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Konsekvenser for deltidsarbeiderne og deres familier

In document Frivillig deltid – en privatsak? (sider 95-99)

Em m anuel 2 3 2 – Em m at éria de conhecim ent o, onde poderem os localizar a m aior necessidade do

hom em ?

- Com o nos t em pos m ais recuados das civilizações m ort as, t em os de reafirm ar que a m aior necessidade da criatura hum ana ainda é a do conhecim ento de si m esm a.

2 3 3 –Por que razão o hom em da Terra tem sido tão lento na solução do problem a do

seu conhecim ento próprio?

- I sso é explicável. Som ente agora, a alm a hum ana poderá ensim esm ar- se o bastante para com preender as necessidades e os escaninhos da sua personalidade espiritual.

Antigam ente a existência do hom em resum ia- se na luta com as forças externas, de m odo a criar um a lei de harm onia entre ele próprio e a natureza terrestre. Muitos séculos decorreram para enfrentar os perigos com uns. A organização da t ribo, da fam ília, das t radições, das experiências colet ivas, exigiu m uit os séculos de luta e de infortúnios dolorosos. A ciência das relações, o aproveitam ento das forças m ateriais que o rodeavam , não requisitaram m enor porção de tem po. Agora, porém , nas culm inâncias da sua evolução física, o hom em não necessitará preocupar- se, de m odo tão absorvente, com a paisagem que o cerca, razão pela qual t odas as energias espirit uais se m obilizam , nos t em pos

m odernos, em torno das criaturas, convocando- as ao sagrado conhecim ento de si m esm as, dentro dos valores infinit os da vida.

2 3 4 –Que dizer dos que propugnam leis para o bem - estar social, por processos

m ecânicos de aplicação sem atender à ilum inação espirit ual dos indivíduos?

- Os estadistas ou condutores de m ultidões, que procuram agir nesse sentido, em pouco tem po caem no desencanto de suas utopias políticas e sociais.

A harm onia do m undo não virá por decretos, nem de parlam entos que caracterizam sua ação por um a força excessivam ente passageira. Não vedes que o m ecanism o das leis hum anas se m odifica todos os dias? Os sistem as de governo não desaparecem para dar lugar a outros que, por sua vez, terão de renovar- se com o transcorrer do tem po? Na atualidade do planeta, tendes observado a desilusão de m uitos utopistas dessa natureza, que sonharam com a igualdade irrestrita das criaturas, sem com preender que, recebendo os m esm os direitos de trabalho e de aquisição perante Deus, os hom ens, por suas próprias ações, são profundam ente desiguais entre si, em inteligências, virtude, com preensão e m oralidade.

O hom em que se ilum ina conquista a ordem e a harm onia para si m esm o. E para que a coletividade realize sem elhante aquisição, para o organism o social, faz- se im prescindível que todos os seus elem entos com preendam os sagrados deveres de auto- ilum inação.

2 3 5 –Há out ras fontes de conhecim ento para a ilum inação dos hom ens, além da

const it uída pelos ensinam entos divinos do Evangelho?

- O m undo está repleto de elem entos educativos, m orm ente no referente às t eorias nobilit ant es da vida e do hom em , pelo t rabalho e pela edificação das faculdades e do caráter.

Mas, em se tratando de ilum inação espiritual, não existe fonte algum a além da exem plificação de Jesus, no seu Evangelho de Verdade e Vida.

Os próprios filósofos que falaram na Terra, antes d’Ele, não eram senão em issários da sua bondade e sabedoria, vindos à carne de m odo a preparar- lhe a lum inosa passagem pelo m undo das sobras, razão por que o m odelo de Jesus é definit ivo e único para a realização da luz e da verdade em cada hom em . 2 3 6 –Com o interpretar a ansiedade do proselit ism o espírit a, em m at éria de

fenom enologia, ant e essa necessidade de ilum inação?

- Os espiritistas sinceros devem com preender que os fenôm enos acordam a alm a, com o o choque de energias externas que faz despertar um a pessoa adorm ecida; m as som ente o esforço opera a edificação m ora, legítim a e definitiva.

