sse crescimento foi mais evidente na área da educação e da formação do profes
m cada ENDIPE, na área da educação e dos estudo
NDIPE, no caso dos autore
ias nos 77 trabalh
sse crescimento foi mais evidente na área da educação e da formação do profes
m cada ENDIPE, na área da educação e dos estudo
NDIPE, no caso dos autore ias nos 77 trabalh G E E
sor pesquisador do que na área das Ciências Humanas e Sociais. Nesta última área, os autores mais referenciados foram H. Lefebrve, J. Ezpeleta, E. Rochwell, A. Gramsci, P. Bourdieu, P. Lévy, A. Vázquez, M. Bakhtin, J. Habermas, M. Thiollent, E. Morin e W. Benjamin.
Analisando pelas recorrências e
sor pesquisador do que na área das Ciências Humanas e Sociais. Nesta última área, os autores mais referenciados foram H. Lefebrve, J. Ezpeleta, E. Rochwell, A. Gramsci, P. Bourdieu, P. Lévy, A. Vázquez, M. Bakhtin, J. Habermas, M. Thiollent, E. Morin e W. Benjamin.
Analisando pelas recorrências e
68 99 85 27 0 20 40 60 80 100 120
VI ENDIPE VIII ENDIPE IX ENDIPE X ENDIPE
Total = 279 autores
s sobre o professor pesquisador, os autores estrangeiros mais indicados foram A. Nóvoa, P. Perrenoud, D. Schön, K. Zeichner, J. Kincheloe, S. Kemmis, J. Elliott, H. Giroux e J. Beillerot. Os autores A. Nóvoa e P. Perrenoud estão, com mais ou menos indicações, em todos os ENDIPEs. No entanto, em apenas dois eventos K. Zeichner supera o número de indicações de P. Perrenoud.
Por essa mesma perspectiva de recorrência em cada E
s sobre o professor pesquisador, os autores estrangeiros mais indicados foram A. Nóvoa, P. Perrenoud, D. Schön, K. Zeichner, J. Kincheloe, S. Kemmis, J. Elliott, H. Giroux e J. Beillerot. Os autores A. Nóvoa e P. Perrenoud estão, com mais ou menos indicações, em todos os ENDIPEs. No entanto, em apenas dois eventos K. Zeichner supera o número de indicações de P. Perrenoud.
Por essa mesma perspectiva de recorrência em cada E
s brasileiros, os mais citados foram: M. Lüdke, P. Demo, V. M. Candau, C. R. Brandão, S. G. Pimenta, I. Fazenda, S. Mazzili, A. J. Marin, P. e C. Geraldi, sendo M. Lüdke a única autora com recorrência de citação em todos os ENDIPEs.
Por outro lado, caso se tomem como perspectiva as recorrênc
s brasileiros, os mais citados foram: M. Lüdke, P. Demo, V. M. Candau, C. R. Brandão, S. G. Pimenta, I. Fazenda, S. Mazzili, A. J. Marin, P. e C. Geraldi, sendo M. Lüdke a única autora com recorrência de citação em todos os ENDIPEs.
