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Fra nasjonale kultursymboler til natur og landskaper

5. De norske verdensarvstedene

5.1. Fra nasjonale kultursymboler til natur og landskaper

Sim. Coninuei na UDN até o Parido Socialista ser undado, em

1 947.

Sou membro do diretório nacionl do Par­ ido Socilista até hoje. Embora não tenha militãncia poíica, coninuo sendo reconduzido ao diretóio, talvez pelo fato de ser um dos únicos undadores vivos. Há outro fundador vivo,Joel

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Silveira, que ambém assina a ata de fundação. Rubem Braga também assinava. Faleceu no ano passado. O Parido Socialista está hoje no poder dos que o dirigem por nossa causa. Quando

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se reconsituíram os pidos depois do movimento militar, em relação ao B, por exemplo, havia duas correntes que dis­

putavam a sigla: uma do eonel Brizola e outra da Ivete Vargas.

An,

o ribunal concedeu-a à Ivete, porque ela inha precedên­ cia no pedido de registro. Em relação ao Parido Socialista, esta­ va acontecendo a mesma coisa: um grupo de São Paulo havia requeido o reisro, e o grupo do anigo Parido Socialista, com Jamil Haddad à frente, só requereu depois.

A

expectaiva era que fosse concedido o registro ao grupo de São Paulo, por cau­ sa da precedência do pedido.

A

situação mudou porque i cha­ mado e interferi.

A

lei permiia a reconsituição do parido que já ivesse exisido. Na condição de fundador, convidei Rubem Braga e Joel Silveira, e formulamos um requerimento ao ri­ bunal para reconstituir o Parido Socialista. Não era, portanto, igual ao caso anterior de precedência de requerimento, ocorrido com o B. Havia uma condição diferente, que era a de sermos

detentores do ítulo de fundadores e estarmos pedindo a re­ consituição do anigo parido, e não o registro de um parido novo. Nosso parido é o que vem de

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e por isso obteve o reisro.

NOTAS

Francesco Carnra (1805-1888) é considerado um dos mais notáveis penalistas de todos os tempos. Com sua obra principal, Programa dei

Corso de

Din'to

Criminale (1867-1 880), ofereceu a mais exausiva exposição da ciência penal segundo a escola clássica.

Léon Blum (1872-1950) presidiu, de junho de 1936 a junho de 1937, o primeiro goveno da Frente Popular, coalizão dos paridos de esquerda que manteve o poder na França até abril de 1938.

Álvaro Francisco de Sousa, comandante da companhia de metralha­ doras do 3° I, sediado na Praia Vermelha, assumiu o comando da re­ volta junto com os capitães Aildo Barata e José Leite Brasil, e fez parte da junta revolucionária que recebeu a mensagem do general Eurico Dura conclamando os revoltosos à rendição toal, Tal como Benedito de Car­ valho, foi condenado, m maio de 1937, a dez anos de prisão. Ver

D.BB,

op. cito

Ver Honorato Himalaia Virgulino, Denúncia dos cabeças da revolução de 27 de nOl!embro de 1935 (Rjo de Janeiro, Imprensa Nacional, 1938), Denún­ cia dos co-réus que pegaram em aJas na revolução de 27 de novembro de 1935 (Rio de Janeiro, Imprensa Naional, 1936) e Razões finais da Procuradoria do

T

ri­ bunal de Segurança Naiona4 no processo mne contra os co-réus da revolução de 27 de novembro de 1935) que pgaram em armas (Rio de Janeiro, Imprensa Naci­ onal, 1937).

Referência ao Decreto-Lei nO 88, de 20 de dezembro de1937 (ver nota 9 do capítulo anterior).

Alfred Dreyfus (1 859-1935), oicial francês, foi condenado, em dezem­ bro de 1894, por um conselho de guerra, sob a acusação de ter passado informações ao adido militar alemão em Paris, e foi deportado para a Guiana Francesa, Em 1 894 descobriu-se gue o verdadeiro culpado era n

oicial do Estado-Maior francês, mas mesmo assim o Exército francês decidiu não rever o processo, provocando intensa reação da opinião pú­ blica, que se dividiu entre dreyfusistas e anidreyfusistas, Apenas em 1906 a Corte de Cassação reabilitou Dreyus, nomeando-o chefe de batalhão e agraciando-o com a Legião de Honra, Para maiores informações, ver Jean­ Denis Bredn, O caso DrYfus (São Paulo, Scritta, 1995). Ver também a carta em defesa de Dreyus que Rui Barbosa enviou ao Jonal do Coméio em 7 de janeiro de 1895, inaugurando a série de cartas publicadas durante seu exHio em Londres: "O processo do capitão Dreyfus", em Carlas da

I

ngla­ terra (Rio de Janeiro, .inistério da Educação e Saúde, 1946; Obras com­ pletas de Rui Barbosa, v, XIII, tomo 1),

o SALÃO DOS PASSOS PERDIDOS

Sebasião José Naves e Joaquim Naves Rosa foram acusados de as­ sassinar seu sócio Benedito Pereira Caetano, comerciante em Araguari IIG) desaparecido em novembro de 1937, para se apoderarem de 90 l cruzeiros. Presos, foram torturados e obrigados a confessar o crime. Duas vezes absolvidos, no terceiro julgamento foram contudo condenados a

25 anos e seis meses de prisão. Em 1946, após terem cumprido oito anos,foram postos em liberdade condicional. Afinal o processo foi anu­ lado, em unção do reaparecimento de Benedito Pereira Caetano. Ver João Alam' Filho, O caso dos irmãos Naes: o erro judiário de Araguari (São Paulo, Círculo do Livro, s. d.) e Lasinha Luís Carlos, Erros judiiários São Paulo, Vaner Bicego - Editora Sào Paulo, s. d.).

