• No results found

Literature’s Critical Appraisal

A realização dos dois trechos experimentais com Asfalto-Borracha no estado do Ceará trouxe um grande impulso qualitativo para o meio rodoviário envolvido, seja pelo aprendizado com erros e dificuldades encontrados, seja pela colocação em prática do conhecimento previamente estudado. Todo o processo operacional da construção de revestimento com Asfalto-Borracha evidenciou a necessidade de um planejamento rigoroso e eficaz de todas as etapas, desde à produção do ligante Asfalto-Borracha à compactação da mistura. Ficou constatada a grande dificuldade do enquadramento dos agregados produzidos pelas pedreiras locais nas faixas descontínuas, comumente usadas para o ligante Asfalto-Borracha. Além disso, a realidade local de usinagem mostrou-se deficiente e pouco precisa no controle dos materiais.

A dosagem em laboratório deve ser baseada em parâmetros volumétricos pré- estabelecidos e o problema de exsudação do ligante não deve ser levado em conta, tendo em vista a não observação deste durante a execução. Este aspecto de excesso de ligante levou ao ajuste do teor ótimo durante a usinagem, passando de 5,7 para 7,0%. A alteração da curva de projeto, devido ao fornecimento de agregados com granulometrias diferentes das esperadas e a baixa precisão da usina, transformou a curva descontínua pretendida a priori em uma curva contínua, provocando mudanças nos parâmetros estudados em laboratório. Comparando os parâmetros volumétricos entre os corpos de provas extraídos do revestimento Asfalto-Borracha, os confeccionados a partir do material saído diretamente da usina e os moldados no teor e granulometria de projeto em laboratório, verificou-se misturas com Vv diferentes, o que poderia levar a parâmetros mecânicos distintos. Não obstante, as tais misturas apresentaram parâmetros mecânicos parecidos, Tabelas 7.1 e 7.2. Acredita-se que a grande diferença no parâmetro MR dos corpos extraídos da Abolição seja devida à dimensão reduzida dos corpos de prova com 3,23cm de espessura.

Tabela 7.1: Comparação entre as misturas do trecho Abolição

Abolição MR (MPa) RT (MPa) Da Vv (%)

Mistura de projeto* 3.500 1,00 2,289 4,1

Mistura de campo (usina)** 3.340 0,93 2,259 5,0 Mistura de campo (extração)*** 5.140 0,85 2,290 5,7

* teor ajustado de 7,0%

** corpos de prova confeccionados com compactador Marshall durante a usinagem *** corpos de prova extraídos dos trechos

Tabela 7.2: Comparação entre as misturas do trecho CE-350

CE-350 MR (MPa) RT (MPa) Da Vv (%)

Mistura de projeto* 3.500 1,00 2,289 4,1

Mistura de campo (usina)** 3.120 0,98 2,232 6,3 Mistura de campo (extração)*** 3.740 0,80 2,220 6,8

* teor ajustado de 7,0%

** corpos de prova confeccionados com compactador Marshall durante a usinagem *** corpos de prova extraídos dos trechos

Ainda analisando os parâmetros volumétricos, ficou constatado um maior volume de vazios da mistura extraída de campo, quando comparada à mesma mistura compactada na usina por compactador manual, o que vem a contrariar as expectativas de uma sobrecompactação em campo, devido à passagem excessiva do rolo. Isso vem ratificar a importância do controle na compactação de campo e a necessidade de uma compactação em laboratório que simule melhor a situação em campo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AASHTO – American Association of State Highway and Transportation (2001) MP8 –

Standard Specification for Designing Stone Matrix Asphalt (SMA).

AASHTO – American Association of State Highway and Transportation (2003) T 283 –

Resistance of Compacted Bituminous Mixture to Moisture Induced Damage.

AASHTO – Amercian Association of State Highway and Transportation (1999) MP2 –

Standard Specification for Superpave Volumetric Mix Design.

AASHTO – Amercian Association of State Highway and Transportation (2001) PP2 –

Standard Practice for Mixture Conditioning of Hot Mix Asphalt(HMA).

