximidade do piso, falta de travas, sem tampa para segunda proteção, etc.] para instalação dos armários técnicos.

Risco: Choque elétrico.

 Estabelecer hierarquização no arranjo físico do sistema dentro dos armários técnicos de modo a atender aos aspectos de ventilação e isolamento de acesso a usuário não capacitado.

Variável Contexto Condições de risco Medida preventiva Demanda de

operação e manutenção

Orientação e inclinação do

coletor.  Suportes e sistemas de fixação inadequados ao local [cobertura e / ou fachada], peso próprio do coletor.

 Falta de acesso para as atividades de limpeza e troca de peças.

Risco: impacto de objeto contra pessoas por quebra de componente.

 Prover suportes que atendam as cargas próprias e as de vento.

 Prover articulação que permita acesso a área sob os coletores.

 Adequar a cobertura para o norte e utilizar a inclinação o mais próximo a latitude do local.

Figura 4.2 Orientação. Figura 4.3: Alturas diferentes nas estações do

Variável Contexto Condições de risco Medida preventiva Tecnologia Forma de

funcionamento do sistema.

 Por termossifão – falha no sistema de sinfonamento.

 Por bombeamento – falha das bombas.

Risco: por contaminação da água do sistema, perda da temperatura e ruptura de componentes por excesso de temperatura.

 Prover dimensões adequadas ao termossifão.

 Prover bomba auxiliar autônoma.

Arranjo físico da Tecnologia na arquitetura.

 Ausência de integração funcional causando dificuldade de acesso.

Risco: impacto contra o corpo.

 Adotar a integração sistêmica para projetar a forma, organização e coordenação dos espaços que acomodam os sistemas.

 Prover áreas técnicas com medidas de isolamento do risco por níveis de gravidade.

Condição de

conforto.  Ausência de ventilação.  Temperatura de trabalho e conexões acima das especificações.

 Nível de iluminamento inferior a necessidade de visualização dos marcadores.

Riscos: acidentes diversos.

 Prover ventilação natural ou artificial no ambiente.

 Prover iluminação próxima a 100 lux.

Caracterização dos materiais e

componentes do sistema.

 Uso de materiais e componentes com características de resistência [mecânica, ao fogo, umidade, elétrica, etc.] incompatível com as condições de funcionamento seguro.

Riscos: acidentes diversos.

 Consultar as fichas técnicas da tecnologia e do componente antes da especificação.

Coletor Dimensionamento.  O rápido aquecimento da temperatura dentro do sistema devido ao excesso de placas coletoras.  Inadequação da tecnologia as condições

climáticas.

Risco: quebra dos coletores, queimadura no ponto de consumo.

 Verificar a demanda, as condições ambientais e as válvulas de alívio.

 Verificar a temperatura máxima de funcionamento.

Variável Contexto Condições de risco Medida preventiva Funcionamento  Quebra de componente [tubo vácuo] por choque

térmico [entrada de água fria quando o nível de radiação solar está elevado].

 Rompimento da flauta por congelamento. Risco: quebra dos coletores.

 Implantar controle de entrada de água fria direta no sistema.

 Instalar válvula anticongelamento.

 Superfícies de

contato.  Acesso direto a superfícies quentes, cortante, energizada. Risco: queimadura, corte e choque elétrico.

 Criar corredor de acesso ou afastamento do risco.

 Prover acabamento liso nas superfícies.  Prover equipotencialização e

aterramento. Temp. estagnação

máxima3 dentro do

acumulador coletor.

 Falha na bomba de recirculação permitindo que a temperatura se eleve.

 Falha na válvula de alívio e o não uso da água quente retida no acumulador.

 Ausência de sonda de temperatura dificultando o controle.

Risco: queimadura no ponto de consumo e danos ao sistema.

 Instalar sistema de alivio de temperatura e pressão nos coletores.  Revestir os tubos com isolante térmico.

3

Temperatura de estagnação: Os coletores planos com isolamento: temperatura 160ºC – 200ºC. Coletores de tubo de vácuo - temperatura 200ºC – 300ºC, com refletores acima de 350ºC.Coletores parabólicos compostos temperatura 200ºC – 300ºC.

Variável Contexto Condições de risco Medida preventiva Caracterização do

fluido

anticongelante.

 Inadequação do liquido anticongelante por apresentar:

Sais solúveis excedendo os 500 mg/l. Condutividade ultrapassando os 600 S/cm. Quantidade máxima de dióxido de carbono livre na água superior a 50 mg/l. O pH do fluido de trabalho, para uma temperatura de 20ºC, não atende a um mínimo de 5 e um máximo de 9. Risco: danos ao sistema por degradação.

 Atender as especificações do fabricante. Acumulador térmico Dimensionamento – Elevação da temperatura de operação.

 Falha na válvula de alívio.

 Não uso da água quente retida no acumulador.  Falha na bomba.

Risco: Deterioração de componente do sistema.