o Ato Institucional nO 5, de 13 de dezembro de 1968, foi o mais drás­ tico de todos os atos insitucionais até então editados pelo regime militar instaurado m 1964. Autorizava o presidente da República, enre ouras medidas, a decretar o recesso dos órgãos legislaivos, a cassar mandatos eleivos, a suspender por dez anos os direitos políicos de qualquer cida­ dão e a suspender a garania de habes-corpus. Ver DHBB, op. cito

,

Honório de Freitas Guimarães (1902-1968), pertencente a na fanú­ lia de fazendeiros do estado do Rio de Janeiro, ingressou no PCB m ins de 1931, passou a integrar o secretariado nacional do parido no início de

1934, e, a partir de julho, o comitê central. Com a prisão dos membros da direçào do peB, assDu, durante alguns meses de 1936, a secretaria geral do parido. Fugiu para a Europa em 1937, voltou em 1939 e no ano se­ guinte foi preso e mandado para a ilha Grande, onde ficou até a anistia de

1945. Ver DHBB, op. cit.

Maurice Garçon, advogado francês nascido em 1889, escreveu várias obras sobre a história e a eloqüência judiciárias. Entre elas estão: Procb

somb"J (1950), Hisfoi" de a

jsie

SOUJ a Ile publique (1957) e L'aocaf ef

a morale (1963). Foi membro da Academia Francesa de Leras (1946).

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Tal como no caso João Mangabeira, Antônio Pereira Braga negou-se a julgar o processo contra o jornal O Estado de S. Pat/lo, acusado, em 1938,

de conspiração contra o governo federal, na qual estariam envolvidos Armando Sales, Otávio Mangabeira e Paulo Nogueira Filho.

"

Raul Campelo Machado atuou como relator no julgamento dos prin- cipais acusados, realizado em maio de 1937, e como juiz no swnário de culpa de Pedro Ernesto.

3 Frederico Barros Barreto (1895-1969) bacharelou-se pela Faculdade de

Direito do Rio de Janeiro em dezembro de 1915. Juiz da Justiça Eleito­ ral, foi nomeado, em 28 de novembro de 1935, no dia seguinte ao do levante comunista, juiz responsável pela aplicação do estado de sítio no Disrito Federal. m setmbro de 1936, foi designado presidente do TSN

e, m dezembro do ano seguinte, tornou-se desembargador do Tribunal

de Apelação do D. Em maio de 1939, entrou para o STF, onde perma­ neceu até 1963, quando se aposentou. Foi presidente do STF de 1960 a

1962. Ver DHBB, or.cir.

"

Referência ao Decreto-Lei nO 88, de 20 de dezembro de 1937 (ver nota

9 do capítulo anterior).

5 m 2 de dezembro de 1937, Vargas decretou a dissoluçào dos par­

tidos políicos, aí se incluindo a Ação lntegrahsta Brasileira (AIS). Nos primeiros meses de 1938, o goveno reprimiu com vigor as aidades integralistas, dissolvendo seus núcleos, proibindo sua propaganda e fechando seus jornais. Em 1 1 de março desse ano, houve a primeira tentaiva fracassada de golpe chefiada pelo médico Belmiro Valverde no Distrito Federal e no estado do Rio. A conspiração recomeçou logo a se­ guir, com o apoio de militares que não pertenciam à AIB, como () coronel Euclides de Figueiredo, o general José Maria de Castro Júnior e o tenente Severo Fournier. O assalto ao palácio Guanabara em 1 1 de maio fracas­ sou, e cerca de 1 .500 integralistas foram presos só no Rio de Janeiro. Plínio Salgado, o principal líder da AlB, foi excluído do processo, e se exilou em Portugal m 1939. Foumier foi condenado a dez anos de pri­

sào e morreu tuberculoso na cadeia. Para mais infonnações, ver Helgio Trindade,

Integralismo (o fasJmo brasileiro na década de 30)

(São Paulo,Difel; Porto Alegre, UFRGS, 1979) .

Agildo da Gama Barata Ribeiro (1905-1968), depois de participar ai- vamente da Revolução de 1930, já no ano seguinte começou a divergir dos rumos seguidos pelo governo prm-;sório de Getúlio Vargas. Ingres­ sou no PCB em fevereiro de 1935 e em 27 de novembro comandou o levante do 3° Regimento de Infantaria, na Praia Vermelha, no Rio de Ja­ neiro. Preso no mesmo dia, permaneceu dez anos na cadeia, até a anisia de abril de 1945. Ver DHBB, 0r. cit

"

Rodolfo Ghioldi, membro do Parido Comunista Argentino desde os anos 1910 e do comitê executivo da Internaóonal Comunista, foi mandado ao Brasil m 1934, do mesmo modo que Harry Berger, com a

missào de orientar a aruação do PCB. Aqui chegando em abril de 1935,

paricipou da coordenação da revolta comunista de novembro, foi preso

m janeiro de 1936 e condenado pelo TSN, em maio de 1937, a quaro

anos e quaro meses de pnúo. Ver DHBB, op. cit.

Augusto Pinto Lima (1874-1944) bacharelou-se pela Faculdade de Direito do io de Janeiro em 1894 e aí lecionou economia poliica. Em

1893 fundou junto com Cândido Mendes de Almeida a Sociedade de Assistência e Antropologia Criminal, que conribuiu para a organizaçào judiciária no Rio de Janeiro. Presidente da OAB em 1944, nunca exerceu função pública, por ser monarquista. Va

Expruidentes do Instituto dos

o SALÃO DOS PASSOS PERDIDOS

Advogados Brasileiros desde Monteflma - traos biogricos

(Rio de Janeiro,