AASHTO – American Association of State Highway and Transportation (1999) T 104 –

Soundness of Aggregate by Use of Sodium Sulfate or Magnesium Sulfate.

AASHTO – American Association of State Highway and Transportation (2000) T 112 –

Clay Lumps and Friable Particles in Aggregate.

AASHTO – American Association of State Highway and Transportation (2002) T 176 –

Plastic Fines in Graded Aggregates and Soils by Use of the Sand Equivalent Test.

AASHTO – American Association of State Highway and Transportation (2000) T 19 –

Standard Method of Test for Bulk Density (“Unit Weight”) and Voids in Aggregate.

AASHTO – American Association of State Highway and Transportation (2003) T 283 –

Resistance of Compacted Bituminous Mixture to Moisture Induced Damage.

AASHTO – American Association of State Highway and Transportation (1997) T 305 –

Determination of Draindown Characteristics in Uncompacted Asphalt Mixtures.

AASHTO – American Association of State Highway and Transportation (2000) T 96 –

Resistance to Degradation of Small Size Coarse Aggregate by Abrasion and Impact in the Los Angeles Machine.

AASHTO – Amercian Association of State Highway and Transportation (2001) PP2 –

ABDELRAHMAN, M. A (1996) Engineering Charactrization of the Interaction of ASPHALT WITH Crum Rubber Modifier (CRM). Tese de Doutorado, University of Illinois, Urban-Champaign, Illinois, USA.

ABDELRAHMAN, M. A. e S. H. CARPENTER (1999) Mechanism of Interaction of Asphalt Cement with Crumb Rubber Modifier. Transportation Research Record,

TRR, v. 1661, n. 0295, p. 106-113.

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas (1993) NBR 12891 – Dosagem de

Misturas Betuminosas pelo Método Marshall.

ANDERSON, J.; V. PAMPULIM; R. SAIM; J. B. SOUSA (2000) Asphalt Rubber Properties Related to Type and Process Technology of Crumb Rubber. Anais do

Asphalt Rubber 2000, Vilamoura, Portugal, p. 361-370.

ANP – Agência Nacional de Petróleo (1993) Portaria DNC, 5 de 18 de fevereiro de

1993.

ANTUNES, M. L.; F. BAPTISTA; M. I. EUSÉBIO, M. S. COSTA; C. V. MIRANDA (2000) Characterisation of Asphalt Rubber Mixtures for Pavement Reahabilitation Projects in Portugal. Anais do Asphalt Rubber 2000, Vilamoura, Portugal, p. 285- 307.

ASTM – American Society for Testing and Materials (1988) C 127 – Standard Test

Method for Density, Relative Density (Specific Gravity), and Absorption of Coarse Aggregate.

ASTM – American Society for Testing and Materials (1997) D 6114 – Standard

Specification for Asphalt-Rubber Binder.

ASTM – American Society for Testing and Materials (1998) C 1252 – Standard Test

Method for Uncompacted Void Content of Fine Aggregate (as Influenced by Particle Shape, Surface Texture, and Grading).

ASTM – American Society for Testing and Materials (1997) C 128 – Standard Test

Method for Density, Relative Density (Specific Gravity), and Absorption of Fine Aggregates.

ASTM – American Society for Testing and Materials (2000) D 2041 – Standard Test

Method for Theoretical Maximum Specific Gravity and Density of Bituminous Paving Mixtures.

ASTM – American Society for Testing and Materials (1999) D 4791 – Standard Test

Method for Flat Particles, Elongated Particles, or Flat and Elongated Particles in Coarse Aggregate.

ASTM – American Society for Testing and Materials (2001) D 5821 – Standard Test

Method for Determining the Percentage of Fractured Particles in Coarse Aggregate.

BERTOLLO, S. A. M.; J. L. FERNANDES JÚNIOR; L. B. BERNUCCI; E. MOURA (2002) Avaliação Laboratorial de Mistura Asfáltica Densa Modificada com Adição de Borracha, Transportes, v. 10, n. 1, p. 65-83.

BILLITER, T. C. (1997) The Characterization of Asphalt-Rubber Binder. Tese de

Doutorado, Texas A&M University, College Station, EUA.

