Concluding remarks
12.1.2 Lung nodule-CAD performance Lung maskLung mask
Durante o decorrer dessa pesquisa, focada no problema objeto, nem todas as hipóteses e variáveis puderam ser analisadas ou testadas devido a limitações temporais e financeiras. Nesse subitem são listadas algumas das sugestões viáveis para investigação em trabalhos futuros tomando-se como ponto de partida os objetivos alcançados nesse trabalho. As sugestões são:
a) Considerando o estágio, funcional, atual do scanner 3D conclui-se que algumas alterações precisam ser implementadas ao projeto no sentido de tornar o sistema totalmente integrado ao CAD. Como objetivo deve-se buscar atender ao seguinte critério de projeto:
o Acrescentar ao projeto mecanismos que garantam, além do registro de informações antropométricas do coto, outras informações referentes ao corpo do paciente em sua posição natural. Por exemplo, informações sobre nivelamento dos membros sadios em relação ao solo e alinhamento personalizado da postura. Essas informações são importantes e essenciais para uma melhor confecção individualizada da prótese e do seu correto dimensionamento.
o Pesquisar a possibilidade de adaptação eletrônica do equipamento desenvolvido, transformando-o da atual condição de um leitor puramente mecânico em um equipamento Eletro-mecânico. Dessa forma, ter-se-ia eliminado o processo de digitação dos dados gráficos presentes no disco. Partindo-se para uma completa automatização do processo de geração do modelo CAD do coto através da Engenharia Reversa.
b) Procurar desenvolver um software acadêmico que melhor atenda aos anseios dos ortoprotéticos, buscando reduzir as deficiências dos pacotes CAE comerciais. Esses pacotes apresentam dificuldades para trabalhar adequadamente com materiais compósitos, pois se baseiam nos critérios da energia de deformação ou cisalhamento máximo (i.e. critérios de resistência voltados para metais – ex: Von Misses ou Tresca). Sugere-se desenvolver um processador e um pós-processador acadêmico de elementos
finitos para atender as necessidades específicas do projeto de próteses tibiais e femorais.
c) Sugere-se expandir o OrtoCAD para incluir uma interface direta (on-line) com um ambiente de engenharia assistida por computador (CAE/FEM) acadêmico mencionado no item anterior.
d) O OrtoCAD precisa ser ampliado para levar em consideração efeitos dos carregamentos dinâmicos. Algumas pesquisas recentes aplicando elementos finitos para analisar esforços em próteses tibiais e femorais podem ser encontradas nas referências [PEERY, 2005, JIA, 2004 e LIN, 2004].
e) Outro trabalho bastante interessante seria o de ensaiar e caracterizar os materiais utilizados atualmente nas próteses ortopédicas e ampliar a biblioteca de materiais utilizada pelo OrtoCAD para contemplar esses novos valores. Também poder-se-ia utilizar o OrtoCAD para avaliar a possibilidade de construir essas próteses utilizando fibras naturais e regionais em sua totalidade.
f) Sugere-se expandir o OrtoCAD e desenvolver um módulo para produzir o molde positivo ou cartucho protótipo (de prova) em um formato de stereolitografia de forma que possa ser enviado diretamente para confecção em máquinas de prototipagem rápida.
g) De posse do molde, construir um cartucho de prótese utilizando a mesma configuração do material (LHC) no âmbito industrial para avaliar diversos aspectos relacionados a facilidade de conformação estética, massa, rapidez no processo de fabricação, etc. Finalmente, como sugestão ao uso da indústria de Plástico Reforçado na obtenção da prótese, recomenda-se o processo de fabricação de moldagem à vácuo. O mesmo apresenta características importantes como utilização de molde fechado, o que leva a uma boa qualidade do produto final em termos conformidade, aparência e impregnação do reforço por parte da resina.