É um a extravagância de conseqüências desagradáveis, atirar- se alguém à propaganda de um a idéia sem haver fortalecido a si m esm o na seiva de seus princípios enobrecedores. O espiritism o não constitui um a escola de leviandade. I dentificado com a sua essência consoladora e divina, o hom em não pode acovardar- se ante a intensidade das provações e das experiências. Grandes

erros praticariam as entidades espirituais elevadas, se prom etessem aos seus am igos do m undo um a vida fácil e sem cuidados, solucionando- lhes todos os problem as e entregando- lhes a chave de todos os estudos.

É egoísm o e insensatez provocar o plano invisível com os pequeninos caprichos pessoais.

Cada estudioso desenvolva a sua capacidade de trabalho e de ilum inação e não guarde para outrem o que lhe com pete fazer em seu próprio benefício.

O Espiritism o, sem Evangelho, pode alcançar as m elhores expressões de nobreza, m as não passará de atividades destinadas a m odificar- se ou desaparecer, com o todos os elem entos transitórios do m undo. E o espírita que não cogitou da sua ilum inação com Jesus- Cristo, poder ser um cientista e um filósofo, com as m ais elevadas aquisições int elect uais, m as est ará sem lem e e sem roteiro no instante da tem pestade inevitável da provação e da experiência, porque só o sentim ento divino da fé pode arrebatar o hom em das preocupações inferiores da Terra para os cam inhos suprem os d os param os espirituais.

2 3 7 –Existe diferença entre doutrinar e evangelizar?

- Há grande diversidade entre am bas as tarefas. Para doutrinar, basta o conhecim ento intelectual dos postulados do Espiritism o; para evangelizar é necessária a luz do am or no íntim o. Na prim eira, bastarão a leitura e o conhecim ento, na segunda, é preciso vibrar e sentir com o Cristo. Por estes m otivos, o doutrinador, m uit as vezes não e senão o canal dos ensinam entos, m as os sinceros evangelizados serão sem pre o reservatório da verdade, habilit ado a servir às necessidades de out rem , sem privar- se da fort una espiritual de si m esm o.

2 3 8 –Para acelerar o esforço de ilum inação, a Hum anidade necessitará de

determ inadas inovações religiosas?

- Toda inovação é indispensável, m esm o porque a lição do Senhor ainda não foi com preendida. A cristianização das alm as hum anas ainda não foi além da prim eira etapa.

Alguns séculos antes de Jesus, o plano espiritual, pela boca dos profetas e dos filósofos, exortava o hom em do m undo ao conhecim ento de si m esm o. O Evangelho é a luz int erior dessa edificação. Ora, som ente agora a criatura terrestre prepara- se para o conhecim ento próprio através da dor; portanto, a evangelização da alm a coletiva, para a nova era de concórdia e de fraternidade, som ente poderá efetuar- se, de m odo geral, no terceiro m ilênio.

É certo que o planeta j á possui as suas expressões isoladas de legítim o evangelism o, raras na verdade, m as consoladora e lum inosas. Essas expressões, porém , são obrigadas às m ais altas realizações de renúncia em face da ignorância e da iniqüidade do m undo. Esses apóstolos desconhecidos são aquele “ sal da Terra” e o seu esforço divino será respeitado pelas gerações vindouras, com o os sím bolos vivos da ilum inação espiritual com Jesus- Cristo, bem - aventurados de seu Reino, no qual souberam perseverar até o fim .

Da Obra “ O CONSOLADOR” – Espírito: EMMANUEL – Médium : FRANCI SCO CÂNDI DO XAVI ER Digitado por: Lúcia Aydir.

V

EVOLUÇÃO

Em m anuel

DOR

2 3 9 –Entre a dor física e a dor m oral, qual das duas faz vibrar m ais profundam ent e o

espírit o hum ano?

- Podem os classificar o sofrim ento do espírito com o a dor- realidade e o torm ento físico, de qualquer natureza, com o a dor- ilusão.