BR DISTRIBUIDORA (2003) Relatório da Aplicação do Asfalto Borracha em um trecho Experimental, Relatório Técnico.

BRESSAN, S. (2003) Brasil Pode Virar “Lixão” Mundial de Pneus. Informativos

OnLine, Biodiversidade. Disponível em:

http://www.anbio.org.br/bio/biodiver_inf216.htm - 30/10/ 2003.

BROWN, E. R.; R. B. MALLICK; J. E. HADDOCK; J. BUKOWSKI (1997) Performance of Stone Matrix Asphalt (SMA) Mixtures in the United States.

Journal of the Association of Asphalt Paving Technologists, AAPT, v. 66, p. 426- 449.

CARPENTER, S. H.; K. A. GHUZLAN; S. SHEN (2003) A Fatigue Endurance Limit for Highway and Airport Pavements, Proceedings Highway Research Board, Washington, DC.

CERATTI, J.A.P. (1991) Estudo do Comportamento a Fadiga de Solos Estabilizados com Cimento para Utilização em Pavimentos. Tese de Doutorado, COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

CHOUBANE, B.; G. A. SHOLAR; J. A. MUSSELMAN; G. C. PAGE (1999) Ten-Year Performance Evaluation of Asphalt-Rubber Surface Mixes, Transportation

Research Record, TRR, v. 1681, n. 0177, p. 10-18.

CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente (1999) Resolução no 258, de 26 de Agosto de 1999. Ministério do Meio Ambiente, Governo Federal, Brasil.

CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente (2002) Resolução no 301, de 21 de Março de 2002. Ministério do Meio Ambiente, Governo Federal, Brasil.

DNER – Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (1991) Manual de

Pavimentação.

DNER – Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (1999) ME 383 – Desgaste

por Abrasão de Misturas Betuminosas com Asfalto Polímero – Ensaio Cantabro.

DNER – Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (1997) ES 313 –

Pavimentação - Concreto Betuminoso.

DNER – Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (1999) ES 386 –

Pavimentação - Pré- Misturado a Quente com Asfalto Polímero – Camada Porosa de Atrito.

DNER – Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (1998) ME 81 – Agregados –

Determinação da Absorção e da Densidade de Agregado Graúdo.

DNER – Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (1998) ME 83 – Agregados –

Análise Granulométrica.

DNER – Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (1994) ME 138 – Misturas

Betuminosas - Determinação da Resistência à Tração por Compressão Diametral.

DNER – Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (1994) ME 133 – Misturas

Betuminosas - Determinação do Módulo de Resiliência..

DNER – Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (1994) ME 024 – Pavimento

- Determinação das Deflexões pela Viga Benkelman.

DNER – Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (1994) ME 053 – Misturas

Betuminosas - Percentagem de Betume.

FALCÃO, M. F. B. e J. B. SOARES (2002) Considerações Sobre o Ensaio de Compressão Diametral no Estudo de Materiais de Pavimentação. XVI Congresso

FAXINA, A. L. (2002) Estudo em Laboratório do Desempenho de Concreto Asfáltico Usinado a Quente Empregando Ligante Tipo Asfalto-Borracha. Dissertação de

M.Sc., EESC, São Carlos, SP, Brasil.

FHWA (1993) Crumb Rubber Modifier – Design Procedures and Construction

Practices. U. S. Department of Transportation, Federal Highway Administration. Publication n° FHWA-SA-93-011.

FHWA (1995a) Background of Superpave Asphalt Mixture Design and Analysis. U. S. Department of Transportation, Federal Highway Administration. Publication no FHWA-SA-95-003.

FHWA (1995b) Crumb Rubber Modifiers (CRM) in asphalt pavementsr – Summary of

Practices in Arizona, California and Floridas. U. S. Department of Transportation, Federal Highway Administration. Publication n° FHWA-SA-95- 056.

GALLEGO, J.; M. A. DEL VAL; E R. TOMÁS (2000) A Spanish Experience with Asphalt Pavements Modified with Tire Rubber. Anais do Asphalt Rubber 2000, Vilamoura, Portugal, p. 673-687.

GREEN, P. J. (1998) Binders. In: Nicholls, J.C. (eds.) Asphalt Surfacings. E&FN Spon, Londres, Inglaterra.