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APÊNDICE 1 – PORTARIA MS/SAS N.º 388, DE 28 DE J ULHO DE 1999
O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, e considerando:
• a importância médico social do atendimento às pessoas portadoras de deficiências;
• a necessidade de se garantir produtos de órteses e próteses de qualidade para esses pacientes, e;
• a necessidade de se instituir mecanismos de controle, avaliação e planejamento para este importante segmento da sociedade, resolve:
Art. 1.º Estabelecer que a empresa de Ortopédica Técnica, fornecedora de Órtese e Prótese Ambulatorial, deverá, mediante instrumento próprio, oferecer garantia para o material fornecido. § 1.º Os prazos fixados para a garantia de que trata este artigo serão: de 18 (dezoito) meses para defeitos de componentes e de 12 (doze) meses para defeitos decorrentes de falhas comprovadas de mão-de-obra.
§ 2.º As empresas de Ortopedia Técnica objeto deste artigo deverão fornecer o certificado de garantia para todos os produtos por ela fornecidos.
Art. 2.º Instituir o TERMO DE RESPONSABILIDADE, COMPROMISSO E GARANTIA, na forma do Anexo I, a ser assinado pelo receptor da órtese ou prótese e pelo médico que a prescreveu.
§ 1.º O Termo objeto deste artigo, devidamente assinado, deverá ficar anexo ao prontuário do paciente, ou no processo de concessão do aparelho, no SUS.
§ 2.º A concessão de substituição de órtese ou prótese só poderá ser reivindicada ao final de 2 (dois) anos, ou de um período julgado adequado pelos médicos responsáveis.
Art. 3.º Instituir as Normas Básicas de Confecção de Órteses Ortopédicas, na forma do Anexo II. Art. 4.º Determinar que a Secretaria de Assistência à Saúde/SAS, em conjunto com a Secretaria de Políticas de Saúde, deverá adotar as providências necessárias à efetiva operacionalização desta Portaria.
Art. 5.º Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.
Resumo
Estabelece que as empresas de Ortopedia Técnica, fornecedoras de órteses e próteses, deverão oferecer garantia para o material fornecido, mediante instrumento próprio.
ANEXO I
TERMO DE COMPROMISSO, GARANTIA E RESPONSABILIDADE DE LOCOMOÇÃO Nome do usuário:
Documento apresentado: n.º Filiação:
Regional Responsável:
Equipamento: ( ) Órtese ( ) Prótese ( ) Cadeira de Rodas ( ) Andador ( ) Muleta ( ) Adaptação Especificação:
Código do SUS:
Instituição e Empresa Fornecedora: Endereço: n.º
Bairro Cidade UF: CEP: Telefone(s): FAX Insc. Estadual: CGC
Técnico Responsável pela Confecção e Montagem: Rubrica Responsável pela Empresa/Instituição Rubrica
Data das Revisões: - I - I -(6 meses) - 1- 1 -(12 meses) -1 -1- (18 meses) Origem da Prescrição
Médico responsável pela prescrição:
Data da Prescrição: -1-1 -Data de Entrega ___/___/______
Peso atual do paciente: Kg -Medidas coto; Proximal cm -Distal: ! cm
Declaração: O equipamento acima descrito foi por mim examinado, e está de acordo com a prescrição médica) _____________________________________________________ Médico Responsável pela Prescrição/Avaliação
Observações:
1. os componentes do equipamento só devem ser manuseados por um técnico ortopédico
especializado. O usuário não deve efetuar qualquer tipo de manutenção ou alteração no equipamento que possa prejudicar a estrutura ou funcionamento básico do mesmo, com exceção dos casos em que não houver outra alternativa que seja viável para retorná-lo à condição ou parâmetros iniciais. Ao mudar o calçado, cuidar para que o mesmo tenha o salto da mesma altura original.
2. observar, rigorosamente, os prazos de manutenção e/ou revisão, de acordo com cada tipo de componente. Estes prazos estão determinados acima.
3. comunicar os problemas ocorridos à comissão técnica do órgão fornecedor, que convocará o técnico ortopédico responsável para realizar o reparo. Ao aceitar e atestar sua satisfação com o equipamento destinado a melhorar seu desempenho físico, o (a) Sr.(a) compromete-se a zelar pelo referido equipamento, preservando-o por, no mínimo, 2 (dois) anos. Para isso contará com o apoio da Empresa/Instituição fornecedora (acima) e da Instituição responsável pela prescrição, adequação e treinamento do equipamento ao paciente.