6. Justisdepartementet
6.4 Kap. 430 Kriminalomsorgens sentrale forvaltning
- Guião de Entrevista ao Médico/Fundador do Serviço de Medicina Paliativa do
Fundão
- Guião de Entrevista à Médica do Serviço de Medicina Paliativa do Fundão
-Guiões de Entrevista aos Enfermeiros do Serviço de Medicina Paliativa do
Fundão
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Guião de Entrevista ao Médico/Fundador do Serviço de Medicina Paliativa do Fundão
Caracterização Social
Sexo: ____ Idade: ____
Há quantos anos terminou o curso? _____________
Que curso tirou antes de ingressar em cuidados paliativos? ______________
Onde? _________
Há quanto tempo trabalha nestes serviços? ___________________
Tem alguma área de especialização? _____ Se sim, qual? _______________
Quais os serviços onde já trabalhou, antes de chegar aos cuidados paliativos?
_____________________________________________________________
I – O médico e a instituição em si
1. Quais são as linhas orientadoras que regem um serviço de medicina paliativa?
2. Sente que estes cuidados são pouco valorizados pelos restantes sectores
hospitalares? (Em que sentido? O que poderia ser feito para mudar isso? E pela
comunidade onde está inserido?)
3. Enquanto médico/fundador da unidade de cuidados continuados no hospital do
Fundão, quais os maiores obstáculos que enfrentou ao nível do próprio serviço?
4. E com o resto da comunidade hospitalar?
5. Sente que os cuidados paliativos são devidamente reconhecidos a nível nacional?
6. Porque saiu daquela Unidade?
7. Sente que as políticas de saúde existentes têm em conta a especificidade deste tipo
de cuidados?
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II - O director(a) e a sua formação
8. Em que fase da sua carreira profissional ingressou no serviço de cuidados
paliativos? (A sua colocação neste serviço foi administrativa ou deveu-se a uma
escolha pessoal)
9. Considera que a sua formação académica o dotou das competências necessárias
para lidar com as situações típicas dos cuidados paliativos? (Se não, onde sente que
residiu a principal falha)
10. Quais as principais diferenças que encontra nas funções do médico e do
enfermeiro, nos cuidados paliativos?
11. Teve alguma formação específica em cuidados paliativos? Se sim, refira-me qual?
12. Sente que há algum desfasamento entre aquilo que é incutido em meio académico
aos futuros profissionais de saúde e aquilo que é a realidade profissional, referindo-
me principalmente aos cuidados paliativos?
13. Como avalia a actual socialização/aprendizagem médica nas faculdades de
medicina?
14. É crítico em relação ao modelo biomédico já comummente estabelecido em meio
hospitalar? Porquê?
15. Tendo em conta o Modelo Biomédico, considera a morte como um fracasso
médico?
III – As especificidades dos cuidados paliativos
16. Qual é para si a principal característica dos cuidados paliativos?
17. Quais são, no seu entender, os principais objectivos da medicina paliativa? (ou
refira-me pelo menos dois)
18. O que é, para si, qualidade de vida para doentes terminais?
19. Qual o papel que se espera que os cuidados paliativos venham a ter no âmbito da
sociedade contemporânea?
20. A que níveis se pode distinguir a medicina paliativa da medicina curativa, tanto em
termos de orientações teóricas, como em termos de práticas?
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21. O que é que pode ser definido como “sucesso” e “insucesso” em medicina
paliativa?
22. No seu entender, qual é o estado actual dos cuidados paliativos em Portugal? Quais
são os maiores constrangimentos? E os maiores desafios?
23. Considera que humanismo e tecnicidade (conhecimento científico) são conceitos
que na prática não se podem conciliar? Porquê?
24. Enquanto médico/fundador deste serviço, quais os principais obstáculos que
enfrentava diariamente?
IV – O médico e os restantes profissionais de saúde
25. Qual o espaço de reconhecimento que os cuidados paliativos têm no âmbito dos
cuidados médicos?
26. Quais são, para si, os valores essenciais que um médico em cuidados paliativos
deve ter?