HEITZMAN, M. A. (1992) Design and Construction of Asphalt Paving Materials with Crumb Rubber Modifier. Transportation Research Record, TRB, v. 1339, p. 1-8.

HORODECKA R.; M. KALABINSKA; J. PILAT; P. RADZISZEWSKI; D. SYBILSKI (2000) Utilisation of Scrap Rubber for Bitumen and Asphalt Concrete Modification in Poland. Anais do Asphalt Rubber 2000, Vilamoura, Portugal, p. 273-284.

HUANG, Y. H. (1993) Pavement Analysis and Design. New Jersey, Prentice Hall Inc.

LEITE, L. M. (1999) Estudo do Preparo e caracterização de asfaltos modificados por polímero. Tese de Doutorado, IMA/UFRJ, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

LEWANDOWSKI L.H. (1994) Polymer Modification of Paving Asphalt Binders. In:

LOUREIRO, T. G. e J. B. SOARES (2003) Estudo sobre o Dano Progressivo em Misturas Asfálticas no Ensaio de Fadiga à Compressão Diametral. XVII

Congresso de Pesquisa e Ensino em Transportes, ANPET, Rio de Janeiro.

LUCENA, M. C. C.; S. A. SOARES; J. B. SOARES (2002) Caracterização e Comportamento Térmico do Asfalto Modificado por Polímero, XV Congresso

Brasileiro de Engenharia e Ciência de Materiais, CBECIMAT, Natal.

MANUAL DE ASFALTO (1989) Instituto de Asfalto. Série do Manual N° 4 (MS-4).

MEDINA, J. (1997) Mecânica dos Pavimentos, ed 1. Rio de Janeiro, Editora UFRJ.

MOMM, L. E R. SALINI (2000) Study of Recycled Tyre Rubber in Asphalt Concrete Mixtures. Anais do Asphalt Rubber 2000, Vilamoura, Portugal, p. 341-357.

MOTTA, L. M. G.; I. TONIAL; L. M. F. LEITE; R. S. CONSTANTINO (1996)

Princípios do Projeto e Análise Superpave de Misturas Asfálticas. Tradução comentada, Rio de Janeiro, RJ.

MOURÃO, F. A. L. (2003) Misturas Asfálticas de Alto Desempenho Tipo SMA. Tese

de M.Sc., COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro, RJ.

NAPA – National Asphalt Pavement Association (2002) Design and Constructing SMA

Mixtures – State of the Practice. Quality Improvement Series 122, EUA.

NAPA (1982) Mix Design Techniques – Part I. NAPA TAS-14. National Asphalt Pavement Association, Instructors Manual.

ODA, S. (2000) Análise da Viabilidade Técnica da Utilização do Ligante Asfalto- Borracha em Obras de Pavimentação, Tese de Doutorado, EESC, São Carlos, SP, Brasil.

OLIVER, J. W. H. (2000) Rutting and Fatigue Properties of Crumbed Rubber Hot Mix Asphalts. Anais do Asphalt Rubber 2000, Vilamoura, Portugal, p. 221-240.

PINHEIRO, J. H. M. e J. B. SOARES (2003) The Effect of Crumb Rubber Gradation and Binder-Rubber Interaction Time of the Mechanical Properties of Asphalt- Rubber Mixtures Dry Process. Anais do Asphalt Rubber 2003, Brasília, Brasil, p. 707-718.

PINTO, S. (1991) Estudo do Comportamento à Fadiga de Misturas Betuminosas e Aplicação na Avaliação Estrutural de Pavimentos. Tese de Doutorado, COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

REIS, R. M. M. (2002) Revestimento Asfáltico Tipo SMA para Alto Desempenho em Vias de Tráfego Pesado. Dissertação de M.Sc., Escola Politécnica/USP, São Paulo, SP.

ROBERTS, F. L.; P. S. KANDHAL; R. E. BROWN; D. LEE; T. W. KENNEDY (1996)

Hot Mix Asphalt Materials, Mixture Design, and Construction. NAPA. Maryland.