Por outro lado, caso se tomem como perspectiva as recorrênc
os, sem levar em conta a recorrência mínima por ENDIPE, tem-se a seguinte configuração para os autores estrangeiros: K. Zeichner é o autor mais citado, seguido de A. Nóvoa, D. Schön, P. Perrenoud, J. Elliott, J. Kincheloe, S. Kemmis e H. Giroux. Interessante é que autores como T. S. Popkewitz, A. P. Gómez, L. Stenhouse, M. Fullan e A. Hargreaves aparecem como também constituidores dos os, sem levar em conta a recorrência mínima por ENDIPE, tem-se a seguinte configuração para os autores estrangeiros: K. Zeichner é o autor mais citado, seguido de A. Nóvoa, D. Schön, P. Perrenoud, J. Elliott, J. Kincheloe, S. Kemmis e H. Giroux. Interessante é que autores como T. S. Popkewitz, A. P. Gómez, L. Stenhouse, M. Fullan e A. Hargreaves aparecem como também constituidores dos
trabalhos. Quanto aos já identificados, não há diferenças para as análises, mas entende-se que a inclusão deles pode ampliar a compreensão das bases teóricas dos trabalhos. Sem dúvida, os que não atenderam aos critérios das recorrências mínimas têm seu lugar na construção argumentativa dos trabalhos, mas a intenção aqui é mapear algumas possíveis características da materialidade dos trabalhos. O Quadro 2 mostra esses dados:
Autor Total de indicação
K. Zeichner 17 A. Nóvoa 14 D. Schön 14 P. Perrenoud 10 J. Elliott 10 J. Kincheloe 5 S. Kemmis 5 T. S. Popkewitz 4 H. Giroux 4 A. P. Gómez 4 L. Stenhouse 3 M. Fullan 3 A. Hargreaves 3 J. Beillerot 3
Quadro 2 - Indicação de autores estrangeiros da área
o caso dos autores brasileiros, cabem essas mesmas considerações. O acrésc
da educação/formação de professores N
imo de alguns autores amplia a compreensão referida, inclusive legitima a presença dos que não foram contemplados pelo critério da recorrência mínima por ENDIPE. Nesse acréscimo, percebem-se os autores B. Gatti, M. H.G. F. Dias-da Silva, M. I. Cunha, M. R. S. N. Oliveira, L. Giovanni, P. L. Martins e S. Kramer. Vê-se também que M. André tem o maior número de indicações, seguida de M. Lüdke, P. Demo, C. Geraldi, P. Freire, A. J. Marin, S. G. Pimenta e V. Candau. O Quadro 3 apresenta essas informações:
Autor Total de indicação M. André 18 M. Lüdke 11 P. Demo 11 C. Geraldi 10 P. Freire 8 A. J. Marin 7 S. G. Pimenta 7 V. Candau 5 B. Gatti 5 I. Fazenda 5 M. H. G. F. Dias-da Silva 5 M. I. Cunha 5 M. R. S. N. Oliveira 4 L. M. Giovanni 4 P. L. Martins 3 S. Kramer 3
Quadro 3 - Indicação de autores brasileiros da área da educação/formação de professores
Ainda considerando a perspectiva de síntese sobre as referências dos estudos, no que se refere às Ciências Humanas e Sociais, há uma baixa recorrência de indicações dos autores. Na verdade, pode-se dizer que a produção acadêmica dos ENDIPEs pouco indica suas bases teóricas advindas das denominadas “ciências mães”. Mesmo assim, do que se indicou, delineia-se, predominantemente, a construção de tendências de organização dos trabalhos a partir dos estudos do materialismo histórico-dialético, da teoria crítica e dos estudos pós-modernos.
Já a partir das citações dos autores da educação e da formação do professor pesquisador, apresenta-se uma significativa concentração em autores como A. Nóvoa, K. Zeichner, D. Schön, P. Perrenoud e J. Elliott e em M. André, M. Lüdke, P. Demo e C. Geraldi. Houve uma grande dispersão, quando se identificou um número elevado de autores que foram citados somente uma vez. Com esses autores, aponta-se a formulação da tendência da epistemologia da prática na formação do professor pesquisador, que, como será visto mais adiante, apresenta interfaces diferentes e complementares.
Na configuração teórica, foram percebidas evidências do diálogo entre diferentes áreas, como História, Biologia, Lingüística, Filosofia e Sociologia. Além disso, pôde-se ver o investimento de muitos trabalhos em traduzirem-se para seus contextos específicos. No caso do diálogo com os autores da educação e da
formação do professor pesquisador, inicialmente, percebi uma vinculação excessiva com os autores estrangeiros, o que demonstrou ora uma certa dependência, ou mesmo uma apropriação “acrítica”, e ora um cuidado metodológico em contextualizar a produção sobre o assunto como também uma apropriação “mais consciente”. Semelhante observação cabe ao uso dos autores brasileiros, mas, em alguns casos, as recorrências foram percebidas como autocitações, o que não diminui a sua legitimidade.