27. Qual a importância que atribui ao trabalho em equipa em cuidados paliativos?
28. Que profissional, no âmbito do trabalho em equipa, tem um papel mais
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Guião de Entrevista ao Médico(a) do Serviço de Medicina Paliativa do Fundão
Caracterização Social do Médico
Sexo: ____ Idade: ____
Há quantos anos terminou o curso? ______ Onde? ____________
Há quanto tempo trabalha nestes serviços? ___________________
Tem alguma área de especialização? _____ Se sim, qual? _______________
Quais os serviços onde já trabalhou, antes de chegar aos cuidados paliativos?
_____________________________________________________________
I.
O médico e a sua socialização na área da saúde
29.
Em que fase da sua carreira profissional ingressou no serviço de cuidados
paliativos? A sua colocação neste serviço foi administrativa ou deveu-se a uma escolha
pessoal?
30.
Considera que a sua formação académica o dotou das competências necessárias
para lidar com as situações típicas dos cuidados paliativos? Se não, onde sente que residiu
a principal falha?
31.
Teve alguma formação específica em cuidados paliativos? Se sim, refira-me qual?
32.
Quais as principais diferenças que encontra nas funções do médico e do
enfermeiro, nos cuidados paliativos?
33.
Sente que há algum desfasamento entre aquilo que é incutido em meio académico
aos futuros profissionais de saúde e aquilo que é a realidade profissional, referindo-me
principalmente aos cuidados paliativos?
34.
Como avalia a actual socialização/aprendizagem médica nas faculdades de
medicina?
35.
É crítico em relação ao modelo biomédico já comummente estabelecido em meio
hospitalar? Porquê?
36.
Tendo em conta o Modelo Biomédico, considera a morte como um “fracasso”
médico?
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II – As especificidades dos cuidados paliativos
37.
Qual é para si a principal característica dos cuidados paliativos?
38.
Quais são, no seu entender, os principais objectivos da medicina paliativa? (ou
refira-me pelo menos dois)
39.
Qual o papel que se espera que os cuidados paliativos venham a ter no âmbito da
sociedade contemporânea?
40.
A que níveis se pode distinguir a medicina paliativa da medicina curativa, tanto
em termos de orientações teóricas, como em termos de práticas?
41.
O que é que pode ser definido como “sucesso” e “insucesso” em medicina
paliativa?
42.
No seu entender, qual é o estado actual dos cuidados paliativos em Portugal?
Quais são os maiores constrangimentos? E os maiores desafios?
43.
Considera que humanismo e tecnicidade (conhecimento científico) são conceitos
que na prática não se podem conciliar? Porquê?
44.
Enquanto médico(a) deste serviço, quais os principais obstáculos que enfrenta
diariamente?
III – O médico e os restantes profissionais de saúde
45.
Qual o espaço de reconhecimento que os cuidados paliativos têm no âmbito dos
cuidados médicos?
46.
Quais são, para si, os valores essenciais que um médico em cuidados paliativos
deve ter?
47.
Qual a importância que atribui ao trabalho em equipa em cuidados paliativos e em
que medida ele é plenamente conseguido?
103
48.
Enquanto médico, pertencente a esta equipa, quais as maiores dificuldades que
encontra na intervenção da mesma?
49.
Que profissional, no âmbito do trabalho em equipa, tem um papel mais
determinante neste tipo de cuidados? Porquê?
IV – Os cuidados paliativos enquanto processo
50.
Como é realizado o acompanhamento do doente? Em que fases intervém nesse
processo de acompanhamento?
51.
O apoio ao doente é essencialmente físico, ministrando ao doente os tratamentos
paliativos possíveis ou é, também, importante o apoio psíquico, procurando a estabilidade
emocional do doente?
52.
O que é, para si, qualidade de vida para doentes terminais?
53.
Que mecanismos são accionados para manter essa qualidade de vida? Por parte de
quem?
54.
Até que ponto é possível respeitar a vontade do doente? E dos seus familiares?
55.
Que tipo de contacto existe entre si e a família do doente?
56.
Procura aferir que tipo de relação existe/ocorre entre o doente e seus familiares
mais próximos?
57.
Neste serviço de medicina paliativa existe algum tipo de acompanhamento
específico para os familiares próximos dos doentes aqui internados?