SAINTON, A. (1990) Les Avantages du Liant Bitume-Caoutchouc pour les Enrobés Drainants, Revue Générale des Routes et des Aérodromes, Spécial Printemps, p. 3-9.

SANTOS, E. F.; G. M. SILVA; J. P. A. FEITOSA; J. B. SOARES (2003) Caracterização de Cimento Asfáltico de Petróleo Brasileiro Modificado por Borracha de Pneu Moído de Renovadoras. 2° Congresso Brasileiro de P&D em Petróleo e Gás, Rio de Janeiro.

SHRP – Strategic Highway Research Program. National Research Council (1994) The

Superpave Mix Design Manual for New Construction and Overlays – SHRP- A407, Washington DC, USA.

SOARES, J. B.; FREITAS, F. A. C.; CASTELO BRANCO, J. V.; MOTTA, L. M. G. (2000) Método de Previsão do Teor Ótimo de Ligante em Misturas Asfálticas tipo CBUQ. XXXII Reunião Anual de Pavimentação, ABPv, Brasília, v. I, p. 148-160.

SOARES, J. B.; L. M. G. MOTTA; R. F. SOARES (2000) Análise de Bacias Deflectométricas para o Controle de Construção de Pavimentos Asfálticos. ANPET, XIV Congresso de Pesquisa e Ensino em Transportes, ANPET, Gramado.

SOARES, J. B.; MOTTA, L. M. e LEITE, L. M. (1999) Quatro Anos de Observação da Pista Experimental do Ceará. XIII Congresso de Pesquisa e Ensino em

Transportes, ANPET, São Carlos.

SOUZA, F. V. e J. B. SOARES(2003) Considerações sobre Módulo Resiliente e Módulo Dinâmico em Misturas Asfálticas com Base na Teoria da Viscoelasticidade. XII Congresso Ibero-Latino Americano Del Asfalto, Quito, Equador.

SPECHT, L. P. (2004) Avaliação de Misturas Asfálticas com Incorporação de Borracha Reciclada de Pneus, Tese de Doutorado, UFRGS, Porto Alegre, RS, Brasil.

SPECHT, L. P.; J. A. CERATTI; I. PALUDO (2002) Utilização de Borracha Reciclada como Agregado de Concreto Asfáltico: Avaliação Laboratorial. XVI Encontro de

Asfalto, IBP, Rio de Janeiro.

TAKALLOU, H. B. e M. B. TAKALLOU (2003) Effects of Mixing Time and Temperature on the Viscoelastic Properties of Asphalt Rubber Binder. Anais do

Asphalt Rubber 2003, Brasília, Brasil, p. 311-324.

USACE – US Army Corps of Engineers (2000) Hot-Mix Asphalt Paving. Handbook

2000.

VAN HEYSTRAETEN, G. (1995) Waste Tyre Recycling in Road Pavements and Street Furniture. European Conference on Tyre Recycling, Bruxelas, Bélgica.

VASCONCELOS, K. L; J. B. SOARES; L. M. LEITE (2003) Influência da Densidade Máxima Teórica na Dosagem de Misturas Asfálticas. XVII Congresso Nacional de

Pesquisa e Ensino em Transportes, ANPET, Rio de Janeiro, v. 1, p. 5-17.

VASCONCELOS, K. L. e J. B. SOARES (2004) Influência do Percentual de Fresado e do Envelhecimento de Curto Prazo na Dosagem de Misturas Asfálticas Recicladas a Quente. XVII Congresso Brasileiro de Pesquisa e Ensino em Transportes,

ANPET, Florianópolis, v.I, p. 186-198.

VAVRIK, W. R.; W. J. PINE; G. A. HUBER; S. H. CARPENTER; R. BAILEY (2001) The Bailey Method of Gradation Evaluation: The Influence of Aggregate Gradation and Packing Characteristics on Voids in Mineral Aggregate. Journal of

the Association of Asphalt Paving Technologists, v. 70, p. 132-169.

WAY, G. B (2000) OGFC Meets CRM: Where the Rubber Meets the Rubber: 12 Years of Durable Sucess. Anais do Asphalt Rubber 2000, Vilamoura, Portugal, p. 15-32.