6 Drøfting
6.2 Kommunikasjonsstrategier
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Procedimento: Otimizar posição corporal do recém-nascido DEF --- Pág. 1 / 7 Revisão n.º Elaborado: Grupo de trabalho em equipa com GAPE. Abril 2014 Aprovado: Homologado: I. DQA.005.00 1. DESIGNAÇÃO
Otimizar posição corporal do recém-nascido (RN)
2. PADRÃO
Cuidados ao Doente (COP)
COP. 1 Politicas e procedimentos orientam a uniformização do cuidado a todos os pacientes. COP. 2 Existe um procedimento para integrar e coordenar o cuidado prestado a cada doente.
3. OBJECTIVO
Uniformizar os procedimentos relativos aos cuidados de enfermagem no que concerne à otimização da posição corporal do recém-nascido.
4. APLICAÇÃO / DESTINATÁRIOS Enfermeiros da área da Mulher e Criança
5. DEFINIÇÕES
No período pré-natal, o feto está constantemente rodeado pelas paredes uterinas, pelo que os movimentos ativos que ocorrem têm fronteiras bem definidas. A posição de descanso é em flexão, contida e orientada à linha média, tendo em conta a cabeça e extremidades.
As crianças prematuras tendem a assumir uma posição de extensão, assimétrica, com a cabeça totalmente lateralizada (geralmente para a direita), extremidades em abdução com rotação externa, estando todo o corpo de encontro a uma superfície plana constante (colchão). O posicionamento, afeta a organização neurocomportamental, o desenvolvimento músculo- esquelético e o funcionamento neuromotor dos RN internados. Assim, o posicionamento terapêutico promove o alinhamento estrutural normal e o controlo neuromotor necessário para que se processe a otimização do desenvolvimento das capacidades motoras e posturais (Hunter, 2010).
As crianças internadas correm maiores riscos de adquirir malformações relacionadas com o posicionamento por variadas razões, como seja: doença, debilidade, controlo motor imaturo, efeitos da gravidade, diversos tratamentos. Estes fatores encontram-se associados a imobilidade prolongada ou diminuição dos movimentos espontâneos.
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Destacam-se as seguintes malformações posicionais iatrogénicas e respetivas consequências no desenvolvimento das crianças:
Deformação assimétrica do crânio. Os Recém-nascidos, sobretudos os prematuros, têm os crânios finos e suaves pelo que podem apresentar um achatamento lateral ou occipital do crânio. Sempre que possível, deve-se incentivar o posicionamento “de barriga para brincar” como prevenção desta deformação, uma vez que possibilita o desenvolvimento muscular da cabeça, pescoço e ombros e aquisição de competências do motoras grossas adequadas à idade.
Torcicolos, curvatura lateral do tronco, preferência visual e funcional pela mão direita como resultado do posicionamento preferencial da cabeça para o lado direito, tanto em prematuros como RN de termo, mantendo 70 a 80% das vezes essa posição, quando em decúbito dorsal.
Extensão do pescoço e postura em arco frequentemente observadas em RN submetidos a ventilação invasiva ou não invasiva.
Hiperabdução e flexão dos membros superiores provocam uma rotação externa dos mesmos, resultando num posicionamento persistente em W. Mais tarde poderá haver interferência na competência para se posicionar na linha média.
Abdução das ancas, rotação externa dos membros inferiores ou aparência de pernas em posição de rã, como resultado da rotação externa dos membros inferiores quando o tronco e região pélvica estão nivelados sobre o colchão.
Assimetrias motoras relatadas em crianças pré-termo até 32 semanas de gestação ou pequenas para a idade gestacional ocorrem mais nestas crianças do que nos nascidos a termo mesmo após idade corrigida de 4 meses.
O posicionamento terapêutico deve ser realizado no sentido de prevenir úlceras de pressão para além de prevenir as deformidades.
Princípios do Posicionamento Terapêutico
Manter um alinhamento adequado do corpo (orientação à linha média, flexão e contenção);
Adequar suporte músculo-esquelético para promover o crescimento e desenvolvimento deste sistema;
Proporcionar conforto e segurança através da contenção e pressão facilitando o levar as mãos à face e/ou à boca para se auto-regular;
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Promover medidas de descanso.
Suportes de Posicionamento
Nome Características Tamanho
Rolos Dobráveis;
Mantêm a sua forma até serem reajustados.
o Pequeno RN < 1200 g; o Médio RN1200 g;
o Grande RN maiores (>1800
Ninhos Ajudam a promover a estabilidade;
O apoio para os pés (acolchoado e macio) e as alças ajustáveis facilitam o movimento enquanto mantêm a posição e flexão adequadas;
O peso do RN influencia a escolha do ninho.
o Extra pequeno: RN < 900 g; o Pequeno: RN 800 - 1350 g; o Médio: RN 1300 - 2250 g; o Grande: RN > 2250 g.
Rãs Auxiliar em forma de saco maleável que tem várias funcionalidades:
Auxiliar nos posicionamento;
Pode ser colocada à volta da cabeça, pescoço ou para posicionar uma extremidade
Pode ser usado como um “par de mãos” extra durante os procedimentos.
o N/A
Para-Quedas Sistema de suporte para RN que precisam de elevação; Pode ser usado em crianças com refluxo gástrico ou
problemas respiratórios;
o Grande e pequeno o Incubadoras e berço
Almofada de Elevação
Desenhada com o intuito de auxiliar a manter a posição de Decúbito Ventral, suportando o tronco e utilizando a força natural da gravidade;
A sua forma facilita o natural posicionamento dos ombros, a coordenação mão-boca e o alinhamento médio do tronco e cabeça.
o Extra pequeno: RN<800 g; o Pequeno: RN 800-1250 g; o Médio: RN 1250-2000 g; o Grande: RN2000 g.
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Oferece uma superfície de apoio e pode auxiliar no alívio da tensão causada pela imobilidade prolongada ou outras situações em que o reposicionamento frequente é contra-indicado.
o Redondas o Retangulares o Cunha
Considerações Clinicas e Desenvolvimentistas para o posicionamento (Hunter, 2010)
D
ECÚBITO
V
ENTRAL