 Instalar sistema de alivio de temperatura e pressão no acumulador.  Implantar tubos de aço inox ou cobre

nas entradas e saídas de água. Temperatura fora da

faixa crítica de crescimento de bactérias.

 Não garantir a temperatura mínima de 50°C onde ocorre o risco da proliferação da Legionella pneumophila - que causa pneumonia. [EKOS BRASI; VITAE CIVILIS, 2010, p. 61].

 Afastamento entre componentes [coletor e acumulador] e [acumulador e ponto de uso] causando zonas com diferentes temperaturas. Risco: Contaminação biológica da água.

 Garantir que o acumulador de água guarde temperatura superior a 50°C com ou sem aquecimento solar. Desinfecção do sistema. Conforme indica o manual.

Material de

revestimento do acumulador térmico.

 Corrosão do aço inox pela presença cloro na água.

 Deterioração do aço esmaltado pelo término do magnésio ou do ânodo externo de proteção.  Rompimento do acumulador térmico de aço

revestido em plástico com temperatura > 80ºC. Risco: danos no componente.

 Inoxidável – Instalar filtro na entrada de água no sistema.

 Aço esmaltado – equipar com magnésio ou com um ânodo externo.  corrosão ou fissuras no esmalte.

 Revestidos em plástico – verificar a temperatura limite.

Variável Contexto Condição de risco Medida preventiva

Ligações entre

coletores

 Falha no esquema de ligação entre coletores ao não assegurar o equilíbrio hidráulico devido a quantidade máxima de coletores por bateria;  Estagnação do sistema por presença de ar

dentro dos coletores;

 Redução da eficiência por sombreamento entre baterias de coletores, árvores, edificações e planos de telhado.

Risco: estagnação do sistema com possibilidade de quebra.

 Consultar especificações técnicas.  Colocar purgadores de ar sempre que

haja uma descida na rede de tubulação [à saída de uma bateria de coletores] antes da ligação à rede principal;

 Discreta inclinação de 2 mm na fileira de coletores para facilitar a saída de bolas de ar do sistema;

 Especificar coletor com sondas e sistema de controle.

 Adquirir suporte compatível a bateria de coletores em funcionamento [ carga total].

 Verificar o percurso do sol principalmente no inverno onde se tem maior necessidade.

Fixação dos quadros dos coletores na cobertura e fachadas.

 Fixação em base inadequada podendo provocar queda do sistema.

 Deformação do quadro por excesso de cargas causando quebra das presilhas.

 Deformação no coletor devido ao uso de suportes inadequados que não resiste à ação dos ventos.

Risco: danos a componentes.

 Adquirir componentes para as diversas finalidades, em caso de inexistência no mercado propor soluções, supervisionar sua execução e testar as peças antes de inseri-la na obra.

Componentes de

passagem e ventilação

 Falta de peças adequadas a passagem dos componentes [tubulações e fiação].

Risco: deterioração dos componentes.

 Adquirir componentes para as diversas finalidades.

Variável Contexto Condições de risco Medida preventiva Controles passivos

instalados no sistema.

 Ausência de componente de segurança nos diversos equipamentos que compõem o sistema.  Inadequação dos sistemas construtivos

colaborativos de modo a compromete a proteção passiva.

Risco: danos a componentes e acidentes diversos.

 Utilizar processos de avaliação dos riscos para o usuário advindos da tecnologia e de sua inserção nos sistemas colaborativos.

 Prover acessos seguros

[dimensionamento e forma] para as atividades de uso, operação e manutenção.

 Prover junto às áreas técnicas ganchos, suportes para os equipamentos móveis de acesso; sinalização de alerta; extintores; luz de emergência e informação de emergência.

Garantia do sistema  Falha de manutenção – das avarias causadas por agentes externos, tais como: animais [roedores, aves]; fenômenos climáticos [geadas, granizos, ventanias]; geológicos e elétricos.  Falha ou falta dos componentes de segurança

dos sistemas, tais como válvulas e sistema autônomo de energia para o sistema anticongelante.

 Montagem fora dos padrões indicados pelo fabricante.

 Atos de vandalismo.

Risco: danos a componentes e acidentes diversos.

 Indicar os riscos ao futuro usuário.  Elaborar manual de uso, operação e

Variável Contexto Condições de risco Medida preventiva Arquitetura Geometria da área

Técnica externa. Formas irregulares. Múltiplos planos de cobertura. Fachadas irregulares [curvas, desníveis e aberturas]

 Contraste por diferença de luz ou brilho intenso causado por ofuscamento.  Falta ou acesso reduzido para o

deslocamento do usuário durante as atividades de uso, operação e manutenção.

 Ausência de suportes e de local adequado para sua fixação.

Riscos: queda em altura, impacto sobre o corpo.

 Afastamento dos acessos da linha de sombreamento.

 Acesso livre de 1.20m no entorno de componentes [coletores]; Acesso livre de 0.60m entre os coletores.

