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Memòria i conseqüències perdurables de la repressió

Coordenadora- Luísa Maria Reis Pedro - Instituto Politécnico de Lisboa – Escola Superior

de Tecnologia da Saúde de Lisboa

Os processos de ajustamentos psicológicas relacionadas com a gestão da doença crónica e/ou condições favoráveis ao aparecimento da doença, são um dos desafios para os profissionais de saúde. O objetivo deste simpósio é presentar um conjunto de trabalhos desenvolvidos sob a

temática dos processos de ajustamento á doença em várias populações, com doença crónica ou em condições de fragilidade para o aparecimento de doença.

Luísa Maria Reis Pedro

Instituto Politécnico de Lisboa – Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa Av. D. João II, Lote 4.69.01 - 1990 - 096 Lisboa

967770077

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ESTRATÉGIAS DE COPING NA ESCLEROSE MÚLTIPLA: QUAL O PAPEL NA PERCEPÇÃO DA GRAVIDADE DA DOENÇA E NO BEM-ESTAR?

Luísa Pedro 1, José Pais-Ribeiro 2, Rute Meneses 3, Isabel Silva 3, Helena Cardoso 4, Denisa Mendonça 5, Estela Vilhena 6, Ana Martins 7, & António Martins-da-Silva4 1IPL-ESTES-Lisboa; 2FPCE-Porto University e UIPES; 3 U. Fernando Pessoa-Porto; 4Hospital

Sto. António, Porto e ICBAS-U.Porto; 5ICBAS-Porto University; 6IPC, ICBAS, ISPUP-Porto University; 7Hospital Sto. António, Porto;

O objetivo deste estudo foi analisar se existe uma relação entre estratégias de coping adotadas por indivíduos com esclerose múltipla, perceção de gravidade da doença e seu bem-estar. Participaram neste estudo 101 indivíduos com esclerose múltipla, (65, 3%) são mulheres, com idade M= 40 anos, escolaridade M= 14 anos, estado civil (64,4%) casadas, a maioria trabalham ativamente e tinham M= 8,3 anos de diagnóstico.Foi administrada a COPE-R, um item de avaliação da perceção da gravidade da doença e o Questionário de Satisfação com a Vida. Os participantes responderam aos questionários no contexto de uma entrevista, pessoal após consentimento livre e esclarecido destes.

Nos indivíduos com esclerose múltipla, não se verifica a existência de relações estatisticamente significativas relativamente à relação entre estratégias de coping adotadas por indivíduos com esclerose múltipla e a perceção de gravidade da doença e seu bem-estar, com exceção da estratégia “Rezo ou medito”, que revelou estar associado a maior perceção de gravidade da doença.

Os resultados do presente estudo revelam que, as estratégias adaptativas de coping, não estão associadas à perceção de gravidade da doença, e ao bem-estar, a exceção da estratégia “Rezo ou medito”, no qual revelou uma condição importante para a perceção de gravidade da doença. Instituto Politécnico de Lisboa – Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa

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ESTRATÉGIAS DE COPING NA DIABETES TIPO 1 E TIPO 2: QUAL O PAPEL NA PERCEPÇÃO DA GRAVIDADE DA DOENÇA E NO BEM-ESTAR?

Isabel Silva1, José Pais-Ribeiro2, Rute Meneses 1, Luísa Pedro 3, Helena Cardoso 4, Denisa Mendonça 5, Estela Vilhena 6, Ana Martins 7 & António Martins-da-Silva 4

1U. Fernando Pessoa-Porto; 2FPCE-Porto University e UIPES; 3IPL-ESTES-Lisboa; 4Hospital

Sto. António, Porto and ICBAS-Porto University; 5ICBAS-Porto University; 6IPC, ICBAS, ISPUP-Porto University; 7Hospital Sto. António, Porto

O objetivo do presente estudo foi analisar se existe uma relação entre estratégias de coping adotadas por indivíduos com diabetes tipo 1 e tipo 2, percepção de gravidade da doença e seu bem-estar.

Participantes: Grupo 1 - Foram estudados 86 indivíduos com diabetes tipo 1; 55,8% do sexo feminino; com idades entre os 22 e os 62 anos (M=35,29; DP=10,75); com diagnóstico desta doença, em média, há 16,93 anos.

Grupo 1 - Foram estudados 43 indivíduos com diabetes tipo 2; 60,5% do sexo feminino; com idades entre os 22 e os 64 anos (M=52,86; DP=10,02); com diagnóstico desta doença, em média, há 12,73.

Foi administrada a COPE-R, um item de avaliação da percepção da gravidade da doença e o Questionário de Satisfação com a Vida. Os participantes responderam aos questionários no contexto de uma entrevista, pessoal após consentimento livre e esclarecido destes.