A partir, ainda, da análise da relação de 77 trabalhos dos quatro ENDIPEs e referências indicadas nos seus corpus, foi possível mapear, pelo número de trabalhos apresentados nesses ENDIPEs, cinco grupos constituídos em torno de um autor ou mais autores. São os seguintes: Grupo 1: Marli André (Quadro 4); Grupo 2: Menga Lüdke (Quadro 5); Grupo 3: Corinta Geraldi (Quadro 6); Grupo 4: Alda Junqueira Marin (Quadro 7); e Grupo 5: Selma Garrido Pimenta (Quadro 8). Somados entre si esses grupos representam 30 trabalhos dos 77, ou seja, 39%. Com a apresentação dos quadros referentes a cada grupo, serão feitas observações sobre a participação no evento e o uso de referências.81
Autor ENDIPE
M. André VII
M. André VIII
M. André IX
Quadro 4 - Grupo 1: Marli André
Com três trabalhos no conjunto dos ENDIPEs, distribuídos nas edições VII, VIII e IX, Marli André foi a única autora que constituiu grupo individualmente, até porque dois desses trabalhos foram da modalidade simpósio. Sobre o uso das referências, vê-se que, já em 1987, no VII ENDIPE, são citados autores como A. Nóvoa, P. Perrenoud, W. Carr, S. Kemmis e F. Erickson. O autor P. Perrenoud, com duas recorrências (nos VII e VIII ENDIPEs) e o seu próprio nome, com três citações nos três ENDIPEs, são os mais indicados. Destaca-se, ainda, a indicação de M. Thiollent e uma considerável referência a autores brasileiros, dentre eles M. Lüdke.
81
Para garantir considerações mais amplas, não fiz a identificação em separado entre autores das Ciências Sociais e Humanas e da educação e formação de professores estrangeiros e nacionais. Na verdade, essas informações são garantidas, o que mudou foi a forma da escrita na apresentação dos dados dos grupos.
Autor ENDIPE M. Lüdke VII R. L. A. Cavalcante X F. Ceppas X S. L. B. Coelho X M. Lüdke X C. Puggian X
Quadro 5 - Grupo 2: Menga Lüdke
Com seis trabalhos, o grupo representado por Menga Lüdke concentra seus trabalhos no X ENDIPE com cinco das seis participações. Os trabalhos localizados no VII e X ENDIPEs, apresentados por essa autora, são da modalidade simpósio. Também já em 1997, no VII ENDIPE, aparecem autores vistos como mais citados anteriormente, como J. Elliot, K. Zeichner, P. Perrenoud, A. P. Gómez, A. Nóvoa, P. Demo e a própria M. Lüdke. Com exceção de P. Perrenoud, A. P. Gómez, A. Nóvoa, a esses autores, que permanecem em todos os outros trabalhos, são acrescidos, predominantemente, H. Giroux, D. Shön, L. Stenhouse, J. Beillerot, T. S. Popkewitz, M. André, C. Geraldi e I. Fazenda.