Em verdade, toda dor física colim a o despertar da alm a para os seus grandiosos deveres, sej a com o expressão expiatória, com o conseqüência dos abusos hum anos, ou com o advertência da natureza m aterial ao dono de um organism o. Mas, toda dor física é um fenôm eno, enquanto que a dor m oral é essência. Daí a razão por que a prim eira vem e passa, ainda que se faça acom panhar das transições de m orte dos órgãos m ateriais, e só a dor espiritual é bastante grande e profunda para prom over o lum inoso trabalho do aperfeiçoam ento e da redenção.

2 4 0 –De algum m odo, pode- se conceber a felicidade na Terra?

- Se todo espírito tem consigo a noção da felicidade; é sinal que ela existe e espera as alm as em algum a parte.

Tal com o sonhada pelo hom em do m undo, porém , a felicidade não pode existir, por enquanto, na face do orbe, porque, em sua generalidade, as criaturas hum anas se encontram intoxicadas e não sabem contem plar a grandeza das paisagens exteriores que as cercam no planeta. Contudo, im porta observar que é no globo terrestre que a criatura edifica as bases da sua ventura real, pelo t rabalho e pelo sacrifício, a cam inho das m ais sublim es aquisições para o m undo divino de sua consciência.

2 4 1 –Onde o m aior auxílio para nossa redenção espiritual?

- No trabalho de nossa redenção individual ou coletiva, a dor é sem pre o elem ento am igo e indispensável. E a redenção de um Espírito encarnado, na Terra, consiste no resgate de todas as dívidas, com a conseqüente aquisição de valores m orais passíveis de serem conquistados nas lutas planetárias, situação essa que eleva as personalidades espiritual a novos e m ais sublim es horizontes na vida no I nfinit o.

- O Evangelho não podia trazer os cenários do riso m ascarado do m undo, m as a verdade é que todas as lições do Mestre Divino foram efetuadas nas paisagens da m ais perfeita alegria espiritual.

Sua prim eira revelação foi nas bodas de Canaã, entre os j úbilos sagrados da fam ília. Seus ensinam ent os, à m argem das águas do Tiberíades, desdobraram - se entre criaturas sim ples e alegres, fortalecidas na fé e no trabalho sadio. Em Jerusalém , cont udo, j unt o das hipocrisias do Tem plo, ou em face dos seus algozes em pedernidos, o Mestre Divino não poderia sorrir, alentando a m entira ou desenvolvendo os m étodos da ingratidão e da violência.

Eis por que, em seu am biente natural, toda a história evangélica é sem pre um poem a de luz, de am or, de encantam ento e de alegria.

2 4 3 –Todos os Espírit os que passaram pela Terra t iveram as m esm as caract eríst icas

evolut ivas, no que se refere ao problem a da dor?

- Todas as entidades espirituais encarnadas no orbe terrestre são Espíritos que se resgatam ou aprendem nas experiências hum anas, após as quedas do passado, com exceção de Jesus- Cristo, fundam ento de toda a verdade neste m undo, cuj a evolução se verificou em linha reta para Deus, e em cuj as m ãos angélicas repousa o governo espiritual do planeta, desde os seus prim órdios. 2 4 4 –Exist em lugares de penit ência no plano espiritual? E acaso poderá haver

sofrim ent o et erno para os Espíritos inveterados no erro e na rebeldia?

- Considerando a penitência em sua feição expiat ória, exist em num erosos lugares de provações na esfera para vós invisíveis, destinados à regeneração e preparo de entidades perversas ou renitentes no crim e, a fim de conhecerem as prim eiras m anifest ações do rem orso e do arrependim ent o, et apas iniciais da obra de redenção.

Quanto à idéia do sofrim ento eterno, se houvesse Espíritos eternam ente inveterados no crim e, haveria para ele um sofrim ento continuado, com o o seu próprio erro. O Pastor, porém , não quer se perca um a só de suas ovelhas. Dia virá em que a consciência m ais denegrida experim entará, no íntim o, a luz radiosa da alvorada de Seu am or.

2 4 5 –Se é j usto esperarm os no decurso do nosso roteiro de provações na Terra, por

determ inadas dores, devem os sem pre cultivar a prece?

