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Konklusjon

In document Kommunereformen på Øvre Romerike (sider 88-93)

S-A1: Então, tem a metragem, nesse primeiro que está aqui, sei lá, de repente pode ser / três quartos, né? Que geralmente é / o tipo de cômodo que `ce tem mais dentro de uma casa, sei lá, três quartos, três salas, sei lá, né? Oitenta metros, deve ser três quartos, né? Em oitenta metros quadrados,

P1: E W.C. S-A1: Certo? P1: Tem um W.C. S-A1: Uhm? P1: Esse W.C. ?

S-A1: Isso. W.C. que é o banheiro, ó lá, né? Water Closet lá prá banheiro. Então, `ce vai falar, o quê? Que você não sabe nada? Lá em baixo, dá prá saber quando isso aí foi

publicado? Dááá. Olha lá: vinte e nove / do oito / de mil novecentos e noventa e oito, não é? Aí, `ce fala assim: "Pô, mas até numa língua multi, o quê? O idioma, né? O alfabeto não é o mesmo que o meu, consegui tipo alguma coisa." Não é? Certo? Agora quer ver outro que é legal? É o próximo; a próxima página. Esse é ótimo. [E 24 fim] / / / Então, olha: "...o

sensível do corpo eleito como o novo locus conceptual, enquanto lugar das primeiras somações tímicas do sujeito, e onde a Semiótica procura legitimar a nova instância ab quo do sentido, é, a meu ver, impossível de prescindir aqui do conceito metapsicológico freudiano de 'pulsão'." Você entendeu alguma coisa? Não. Por quê eu não entendi nada? Porque eu não tenho conhecimento de mundo prá discutir um texto desse, ou seja, eu não sei na-da dessa área que me garanta, o quê? Me sentir bem / perante um texto desse. Então, é o MEU alfabeto, é a MINHA língua, é o MEU código lingüístico e eu não sei nada. Certo? Então, é prá mostrar prá ele, o quê? / Quee / no inglês `ce consegue tirar um monte de coisa, lá no japonês eu consigo tirar alguma coisa, agora aqui, tá aqui, ó, num texto em português que a gente não consegue entender nada. Por quê? Porque a gente não tem figurinha prá trocar com o texto, a gente não tem / conhecimento de mundo prá conversar com ele. Né? E aí que que `ce pergunta? Não: "e leia rapidamente o texto e responda rapidamente." Se é que dá prá ler isso daqui rapidamente, né? Impossível, né? Falar: "Qual o idioma do texto?" / Né? O conhecimento do idioma facilita a leitura, neste caso? / / Não: "Ó: Releia o texto com um pouco mais de cuidado e responda. Se você teve alguma dificuldade na compreensão, foi em relação ao vocabulário ou ao assunto?" Né? "Baseado nesta atividade, que conclusão você pode tirar em relação à leitura?" Aqui, é um bom exemplo de, da valorização, o quê? Desse conhecimento de mundo. Do quaan-to ele precisa ler, mas não é só / em inglês, não é só / o texto que a professora de português manda ler. Ele tem que ser, o quê? Uma pessoa engajada, curiosa, que vai em busca de informações. / Né? Certo? / Uma outra coisa em relação à leitura, lá na última página. // Aqui. / Eu tenho um

exemplo em inglês também. / Mas, aí eu pensei assim: "Ah, sei lá, prá fazer uma atividade com a primeira série, talvez fosse legal a gente fazer em português mesmo”. Por isso que eu coloquei em português, mas eu também tenho a versão em inglês. Se alguém quiser é só mandar um e-mail prá mim que eu mando prá vocês. / Então, olha lá, ó. Quando `ce olha uma coisa assim `ce fala assim, ó: "Meu Deus do céu! O que que é isso?" Só que a gente lê perfeitamente. Não é?: "De acordo com uma pesquisa de uma universidade inglesa, não importa em qual ordem as letras de uma palavra estão, a única coisa importante é que a primeira e última letras estejam no lugar certo." Aqui ó, não é c é s, tá? Na hora de arrumar aí, ó: "O resto", não é "o certo". É s no lugar desse c, "O resto pode ser uma total bagunça que você pode ainda ler sem problema. Isto é porque nós não lemos cada letra isolada, mas a palavra como um todo." Certo? Então, tá tudo em ordem trocada mas a gente consegue / ler. Prá ele perceber, o quê? Que basta que a primeira e a última estejam no lugar certo que a gente consegue / bater o olho e / explorar o que a língua casa, né? Que é um outro trabalho de lei, leitura legal prá gente fazer com eles. [E 7] O primeiro texto aí é