Nos indivíduos com diabetes tipo 1, existe uma relação estatisticamente significativa entre várias das estratégias de coping adoptadas, a percepção de bem-estar e a percepção de gravidade da doença. No entanto, no que respeita aos indivíduos com diabetes tipo 2, não se verifica a existência de relações estatisticamente significativas, com excepção da estratégia “fico aborrecido e expresso os meus sentimentos”, que revelou estar associado a maior percepção de gravidade da diabetes.

Os resultados do presente estudo sublinham o distinto papel das estratégias de coping nestas duas doenças e alertam para a necessidade de planear intervenções distintas para os dois grupos de doentes.

FCHS-Universidade Fernando Pessoa / Praça 9 de Abril,349 / 4249-004 Porto 967003099

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COPING NA EPILEPSIA: ENTRE A PERCEPÇÃO DE GRAVIDADE DA DOENÇA E BEM-ESTAR

Rute F. Meneses 1, José Pais-Ribeiro 2, Luísa Pedro 3, Isabel Silva 1, Helena Cardoso 4, Denisa Mendonça 5, Estela Vilhena 6, Ana Martins 7 & António Martins da Silva 4 1 FCHS-Universidade Fernando Pessoa; 2FPCE-Universidade do Porto; 3ESTES-Lisboa; 4Hospital Sto. António e ICBAS-Universidade do Porto; 5ICBAS-Universidade do Porto;

6Instituto Politécnico do Cávado e Ave, ICBAS e ISPUP-Universidade do Porto; 7Hospital Sto.

António

A epilepsia é uma doença neurológica crónica cuja gestão diária pode ser bastante desafiante. Neste contexto, é relevante considerar as estratégias de coping usadas pelos doentes e o papel que estas podem desempenhar no seu ajustamento. Assim, o objectivo do presente estudo é explorar a relação entre coping, percepção da gravidade da doença e bem-estar subjectivo (BES) em indivíduos com epilepsia.

Foram avaliados 79 indivíduos com epilepsia (idade: M=36,10, DP=11,09; diagnóstico (anos): M=19, 72, DP=11,50; 59,5% do sexo feminino) recorrendo a um Questionário Sócio- demográfico e Clínico, a um item sobre percepção da gravidade da doença (1=nada grave- 11=muito grave), ao Índice de Bem-estar Pessoal (Pais-Ribeiro & Cummins, 2008) e ao COPE-R (Ribeiro & Rodrigues, 2004, 2009).

Verificaram-se correlações estatisticamente significativas entre: (a) a utilização da estratégia de

coping Aceitação e a percepção da gravidade da doença (r(79)=-0,32, p≤0,004); (b) o BES e a

utilização das estratégias Desinvestimento comportamental (r(76)=-0,31, p≤0,006), Expressão de sentimentos (r(76)=-0,32, p≤0,005), Auto-culpabilização (r(76)=-0,24, p≤0,04), Religião (r(74)=-0,24, p≤0,04) e Humor (r(76)=0,27, p≤0,02).

Apesar do presente estudo não permitir identificar causas e efeitos, os resultados sugerem que há determinadas estratégias de coping cuja utilização está associada a indicadores de melhor ajustamento dos indivíduos com epilepsia avaliados.

FCHS-Universidade Fernando Pessoa / Praça 9 de Abril,349 / 4249-004 Porto 967075837

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Teresa Guimarães 1, Mª Victoria Perea 2, Valentina Ladera 2, & Ricardo García 2 1IPL-ESTES-Lisboa; 2FP- Universidade de Salamanca

A hipertensão arterial é hoje reconhecida como fator determinante no desenvolvimento de alterações cognitivas, num processo potenciado pelo envelhecimento e que concorre para o aparecimento de processos demenciais em fases avançadas da vida. É objetivo desta revisão de literatura identificar e caracterizar as repercussões da HTA no funcionamento cognitivo em pessoas idosas, bem como os mecanismos subjacentes à interação hipertensão – idade – cognição, através de pesquisa efetuada em bases de dados eletrónicas, usando as palavras- chave hipertensão, envelhecimento, funcionamento cognitivo, demência.

Os resultados encontrados apontam para o reconhecimento do papel determinante da hipertensão no declínio cognitivo, com expressão mais significativa nos indivíduos idosos, numa complexa relação condicionada pelos processos fisiopatológicos que a determinam e que se traduz numa afetação diferencial das funções cognitivas. Embora não seja claro o modo como esta interação se desenvolve, parece evidenciar-se um efeito potenciador da hipertensão nas alterações vasculares características do processo de envelhecimento, em particular a nível das áreas cerebrais com maior suscetibilidade a este mecanismo e que seria responsável por um aumento da probabilidade do aparecimento de alterações cognitivas e, em alguns casos, de demência.

Instituto Politécnico de Lisboa – Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa Av. D. João II, Lote 4.69.01 - 1990 - 096 Lisboa

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SIMPÓSIO: “ALERTAS E DESAFIOS PARA A SAÚDE E DOENÇA AO