6.4 Innovasjon
6.4.4 Kompleksitet og innovasjon i organisasjoner
A coleta de dados, principalmente a aplicação do questionário, conforme foi programa do anteriormente aconteceu ao longo do primeiro semestre de 2013. A pesquisa bibliográfica vai ser realizada concomitantemente e englobará, além das teorias de autores específicos, uma revisão exploratória dos sites da ANPED e da CAPES, com o objetivo de averiguar o que já foi pesquisado, produzido e divulgado sobre este tema.
Mais diretamente, sobre a aplicação e coleta de dados empíricos, frisamos que as visitas acontecerão ao longo de um período de quatro meses. Primeiro foi necessário estabelecer um contato com as escolas e com os responsáveis pedagógicos, para que a investigação pudesse ter continuidade. Informamos que não foi no primeiro contato que conseguimos concretizar as visitas. De forma prévia foi necessária uma troca extensa de e- mails e de telefonemas, onde todas as informações foram repassadas para as escolas e as visitas, então, foram agendadas.
Salientamos que a primeira visita foi possível na escola particular selecionada. Uma das instituições mais receptivas, pois após o primeiro e-mail e após o primeiro contato por telefone já obtivemos permissão para visitar a escola e realizar a aplicação dos questionários. Em apenas uma tarde (uma visita apenas) conseguimos conversar com a responsável
pedagógica ao mesmo tempo que aplicamos o questionário em duas turmas de terceiros anos do Ensino Médio. Sendo que obtivemos o retorno do maior número de questionários (em comparação com o total das outras escolas); um total de sessenta e nove (69) questionários respondidos e válidos. Referente às outras escolas obtivemos exatamente trinta (30) questionários respondidos e válidos em cada uma delas (estadual e municipal). Em todas as escolas duas turmas foram visitadas.
Salientamos ainda que as três escolas foram muito receptivas e cooperaram de forma muita atenta para que a pesquisa fosse realizada. Os alunos também colaboraram e se mostraram muito prestativos, respeitosos e envolvidos com a pesquisa e com a pesquisadora. Assim, concluímos que nenhuma maior dificuldade foi percebida ao longo do processo.
3.5.1 Construção do instrumento de pesquisa
Para a construção do instrumento de pesquisa foi feita uma análise de quatro questionários já citados por autores investigados nesta pesquisa. O primeiro deles é o citado por Mark Bray (Anexo A) e que foi utlizado por Paviot (2007), o segundo e o terceiro foram retirados do livro Xplica (Anexo B e C), já citados anteriormente neste trabalho, e o quarto instrumento (Anexo D) foi retirado do trabalho dos alunos do programa de pós-graduação em Educação da PUCRS, material também já citado anteriormente. A partir da análise dessas diferentes ferramentas produzimos uma específica para a nossa investigação (Apêndice B).
O questionário específico dessa pesquisa conta com um cabeçalho, com as informações referentes às instituições cujo nome o pesquisador representa, no nosso caso a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, ainda uma introdução direcionada para o aluno, onde, primeiramente agradecemos o aluno pela colaboração e explicamos o tema de pesquisa, concluindo que as respostas dadas pelo aluno servirão para colaborar coma investigação e permitirão que alguns conceitos sejam desenvolvidos. Em seguida temos o questionário dividido em três panoramas: o primeiro com quatro questões, traça um panorama individual; o segundo, com quatro questões, também, pretende elaborar um panorama familiar; o terceiro momento do instrumento contém 18 questões, as quais objetivam traçar um panorama das aprendizagens dos alunos, incluindo a questão das aulas particulares, especialmente, e, por último, propomos uma questão aberta. Nesta, algumas linha são traçadas em branco e dedicam o espaço para o aluno expressar livremente a opinião desejada.
3.5.2 Pré-teste do instrumento de pesquisa
Com a finalidade de evidenciar possíveis falhas na redação (e mesmo na interpretação) das questões do instrumento de pesquisa, foi realizado o que chamamos de pré-teste do instrumento. Assim, respeitando os objetivos propostos pela presente investigação, realizamos o pré-teste do instrumento. Tendo como finalidade evidenciar possíveis falhas na elaboração das perguntas do questionário. Asseguramos, desta forma, a validade e a precisão no processo de coleta de dados. Tendo em vista:
[...] a) clareza e precisão dos termos; b) forma das questões;
c) desmembramento das questões; d) ordem das questões; e
e) introdução do questionário (GIL, 1987, p. 133)
O pré-teste foi aplicado no início de 2013, no começo do processo de coleta de dados. De maneira a tornar o processo investigativo o mais produtivo possível, fizemos o teste na primeira escola selecionada, ou seja, a instituição de ensino foi informada de que seria a primeira a receber a pesquisadora e o sue instrumento de pesquisa, assim sendo, serviria como forma de testar o questionário. Entendemos essa ser a forma de acelerar o processo. Caso alguma informação não estivesse bem elaborada, ela seria reformulada e escola revisitada. Caso contrário, os questionários seriam validados e a pesquisa poderia ter continuidade de uma forma produtiva. Analisados os resultados da primeira coleta de dados não foi necessário fazer nenhum ajuste nas questões e, em seguida, partimos para a continuação da investigação, a partir da visita em mais duas escolas.
3.5.3 Instrumento final
Conforme descrito, mais exaustivamente, no subcapítulo anterior (pré-teste do instrumento) não foi necessária nenhuma alteração pontual em nenhuma das vinte e sete questões do instrumento. Conforme uma primeira análise dos dados, da primeira escola visitada, na qual foram reunidos 70 questionários, nenhum problema na possibilidade de
respostas foi constatado. Apenas, através das perguntas feitas pelos alunos no momento de preenchimento do instrumento, verificamos uma certa dificuldade no preenchimento da questão de número sete, referente ao grau de instrução dos pais/responsáveis. A questão solicitava o preenchimento apenas do nível mais avançado de estudo dos pais/responsáveis, mas os alunos demonstraram dúvida sobre quantas alternativas deveriam marcar. Assim, nas outras duas escolas visitadas posteriormente, após a apresentação da pesquisadora para a turma foi realizada uma pequena explicação sobre a questão sete. Além disso, foi afirmado que qualquer dúvida, ao longo do preenchimento, poderia ser sanada junto à pesquisadora. O transcorrer do processo de coleta de dados foi muito produtivo, não encontrando grandes dificuldades no processo.