- A lei das provas é um a das m aiores instit uições universais para a distribuição dos benefícios divinos.

Precisais com preender isso, aceitando todas as dores com nobreza de sentim ento.

A prece não poderá afastar os dissabores e as lições proveitosas da am argura, constantes do m apa de serviços que cada Espírito deve prestar na sua tarefa terrena, m as deve ser cultivada no íntim o, com o a luz que se acende para o cam inho tenebroso, ou m antida no coração com o o alim ento indispensável que se prepara, de m odo a satisfazer à necessidade própria, na j ornada longa e

difícil, porquant o a oração sincera est abelece a vigilância e const it ui o m aior fator de resistência m oral, no centro das provações m ais escabrosas e m ais rudes.

Da Obra “ O CONSOLADOR” – Espírito: EMMANUEL – Médium : FRANCI SCO CÂNDI DO XAVI ER Digitado por: Lúcia Aydir.

PROVAÇÃO

Em m anuel 2 4 6 –Qual a diferença entre provação e expiação?

- A provação é a luta que ensina ao discípulo rebelde e preguiçoso a estrada do trabalho e da edificação espiritual. A expiação é a pena im posta ao m alfeitor que com ete um crim e.

2 4 7 –A lei da prova e da expiação é inflexível?

- Os tribunais da j ustiça hum ana, apesar de im perfeitos, por vezes não com utam as penas e não beneficiam os delinqüentes com o “ sursis” ?

A inflexibilidade e a dureza não exist em para a m isericórdia divina, que, conform e a conduta do Espírito encarnado, pode dispensar na lei, em benefício do hom em quando a sua existência j á dem onstre certas expressões do am or que cobre a m ultidão dos pecados.

2 4 8 –Com o se verifica a queda do Espírit o?

- Conquistada a consciência e os valores racionais, todos os Espíritos são invest idos de um a responsabilidade, dent ro das suas possibilidades de ação; porém , são raros os que praticam seus legítim os deveres m orais, aum entando os seus direit os divinos no pat rim ônio universal.

Colocada por Deus no cam inho da vida, com o discípulo que term ina os estudos básicos, a alm a nem sem pre sabe agir em correlação com os bens recebidos do Criador, caindo pelo orgulho e pela vaidade, pela am bição ou pelo egoísm o, quebrando a harm onia divina pela prim eira vez e penetrando em experiências penosas, a fim de rest abelecer o equilíbrio de sua exist ência.

2 4 9 –A queda do Espírit o som ente se verifica na Terra?

- A Terra é um plano de vida e de evolução com o outro qualquer, e, nas esferas m ais variadas, a alm a pode cair, em sua rota evolutiva, porquanto precisam os com preender que a sede de todos os sentim entos bons ou m aus, superiores ou indignos, reside no âm ago do espírito im perecível e não na carne que se apodrecerá com o tem po.

- Na provação coletiva verifica- se a convocação dos Espíritos encarnados, participantes do m esm o débito, com referência ao passado delituoso e obscuro. O m ecanism o da j ustiça, na lei das com pensações, funciona então espontaneam ente, através dos prepostos do Cristo, que convocam os com parsas na dívida do pretérito para os resgates em com um , razão por que, m uit as vezes, int it ulais, “ doloroso acaso” , as circunstâncias que reúnem as criat uras m ais díspares no m esm o acident e, que lhes ocasiona a m ort e do corpo físico ou as m ais variadas m utilações, no quadro dos seus com prom issos individuais.

2 5 1 –A incredulidade é um a provocação?

- O at eísm o ou incredulidade absolut a não exist e, a não ser no j ogo de palavras dos cérebros desesperados, nas teorias do m undo, porque, no ínt im o, t odos os Espíritos se identificam com a idéia de Deus e da sobrevivência do ser, que lhes é inata. Essa idéia superior pairará acim a de todos os negativism os e sairá vitoriosa de todos os decretos de força que se organizam nos Estados terrenos, porque constitui a luz da vida e a m ais preciosa esperança das alm as.