um texto em albanês. / / Bom, da-onde que eu tirei esse texto? Esse texto aqui / é dos cadernos lá de inglês instrumental da PUC. Aliás, esse é um material disponível prá professor. São vários. Tem mii-lhões de exercícios lá, né? [...]

ANEXO 2

• Formulações extraídas da primeira palestra: as representações sobre autor no imaginário de S- A1.

F1: “Então, quando a gente fez a proposta do material que ele tem essa cara seca, que é disciplina, foi pensando, o quê? Numa mudança, numa valorização do papel do professor, do material de inglês, nas aulas de inglês dentro do, do horário, ãh ..., pensando nos PCN's, pensando nos temas transversais. Então, tudo isso fez com que a gente, o quê? Chegasse à conclusão que ele deveria ter essa cara.”

F2: “Então, por quê trabalhar assim? Que a gente acredita, o quê? Que a língua inglesa, e não só inglesa, espanhol, francês, qualquer outra língua que eu acho que a escola se propõe a ensinar, é um avanço muito grande pro nosso aluno, ou seja, e-ele tá ampliando os horizontes dele, ele tá // vendo o mundo através, do quê? De um, de um outro olhar, de uma outra cultura, né?”

F3: “Então, enxergando mesmo uma linguagem como, o quê? Instrumento, ferramenta de ação no mundo. Mas não adianta falar que a linguagem é um instrumento, né? Ou uma ferramenta de ação no mundo se eu, o quê? Não fizer com que ele perceba que ela têm importância na vida dele. Por isso que a gente optou por essa metodologia, ou seja, a nossa abordagem do inglês, né?”

F4: “...eh, a gente não quer que em momento nenhum que o professor sinta, o quê? Porque ele usa, ele usa um ensino, um sistema de ensino, ele tá com uma camisa de força, não.” F5: “A gente quer que ele tenha liberdade de ação.”

F6: “As aulas são programadas, o quê? Sempre sobrando, entendeu? Sobrando aula.”

F7: “Agora, eu sei que as dificuldades, o quê? Que o professor tem no dia-a-dia, é como? Sala de aula numerosa... E outra coisa é, o quê? De estratégias para lidar com esse mundo, pra lidar com o material. Aliás, essas reuniões que a gente tem feito são justamente pra isso; pra gente tá discutindo, o quê? Quais são as melhores maneiras que a gente pode, né? Tá utilizando pra ter bom resultado com o pessoal, né?”

F8: “Outra coisa que a gente [bate as mãos] choca de frente com os estereótipos sociais, aí eu tô falando tanto do aluno, como do pai e às vezes até do coordenador e do diretor, é que todo mundo socialmente tem a visão, de quê? Saber uma língua é falar a língua. Todo mundo, né? E isso é um problema, né?”

F9: “Aí, tá dando um problemão lá na escola porque ele [professor nativo] não fala nada de português, e ele não consegue resolver, não consegue resolver os exercícios que são propostos pelo próprio material deles, entendeu? Então, essa é outra coisa que a gente, o quê? Tomou como base, pra poder fazer o material: a nossa habilidade lingüística, né? O foco, o nosso objetivo primordial, maior é trabalhar com a língua inglesa.”