 Implantação de suportes para fixação de escadas e ganchos para linha de vida.

Geometria da área

técnica interna  Dimensões [comprimento, largura e altura] insuficientes para a implantação dos componentes.

Risco: impacto sobre o corpo.

 Permitir afastamento que facilite o acesso livre para as atividades de manutenção. Cada equipamento ou componente exige condições de ventilação, acesso e visualização.

Inclinação da cobertura superior a 30°. Inclinação da cobertura inferior a 10°.

 Escorregamento e ou queda do usuário na superfície de acesso ao sistema.  Acúmulo de granizo sobre o coletor e

cobertura [colapso da cobertura].

Risco: acidentes com injúria para o usuário como queda em altura e impacto contra o corpo.

 Adotar as proteções passivas [escada técnica, passarelas móvel ou fixa]. O suporte deve ser locado na cobertura e fachadas.

 Adotar ângulos ao escoamento da carga.

 A estrutura de suporte dos coletores não deve permitir o acúmulo de folhas, geadas, etc.

Superfícies ao longo

dos acessos  Contato direto com superfícies quentes, cortante, energizada. Risco: queimadura, corte e choque elétrico.

 Prover acesso distanciado do risco.

 Prover acabamento ou dispositivo para piso com rugosidade suficiente que evite quedas.

 Prover superfícies não abrasiva ou cortante para as vedações verticais e horizontais.

Variável Contexto Condições de risco Medida preventiva Localização das áreas técnicas internas. Divisa com dormitórios. Implantação junto a cozinha. Paredes, tetos e corredores técnicos embaixo de áreas molháveis.

 Ruído devido ao funcionamento das bombas.

 Falta de compartimentação ou afastamento entre componentes que operam com temperaturas acima de 40°C.

 Umidade retida nas paredes, teto e pisos por penetração de água [chuva ou vazamento de parte do sistema].

 Área técnica com acesso para o interior. Riscos: Condição incômoda para o usuário, incêndio, formação de mofo e choque elétrico.

 Isolamento acústico

 Isolamento ao fogo entre áreas de risco - compartimentação vertical e horizontal.

 Ventilação cruzada de baixo para cima da área técnica.

 Uso de mantas isolantes elétrica nas áreas com possibilidade de presença indevida de água [piso e parede].

 Transferência da área técnica do local não sujeito a umidade.

 Implantação da área técnica com acesso externo e deslocado de área de risco [cozinha] facilita o acesso do Corpo de Bombeiros e minimiza o risco de propagação do incêndio.

Barreiras fixas ou moveis em frente às saídas das áreas técnicas.

 Passagens com largura inferior a 0.60 e com altura menor 2.00m.

 Alçapão com dimensões livre [largura e comprimento] inferior a 1.00m e sem suporte de fixação de escadas.

 Falta de abertura para o exterior nas áreas técnicas.

 Corredor técnico de passagem com altura livre inferior a 2.50m.

 Pilares posicionados defronte as passagens.

 Paredes com áspero.

Riscos: impacto contra o corpo.

 Largura mínima para passagem de pessoas 1.20m em corredor. Altura 2.10m

 Alçapões com no mínimo 1.20m de largura livres.

 Prover aberturas de serviço 1.50m de largura [duas folhas de porta]. A abertura deve permitir a saída de componentes e equipamentos  Prover altura superior a indicada por norma

2.50m. Instalação de calhas para sistemas elétricos, domóticos necessitam espaços para acesso a manutenção [no mínimo de 0.30m].  Especificar parede com revestimento uniforme

Variável Contexto Condições de risco Medida preventiva Compartimentação

vertical e horizontal.

 Falha na organização espacial.

 Falha na especificação dos materiais quanto a características de resistência [mecânica, ao fogo, umidade, elétrica, etc.] incompatível as necessidades da tecnologia.

Risco: incêndio.

 Uso de materiais resistentes ao fogo conforme o risco de incêndio.

 Consultar as fichas técnicas da tecnologia e do componente antes da especificação.

Vida útil  Deterioração precoce dos sistemas

devido a falha de projeto [conflito entre sistemas] e especificação de materiais. Riscos: perdas materiais e injúrias em caso de colapso estrutural.

 Detalhamentos dos sistemas construtivos [impermeabilização, calhas, etc.]; verificar as características dos materiais antes de especificá-los, por exemplo: ionização galvânica, gotejamento, etc.

Segurança do usuário.

Atividades de uso, operação e

manutenção.

 Falta das proteções passivas e ativas.  Condições inseguras de acesso e de

manutenção preventiva.

 Condições penosas de trabalho por falhas nos sistemas de conforto ambiental, higiene e de adequação ergonômica.

 Uso de materiais de revestimento contaminantes do ar e da água.

Riscos: injúrias diversas.

 Prover as medidas passivas e as ativas que incluem os equipamentos de proteção individual certificados.

 Verificar ficha técnica dos materiais e os riscos.

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