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5. Avrenning av næringssaltene nitrogen og fosfor

6.1 Kilder og omfang

três variações de cores, sendo que quando colocada sobre fundos cujos Pantones fazem parte da marca gráfica original, esta passa a negativo, ou seja aberto a branco.

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9.7.1 Teste

de Perceção

Tal como no capítulo III, referente ao estudo de casos, para percebe-mos a eficácia da marca gráfica desenvolvida em termos de síntese e capacidade de reconhecimento e memorização foi realizado o teste de desfoque, que permite verificar se os elementos estrutu- rais se mantêm ou desaparecem.

Como mostra a figura 58 a marca gráfica desenvolvida mantem a legibilidade quer ao nível do símbolo quer o logótipo, apenas o descritivo perde a legibilidade. Mas como já foi referido anterior- mente o descritivo apenas estará incluído nos primeiros 2 anos de forma a implementar na comunidade local a nova marca gráfica.

Ao nível da redução ocorre o mesmo que no teste de desfoque, apenas o descritivo perde a legibilidade, uma vez que estamos pe- rante uma tipografia com uma grande força devido à sua espessu- ra, espessura essa adequada para manter a leitura da marca gráfica mesmo num tamanho mais reduzido. Tal como o símbolo que foi desenvolvido com a mesma espessura do logótipo, podemos con- cluir isso na figura 59.

Figura 58 | Marca Gráfica na sua versão normal e teste de desfoque (Fonte Autora, 2015)

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9.7.2

Validação

da Marca

Gráfica

Após a conceção da marca gráfica da IPSS, o signo base da Identida- de Visual Corporativa, considerou-se importante validar a mesma, uma vez que a Marca Gráfica é um dos signos mais diferenciadores e presente em todos os suportes de comunicação visual.

Numa primeira fase essa validação foi solicitada, via e-mail, a uma painel de cinco especialistas em IVC, nomeadamente, Cátia Rijo (designer e professora doutora na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Lisboa), Cristina Pinheiro (professora dou- tora no IADE–U), Fernando Oliveira (designer e professor doutor no IADE–U), João Neves (designer e professor doutor na Escola Su- perior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Bran- co) e Margarida Gamito (designer e professor doutora aposentada do IADE–U). Obteve-se resposta por parte de todos os peritos, que muito gentilmente analisaram a construção da marca gráfica e responderam ao questionário (anexo 4) com os seus conheci- mentos na área.

O documento continha uma pequena introdução que contextuali- zava a construção da marca gráfica, os valores da marca e o proces- so de construção da proposta da nova marca, para que efetuassem a análise. Por fim responderam a um questionário com 8 questões, cujo objetivo era perceber se a marca gráfica proposta correspon- dia ao pretendido para a IPSS, quer a nível de conceito, valores, forma, tipografia, cor, etc.

Através das respostas obtidas concluímos que a marca gráfica pro- posta correspondia aos valores que se pretendia transmitir, além disso estamos perante uma tipografia adequada “pela neutralidade,

característica que estabiliza o lettering e que lhe confere um bom grau de intemporalidade...fundamental para instituições desta natureza que

não alteram a sua imagem constantemente” tal como atesta Fernan-

do Oliveira e também “pela sua linearidade e relação com o símbo-

lo” como afirma João Neves, quanto à paleta cromática seleciona- da Cristina Pinheiro, especialista em Cor, afirma que é adequada ao sector e a marca desenvolvida e além disso considera que

“é uma combinação de tons agradáveis e adequada, reforçando os atributos de segurança e confiança que a marca incorpora e pretende transmitir”.

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Em suma, tal como afirma Margarida Gamito a marca gráfica pro- posta “é uma marca muito mais atual, limpa e de fácil memorização,

portanto contribuirá certamente para uma maior visibilidade da institui- ção” e segundo Cristina Pinheiro considera que “a marca e particu-

larmente o símbolo apresenta-se amigável, expressiva e bastante original”.

Os peritos mostraram um parecer bastante satisfatório, deixando pequenas observações pertinentes de melhoramentos, assim como motivação extra e desejo de excelência no resultado final.

Numa segunda fase, foram realizados testes de perceção (anexo 10) à direção, colaboradores, utentes e pessoas externas à IPSS. Testes esses que se dividiam em 3 partes distintas, na primeira parte era pedido ao inquirido que selecionasse 4 caraterísticas da lista apresentada que descrevessem melhor a Marca Gráfica atual, a se- gunda parte correspondia ao mesmo processo da primeira parte apenas substituiu-se a Marca Gráfica atual pela Marca Gráfica pro- posta, na terceira parte era apresentado ao inquirido as duas Mar- cas Gráficas e solicitava-se que selecionasse qual transmitia mais solidariedade, familiaridade, singularidade e dinamismo, por último, a questão debruçava-se sobre qual das Marcas Gráficas transmitia melhor o posicionamento que a Comossela assumiu.

A Direção da IPSS, primeiros inquiridos durante este projeto, foram bastante consensuais ao reafirmarem que a Identidade Visual atual é “monótona”, “comum”, “racional” e “singular”. Por sua vez a pro- posta apresentada foi considerada “distinta”, “solidária”, “poderosa” e “moderna” o que os deixou bastante satisfeito com o resultado apresentado.

Quando comparadas as marcas apenas consideram que a atual transmite da melhor forma a “singularidade”, enquanto que a pro- posta apresentada representa as restantes. Além que esta expõe melhor o posicionamento que a Comossela assumiu, isto é, um po- sicionamento mais solidário, atuante, emocional e contemporâneo.

Para os colaboradores da IPSS, que estavam presentes a quando da realização do questionário, a Marca Gráfica atual da Comosse- la apresenta as seguintes caraterísticas no topo da lista: “comum”, “distinta”, “singular” e “tradicional”. As duas primeiras com 7 votos e as restantes com 6 votos, enquanto a Marca Gráfica Proposta tem uma maior consciência, uma vez que, a caraterística mais votada é “mo-

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