Autor ENDIPE C. M. G. Geraldi VII A.Varani VII A. Varani VIII C. M. G. Geraldi VIII A. Dickel VIII E. M. de A. Pereira IX C. M. G. Geraldi; M. da G. M. Messias; M. D. S. Guerra IX E. M. de A. Pereira X S. de Campos; F. C. Castro X Quadro 6 - Grupo 3: Corinta Geraldi
O grupo representado por Corinta Maria Grisolia Geraldi foi o que mais se destacou em relação ao número de trabalhos — nove — e à distribuição nos quatro eventos. Nenhum dos trabalhos correspondeu à modalidade simpósio. Esse grupo também apresenta uma expressiva quantidade de autores das Ciências Humanas e Sociais, sendo bem representativo das tendências baseadas no materialismo histórico-dialético, especialmente até o VIII ENDIPE, e nos estudos da teoria crítica e
da pós-modernidade no X ENDIPE. Já no IX ENDIPE, apenas M. Thiollent é referenciado. A. Nóvoa, J. Elliott, L. Stenhouse, K. Zeichner, D. Schön, K. Lewin, S Kemmis, P. Freire e a própria C. Geraldi foram os mais indicados. Interessante destacar que, até o IX ENDIPE, do grupo dos autores estrangeiros da educação e da formação do professor pesquisador, somente A. Nóvoa foi apontado.
Autor ENDIPE L. M. Giovanni VIII A. J. Marin IX M. H. G. F. Dias-da-Silva X L. M. Giovanni X A. J. Marin; M. R. Guarnieri X Quadro 7 - Grupo 4: Alda Junqueira Marin
Com cinco trabalhos distribuídos nos VIII, IX e X ENDIPEs, sendo um da modalidade simpósio, o grupo representado por Alda Junqueira Marin foi o que mais apresentou recorrência a autores diferentes na área da educação e da formação do professor pesquisador. Aos já recorrentes A. Nóvoa, P. Perrenoud, J. Elliott, K. Zeichner, A. P. Gómez, P. Demo, M. André, M. Lüdke somam-se M. Fullan, A Hargreaves, S. Oja, L. Smulyan, K., Sirotinik, R. W. Clark, H Giroux, A. Lieberman e as próprias autoras desse grupo. Singularmente, há uma introdução de autores não usados nos demais trabalhos, o que sugere uma variação positiva para diálogos mais ampliados. Autor ENDIPE E. Garrido et al. IX L. M. S. Aboud et al. IX T. R. C. Bacchini et al. IX M. de F. B. Abdalla; S. M. Junqueira IX M. do S. L Lima; P. C. Sbrogio IX J. E. Pereira IX S. G. Pimenta; E. Garrido, M. O. Moura X
Por fim, com seis trabalhos concentrados no IX e um no X ENDIPE, o grupo representado por Selma Garrido Pimenta referencia muitos dos autores já apontados, como A. Nóvoa, K. Zeichner, P. Perrenoud e D. Schön. O grupo marca com ênfase os autores J. Kincheloe e a própria S. G. Pimenta. Particularmente, há uma pequena quantidade de indicações de autores brasileiros nesses trabalhos.
Em síntese, pode-se dizer que, com a significativa amostra de 30 trabalhos concentrada em cinco possíveis grupos, mapeou-se um quadro complementar às caracterizações anteriores. Inclusive, olhar esses trabalhos pelos indicadores aqui já apontados, como tipo de autoria, abordagem metodológica e locus de realização ou mesmo outros, enriqueceriam as análises. A opção pela distribuição e pelo uso das referências teóricas buscou captar os sinais das tendências e direções que os trabalhos vêm assumindo na trajetória dos ENDIPEs e apenas introduz as discussões.
Embora a análise sobre esses grupos tenha apontado referências outras que detalham mais a “vida” dos trabalhos, não se visualizaram diferenças que mudassem as perspectivas teóricas e as possíveis tendências identificadas. Eles foram representativos dos autores já registrados como recorrentes e de algumas singularidades na organização da produção. Com esse procedimento, viu-se mais claramente o movimento interno da base teórica dos trabalhos, ou seja, o jogo de entrada e saída de autores, ênfases e preferências.
Com as suas especificidades, eles se somam e apresentam uma composição que vem constituindo o que, neste trabalho, se denominou de repertório de conhecimentos sobre a relação pesquisa, formação do professor e prática pedagógica, a partir dos ENDIPEs.
4 A PRODUÇÃO ACADÊMICA SOBRE O PROFESSOR PESQUISADOR NOS