F10: “Aí, então falam assim: "Então o material do SXE só pensa no vestibular?" Não. A gente trabalha com a leitura pensando, o quê? No nosso contexto que são, o quê? Trinta, quarenta, cinqüenta alunos em sala de aula, dependendo da escola.”

F11: “Entendeu? Então, o foco do nosso material não é trabalhar, o quê? O speaking. Não é. E isso acho que é uma coisa importante.”

F12: “E a gente fala, o quê? Que brigou com a mãe, que saiu atrasado, o que comeu no almoço. Então, é uma coisa muito restrita. Agora, quando a gente parte pro mundo da leitura, isso amplia gigantescamente, né? Então, eu falo pros meus alunos, eu falo assim: "Duvido que na hora do intervalo `ce vai discutir, o quê? A dívida externa da Argentina com o FMI, a dívida externa do Brasil com o FMI, do FMI, duvido, né? Eu duvido que ele vai discutir, o quê? Se o aluno vai, se é a favor ou contra,"Você é a favor da clonagem terapêutica?" Duvido que ele vai discutir isso, né? Então, essa é a nossa preocupação, ou seja, eh, de estarmos engajados, no quê? Na formação de um cidadão crítico, consciente e que tenha aí, um papel o quê? Presente, ativo e que contribui com isso.”

F13: “Então, só pra explicar um pouquinho de, da nossa filosofia. Agora, tudo isso`ces já viram. Certo? Mas é que tem gente aqui que nunca, né? Esteve numa reunião.”

F14: “Aliás, outra coisa, que eu não falei dele mas que assim, ele é fundamental pra mim e pra S-A2, o manual do professor, gente! No manual do professor a gente tem lá, o quê? Um pouco daquilo que a gente sonha, imagina e quer ter, ou seja, agora...”

F15: “Então, pra gente, é muito importante, o quê? Que o professor leia sim, né? Pra ele ficar com uma idéia do que, do que que a gente imaginou. Por que que aquilo lá não saiu bem assim. O quê que a gente espera que aconteça no trabalho com aquele texto, entendeu?” F16: “Eu acho que quando o professor, o quê? Não tem idéia de qual é a nossa filosofia, e-l-e trabalha do jeito que ele acha, que a cabeça dele lá pensa, elabora, entendeu? Prá al-guns, de repente, pode ser até um momento, o quê? De ex-tre-ma criação.”

F17: “Então, "Puxa vida! Eu tô aqui com esse abacaxi aqui na mão. Meu Deus! Como é que eu vou fazer isso funcionar?" Porque, né? Hoje em dia com a sociedade capitalista onde, o quê? Escola particular, se eu trabalhar bem e a escola gostar de mim, eu continuo, senão eu sei o que que vai acontecer comigo no ano, ou no final, né verdade?”

F18: “Agora, prá outros de repente ele se depara com aquilo e não sabe por onde começar. Então, eu acho que o manual prá alguns professores, ele é uma coisa importante e fundamental, `ce entendeu?”

F19: “Então, eu fico imaginando que de repente `ce deparar com um material, o quê? Uma proposta extensa como é a proposta nossa, eu acho que o professor pode ficar,assim, perdido, sabe? Sem saber por onde começar.”

F20: “Participação, engajamento, compo, compromisso, comportamento. Todos esses são, o quê? Fatores que são elencados aí na avaliação. Entendeu? Então, por exemplo, a postura

dele de aluno? É fator de avaliação. A participação dele enquanto aluno? É fator de avaliação. O número de tarefas que ele fez? É fator de avaliação. Tudo isso. Porque senão a gente não garante que todas essas coisas aqui aconteçam, de jeito nenhum.”

F21: “Então, eu acho assim, se eu enxergo avaliação enquanto pro-ces-so, eu sei a vida inteira daquele aluno.”

F22: “Quando a gente escreve aquele manual do professor onde a gente faz tooodas aquelas sugestões, não adianta sugerir aquilo se aquilo não vai acontecer. Então, tem que garantir que aquilo aconteça.”

ANEXO 3

Os novos donos

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