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Guião de Entrevista aos Enfermeiro(as) do Serviço de Medicina Paliativa do Fundão
Caracterização Social do Enfermeiro(a)
Sexo: ____ Idade: ____
Há quantos anos terminou o curso? ______ Onde? ____________
Há quanto tempo trabalha nestes serviços? ___________________
Tem alguma área de especialização? _____ Se sim, qual? _______________
Quais os serviços onde já trabalhou, antes de chegar aos cuidados paliativos?
_____________________________________________________________
II.
O enfermeiro(a) e a sua socialização na área da saúde
58.
Em que fase da sua carreira profissional ingressou no serviço de cuidados
paliativos? A sua colocação neste serviço foi administrativa ou deveu-se a uma escolha
pessoal?
59.
Teve alguma formação específica em cuidados paliativos ou aquela que obteve no
curso foi suficiente?
- Se sim, refira-me qual?
- Se não, de que modo considera que os cursos de enfermagem deveriam estar
uniformizados para atender às especificidades destes cuidados?
60.
Quais as principais diferenças que encontra nas funções do médico e do
enfermeiro, nos cuidados paliativos?
61.
Sente que há algum desfasamento entre aquilo que é incutido em meio académico
aos futuros profissionais de saúde e aquilo que é a realidade profissional, referindo-me
principalmente aos cuidados paliativos?
62.
É crítico em relação ao modelo biomédico já comummente estabelecido em meio
hospitalar? Porquê?
63.
Tendo em conta o Modelo Biomédico, considera a morte como um “fracasso”
médico?
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II – As especificidades dos cuidados paliativos
64.
Qual é para si a principal característica dos cuidados paliativos?
65.
Quais são, no seu entender, os principais objectivos da medicina paliativa? (ou
refira-me pelo menos dois)
66.
Qual o papel que se espera que os cuidados paliativos venham a ter no âmbito da
sociedade contemporânea?
67.
A que níveis se pode distinguir a medicina paliativa da medicina curativa, tanto
em termos de orientações teóricas, como em termos de práticas?
68.
O que é que pode ser definido como “sucesso” e “insucesso” em medicina
paliativa?
69.
No seu entender, qual é o estado actual dos cuidados paliativos em Portugal?
Quais são os maiores constrangimentos? E os maiores desafios?
70.
Considera que humanismo e tecnicidade (conhecimento científico) são conceitos
que na prática não se podem conciliar? Porquê?
71.
Enquanto enfermeiro(a), quais os principais obstáculos que enfrenta diariamente?
III – O enfermeiro(a) e os restantes profissionais de saúde
72.
Qual o espaço de reconhecimento que os cuidados paliativos têm no âmbito dos
cuidados médicos?
73.
Quais são, para si, os valores essenciais que um enfermeiro(a) em cuidados
paliativos deve ter?
74.
Qual a importância que atribui ao trabalho em equipa em cuidados paliativos e em
que medida ele é plenamente conseguido?
75.
Enquanto enfermeiro(a), pertencente a esta equipa, quais as maiores dificuldades
que encontra na intervenção da mesma?
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76.
Que profissional, no âmbito do trabalho em equipa, tem um papel mais
determinante neste tipo de cuidados? Porquê?
IV – Os cuidados paliativos enquanto processo
77.
Como é realizado o acompanhamento do doente? Em que fases intervém nesse
processo de acompanhamento?
78.
O apoio ao doente é essencialmente físico, ministrando ao doente os tratamentos
paliativos possíveis ou é, também, importante o apoio psíquico, procurando a estabilidade
emocional do doente?
79.
O que é, para si, qualidade de vida para doentes terminais?
80.
Que mecanismos são accionados para manter essa qualidade de vida? Por parte de
quem?
81.
Até que ponto é possível respeitar a vontade do doente? E dos seus familiares?
82.
Que tipo de contacto existe entre si e a família do doente?
83.
Procura aferir que tipo de relação existe/ocorre entre o doente e seus familiares
mais próximos?
84.
Neste serviço de medicina paliativa existe algum tipo de acompanhamento
específico para os familiares próximos dos doentes aqui internados?
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In document
Innst. S. nr. 260 (2002–2003) Innstilling til Stortinget fra finanskomiteen
(sider 48-51)