2 5 2 –Som ente se recebe a ofensa a que se fez j us no cum prim ent o das provas? E

considerando a intensidade dessa ou daquela provação, poderá alguém reencarnar fadado ao suicídio e ao crim e?

- Receberem os a dor de acordo com as necessidades próprias, com vistas ao resgate do passado e à situação espirit ual do fut uro.

No capítulo da ofensa, quando a recebem os de alguém que se encontra dentro do nosso nível de com preensão e do plano evolutivo, é certo que se trata de provação bem am arga, indispensável ao nosso processo de regeneração própria.

Existem , porém , no m undo, as pedradas da ignorância e da m á- fé, partidas dos sentim entos inferiores e convém que o cristão estej a preparado e sereno, de m odo a não recebe- las com sensibilidade doent ia, m as com o propósit o de trabalho e esforço próprio, conhecendo que as m esm as fazem parte do seu plano de vida tem porária, aonde veio para se educar, colaborando ao m esm o tem po na educação de seus sem elhantes.

Relativam ente ao suicídio é oportuno repetir que a obra de Deus é a do am or e do bem , de todos os planos da vida, e devem os reconhecer que, se m uitos Espíritos reencarnam com a prova das tent ações ao suicídio e ao crim e, é porque esses devem agir com o alunos que, havendo perdido um a prova em seu curso, voltam ao estudo da m esm a no ano seguinte, até obterem conhecim ento e superioridade na m atéria. Muitas alm as efetuam a repetição de um m esm o esforço e, por vezes, sucum bem na luta, sem perceberem a necessidade de vigilância, sem que possam os, de m odo algum , im putar a Deus o fracasso de suas esperanças, porque a Providência Divina concede a todos os seres as m esm as oport unidades de t rabalho e de habilit ação.

Da Obra “ O CONSOLADOR” – Espírito: EMMANUEL – Médium : FRANCI SCO CÂNDI DO XAVI ER Digitado por: Lúcia Aydir.

VI RTUDE

Em m anuel 2 5 3 –A virtude é concessão de Deus, ou é aquisição da criatura?

- A dor, a luta e a experiência constituem um a oportunidade sagrada concedida por Deus às suas criaturas, em todos os tem pos; todavia, a virtude é sem pre sublim e e im orredoura aquisição do espírito nas estradas da vida, incorporada eternam ente aos seus valores, conquistados pelo trabalho no esforço próprio. 2 5 4 –Que é paciência e com o adquiri- la?

- A verdadeira paciência é sem pre um a exteriorização da alm a que realizou m uit o am or em si m esm a, para dá- lo a outrem , na exem plificação.

Esse am or é a expressão fraternal que considera todas as criaturas com o irm ãos, em quaisquer circunstâncias, sem desdenhar a energia para esclarecer a incom preensão, quando isso se torne indispensável.

É com a ilum inação espiritual do nosso ínt im o que adquirim os esses valores sagrados da t olerância esclarecida. E, para que nos edifiquem os nessa claridade divina, faz- se m ister educar a vontade, curando enferm idades psíquicas seculares que nos acom panham através das vidas sucessivas, quais sej am as de abandonarm os o esforço próprio, de adotarm os a indiferença e de nos queixarm os das forças exteriores, quando o m al reside em nós m esm os.

Para levarm os a efeito um a edificação tão sublim e, necessitam os com eçar pela disciplina de nós m esm os e pela continência dos nossos im pulsos, considerando a liberdade do m undo interior, de onde o hom em deve dom inar as correntes da sua vida.

O adágio popular considera que “ o hábito faz a segunda natureza” e nós devem os aprender que a disciplina antecede a espontaneidade, dentro da qual pode a alm a at ingir, m ais facilm ente, o desiderato da sua redenção.

2 5 5 –Devem os nós, os espirit ist as, prat icar som ent e a caridade espirit ual, ou t am bém

a m aterial?

- A divisa fundam ental da codificação kardequiana, form ulada no “ fora da caridade não há salvação” , é bastante expressiva para que nos percam os em

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